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sábado, 7 de janeiro de 2017

Abanar o esqueleto #8


O primeiro "Abanar o Esqueleto" do ano traz uma música das minhas aulas de Zumba. Na realidade, é a minha música mais que preferida destas aulas! Gosto tanto desta música que não a consigo ouvir sem começar a fazer a coreografia. Tanto assim é que o marido já passou vergonhas no Colombo aqui há umas semanas (perdão, maridão!)

Vamos lá começar o ano com boas vibrações:



Catarina

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Cacifo-polibã ao poder!



Já não sou como dantes. Dantes ia toda vestida para o chuveiro. Trocava os ténis pelos chinelos. Pegava na toalha e no shampoo, mas ia vestidíssima até aos chuveiros. 

Vinte e um quilos depois, pelo menos já dispo a T-shirt. Na parte de cima já vou só de soutien. No entanto, ainda não consigo deixar as calças no cacifo. Lá vou eu de soutien desportivo e calças de fato-de-treino para o chuveiro. 

É a mente de uma pessoa gorda. De uma pessoa que, durante anos, teve vergonha de mostrar o seu corpo. Não sei se alguma vez vou conseguir quebrar a barreira das pernas. Sempre foram o meu grande busílis. Acho-as muito brancas, para começar, e depois, claro, celulite! Buuuh para essa malvada!

Depois, ao regressar do banho, é ver-me toda enrolada numa toalha gigante a levar com mamas alheias na cara a tentar chegar ao meu cacifo. Eu gosto de mamas. Das minhas. Com a das outras posso eu bem passar sem ver…

Na Rapid Fit & Well, onde faço as sessões com o fato de electroestimulação muscular, outra das mais-valias (são muitas, eu sei!) é o facto de o cacifo onde deixamos as nossas coisas ser também o sítio onde vamos tomar banho. É assim uma espécie de cacifo-polibã. Uma pessoa tem espaço para se vestir, para deixar as coisinhas e, claro, para tomar banho e estar nua à vontade!
Apesar de os balneários serem à Ally McBeal (leia-se, mistos), cada “mica” (como lhe chamo) tem tanta privacidade que nem pensamos se o vizinho do lado é homem ou mulher.


Não sei se há mais ginásios assim, mas, pelo menos por onde tenho andado, este é de facto muito único nesse campo. E a gordinha que há em mim adora a privacidade extra!

Catarina

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Poema de (muita) dor… e (um ligeiro) amor


Diz que no dia 2 de Janeiro se celebrou o Dia do Personal Trainer! “Shame on me” que não sabia e deixei esse dia passar em branco! Já apontei na agenda para me lembrar para o ano, até porque acho que a nossa relação é para durar.
Mas como não quero esperar até ao ano que vem para celebrar os meus treinos com o Pedro, deixo-lhe aqui um poema, intitulado: 

“Poema de (muita) dor… e (um ligeiro) amor”

Fazes-me gritar e gemer
E não é por prazer
É mesmo aquele esforço extra
Que me deixou à rasca


Quando estou ao pé de ti, até as pernas me falham
Ah, espera, é só dos 500 agachamentos que me calham!

Enganas-me, aldrabas-me, intrujas-me
Dizes que o haltere tem 5 quilos, mas vai-se a ver são 12!
Contigo, uma hora passa a correr
E é com gotas fartas de suor na minha cara a escorrer

Quando estamos a treinar
(vá, eu, porque o menino nem um quilo levanta),
só me apetece começar a gritar e a espernear
Mas depois lembro-me da minha pança...

... Espera lá que a barriga está a desaparecer
E será pelo teu belo parecer?

Puxas por mim quando estou quase a desistir
Fazes-me superar-me, fazes-me resistir!
Chamas-me "linda menina" quando estou a conseguir.
Para chegar ao Biquíni é sempre a seguir!

Agora, antes de começares a berrar,
deixa-me mas é descansar
Se até um poema te faço
tenho direito ao menos a diminuir o passo!

