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domingo, 11 de dezembro de 2016

Estamos numa de confissões!


E se vos confessei dos meus apalpanços à procura do meu corpo mais tonificado, devo aqui confessar também que, apesar de ansiar pelo dia em que vou vestir "o" Biquíni Dourado, a realidade é que acho mesmo que nunca terei a lata de vos mostrar aqui uma fotografia desse momento! Caramba! É muita pele à mostra! Mais depressa partilhava convosco uma fotografia minha vestida de Darth Vader a abraçar alguém com "o" Biquíni Dourado!

Tipo assim:


Catarina

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Post quase com bolinha vermelha, só que não!




Este, provavelmente, vai ser o post mais íntimo até agora. Claro, falar de uma mudança de vida, e logo de uma perda de peso, já é íntimo qb. Mas a realidade é que, por exemplo, nunca vos disse (ainda, pelo menos) qual o meu peso inicial. O peso que a balança marcava na tal última terça-feira do mês de Janeiro de 2016. Ainda. Um dia digo-vos. Acho que, esse, sim, será o meu post mais íntimo!
Agora, tenho que vos contar que, não raras vezes, dou por mim a passar as mãos pelo corpo. A senti-lo. Calma, gente, calma! Não no sentido "porno"! Nada disso. A realidade é que, como me é tão difícil ver as mudanças com os olhos, acho que vejo melhor com as mãos...
Começo todas as manhãs por passar a mão pela barriga, onde, espero, um dia estarão os meus salientes abdominais (em vez dos ainda envoltos em banha, haha!). E é certo e sabido que todas as manhãs noto as diferenças. Nem sempre para melhor, claro! Consigo perceber perfeitamente quando me está a chegar o período, por exemplo. Fico logo mais inchada, e os abdominais a uma camada de gordura (ou ar gaseificado!) mais distante.
Mas não falo só da barriga, nem falo só das manhãs! Dou por mim muitas vezes ao longo do dia a tentar perceber as alterações, e às vezes até posso parecer pouco oportuna, bem sei! Mas é que é todo um processo de descoberta...
Gosto, por exemplo, de sentir como as minhas pernas estão a ficar tonificadas. É mesmo a parte do meu corpo em que noto que o exercício físico está mesmo a fazer de mim um ser humano tonificado. Estão rijas. Fortes. Passar as mãos pela parte de cima das minhas pernas é já o resultado de muito treino e, mais do que se ver... sente-se!
Já vos falei, claro, da minha "saboneteira". Este osso que conheci durante um banho e que pensava ser uma maleita... Chega a ser engraçado senti-lo. Às vezes dou por mim a usá-lo como base para fazer ritmo para uma música que tenha nos ouvidos. Já não é um monte de banha. É algo firme. É (quase, quase) o meu osso!
As costelas. Juro-vos que não me lembrava que elas estavam lá. Agora estão.
A própria cara, que dantes mal cabia numa conchinha das minhas mãos, não só já cabe como até parece pequena demais para ela...
E os braços? Se dantes sentia que havia todo um extra da minha pessoa a sair pelos braços, agora noto bem a diferença. Já consigo sentir o fim do braço. Já consigo abraçar-me... E bem que mereço este abraço!
Caramba! São tantas as alterações... E estou ansiosa por sentir o meu corpo ainda mais diferente. Ainda mais tonificado, ainda mais como eu acho que todos os meus esforços deviam resultar:
numa Catarina saudável... e, claro, num Biquíni Dourado!

Catarina

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Um treino que também é um abraço cheio de electroestimulação


Eu a dar tudo com o meu fato "à NASA"


Os meus óculos são uma boa referência para mim. Quando começam assim a embaciar e a escorregar pelo nariz abaixo, qual atleta de Jogos Olímpicos de Inverno numa pista de gelo, sei que já estou a transpirar “como deve de ser”.

Assim, qual não é o meu espanto quando, durante a minha sessão de teste de hoje de manhã na Rapid Fit&Well, em Campo de Ourique, num treino de electroestimulação muscular, me espantei de, logo nos primeiros minutos, os meus óculos terem deixado de fazer aquilo para que foram feitos: deixar-me ver. A realidade é que eles embaciaram tão depressa, e eu senti-me tão de repente a transpirar que o meu pensamento foi mesmo só um: Caraças!


