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quinta-feira, 16 de março de 2017

Em modo Capela Sistina


Há updates importantes a serem feitos de vez em quando neste blogue.
Um deles, claro está, é a minha pança. Como vai ela?, perguntam vocês. 

Ao que respondo, assim:


Posso afirmar que está a funcionar... Pelo menos, acho que sim. Tanto os treinos com o Pedro como os treinos com o Hugo na Rapid FIT&WELL começam a dar (boa) forma a este meu corpo. Claro que fico super contente por mim, mas, caramba, quero mesmo deixar os meus dois moços orgulhosos! Quero ser uma espécie de Capela Sistina deles. Estou a dar trabalho, eles têm que ter muita paciência, mas vou ficar um deleite, se vou!

Catarina

sexta-feira, 10 de março de 2017

Dança comigo, bicicleta!




A primeira vez que fiz uma aula de Cycle, ia para aí na minha segunda semana de ginásio. Como sempre adorei andar de bicicleta, achei que aquela aula seria, quase literalmente, um passeio no parque. Estava (muito) enganada.

Foram dos 45 minutos mais improvavelmente desconfortáveis da minha vida: doía-me o rabo quando estava sentada. Doía-me as pernas quando o professor nos mandava levantar. Tive mais sede do que o litro e meio de água que levei conseguiu saciar. Tive muito calor. Pensei mesmo que não seria capaz de aguentar o tempo regulamentar da aula. Mas consegui. Mal, mas consegui.

Quando saí, o professor perguntou-me como correu, ao que respondi: "Mal, senti desconforto no banco o tempo todo!"
"Pois, acontece", retorquiu ele.

Não sei se por esta atitude "Não quero saber de ti, sua gorda" do professor, se por ter ficado as duas semanas seguintes sem sequer me conseguir sentar para fazer chichi, mas coloquei a bicicleta "na garagem" durante uns valentes meses, mas o bichinho esteve sempre lá.

Numa conversa de ginásio, falaram-me de uns calções almofadados que faziam milagres nas aulas de Cycle. Resolvi experimentar. 

Fui confiante: calções almofadados, duas garrafas de água, top de alças e já uns quatro meses de ginásio no corpo. O professor foi o mesmo, o que ajudou a dar ainda mais o litro. Queria-lhe mostrar que a gordita conseguia pedalar! Tinha tudo para dar certo... e deu!

Hoje em dia é das aulas que mais gosto de fazer, e sei que tenho boa perna para pedalar. Quando estou numa aula de Cycle, parece que é só a música e a bicicleta. Gosto de pedalar com os ritmos que me dão, por isso acho que acaba por ser mais uma aula de dança em que o meu parceiro é uma bicicleta. E basta um bocadinho de imaginação para transformar o Estúdio da aula numa paisagem idílica e ir por aí fora com os meus cabelos ao vento... Adoro!


Catarina



quinta-feira, 9 de março de 2017

Quanto mais me fazes suar...

Já partilhei aqui tantas vezes a paixão que lhe tenho, que até parece mal dizê-lo outra vez, mas quem treina tête-à-tête com um PT saberá que são relações especiais. 

O Hugo tem-se tornado num caso sério de companheirismo nesta luta. Duas vezes por semana treino em Campo de Ourique com ele, na Rapid FIT&WELL, onde me liga, literalmente, à máquina. Gosto muito do Hugo, que gosto, MAS confesso que há alturas do treino em que o que mais me apetecia era vê-lo pelas costas. Tem aquela capacidade extraordinária de, de repente, se transformar num dos meus seres humanos despreferidos! Raça do miúdo! 

Momento Catarina versus Hugo: bring it on!

Ele é fazer a prancha; ele é fazer mountain jacks; ele é rebolar na bola de Pilates; ele é fazer abdominais; ele é kickboxing, ele é fazer equilibrismo em meias bolas azuis do demónio... quer dizer, não é ELE quem faz. Sou EU a mando DELE. Mas vá.