Personal trainer do meu coração,
do meu fígado, dos meus pulmões, do meu corpo em recuperação,
Obrigada por seres um chato
E por puxares por mim quando eu não desato.




Catarina

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Ando com umas ideias na cabeça...

Por andar sempre a tirar fotografias aos treinos e a fazer filmagens para partilhar convosco, tenho-me apercebido que... ando sempre com o mesmo penteado! E por várias razões:
  • É prático.
  • Eu sou preguiçosa no que toca ao meu cabelo.
  • Tenho o cabelo comprido e assim ali bem amarrado num totó alto não me atrapalha.

Eis as razões do rabo-de-cavalo-aninhado em todos os treinos!

Mas agora que me obrigo a mostrar ao mundo os meus treinos, parece que estou sempre igual...
Nada como ir ao Pinterest e procurar uns quantos penteados alternativos para usar no ginásio (e alguns até fora dele!). Deixo-vos os meus favoritos. O que acham deles?





O meu favorito <3 



Catarina

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Um ano em balançA!




O final de um ano é sempre uma altura de balanços, apesar de eu até o ter passado todo com a balança atrás! Brincadeirinha!

2016 para mim foi um ano de mudança. Foi o ano em que comecei este meu estilo de vida saudável. Em que tentei com todas as forças que tenho, e mais umas que descobri ter, mudar de atitude perante tudo. Não só perante um prato cheio que me pudesse aparecer à frente, nem só perante a inércia que se apoderava de mim. 

Mudei muito. Tentei ser uma pessoa mais zen. Acho que o exercício físico nesse aspecto também ajudou. Estar activa dá-me mais energia, mas também me parece limpar o espírito de "bullshits" alheios à minha vontade. 

A nível profissional estive de luto. Um projecto ao qual dediquei sangue, suor e lágrimas acabou sem aviso prévio e foi-me muito difícil superar essa perda. Até nesse momento o ginásio foi o meu melhor companheiro. Fechei-me nele sem vontade de sair de lá. A mente agradeceu. O corpo teve dias que nem por isso. 

Superei isso. 

Superei 21 quilos, quase 22. 


Iniciei este blog.


Para mim, os anos começam em Setembro. É quando sinto que há realmente uma mudança de agenda, por assim dizer. 

Não gosto de fazer prognósticos, por isso, pensar no que 2017 pode trazer é só parvo. O meu único objectivo é continuar esta minha viagem a caminho do Biquíni Dourado. Quero ser saudável, caramba! Quero olhar para mim e ver a pessoa que sinto que já sou por dentro.


Conto com a vossa companhia desse lado neste novo ano que se avizinha? 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

2017 é para correr!


Pronto, festividades natalícias passadas, e é já com a próxima festividade em vista (o Ano Novo) que partilho convosco a minha agenda de corridas para 2017 (até agora). Sim, porque se me inscrevi na Meia Maratona, não sou menina de ficar parada. 

Já andei aí a ver o que se corre por estas bandas, e acho que são o ideal para me preparar para a Meia Maratona.

Além da Meia Maratona Lisboa Ponte 25 de Abril, já me inscrevi na Corrida dos Adeptos e Simpatizantes, a 15 de Janeiro, e na Meia Maratona Cascais, a 26 de Fevereiro. 

Pronto, e é só assim para começar o ano! Claro que não vou "correr-correr". Vou andar rapidamente. Isso, sim. Mas estou determinada em concluir todas.

E vocês? Vêm comigo?

Catarina

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Natal down. Ano Novo e aniversário do marido to go.




OK, ainda não me pesei para ver os danos natalícios, mas acho que estou minimanente tranquila.

Sim, abusei, mas pouco! A realidade é que o meu estômago já se habituou a comer quantidades pequenas. E, ainda por cima, passei o Natal meio (bastante) adoentada o que, convenhamos, tira o apetite!

Falta agora passar o Ano Novo e o aniversário do marido e a boca fecha de vez para disparates por mais uns valentes meses!

