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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Uma festa que meteu água e até uma despedida de solteiros!

As minhas expectativas iam bem altas, ou não tivesse esta Hidro Rock Session a promessa de me pôr de vez em quando a olhar para cima, para o céu estrelado... (OK, o céu esteve pouco estrelado, vi a ursa maior e um ou outro avião, muito por culpa de nuvens feias, mas eu sei que ele estava lá, sem um tecto a separar-nos!)

A água estava quentinha, o espírito de todos os presentes estava eufórico, as pulseiras luminosas em cada pulso, e a música digna de ser acompanhada.... Mas... e mais, Catarina? E mais?

Repito, as expectativas iam altas, mas na realidade não sabia bem ao que ia. Claro, costumo fazer aulas de hidroginástica, portanto essa parte estava mais ou menos resguardada na minha mente, só que em vez de começarem às nove da noite como aconteceu nesta Hidro Rock Session, as aulas a que costumo ir começam às nove da manhã. E depois, apesar de já a conhecer de outras (n)andanças (fiz o Curso de FOW Duo com ela), nunca tinha feito uma aula de hidro com a instrutora Paula, nem com o instrutor Vítor, e tenho a dizer que, se acho que já é difícil dar uma aula de hidroginástica para 30 ou 40 pessoas de uma vez, o que esta dupla-maravilha conseguiu foi fenomenal. Mais de 100 (!!) pessoas com pulseiras a brilharem no escuro a seguirem cada movimento deles, com um ritmo e uma energia que, confesso, por vezes tive dificuldade em acompanhar (estive sempre muito consciente que o fato-de-banho me estava largo e que podiam acontecer vislumbres mamários a qualquer momento).

Não podia falar deste evento sem trazer um momento que me foi muito especial à memória e sem um agradecimento a uma pessoa que me é muito querida. Já falei aqui neste blogue de tanta gente, principalmente de gente que esta vida de ginásio me trouxe, mas ainda não falei nele como deve de ser (só uma referência ao seu ressonar, coitado!). O Nunoz que conheci, lá está, por culpa desta mudança de vida, posso afirmar que, apesar de nos conhecermos há pouquíssimo tempo, é um amigo. Não só com "a" maiúsculo, mas com todas as letras em maiúsculo: AMIGO. 

À expressão "Ena, trazes muita gente!", que o Nuno, o director da Piscina Municipal de Barcarena, me disse depois de lhe dar a minha lista de inscritos, eu respondi apenas "Tenho uns amigos que vão fazer a despedida de solteiro na Hidro Rock Session."
Da minha parte foi só isto. Nem pensei mais nesta situação até que, na véspera da noitada na piscina, ele me volta a falar nisso: "Já tenho um discurso pronto para os teus amigos."
"COMO ASSIM??", palpita o meu coração aos céus começando  de imediato a fazer contas às horas (poucas) que ainda teria para ajudar a compor o discurso. 
E lá consegui. Como não há nada que uma loja do chinês não tenha, comprei duas coroas, para a menina e para o menino, e, logo no início desta festa aquática, quando o Nuno falava aos presentes a dar as boas-vindas, eu já sabia que ele ia falar com dois presentes "meus" em particular, com a Helena e com o Nuno (olha, viram, que até têm o mesmo nome?). 

A cara de surpresa na Helena encheu-me tanto o coração, que é com ele (o coração) nas mãos que agradeço ao Nuno (ao director, não ao noivo, quer dizer, ao noivo também, que se não tivesse pedido a agora noiva em casamento nada disto teria acontecido) esta surpresa boa. Porque quem faz coisas boas aos meus terá todo o meu carinho, ainda por cima, quando a pessoa que faz também já a considero minha. É assim felicidade ao cubo (porque como sou de Letras não sei mais que as expressões "ao quadrado" e "ao cubo", mas sei que "ao cubo" é mais, portanto é isso).