Já sei, já sei, ele está lá é para isso, mas é que às vezes uma pessoa (eu) só queria um cafuné durante o treino. Já nem digo um abracinho, que aí então é que era a loucura. Um cafuné era suficiente. Ou parar. Parar era bom. 

Claro que, com o cansaço todo e o achar que não vou aguentar até ao fim (apesar de o treino durar apenas 20 minutos que são de tortura), vem também a energia para, pelo menos, tentar fazer. Ou melhor, para mostrar (ao senhor Hugo!!) que consigo fazer.  

E, claro, depois olho para o meu corpo... Os centímetros a menos na barriga, os músculos a ficarem trabalhadinhos, a banha a ir embora, o Biquíni Dourado quase ali, os resultados a mostrarem-se no meu 1,83 metros... e lembro-me de novo porque é que gosto tanto dele. É que, sabem?, ele está a ajudar-me a ficar mais apaixonada por mim. E, por isso, só posso ter esta paixão (eterna) por ele.

Catarina

segunda-feira, 6 de março de 2017

Fitness On Water e uma manhã cheia de boas ondas


Este bichinho irrequieto que (re)despertou para o desporto está-me a permitir conhecer tantas pessoas e tão boas, que elas acabam por tornar este percurso uma aventura deliciosa. Ontem foi dia de conhecer mais uma pessoa com uma energia e uma boa onda (piadinha fácil e já vão perceber porquê) contagiantes: a Filipa, do Fitness On Water (FOW), que, além de instrutora de fitness on water, é uma pilhas alcalinas. Mesmo antes de treinar com ela, percebi que nos íamos dar bem. É uma pessoa como eu, das pessoas. Torna logo o trato mais fácil. E a sua aula provou-me que eu estava certa.

Vamos então falar da aula em si. Ora bem, já aqui mostrei que tenho dois grandes defeitos (tenho mais, mas para o desenrolar deste artigo, fiquemos por estes dois para não transformar isto num programa lamechas de fim de tarde da televisão nacional): falta de visão e falta de equilíbrio.

Quando se me falha a visão, além do óbvio, costumo dizer que fico surda, logo, mais desequilibrada (das pernas, não das ideias). Ora, eu até tenho uns óculos de mergulho graduados, mas não sei deles, por isso não os levei. Má onda, Catarina. Má onda. É que para a aula de Fitness On Water ter corrido melhor (ou menos mal, vá!) os óculos eram um elemento essencial para: a) ver; b) não ficar surda; e c) não sofrer (ainda mais) de desequilíbrio.

O Fitness On Water é um conceito que se explica no próprio nome. É uma aula de fitness, mas dentro de água. Ou melhor, em cima de uma base flutuante (mas, sim, sejamos honestos, fui parar algumas vezes dentro de água). Os exercícios são baseados no modelo de treino HIIT e inspirados nos movimentos de yoga, com o elemento água a servir de nosso chão.  

Confesso que assim que percebi o que ia acontecer MESMO, achei que nem me ia conseguia pôr em cima da base. Da primeira vez que subi para aquela espécie de prancha, ainda tive ali um percalço com o fato-de-banho (ainda era de há 24 quilos, já está um pouco largo e as mamocas são pequenas e querem é liberdade), mas tranquilo. Já estou habituada a envergonhar-me nas aulas de hidroginástica com o mesmo fato-de-banho. Até aqui, nada de novo, portanto!
Mas não só consegui pôr-me em cima da base flutuante, como consegui repetir a proeza uma e outra vez graças às mil quedas que dei, pois, afinal, como a Filipa disse, o cair faz parte, principalmente numa primeira aula.

E por falar em Filipa, espectáculo não chega! Ela esteve sempre ali a puxar por cada uma de nós que experimentou a aula; foi incansável, a dar-nos estabilidade através da sua voz. E de uma elegância tal que mesmo eu sem óculos conseguia perceber a graciosidade com que ela executava os movimentos. Além de que é um deleite ouvi-la falar deste seu projecto/paixão.