Confesso que fui experimentar a medo. Sou conhecida por avariar máquinas, por ser aquela pessoa que a tecnologia não gosta, apesar de eu a achar fofinha. Fui com o pé atrás, mas o Hugo, o PT designado para esta minha experiência, assegurou-me que, apesar de, sim, ter tecnologia, não se tratava de enfiar um dedo numa tomada! De todo. O princípio é o mesmo do usado, por exemplo, em tratamentos de fisioterapia (que cheguei a fazer nos meus tempos de jogadora de vólei) logo, nada a temer.


Comecei por vestir um equipamento mais justinho, esta minha mania de andar sempre de fato-de-treino largeirão é um “faux pas” para estas sessões. E sim, facultado pelo próprio espaço e, para minha surpresa, servi num tamanho L! Como devem calcular, logo aí ganhei o dia!
E como é que funciona a electroestimulação? Tudo começa com o fato. Quer queiramos, quer não, o treino só começa depois de o vestirmos, o que implica alguma dança contemporânea entre o cliente (eu) e o PT (o Hugo). Mas sempre de forma muito delicada, claro.
Fato vestido, hora da magia. São 350 os músculos abrangidos por este fato que, ainda por cima, nos dá um ar assim de saídos de um exercício da NASA. A ideia do fato é senti-lo, mas que nunca seja desconfortável. É necessária uma adaptação da intensidade dos impulsos eléctricos e isso é regulado por nós (que nos “queixamos”) e pelo PT (que “afina” a máquina). Máquina afinada, acção! Hora de começar a mexer. Quer dizer, hora… mais ou menos! A sessão durou apenas 20 minutos, mas isso chega e sobra. Por causa dos impulsos, cada sessão de 20 minutos equivale a 90 minutos de exercício. Só assim consigo explicar porque é que os meus óculos ficaram logo embaciados, pois claro!

O treino em si é como o Fernando Pessoa caracterizou a Coca-Cola: Primeiro estranha-se, depois entranha-se. O facto de os músculos mexerem sozinhos parece uma espécie de macumba ao início. Sei que não estou a mexer o braço, mas ele está a abanar. Sei que não estou a contrair as nádegas, mas elas parecem ganhar vida própria. Claro que, assim que começamos a fazer exercícios (os meus amigos jumping jacks ou agachamentos) a coisa muda de figura. Sentimos qualquer coisa extra, mas quase que parece que o exercício físico nos está a abraçar. Do género “Bom trabalho, miúda!”


Agora, passadas algumas horas deste treino, sinto-me assim naquela cena do filme “Beetlejuice”, quando a família está toda sentada à mesa e é apoderada pelo espírito do “bio-exorcista” que dá nome ao filme e começa toda a malta a dançar sem vontade própria. Estou agora sentada a escrever este texto, e sinto o meu corpo a pulsar. E isso, para mim, é só sinal de uma coisa: está a fazer efeito!



Catarina

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Adeus férias, olá treinos!

Estou de volta aos treinos!
Hoje foi oficialmente dia de dizer adeus às férias e olá aos treinos para, daqui a uns tempos, dizer definitivamente adeus às banhas e olá aos abdominais!

Dizia-me o Pedro, logo nas primeiras máquinas que fizemos, que eu vinha com a força toda. Aparentemente, andar a latas de atum lá por Amesterdão fez-me bem... ou isso, ou as saudades que eu já tinha dos treinos. 
Sim. Confesso. Senti muita falta das sessões com o Pedro. Mais do que das aulas de ginásio, porque, na realidade, as sessões de PT somos só dois. Dá não só para ser um treino mais (na realidade, só!) focado em nós (em mim!), como acabamos por conversar bastante. Entre um "ai que me estou para aqui a desfalecer e tenho que apanhar ar" e um "agora 15 vezes este agachamento", vamos falando do dia-a-dia, das férias passadas, das férias futuras. Enfim, é quase uma terapia também para a mente.