Obrigada, Nuno (pela tal surpresa em particular) e a toda a equipa da Piscina Municipal de Barcarena. Por vossa culpa ando a sonhar com Hidro Rock Session há três noites, e aposto que a minha bunda não tem sossegado madrugada fora.

E agora, as fotografias!









Ninguém fica bem de touca, bem sei...





Vivam os noivooooooooooos!!

 
O Nuno e a Paula! Cá beijinho a mim, fofinhos! <3
Catarina

sábado, 24 de junho de 2017

Abanar o esqueleto #27


Aqui há uns anos valentes, meti na ideia aprender a fazer malabarismo. Ora, como ainda não existia essa coisa chamada YouTube (foi mesmo há uns anos valentes!), comprei um livrinho em que explicava, em jeito de "para totós", como fazer malabarismo. 

Ao início confesso que foi muito difícil. Tenho a forte crença que, das duas uma, ou sou canhota e tenho duas mãos direitas, ou sou dextra e tenho duas mãos esquerdas (já nas aulas de Zumba quando é para acrescentar as mãozinhas à dança é ver-me a suar à pinga de tão enervada que fico), por isso vi-me um pouco descoordenada ao início, mas também por isso quis-me superar.

O primeiro passo foi uma espécie de "Jedi Master wannabe", ser a bola que ia lançar, sentir o ambiente à minha volta, esperar pela respiração certa e arriscar. Mas tudo ficou mais fácil quando larguei a solidão do silêncio e meti música. 

Na altura, os Pearl Jam eram das minhas bandas favoritas, e o álbum "Yeld" estava quase sempre a tocar como fundo. E foi ao som da primeira música do CD que esta que vos escreve conseguiu dominar a arte de atirar bolas ao ar coordenadamente.

Tem o ritmo perfeito, tem o balançar de ombros ideal para fazer malabarismo e, o melhor de tudo, é uma música BRUTAL para se ouvir em repeat dias a fio (que foram muitos, que isto de fazer malabarismo não é nada como andar de bicicleta e vai-se esquecendo!).


Bom fim-de-semana!

Catarina

terça-feira, 20 de junho de 2017

Mergulhamos sexta-feira à noite?


Tenho passado tanto tempo dentro de água que, além de ter os ouvidos tapados, o meu cabelo está sempre em modo "acabei de sair da praia", que é como quem diz cheio de canudinhos a fazer lembrar a corte do Rei Luís XIV de França.

Mas, mesmo assim, o difícil é manter-me fora de água... Afinal, #souumapata, e na sexta-feira, na Piscina Municipal de Barcarena, há uma Hidro Rock Session, em que vou ter a oportunidade de ter uma experiência única dentro de uma piscina: uma aula de hidroginástica à noite, com música rock como banda sonora e com a luz das estrelas como pano de fundo. 
É que a Piscina de Barcarena tem um tecto que abre e, por estar ali no meio das árvores, numa encosta lá no alto, desconfio que será uma oportunidade única para fazer cinco coisas que gosto:

1 - estar numa piscina;

2 - fazer exercício físico;

3 - ver as estrelas;

4 - estar com amigos;

5 - ouvir rock.

Se quiserem ter estes itens na vossa sexta-feira à noite, a partir das 21h, podem fazer a inscrição nesta Hidro Rock Session 2 através do email pbarcarena@oeirasviva.pt. 

Já sabem que vou partilhar fotografias e vídeos do evento, por isso, depois não digam que não vos deixei esta sugestão!

Catarina

sábado, 10 de junho de 2017

Abanar o esqueleto #29

Basicamente, a minha playlist de ginásio (e da vida, na verdade) é composta por Ghost e pelas músicas que ouço na Zumba. Tudo o resto tem ficado um pouco de fora da escolha musical, confesso.