Tenho consciência da minha falta de equilíbrio, mas também acho que, com tempo, vou conseguir dominar o raio da base. É que mesmo só durante o desenrolar da uma hora de aula já senti evolução, imagino com o tempo! E é muito interessante pensar que a água acaba por ser a nossa maior inimiga, gerando instabilidade e fazendo o "chão" mexer, mas que também é a nossa maior aliada: a minha hérnia não se queixou um bocadinho que fosse com os exercícios graças ao factor "impacto zero" fornecido pela água.

Além de tudo isto, a camaradagem entre "atletas" foi tão boa que até eu, que tenho imensa dificuldade em decorar nomes, o consegui fazer quase com uma perna às costas (mesmo, que mandei com cada mergulho mais estranho que juro que devo ter em algum momento ficado com uma perna às costas!). Mesmo fora de água, o Nuno, o director da Piscina Municipal de Barcarena (onde foi o treino) e fotógrafo/realizador destes dois momentos que aqui vos deixo, esteve ali a puxar por nós e ficou a promessa que, da próxima, também vai à água! (Lembram-se de como comecei este texto a falar da importância das pessoas? Exacto. Aqui fica mais uma das que já trago comigo.)

Deixo-vos um vídeo, até vos dizia para tentarem adivinhar quem sou eu, mas nota-se que sou a desequilibrada, com certeza (a do meio, pois claro!)


Acho que a minha cara diz tudo: mega feliz, mesmo de touca. 

Falharam-me os óculos, falharam-me as pernas, mas não me falhou a vontade de conseguir e de voltar a tentar. Venham mais aulas de FOW! 

Catarina


domingo, 5 de março de 2017

Eu tenho dois amores na Rapid FIT&WELL


Já aqui vos disse que tive de "partilhar" o Hugo na sessão da semana passada e, como tal, treinei com a outra cara laroca da Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, o Carlos. 

O que vos posso dizer sobre o Carlos? Bom, para começar, é um irrequieto de primeira, o que, para mim, são logo pontos extras. Acho que quem tem calma não tem alma, como diria o Fernando Pessoa, e ele é o oposto disso. É uma "alma nova" num corpo cheio de energia e, ainda por cima, dá treinos com o tal fatinho mágico da electroestimulação muscular. Parecem um "match made in heaven".

Começou logo por me avisar que ia puxar por mim! Desafio aceite, Carlos! Mas mal eu sabia o que me esperava...
Deu-me a escolher entre dois treinos: (St)ab Strenght ou o TEA (treino de estrutura axial), carinhosamente chamado de Hora do Chá.
Como o Hora do Chá me pareceu um nome muito fofinho e com "água  no bico" (because "tea"), optei pelo (St)ab Strenght o que, olhando para essa escolha agora, me faz pensar que foi a menos correcta... É que, hoje é domingo, o treino foi na quinta-feira, e ainda sinto os meus músculos para lá de doridos. Sim, é brutal, das melhores sensações do mundo, mas quando vos derem a escolher entre um Chá e um "stABing", escolham sempre o Chá... Quer dizer, acho eu!

Sei que tive ali momentos em que o corpo (e a força) me falhou, mas o Carlos é um optimista e esteve sempre ali a torcer por mim, a ajudar-me e a amparar-me. Até me senti uma atleta olímpica, de verdade! É um profissionalão!

Acaba por ser interessante trabalhar com outras pessoas, para receber diferentes estímulos. Foi mesmo um gosto trabalhar com ele. É caso para dizer que tenho dois amores na Rapid Fit! (Bom, na realidade são mais amores, que a equipa é toda um mimo, e o meu coração é grande para todos).

'Bora lá, Carlos! Estou ansiosa de beber um chá contigo da próxima vez... Ou será que não estarei?