E vocês? Muitos excessos? ;)

Catarina


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Acho que vou passar a tirar "selfies" à minha (quase) ex-pança todos os dias!


Como sei que nem todos vocês me seguem no Facebook (shame on you!) nem no Instagram (shame on you again!), partilho convosco uma fotografia que publiquei nas duas redes sociais deste meu (nosso) blogue.



Sinto que estou quase a dizer adeus à pança. Ter tirado esta fotografia na sexta-feira foi assim mais um momento-revelação e quem já passou por uma mudança radical como a minha, saberá o que é esta sensação... Sou mesmo eu? Esta cinturinha é mesmo minha? Mas... mas... mas...! 

Quando comprei estas calças, no início desta minha mudança de vida, elas deixavam a minha banha tão apertada que saía dos lados dos elásticos, qual queijo derretido numa tosta mista. Agora, está na hora de as entregar ao criador, que é como quem diz, doar, pois esta fotografia só foi possível com uma mola a prender atrás... é que estas calças já me escorregam pernas abaixo.

Gosto disto.

Muito.

Biquíni Dourado à vista. E, quem sabe, com abdominais? ;)

Catarina

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Prova de amor vira prova de que estou no caminho certo


Começou por ser uma prova pequenina, mas agora, que já passou uma semana desta nova maneira de a usar, posso de facto afirmar que os números da balança são o menos importante num processo de perda de peso.

Já namoro com o meu senhor, o Pedro, há 11 anos, quase 12 (!) e, desde o primeiro aniversário, usamos uma espécie de aliança. Quando ele ma ofereceu, eu pesava, na balança, menos 10 quilos do que aqueles que (ainda) tenho agora. A aliança sempre (sempre) serviu na muche. Parecia que me tinham tirado a medida ao dedo de tão perfeita que ficava. Vieram os quilos a mais, e o dedo começou a deformar e acho que só não deformou mais porque tenho o hábito de a tirar assim que chego a casa.

Agora, ainda não estou no peso que tinha quando o Pedro me deu a aliança, mas nesta última semana, depois de algumas ameaças de queda ao usá-la no dedo anelar, passei a usá-la assim:


Agora, digam-me lá, se não será esta a maior prova de que o peso são mesmo só números?
O meu corpo está melhor agora, que até estou mais velha, do que estava quando eu tinha menos 10 quilos, mas não praticava desporto. Estou a tonificar. Estou a fazer uma alimentação saudável. Estou a beber água. Estou no caminho certo!

Por este andar, marido, mais cedo ou mais tarde acho que está na altura de me ofereceres um anel novo, não?

Fica a dica!

Catarina

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Das dores nas costas e das coisas boas de ir ao ginásio!



Tenho uma hérnia na região lombar. Já o sei há uns anos valentes e confesso que, também por isso, sempre tive algum receio em voltar à actividade física. Afinal, se descobri que a tenho foi porque estive três meses de cama sem me conseguir mexer… Adiante.

Não sei se por culpa do frio, se por culpa do excesso de exercício, mas a realidade é que passei este fim-de-semana cheia de dores na hérnia. Dores tão fortes que até para me levantar do sofá tinha que pedir ao marido uma mãozinha… Shame! 

Hoje fui fazer um dos meus dois treinos da semana na Rapid Fit & Well meio a medo... Apesar de já não me doer forte e feio, ainda sentia um desconforto. 
A política da Rapid Fit & Well é de facto muito atenciosa. Uma pessoa sente-se bem tratada, caramba. O Eneias (bom nome!) começou logo por me perguntar como me estava a sentir com os treinos. Lá lhe contei da maleita, o que resultou que, antes de vestir o fato, fizesse uma espécie de alongamentos na zona lombar. Não sei que macumba foi aquela, mas a realidade é que senti logo um alívio brutal! Como é que é possível? 
Fato vestido, e hoje a electroestimulação foi mais suave não só na intensidade, como nos movimentos em si. Fizemos mais pilates e o Eneias esteve a avaliar a minha postura: há uma descompensação do lado esquerdo (onde o raio da hérnia está). 