Assim, para variar dos senhores de cara escondida, hoje deixo-vos uma música das aulas do Daniel, que tem uma coreografia brutalíssima, e que sempre que a ouço me deixa com um sorriso estampado.

Abanem esse esqueleto!



 

Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 3 de junho de 2017

Abanar o Esqueleto #28


Não queria, que não queria mesmo, voltar a deixar aqui uma música de Ghost. Qualquer diz vocês não me ligam nenhuma e eu até já me apercebi que estou a ficar repetitiva com estes senhores, mas tenho como objectivo que algum deles me venha parar aqui ao blogue depois de uma pesquisa egoísta no Google, e me chamem para, porque não?, andar atrás deles tipo histérica. I'm there! 

Ainda por cima, para variar andaram a tocar a semana toda no meu MP3... não há como fugir deles...

Mas para ver se tão cedo não os volto a pôr cá no blogue, hoje deixo-vos um mini-concerto acústico, de 20 minutos, em que dá para perceber quão bons músicos eles são... e divertidos também!

Senhoras e senhores, prometo que tão cedo não os volto a pôr por cá, mas, mais uma vez, os Ghost:




Catarina


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Borboletas no pulso


Daquelas coisas que acontecem porque houve um desenrolar de acções, o chamado efeito borboleta.

Primeiro momento desta história: em Outubro de 2016, mais ou menos, inscrevi-me para ser "cobaia" de um estudo da Faculdade de Motricidade Humana sobre a importância das tecnologias ajudarem a manter grandes volumes de peso perdido.

Segundo momento desta história: fui chamada a fazer parte do estudo, e como tal deram-me um relógio que tem de andar sempre no meu pulso e, entre outras coisas como dar horas, contabiliza o exercício físico que esta que vos escreve vai fazendo todos os dias.

Terceiro momento desta história: talvez por excesso de uso ou só por a tecnologia não morrer de amores por mim, a bracelete do relógio partiu-se... a caminho da aula de Zumba de segunda-feira.

Quarto momento: E AGORA??

Quinto momento: "OK, se eu de alguma maneira conseguir usar o elástico do cabelo para prender a bracelete, fica o caso resolvido."

E assim chegamos ao momento final deste efeito borboleta.

Não tivessem todos estes momentos acontecido, eu nunca teria precisado do elástico do cabelo para prender a bracelete do relógio, nem nunca teria feito a aula de Zumba de cabelo... solto. E digo-vos que foi uma espécie de revelação. Soltar o cabelo foi quase o equivalente a soltar a franga (ou a soltar a borboleta, que sempre é mais elegante). 

Claro que não fiquei melhor zumbadeira por o ter feito, nada disso. Mas o facto de ter soltado o cabelo deu-me uma segurança como nunca tinha sentido nas aulas, e não falo só de Zumba. 

Para já, parecia que havia um elemento do meu corpo, o cabelo, que tinha estado amarrado nas outras aulas e que estava finalmente livre. Depois, o ter o cabelo solto, o meu eterno escudo, parecia esconder a minha expressão do mundo. Apesar de ser dos sítios onde sou mais feliz, tenho sempre uma expressão muito neutra nas aulas de Zumba, mas de cabelo solto... ui!, de cabelo solto fui eu, a Catarina do cabelo desgrenhado! E que sensação! Dei por mim a olhar para mim ao espelho e a sorrir! 

Quem diria que uma simples inscrição num estudo poderia resultar numa revelação tão grande...

E para provar que não vos minto, aqui fica a obra de engenharia que assim continuará até chegar a bracelete nova... Claro, não consigo ver as horas, nem as calorias perdidas, nem coisa alguma, mas tranquilo, ao menos o elástico é assim de tons dourados...


Adenda a esta publicação, ontem à noite fui fazer outra aula de Zumba, com um elástico extra, e não resisti em prender o cabelo... Confere, aquela sensação de liberdade e desenvoltura só acontece MESMO de cabelo solto...


Catarina

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Catarina's Back, alright!