Quando o cabelo torna alguém mais alto que eu!
Catarina

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

De caneta e haltere na mão




Quando comecei o blogue, pensei que rapidamente me fosse arrepender da "temática" escolhida: "Pronto, OK, vou partilhar que perdi peso e que vou ao ginásio, vou ficar sem assunto em menos de nada, mas vou arriscar", pensei na altura.

E ainda bem que o resolvi fazer. É muito mais que só essa partilha, este meu blogue, é a descoberta constante, quase diária, do gosto que é ter decidido mudar de vida. São os pequenos tudos, os pequenos nadas deste corre-corre diário de ir ao ginásio, de mexer, de experimentar coisas novas, de lidar com tanta e boa gente (no ginásio e aqui na blogosfera).

Há sempre coisas para contar. Estou tão focada em mim e neste objectivo que tenho que não há como fugir do assunto "eu" todos os dias. É esta a minha vida agora e claro que há assunto! Se há!

Tivesse eu uma caneta e um papel sempre comigo e vos garanto que tinha muito para vos contar. Há quem seja mais criativo quando vai a conduzir, a tomar banho ou até a fazer o amor, acontece que comigo eu sou mais criativa quando estou na passadeira. É verdade. Aquele ramerrame da passada despoleta em mim o heterónimo Biquíni e fico cheia de ideias e vontades de escrever sobre tudo e nada da vida de ginásio (ou será o subconsciente a mandar-me sair da passadeira?!)

Claro que não dá muito jeito escrever naquela altura, certo? Mesmo no smartphone já se mostrou difícil de o fazer, afinal, uma pessoa já está ocupada em andar, manter-se de pé, equilibrar-se, respirar, ter a certeza que não põe um pé fora da passadeira, observar quem passa, ouvir a música de fundo, pensar que tem fome, pensar que tem sede, pensar que tem calor, pensar que ainda tem os pés frios... uma canseira de coordenação! 

Mas acho que está a correr bem esta minha/nossa partilha. Não encaro de todo vir aqui como um sacrifício, é quase como o arrumar do saco do ginásio ao fim do dia. 

Vir aqui é quase a conclusão do meu dia de actividade.

E de pensar que há pouco mais de um ano a minha vida era tão diferente...

Catarina


domingo, 19 de fevereiro de 2017

Catch me if you can!

Não partilhei com ninguém o que ia fazer ontem, muito por medo de falhar. Mesmo tendo dois PT a tratarem de mim, nem a eles contei o que ia fazer. 
Sim, já me sinto ligeiramente mais confiante na minha pele, mas ainda há muito a melhorar e eu achava mesmo que, das duas, uma: ou me ia dar um piripaque a meio e me ia ficar logo ali em modo "adeus mundo", ou então iria discretamente desistir, tirava o dorsal e ia à minha vidinha com uma assobiadela para o lado como quem foi só ali ver as vistas.

Mas a realidade é que, ontem, completei a minha primeira corrida! Foram 7 (SETE!!) quilómetros em 50 minutos. E o mais importante: não fui última e ... não desisti!

Caramba! Foi uma sensação do caneco. Quando vi a meta parecia que, de repente, tinha energia para correr mais sete quilómetros (ou pelo menos para correr até ao meu carro, que estava logo ali, e andar nele os tais sete quilómetros)! 

Nunca pensei conseguir chegar ao fim. Sim, bem sei que me inscrevi numa Meia Maratona, mas isso é quase uma brincadeira. Vou mais pelo convívio, pela ideia de passar a ponte 25 de Abril a pé e não tanto por uma de correr! Mas ontem eu ia determinada. Queria mesmo conseguir chegar ao fim. Claro, abrandei em algumas partes (ainda por cima estava um vento que eu sei lá!), mas corri quase tudo em bom correr.