Isto tudo para vos dizer: I'm back, baby! E cada vez mais focada no meu objectivo, como vos prova o vídeo de hoje: 



Catarina

terça-feira, 29 de novembro de 2016

PT-falante




Estou a ver que esta coisa de ter um personal trainer tem muito mais que se lhe diga! 
Neste momento, sinto que estou numa relação e, como tal, tenho que lhe ser fiel a 100% e tenho de o ser para lá das nossas duas sessões semanais.
Ou seja, se lhe digo que estou a fazer dieta, estou MESMO a fazer dieta.
Se lhe digo que estou a ter cuidado com o que como, estou MESMO a ter cuidado com o que como... Enfim, já perceberam a ideia...

Claro que isso é uma coisa boa. Então, não é?
Caramba, mais uma "amordaça" para aquilo que tenho mais dificuldade em fazer!
Trinta agachamentos? Vá, faço quarenta e é só porque estou com pressa.
Trinta minutos de bicicleta? Vá, faço cinquenta e é só para não ocupar as máquinas demasiado tempo.
Agora, ponham-me um croquete à frente, e a coisa muda de figura. Aí, tenho mesmo de me controlar. Aí, sim, a Jedi em mim tem de vir ao de cima e controlar a vontade (parva) de devorar o croquete. 

Hoje em dia, tenho a vozinha (e uso o diminutivo não por o Pedro ter uma voz à guarda-redes Ricardo, mas sim porque nessas alturas o imagino como uma espécie de grilo-falante. Assim de chapéu de cano alto e empoleirado ao meu ombro) do meu excelentíssimo PT em modo "on" sempre que admiro algo que, se calhar dantes, ainda era tido como certo dentro do meu estômago. Agora faço só isso: admiro. 

Claro, 21 quilos não se perdem sem restrições e no último ano fiz muitas, mas agora tenho ainda mais cuidado. Quando até posso querer vacilar a qualquer momento, ainda por cima no meu trabalho há sempre motivos para comer o que não se deve!, penso logo "O Pedro não aprovaria". E sigo caminho para algo que não me faça mal (tipo uma folhinha de alface ou assim!).

Catarina


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Daquelas coisas parvas:


... já não me sinto a miúda roliça de antigamente;



... ainda não me sinto em forma o suficiente para não ser "a gorda" no ginásio.

Catarina

domingo, 27 de novembro de 2016

Estou muito orgulhosa!



Caramba! Que orgulhosa que estou de mim. 

Na sexta-feira passada, a tal da Black Friday, por questões de trabalho fiz-me a Lisboa de metro! Deixei o meu bólide onde a EMEL não brilha e lá fui eu, provavelmente até à estação mais funda de todas (não digo qual para os senhores da EMEL não ficarem com ideias!) e, não só sobrevivi ao acto de andar de metro (para mim foi black Friday por causa disso! Eita, estação funda e escura!!) como subi TODOS os degraus "pedonalmente" e… sem ficar com os bofes de fora.

Caramba! Que orgulho! Não só me recusei a "subir" pelas escadas rolantes como consegui aguentar a subida. A realidade é que quando cheguei ao topo é que me apercebi que já tinha acabado. E estava calminha. O coração apenas ligeiramente acelerado, a respiração um tudo-nada alterada, mas só isso. Nada de desconfortos, nada de precisar da bombinha da asma porque “ai-meu-Deus-que-se-me-morro-aqui”… nada disso.


De facto, esta mudança de vida está a ser muito mais do que visual. Esqueçam isso. O importante mesmo é a minha saúde e, caramba!, fiquei tão orgulhosa deste corpo! Caramba!

Catarina

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Not sure...



Esta dicotomia é tão verdade... Já dei por mim a cancelar tanta coisa por ter que ir ao ginásio. E nem é por mal, claro. A realidade é que eu TENHO de ir ao ginásio. Nem que seja só ir fazer meia hora de passadeira, nadar umas piscinas, enfim... TENHO de ir. É tão certa para mim essa rotina como tomar o pequeno-almoço todas as manhãs. Até posso não conseguir almoçar ou jantar, mas o pequeno-almoço é sagrado. Tal qual ir ao ginásio.

Como devem calcular, já dei por mim a ter que reagendar muito da minha vida para, por exemplo, apanhar as minhas aulas favoritas ou fazer a sessão com o PT. É uma valsa diária e, pelo si, pelo não, o saquinho do ginásio está sempre a postos. Na realidade, ir ao ginásio, fazer exercício físico, sentir aquele dorido depois dos treinos, são o meu "happy place", por isso "cortar" nas outras coisas é fácil. 