Chinapá! Há quanto tempo não vinha ao meu blogue! Sou horrível mesmo. Chego a ser desagradável, mas tive tanta, mas tanta coisa para fazer que acreditem que não tive tempo para actualizar a escrita por aqui (e tenho muita coisa para contar, mas acho que não me vou esquecer de nada pois fui apontando os meus futuros disparates em forma de artigos num papel)... e anda por cima fiquei doente, uma constipação chata, chata e que teima em não passar, a bandida.

A minha falta de tempo foi tal estas duas últimas semanas, que dei por mim a cortar as unhas dos pés ENQUANTO sentada na poltrona da casa de banho a fazer um número 2... E com esta bela imagem espero estar mais que perdoada por, não só não ter actualizado O Biquíni como por não ter andado a visitar os vossos blogues (fui partilhando fotografias no Instagram Dourado, shame on you a quem ainda não me segue por lá).

Mas agora, citando a minha banda favorita dos anos 90, Catarina's Back, alright!

E já que nem um "Abana o Esqueleto" cá deixei no sábado, aproveito para partilhar um vídeo que vi até à exaustão, e que dancei até à exaustão e que ainda hoje, aparentemente sei de cor, de quem? Dos BackStreet Boys, pois com certeza!


Catarina

sábado, 20 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #27

E de onde vem a música de hoje, de onde? Claro! Das aulas de ZUMBA do Daniel!

É com ela que fazemos os alongamentos finais por isso é ela que vem na minha mente no final da aula... e que agora vos deixo aqui:



Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 13 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #26

Como devem calcular, esta semana a música é só uma, ou não a tivesse começado ao seu som.

Há muitas versões, claro, mas esta ao vivo e deste álbum que me acompanha há tantos anos é mesmo "a" versão. 

Senhoras e senhores, Jorge Palma "No Tempo dos Assassinos" a cantar "Acorda Menina Linda".





Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 6 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #25

Ter ido ver estes senhores ao vivo no fim-de-semana da Páscoa resultou que tenha não só ficado supé-fã (já mandei vir uma T-shirt deles da Net e tudo!) como, acho que o termo certo é, ficado OBCECADA.

Pensei que com esta idade já avançada com que me apresento ao mundo já não tivesse histerismo em mim para me deixar encantar assim tanto por uma banda... ainda por cima de metal, ainda por cima sem lhes ver a cara, ainda por cima de adoração a cenas estranhas tipo zombies e diabos... Mas afinal, acontece que não tenho conseguido parar de ouvir estes senhores. Estão sempre, sempre, sempre a tocar no meu Spotify. Quer os álbuns, quer as versões ao vivo, acústicas ou não.

Acho que, além de as músicas serem de outro mundo (talvez do Inferno?) gosto do humor negro deles. Tenho a certeza que nos daríamos bem pois eles são muito divertidos (já passei horas a ver entrevistas deles no YouTube) e eu tenho a mania que também o sou! E são músicos BRUTAIS.

Deixo-vos uma versão acústica, com direito a kazoo e tudo (são mesmo divertidos!) para não se assustarem muito, mas espero que vos desperte a curiosidade de ouvirem mais músicas desta banda que, acreditem, é das minhas favoritas de todó-sempre!

E atenção aos olhos do vocalista, o Papa Emeritus III! Se calhar é aquele olhar que me mata! ;)


 

Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 29 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #24

Já aqui disse: estou numa fase melancólica. Como consequência, a música que me tem rodeado é toda ela a fazer combinação com o meu estado de espírito.

Este sábado, para dar música ao nosso fim-de-semana, um tema que um amigo me enviou e que não só tem a ver com o meu humor actual como funcionou às mil maravilhas como banda sonora enquanto vos escrevi os textos desta semana.


Bom fim-de-semana! Com melancolias ou sem elas...