No final, já sem o fato vestido, tive ainda direito a uma massagem na zona em questão, claro, pelas mãos do Eneias. É que, sem saber, hoje calhou-me um fisioterapeuta como PT! Foi ouro sobre azul! Até a minha mãe ficou admirada quando, ao telefone, lhe contei do tratamento... De facto, os clientes neste ginásio têm tantas atenções que atrevo-me a dizer que vou sair muito mal habituada daqui!

Catarina

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Eu não transpiro, eu brilho. Ah, espera, o brilho é do suor, pois claro!


A semana começou com o meu treino matinal com o Pedro. E se treinar com ele é muito bom, que é, a realidade é que há uma coisa que me chateia bastante nesta nossa parelha: a transpiração. E não é a dele, coitado. É a minha.

E claro que não é só nos treinos de PT. A realidade é que transpiro muito. Quando comecei a fazer exercício, pouco ou nada transpirava. Talvez por não "dar tudo", quem sabe?, mas a realidade é que conseguia chegar ao balneário depois de uma aula quase igual ao que estava quando tinha saído do balneário para a aula. Mas isso era dantes. Hoje em dia é diferente.

Nunca fui de ficar encarnada, aí, só o meu coração é encarnado e branco!, mas o transpirar... Nas aulas de grupo ainda é como o outro, o acto de transpirar. A realidade é que somos muitos, cada um sozinho consigo mesmo, com a sua toalha e com a sua máquina/apetrechos, se for caso disso. Agora, numa aula com um PT a coisa muda de figura. 


O PT não transpira. 
O aluno sim.

O PT não deixa a sua marca de suor impressa nas máquinas.
O aluno sim.

O PT não fica a cheirar a balneário de adolescentes.
O aluno sim.

Acho que já perceberam a ideia.

A única coisa que me aconchega a mente é ter a certeza que, para um PT, aquela gota de suor a escorrer pela cara do seu aluno é sinal que o treino está a correr como esperado. É sinal que está a fazer efeito e que, assim, vale a pena suportar suor alheio!


Mas que me incomoda, incomoda. Já levo uma toalhinha extra para sentar a bunda nas máquinas, mas mesmo assim sinto-me sempre com a roupa a colar e a torcer... Blargh!

Catarina

domingo, 18 de dezembro de 2016

Mirror, mirror on the wall...





A semana passada, uma colega disse-me que mal me reconheceu, por culpa da minha nova silhueta. Claro, disse-o meio a brincar. Afinal, ela vê-me todos os dias! No entanto, fiquei a pensar... será que, quem não me conhece de lado nenhum, já me vê como uma pessoa magra? Ou, pelo menos, como uma pessoa apenas com ligeiro excesso de peso, não com MUITO excesso de peso como eu tinha dantes?...

Claro que tudo isto são "problemáticas" patetas. O que me interessa a mim se quem não me conhece me veja como magra, gorda ou intermédia? Nada.

Mas a realidade é que, dantes, há 21 quilos, eu não tinha de todo ideia do grande e larga que estava. Lá está, sempre tive excesso de peso, sempre me vi gorda, assim como todas as pessoas que me conhecem desde sempre. Tive algumas fases melhores, claro. Também tive umas fases bem piores do que a de há 21 quilos, mas quando olhava para mim o que eu via era... eu.

Hoje em dia, vejo um misto de mim. Reconheço os óculos. O cabelo sempre desalinhado. O olhar que, acho, é meigo. Mas a Catarina que eu sempre conheci, a tal "silhueta" que era a Catarina, é-me muito difícil de reconhecer. É uma luta diária entre o "sim, és essa pessoa" e o "ora bolas, ainda és essa pessoa". Já começo a ver o Biquíni Dourado, o meu Eldorado!, mas ainda está lá longe...

Anseio pelo dia em que lhe vou esticar a mão, com uma nova silhueta!

Catarina 







quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

3, 2, 1: que comece um mês de treinos com recurso à electroestimualção muscular!