Mas a realidade é que já dei por mim a pensar nisto: "será que não tenho vida porque estou sempre no ginásio? Ou vou para o ginásio porque não tenho vida?" ;)

Catarina


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Jedi in training por aqui, pessoal!

Se este blog deve o seu nome a um elemento de uma saga, saga essa que é o Star Wars, não se espantem se, de vez em quando, eu falar dela por aqui.

Assim, é com grande tristeza que vejo nomes, que não o meu, a serem chamados para fazerem parte de todos os spin-offs que por aí andam.

Camandro, Disney e LucasFilm! Então anda aqui uma pessoa a treinar para ser Jedi, e nem é consultada se quer fazer parte ou não destes filmes? Como assim?

Isto tudo porque surgiu mais um nome para o spin-off sobre Han Solo, e, desta feita, a escolhida foi Emilia Clarke, a já por si famosa rainha dos dragões de A Guerra dos Tronos.
E eu, pessoas?
Vá, não fiquem tímidos. Deixo-vos aqui (mais) um vídeo dos treinos com o Pedro para verem do que esta menina é capaz. Fica a dica!




Catarina

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A Força de um "Porque é que não hás-de conseguir?"

Começo por dizer que, nunca, jamais, em tempo algum eu daria para ser personal trainer de quem quer que fosse, muito menos minha personal trainer. Sou uma pessoa muito pouco paciente… e, algo negativa também, por sinal…

O Pedro é um santo. Vá, tem paciência de santo, pelo menos.

“Agora vais saltar à corda”, diz-me ele já a caminho de uma corda.

Resposta imediata da minha pessoa: “Não.”

E não era um “Não” do género “Ai, não, que as mamas se me saltam para aqui e é uma canseira.” Nah, eu saio a pai. Nesse campo, estamos conversados.

Não foi um “Não” do género “Olha agora querem ver que voltei a ter 10 anos para andar a saltar à corda?” De todo. Tenho em mim uma criança de 1,83 de altura. Também estamos conversados nesse campo.

A realidade é que eu ACHAVA que não conseguia saltar à corda. Pelo peso do corpo, pelo peso da idade, pelo peso de anos de sedentarismo, pelo peso… do peso.

Mas, alvíssaras!, a persistência do Pedro que, com uma simples pergunta (“Porque é que não hás-de conseguir saltar à corda?”), arrasou com as minhas teorias e me provou que… eu estava enganada. Não só consigo saltar à corda como, espanto!; admiração!; surpresa!... adoro.

Claro, estou ainda muito trapalhona. Os óculos atrapalham e a falta de jeito também. Ainda não voltei a ser aquela menina de 10 anos que almoçava a correr para, também a correr, ir para a rua saltar à corda. 
Ainda.
Espero um dia voltar a saltar à corda com uma perna às costas! Isso é que era um vídeo top para vos mostrar!


Por hoje, deixo-vos o meu regresso à infância: 




PS – Espero mesmo que Deus nosso senhor dê ao Pedro clientes menos casmurros que eu! E já agora “high five”, Deus, por me teres colocado um personal trainer que não desiste de mim no meu caminho!

Catarina

Hoje não apetecia... mas Let's go!


Outra das coisas boas de ter um personal trainer à nossa espera à hora marcada, é que temos um personal trainer à nossa espera à hora marcada...

Não soubesse eu que o Pedro estava à minha espera para treinarmos, bem que não me apanhavam de fato-de-treino... só de pijama até à hora de ir trabalhar... Ai pois não apanhavam, não!

Depois conto como foi...


Catarina

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Novo treino, novos vídeos e... canal de YouTube!


Já estou no YouTube!

Hoje o treino com o Pedro foi mais máquinas. E, como tal, deu para fazer uns vídeos giros. Assim sendo, claro que um YouTube Dourado tinha que chegar.

Confesso que a maioria destas máquinas, se não tivesse o Pedro ao lado, iria olhar para elas e o mais provável era magoar-me seriamente a tentar perceber como é que enfiava naqueles bichos de metal.

Espero que me sigam no YouTube, onde tenciono partilhar mais vídeos de treinos e, quem sabe, até receitas saudáveis!