Catarina

sábado, 22 de abril de 2017

Abanar o Esqueleto #23

A primeira vez que ouvi esta música nesta versão, chorei que nem uma Madalena arrependida. Estes senhores têm este efeito em mim, começo a aperceber-me. Mexem com a minha alma de uma maneira a que não estava habituada que um grupo mexesse. 

É uma música melancólica, que é, mas dá tão bem para Abanar o Esqueleto ao lado da pessoa amada que me parece das melhores sugestões para uma banda sonora de fim-de-semana!

Mais uma vez, Rival Sons:


Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 15 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #22

Por um acaso do destino, dei por mim a ter bilhetes para o concerto de logo à noite dos Ghost, na Meo Arena

Não sendo o meu tipo de música de eleição, como não queria ir virgem para o concerto, fui ao YouTube tentar perceber quem eram estes suecos vestidos de forma tão pascal, mas que apelavam a uma "missa negra". E não é que estes senhores são... brutais? 

Deixo-vos uma música que se revelou especial para mim nestas últimas semanas. É maravilhosa.

Não se deixem intimidar pelo aspecto dos Ghost... afinal, estamos em fim-de-semana de Páscoa! Até tem muito a ver... 



Bom fim-de-semana!

Catarina

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Deus manda e eu faço: kizomba!



E se Deus criou a kizomba, nós só temos que respeitar a Sua vontade e dançá-la, certo? 
Ora, eu, que até me portei bem quando andava na catequese e não faltava a um sábado na igreja que ficava na garagem de um prédio em Campolide, ao lado da casa da minha avó, terei de respeitar a vontade do Senhor (e até estamos em Semana Santa para ter estas conversas) e ir ver se solto a franga kizombeira. Que é como quem diz, vou fazer um Curso de Kizomba. Ponto.

Como não quero voltar a ficar num canto numa próxima festa com temáticas "dançáveis", assim que vi este evento no Facebook nem pensei duas vezes e, mesmo sem par, inscrevi-me neste Curso Intensivo de Kizomba, que irá acontecer dia 6 de Maio, um sábado, das 13h30 às 18h00, na Academia Luís Nunes, no Parque das Nações, em Lisboa.

O programa das "festas" do dia 6 de Maio é este e, claro, mal posso esperar!

Das 13:30 às 15:30 - Kizomba (1): 
Música / Tempo / Conexão e Passadas Básicas.
(Inte
rvalo 30 min).

Das 16:00 às 18:00 - Kizomba (2): 
Melodia / Ritmo / Body and Mind Movement / Passadas intermédias e Tarraxinha.

PROFESSORES :
LUÍS NUNES & PRISCILLA FERREIRA

INSCRIÇÕES:
Nível: Iniciados com 4 horas de curso!
Enviar email com nome e contacto para: cursokizombasocial@gmail.com



Catarina

sábado, 8 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #21

Esta é daquelas músicas que, quando comecei a frequentar o ginásio, estava em todas as aulas! Era em Zumba, em Cycle, em BodyPump, acho que até na aula de Spartans. E percebe-se porquê. Toda ela é um hino à alegria e ao 'bora lá mexer e ser feliz!

Escusado será dizer que esteve em "loop" durante muito tempo no meu MP3, e hoje volto a ouvi-la aqui no blogue!

Bom fim-de-semana!


Catarina

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Fim-de-semana STRONG

Quando se junta a fome com a vontade de comer, coisas boas costumam acontecer. Neste caso, quando se juntam duas aficionadas de Zumba, mais concretamente do Daniel Barreto, garanto-vos que só não faço mais aulas por qu€$tõ€$.

A Tânia é também uma fã confessa de abanar a bunda e anda-me sempre a desafiar a ir fazer umas aulas extras por Lisboa. Quando me enviou o link desta aula, disse que sim mesmo antes de ver onde era (vá lá que, não sendo muito perto, também não é no fim do mundo). 
Esta semana, vamos experimentar uma coisa nova também com o cunho do Daniel: Strong by Zumba e Zumba Fitness, no Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros. 