Já aqui vos falei dos treinos com recurso à electroestimulação muscular da Rapid Fit & Well. Ontem, foi o meu primeiro treino completo daquele que será um mês de duas sessões semanais no espaço.



Estou muito entusiasmada. Para começar, as instalações são muito tranquilas. Sentimo-nos em casa mesmo. Muito calminho. Um ginásio completamente diferente. Depois, a PT que me vai acompanhar, a Maria João, é uma querida. É mesmo! Apetece trazê-la para casa de tão querida que é! (Claro que na hora da acção vira bicho! Eita, mulherão cheio de força!) E, claro, o fato “à NASA”. Não deixa de me fascinar o acto de o vestir e de treinar com ele. Na realidade, é muito difícil explicar por palavras o que sentimos. Mas já lá vamos.

Como a sessão de hoje já foi “à séria” e não só para conhecer o conceito, o treino começou numa mesa de escritório com uma balança ao lado: foi a (temida) avaliação.
Bom, na realidade, de temida teve pouco. Já não acho assim tão bicho-papão falar do meu peso nem olhar para o número. A ideia desta avaliação é, claro, ver como o meu organismo vai reagir às sessões. Depois, à medida que formos fazendo as avaliações, também vos vou contando dos progressos (ou falta deles, ai ai!).

Como já vos disse, é muito sossegado o ginásio. Dá para, no máximo, duas pessoas estarem a treinar, cada uma com o seu PT e com o seu fato, o que resulta numa aula verdadeiramente intimista. Acho que o fato assim o exige. Afinal, não nos podemos esquecer que estamos, literalmente, ligados a uma máquina! 


Atenção que aqui ainda não estou "ligada à máquina". Só de fato vestido!

E agora, o treino. Ou melhor, o fato! É, de fa(c)to, difícil explicar o que se sente. Sente-se a electroestimulação. Mas como? Começamos por “calibrar” a máquina, ou seja, adaptar as intensidades da electroestimulação ao nosso corpo. A ideia é sentir os estímulos, mas que estes não sejam desconfortáveis. Essa parte até é fácil de explicar. Sente-se assim como se um arrepanhar de pele. Um formigueiro. A verdadeira “coisa estranha” é mesmo quando começamos a treinar. De verdade, parece que o corpo tem vontade própria. Não porque comecemos com espasmos, nada disso. É mesmo porque, sim, estamos a fazer um agachamento, ou um “homem-aranha” (aprendi o nome do exercício ontem!), mas o fato dá-lhe um impulso extra. Sentimos que são mesmo TODOS os músculos que estão a fazer o agachamento. É uma sensação que tem tanto de estranho como de fascinante! Caramba! Se às vezes dá vontade de sentir cheiros quando estamos a ver programas de culinária na televisão, queria muito conseguir-vos passar esta sensação. É do caraças!

No plano de um mês temos ainda direito a consulta de nutricionista, e a minha vai chegar em boa hora: segunda-feira, cinco dias antes do Natal! Estou curiosa para ouvir os conselhos de quem sabe!


Neste momento que vos escrevo, sinto-me de novo com o corpo a querer ganhar vida própria. Os músculos a pulsarem, e até o coração parece estar mais irrequieto, mais activo. Ou seja, estou sentada, mas o meu corpo ainda está “doing it”! Como se quer.

Catarina

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Pernas para que vos quero? Para correr a Meia Maratona, pois claro!

Num momento que só consigo classificar como tendo sido de loucura da minha pessoa, parece-me (friso, PARECE-ME) que vou correr (leia-se “correr”) a EDP MeiaMaratona de Lisboa, já em Março de 2017.

E digo que “parece”, apesar de já estar de facto inscrita e de já me ter interrogado várias vezes “Porque é que te metes nesta coisa, Catarina??” Eu, que nem correria para fugir de um zombie!...