Ora espreitem:





Catarina

(Por um) Portugal (mais) Fit





Sábado e domingo a MEO Arena vai receber o Portugal Fit e esta minha pessoa, que agora anda tão viciada nisto do "ser fit", não podia faltar!

Estou muito entusiasmada. Tenciono ir cedinho para aproveitar tudo e ver tudo com muita calma e ainda tenciono fazer uma aulinha ou outra!

Além de todo o fitness, que podem conhecer no programa, o Portugal Fit tem ainda um cariz solidário e o desafio é simples: fazer um vídeo com, por exemplo, 12 agachamentos, partilhar numa rede social e identificar com a hashtag #pôrportugalamexer. Por cada 30 vídeos ou 50 fotografias, o Portugal Fit compromete-se a oferecer uma aula de ginástica às três Aldeias SOS que existem em Portugal.

O meu vídeo podem ver aqui


Mais informações sobre o programa do evento aqui.
E podem conhecer o Facebook deles aqui.


Catarina

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Ó pra mim a treinar!


Hoje o dia começou cedo: 08h55 já estava a dizer "presente" ao Pedro, o PT que escolhi na Koobby, e com quem estou a treinar duas vezes por semana...  E para quê?

Para ele me pôr a fazer disto...



E disto...



Algumas considerações sobre estes vídeos:

1 - Nunca na vida pensei estar, qual amazona!, a dar ali umas chicotadas numas cordas...

2 - Tenho muita pinta a dar chicotadas nas cordas...

3 - Não gosto de correr!

4 - Mas o Pedro disse: "Vais correr um pouco para melhorar a capacidade do coração bombear sangue e melhorar a capacidade de oxigenação dos músculos. Assim, vais conseguir 'queimar' um pouco mais de gordura, pois o corpo utilizará como fonte principal a gordura utilizando-a como combustível"... As coisas que se aprendem com um personal trainer ao nosso lado...

5 - E vai buscar, gordura! Estás a sair de mim cá com uma pinta que nem sabes de onde vens!

6 - Claramente, já não sei correr! Ai eu! Além de corrida seguida, fizemos também corrida intervalada para, lá está, bombear a máquina. Essa parte confesso que gostei mais. Em passo rápido para um lado e a dar tudo a correr (vá, pensava eu - ler ponto 7) para o outro.

7 - Ainda bem que o Pedro filma os treinos, sei que da próxima vez que me desafiar a correr (que não seja para breve, por favooor!) vou querer passar outra imagem. Na minha mente, eu estava a dar tudo e não entendia porque é que ele me gritava "Mais rápido!" Pois... De facto, estava um pouco em "slow motion". Parecia um pouco um ponta-de-lança mandrião assim encostado à baliza à espera que lhe passassem a bola para marcar golo! Não pode ser. 


8 - Treinar com alguém a puxar por nós não tem igual. Estou encantada, de verdade. Por muito que eu mande vir com o treino (que mando!) o raça do homem tem jeito para a coisa, que é que se pode fazer?

9 - Amanhã há mais... ai ai!

Catarina

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Ainda dos ossos...


Esta NÃO sou eu! 
Para aí no meu quinto mês seguido de perda de peso, durante o banho no balneário depois de uma aula de Zumba, comecei a sentir um alto debaixo do pescoço.
Pensei logo: “Claro que agora que estou a tentar ser saudável, andam-me a nascer cenas esquisitas, pois claro.”
Lá apalpei, e reapalpei e, qual não foi o meu espanto quando, do outro lado do pescoço, tinha outro “alto” igual.
“Ó Diabo”, pensei.

Por não ser eu a pagar a conta da água nem do gás, demorei-me mais um pouco até que se fez luz (que também não sou eu a pagar): o que eu estava a sentir, o que eu estava inequivocamente a apalpar… eram os meus ossos…

Claro que eu não fazia ideia que era “normal” sentir os ossos. Nunca parei para pensar muito nisso. Para mim, o natural era sentir algo entre a pele e os ossos. Uma camada de gordura, com certeza. 

Foi naquele banho que senti que o meu corpo estava a mudar. Já não era só a roupa mais folgada que mo dizia. Era o próprio corpo também.
Agora, é raro o dia em que não me apalpe para sentir os ossos. São a minha garantia que, sim, está a funcionar. Devagar, mas continua a funcionar!


Catarina 
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