Será amanhã, às 16h, e, além do Daniel, contará com Rafa Marvel, David Dias e Jon Martin. Ao que parece, este será um "treino de alta intensidade, onde todos os participantes vão sentir-se verdadeiramente STRONG!" Ao que eu acrescento: Oh Diabo!

Às 17h30 é hora de Class de Zumba Fitness, contando com vários instrutores nacionais e internacionais. A saber: Neuza Quelhas, Inês Silva, Dalila Salvador, Júnior Silva e Miguel Angel Oviedo.

Os bilhetes variam de preços:
Strong by Zumba - €8
Zumba Fitness - €6
Strong by Zumba & Zumba Fitness - €12 
(escusado será dizer que vou aos dois, não é?)

Para comprarem os bilhetes, basta acederem a este LINK e seguirem os passos!

Quem vem comigo ser mais STRONG?

Catarina


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Dia Mundial da Actividade Física

Quando era miúda, arranjava os estratagemas mais estapafúrdios para pedir à minha avó dinheiro. Era uma verdadeira capitalista: ou porque tinha tido positiva num teste, ou porque tinha comido a sopa toda ou porque era dia mundial de alguma coisa.
Claro que ela alinhava sempre nas minhas teorias. Hoje em dia, vejo que o fazia porque... é minha avó, mas na altura pensava mesmo que lhe estava a pregar grandes petas e que até poderia ter futuro como política. Estava enganada, claro.

Mas hoje, hoje não preciso que ela me dê dinheiro para celebrar este dia. Eu, sim, é que vou dar o litro no ginásio. Tenho uma aula de Cycle e outra de Zumba (e se bem me conheço ainda vou ter energias para dançar um bocadinho quando chegar a casa) e tenciono celebrar o Dia Mundial da Actividade Física a fazer o que descobri me fazer verdadeiramente feliz: mexer!



Se ainda estão com desculpas para fazerem exercício físico, acho que hoje era um muito bom dia para se deixarem disso. Pensem no dia de hoje como uma espécie de marco que daqui a um ano vos podia fazer lembrar que foi quando começaram a mudar.

Deixo-vos três sugestões que, se tivesse eu hoje oportunidade, acrescentava às minhas aulinhas. A saber:

1 - A Piscina Municipal do Alvito, em Alcântara, vai ter uma Festa na Piscina, com aula de hidropower, Fitness On Water (que já partilhei convosco a minha experiência e que tenciono repetir!), brindes e surpresas! A entrada é um donativo de 1 kg de alimentos.

2 - Se calhar está na hora (ou no dia!) de ligarem para a Rapid FIT&WELL para fazerem uma sessão experimental de treino, não? Eu acho que sim! Já vos falei aqui tanto do quanto gosto disto que bem que podiam ir testar para perceberem o fascínio. Vá, está à distância de um clique!

3 - Se acham que isto ainda não é para vocês (ai, credo!, ter que fazer exercício físico ao pé de outras pessoas!) e que tal uma musiquinha para Abanar o Esqueleto? Deixo-vos uma que, se não vos deixar um sorriso na cara e com vontade de dançar, é porque são uns insensíveis, fiquem já a saber! ;)



Feliz Dia Mundial da Actividade Física!

Catarina

sábado, 1 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #20

Já sabem que se uma música entra neste blogue, é porque a autora deste blogue está a ouvi-la em loop e em loop e em loop...

Cá vai a música do vício do momento... 

Que música lindaaaaaaa! Oooooh!



Bom fim-de-semana!

Catarina

domingo, 26 de março de 2017

I carried a watermelon...


Claro, claro!, que tive que "Catarinar" a kizomba... Já se estava à espera. Contei-vos que fui ontem à festa XL&M party, na discoteca Kalema. E foi mais ou menos isto que se passou: "eu levei a melancia".