Eu explico. Chego a casa e tenho uma conversa de grupo num chat do Facebook com aquela minha amiga que está lá longe e que tem sido uma inspiração para mim. Estava ela e um grupo valente de “bifes” a combinar uma vinda até terras lusas para, imagine-se!, correr a Meia Maratona. Disse que também ia, mas nunca pensado que IA de facto. Achei que à última hora me ia safar. Mas, de repente, dei por mim já parte daquele grupo e… a não querer desistir.

Já estou inscrita, pois claro. Já estou ansiosa por ir buscar o dorsal, mas acho que o “correr” vai ser só um detalhe da Meia Maratona. Prometo que me vou esforçar para correr, mas tenho consciência que não estou de todo preparada para o fazer.



Por enquanto, já me apetrechei com a sabedoria dos meus melhores amigos, os livros. Já comprei dois, mas comecei por este, da Jéssica Augusto. 




Até agora, aprendi uma coisa: que não me devia ter lançado nesta aventura! Hahahaha! Estou a brincar. Aprendi que o melhor mesmo é começar pelas caminhadas. Portanto, esta semana, vou tentar começar a fazê-lo. Quero mesmo cumprir uma rotina certinha para ver se não faço figuras (muito) tristes...

Catarina

PS - Entretanto, ontem de manhã tentei correr durante a minha caminhada matinal... DOIS minutos foi o tempo que resisti. 


DOIS...


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Com quem eu treino...


Já aqui vos falei da plataforma onde conheci o meu PT, o Pedro. Chama-se Koobby e, aposto o que quiserem, é muito melhor que o Tinder! Pelo menos para mim, deu-me uma relação PT-cliente como eu não estava a contar com ela. 

Basicamente, vocês seleccionam a modalidade que pretendem (no meu caso pesquisei mesmo “perda de peso Lisboa”) e aparece-vos logo as informações dos profissionais disponíveis dentro dessa modalidade, o sítio onde dão treinos (que até pode ser em nossa casa, imaginem!) e os preços. 

Além disso, a Koobby tem um blogue todo super fit, super saudável que chega até a ter entrevistas com profissionais e imensas dicas para quem, como eu, está a caminho d’O Biquíni Dourado.

O Pedro fala-me sempre com tanto entusiasmo da Koobby, que hoje não resisti em partilhá-la convosco também.

Acreditem em mim, não só é melhor que o Tinder como, vai-se a ver, ainda vão descobrir o PT da vossa vida <3

Vá, meninas, babem lá para o rapaz =P

domingo, 11 de dezembro de 2016

Estamos numa de confissões!


E se vos confessei dos meus apalpanços à procura do meu corpo mais tonificado, devo aqui confessar também que, apesar de ansiar pelo dia em que vou vestir "o" Biquíni Dourado, a realidade é que acho mesmo que nunca terei a lata de vos mostrar aqui uma fotografia desse momento! Caramba! É muita pele à mostra! Mais depressa partilhava convosco uma fotografia minha vestida de Darth Vader a abraçar alguém com "o" Biquíni Dourado!

Tipo assim:


Catarina

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Post quase com bolinha vermelha, só que não!