A preparação da festa até correu bem... o banhinho ao som de kizomba, o aperceber-me que, cada vez mais, a toalha se enrola à minha volta (e não o contrário), o dançar por minha casa com rolos no cabelo ao som de tons quentes (ainda por cima em dia frio), numa espécie de estágio para o que se esperava da noite... O que eu dancei em casa!... Dancei tanto que me deixei atrasar, claro. 

Estava tudo a correr bem até que chegou a hora de vestir... E, sim, tenho mesmo o eterno problema feminino: não ter nada para vestir. 
A minha roupa já não é minha, no sentido de já não me servir. Está-me tudo largo. Pareço o Tom Hanks no filme Náufrago, mas neste momento está fora de questão empatar dinheiro com trivialidades como roupa, pelo que tenho que me contentar com o facto de a roupa não me servir porque estou menos gorda, apesar de me fazer parecer mais cheia porque tudo me fica a boiar.

Problema número 1: Não me sentia bem com nenhuma peça de roupa.

Até acho que nem fui com má cara... e isto foi já ao chegar a casa!
E, claro, os sapatos! Sou alta, gente! Com botas fico ainda mais alta e já sei que é sempre um "problema", até pelo simples facto de quase deixar de me ver no espelho da casa de banho quando calço algo com mais salto que uns All-Stars. É verdade. Pronto, fui de botas para não "parecer mal" ir de ténis, mas da próxima vez vou estar nem aí para esse facto. Ténis ao poder.

Problema número 2: Não me sentia bem com o calçado.

Quem segue o meu Instagram, viu logo o momento de sufoco botiano!

Dançar acompanhada. Quem diria que isso ia gerar problema, mas gerou. Estou tão habituada a dançar de tudo sozinha que, ali, num espaço cheio de gente e até com quem dançar, acabou por me ser impossível libertar-me como em casa. Dessem-me uma toalha, uns rolos para fazer caracóis e as minhas quatro paredes e teria sido diferente. Teria "soltado a franga". Agora assim, rodeada de gente, e com pares para dançar e para me "liderar"... é caso para dizer #sóquenão.

Problema número 3: Não me sentia bem comigo mesma.



Posto isto, tenho a dizer que, mesmo assim, adorei a noite. 

Para já, as amigas, claro! Que saudades de me perder em gestos e palavras com elas, de beber sangria e comer sem restrições (desculpa, dieta). 

Depois, não vos passa o prazer que tenho em ver dançar. De verdade. Não estava à espera de ver TANTA gente a dançar TÃO bem kizomba. Não sabia o que esperar e fiquei muito surpresa de ver pessoas de todas as idades, feitios, alturas e, arrisco, credos a deixarem as agruras da vida à porta da discoteca! Parece que se me abriu todo um mundo novo que anseio por descobrir mais.


Aquelas pessoas dançavam (dançam!) tão bem... os seus pés pareciam deslizar na pista como se elas estivessem tão perdidas na música que elas, os sons e a pista eram um só. Que delícia... 



Acho que também por isso me deixei ficar a um canto. Fiquei mesmo encantada com tudo... Parecia que estava naquela cena do Dirty Dancing em que a Baby vai à festa do staff... E, sim, também eu senti que levei as melancias e só estava ali a ver todos a dançar...



Mas o que interessa é que já vou estar atenta a futuras festas como a de ontem (obrigada, Facebook), e que tenho mesmo que me libertar da Catarina racional e trazer a Catarina emocional ao de cima. Afinal, "nobody puts Baby in a corner", e muito menos a Catarina!

Catarina

sábado, 25 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #19

Dado que hoje à noite é FESTA DE KIZOMBA, nada como ter no Abanar o Esqueleto desta semana uma música com um título cuja expressão espero não ouvir durante a festarola!


Bom fim-de-semana!

Catarina

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