Este, provavelmente, vai ser o post mais íntimo até agora. Claro, falar de uma mudança de vida, e logo de uma perda de peso, já é íntimo qb. Mas a realidade é que, por exemplo, nunca vos disse (ainda, pelo menos) qual o meu peso inicial. O peso que a balança marcava na tal última terça-feira do mês de Janeiro de 2016. Ainda. Um dia digo-vos. Acho que, esse, sim, será o meu post mais íntimo!
Agora, tenho que vos contar que, não raras vezes, dou por mim a passar as mãos pelo corpo. A senti-lo. Calma, gente, calma! Não no sentido "porno"! Nada disso. A realidade é que, como me é tão difícil ver as mudanças com os olhos, acho que vejo melhor com as mãos...
Começo todas as manhãs por passar a mão pela barriga, onde, espero, um dia estarão os meus salientes abdominais (em vez dos ainda envoltos em banha, haha!). E é certo e sabido que todas as manhãs noto as diferenças. Nem sempre para melhor, claro! Consigo perceber perfeitamente quando me está a chegar o período, por exemplo. Fico logo mais inchada, e os abdominais a uma camada de gordura (ou ar gaseificado!) mais distante.
Mas não falo só da barriga, nem falo só das manhãs! Dou por mim muitas vezes ao longo do dia a tentar perceber as alterações, e às vezes até posso parecer pouco oportuna, bem sei! Mas é que é todo um processo de descoberta...
Gosto, por exemplo, de sentir como as minhas pernas estão a ficar tonificadas. É mesmo a parte do meu corpo em que noto que o exercício físico está mesmo a fazer de mim um ser humano tonificado. Estão rijas. Fortes. Passar as mãos pela parte de cima das minhas pernas é já o resultado de muito treino e, mais do que se ver... sente-se!
Já vos falei, claro, da minha "saboneteira". Este osso que conheci durante um banho e que pensava ser uma maleita... Chega a ser engraçado senti-lo. Às vezes dou por mim a usá-lo como base para fazer ritmo para uma música que tenha nos ouvidos. Já não é um monte de banha. É algo firme. É (quase, quase) o meu osso!
As costelas. Juro-vos que não me lembrava que elas estavam lá. Agora estão.
A própria cara, que dantes mal cabia numa conchinha das minhas mãos, não só já cabe como até parece pequena demais para ela...
E os braços? Se dantes sentia que havia todo um extra da minha pessoa a sair pelos braços, agora noto bem a diferença. Já consigo sentir o fim do braço. Já consigo abraçar-me... E bem que mereço este abraço!
Caramba! São tantas as alterações... E estou ansiosa por sentir o meu corpo ainda mais diferente. Ainda mais tonificado, ainda mais como eu acho que todos os meus esforços deviam resultar:
numa Catarina saudável... e, claro, num Biquíni Dourado!

Catarina

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Um treino que também é um abraço cheio de electroestimulação


Eu a dar tudo com o meu fato "à NASA"


Os meus óculos são uma boa referência para mim. Quando começam assim a embaciar e a escorregar pelo nariz abaixo, qual atleta de Jogos Olímpicos de Inverno numa pista de gelo, sei que já estou a transpirar “como deve de ser”.

Assim, qual não é o meu espanto quando, durante a minha sessão de teste de hoje de manhã na Rapid Fit&Well, em Campo de Ourique, num treino de electroestimulação muscular, me espantei de, logo nos primeiros minutos, os meus óculos terem deixado de fazer aquilo para que foram feitos: deixar-me ver. A realidade é que eles embaciaram tão depressa, e eu senti-me tão de repente a transpirar que o meu pensamento foi mesmo só um: Caraças!


Confesso que fui experimentar a medo. Sou conhecida por avariar máquinas, por ser aquela pessoa que a tecnologia não gosta, apesar de eu a achar fofinha. Fui com o pé atrás, mas o Hugo, o PT designado para esta minha experiência, assegurou-me que, apesar de, sim, ter tecnologia, não se tratava de enfiar um dedo numa tomada! De todo. O princípio é o mesmo do usado, por exemplo, em tratamentos de fisioterapia (que cheguei a fazer nos meus tempos de jogadora de vólei) logo, nada a temer.


Comecei por vestir um equipamento mais justinho, esta minha mania de andar sempre de fato-de-treino largeirão é um “faux pas” para estas sessões. E sim, facultado pelo próprio espaço e, para minha surpresa, servi num tamanho L! Como devem calcular, logo aí ganhei o dia!
E como é que funciona a electroestimulação? Tudo começa com o fato. Quer queiramos, quer não, o treino só começa depois de o vestirmos, o que implica alguma dança contemporânea entre o cliente (eu) e o PT (o Hugo). Mas sempre de forma muito delicada, claro.
Fato vestido, hora da magia. São 350 os músculos abrangidos por este fato que, ainda por cima, nos dá um ar assim de saídos de um exercício da NASA. A ideia do fato é senti-lo, mas que nunca seja desconfortável. É necessária uma adaptação da intensidade dos impulsos eléctricos e isso é regulado por nós (que nos “queixamos”) e pelo PT (que “afina” a máquina). Máquina afinada, acção! Hora de começar a mexer. Quer dizer, hora… mais ou menos! A sessão durou apenas 20 minutos, mas isso chega e sobra. Por causa dos impulsos, cada sessão de 20 minutos equivale a 90 minutos de exercício. Só assim consigo explicar porque é que os meus óculos ficaram logo embaciados, pois claro!

O treino em si é como o Fernando Pessoa caracterizou a Coca-Cola: Primeiro estranha-se, depois entranha-se. O facto de os músculos mexerem sozinhos parece uma espécie de macumba ao início. Sei que não estou a mexer o braço, mas ele está a abanar. Sei que não estou a contrair as nádegas, mas elas parecem ganhar vida própria. Claro que, assim que começamos a fazer exercícios (os meus amigos jumping jacks ou agachamentos) a coisa muda de figura. Sentimos qualquer coisa extra, mas quase que parece que o exercício físico nos está a abraçar. Do género “Bom trabalho, miúda!”


Agora, passadas algumas horas deste treino, sinto-me assim naquela cena do filme “Beetlejuice”, quando a família está toda sentada à mesa e é apoderada pelo espírito do “bio-exorcista” que dá nome ao filme e começa toda a malta a dançar sem vontade própria. Estou agora sentada a escrever este texto, e sinto o meu corpo a pulsar. E isso, para mim, é só sinal de uma coisa: está a fazer efeito!



Catarina

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Adeus férias, olá treinos!

Estou de volta aos treinos!
Hoje foi oficialmente dia de dizer adeus às férias e olá aos treinos para, daqui a uns tempos, dizer definitivamente adeus às banhas e olá aos abdominais!

Dizia-me o Pedro, logo nas primeiras máquinas que fizemos, que eu vinha com a força toda. Aparentemente, andar a latas de atum lá por Amesterdão fez-me bem... ou isso, ou as saudades que eu já tinha dos treinos. 
Sim. Confesso. Senti muita falta das sessões com o Pedro. Mais do que das aulas de ginásio, porque, na realidade, as sessões de PT somos só dois. Dá não só para ser um treino mais (na realidade, só!) focado em nós (em mim!), como acabamos por conversar bastante. Entre um "ai que me estou para aqui a desfalecer e tenho que apanhar ar" e um "agora 15 vezes este agachamento", vamos falando do dia-a-dia, das férias passadas, das férias futuras. Enfim, é quase uma terapia também para a mente.


Isto tudo para vos dizer: I'm back, baby! E cada vez mais focada no meu objectivo, como vos prova o vídeo de hoje: 



Catarina

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Tem de ser, faz parte e, afinal, já estamos em Dezembro… Olá, Natal!



Este blog vai falar pela primeira vez em Natal! Não é por mal ainda não ter falado. Não é. Durante muito tempo, fui aquela pessoa que cantava músicas de Natal o ano inteiro. Na minha mesa de trabalho tenho um barrete do Pai Natal sempre engalanado. E, na realidade, é uma altura do ano que gosto muito.
Ou melhor, era.
Nunca tanto como este ano estou desejosa que as festividades acabem… E por uma simples razão: vai ser o primeiro Natal em que vou estar… de DIETA. Sim, é uma mudança de vida, mas também é DIETA!
Ainda por cima, sendo que o dia 24 será na nossa casa, a minha vontade é pôr toda a gente a acompanhar-me em menos doces, menos badochices no geral, mas claro que isso está fora de questão. 
Já ando à procura de receitas natalícias saudáveis, mas a coisa não está famosa…


Por isso, mais do que ajudar neste meu post de hoje, preciso de ajuda!
Alguém tem receitas natalícias pouco calóricas, mas que sejam cheias do aconchego estomacal da época?
 Agradecida!

Catarina


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