Durante a corrida, passam-nos tantos pensamentos pela cabeça que, honestamente, nem dei pelos quilómetros passarem. Quando corro na passadeira do ginásio, estou tão distraída a ver as televisões que nem me apercebo que ESTOU a correr. Ontem, a conversa foi outra: senti o chão, senti as poças, senti o vento, senti o frio, senti o calor, senti o sol, senti o coração aos pulos, senti os gatinhos nos pulmões... senti a determinação para chegar ao fim.

Mesmo sem ninguém saber, a minha vontade em não desiludir foi superior às dores que senti ontem (e que ainda sinto hoje, UI!). Corri com o objectivo de, assim que chegasse a casa, dizer ao Hugo e ao Pedro "Olhem o que a vossa menina querida fez!" São as duas pessoas que, neste momento, menos quero desiludir. Sem saberem, que não souberam mesmo (bandida, eu!), deram-me uma força extra, deram-me a mão a corrida toda e estiveram a puxar por mim.

Ser PT também é isto: inspirar as pessoas! E, fogo!, quando for grande, quero ser como eles! <3





E agora, cá vou eu:





Catarina

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Quando treinas durante a hora de almoço do PT da Rapid FIT&WELL... dá nisto!

Torna-se um bocado difícil mostrar-vos em vídeo as sessões de electroestimulação muscular por uma simples razão: cada minuto conta nestes treinos. Na realidade, cada segundo conta!

São treinos curtos, de 20 minutos, mas são muito intensos. Sim, por culpa dos exercícios, mas acima de tudo por causa do fato, que nos dá como que uma carga extra no exercício, lá está, por causa da electroestimulação.

Cada um de nós escolhe a intensidade a ser aplicada, por isso, de 0% a 100%, nós é que bem sabemos o que queremos sentir mais ou menos a "vibrar". Eu, por exemplo, não gosto de sentir os eléctrodos dos braços em excesso, e não, Hugo, não é por ter medo de poder vir a ficar com uns braços grandes e musculados como sugeriste hoje no treino... I wish! É mesmo porque me faz espécie, eu sei lá! Assim a 5%/10% fica perfeito e não mexe que estraga! (Mas eu bem te sinto a aumentares durante o treino, bandido!) Já nos abdominais, por mim, era até aos MIL POR CENTO! (mas acho que nem chego ainda aos 60%...)

Todo este texto para vos preparar para a visualização do vídeo de hoje. 
Não sou eu a "bombar", mas sim o Carlos, o outro Personal Trainer da Rapid Fit&Well de Campo de Ourique que aproveita a sua hora de almoço para treinar também (lá está, são treinos rápidos, dão-nos tempo para tudo!) e que, por sinal, gosta de sentir (muito) bem os eléctrodos.

Aqui vos deixo o vídeo do Carlos a treinar "forte e bonito" (que o moço até é jeitoso e não tem nada de feio) com recurso à electroestimulação muscular. 

Pena ter-se enganado na citação de Star Wars no final, tirando isso, top, top, garoto!




Catarina


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Pequenos "tudos" da vida


Quando na entrada do ginásio se enganam, e em vez de nos darem uma toalha (a única a que temos direito) nos dão duas...


You made my day, sir!

Catarina

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Jogos Sem-Fronteiras pré-ginásio


Há, logo à partida, muitas forças que nos afastam do ginásio. Bem, não são exactamente forças, são quase uma espécie de Jogos Sem-Fronteiras que temos de ultrapassar para chegar ao sítio onde vamos, de facto, treinar:

  • A primeira será, claro está, a vontade.
    Sim, mesmo eu tenho falta dela por vezes. Principalmente em dias de chuva, parece que a cama me prende (ainda) mais.
  • A falta de roupa.
    Sim! É verdade, com as semanas de chuva que têm estado, dou por mim a ter só as calças de fato-de-treino de há 20 quilos disponíveis. Ou seja, as calças caem e até me atrapalham o andar de tão largas que estão... Não apetece sair assim de casa, certo?
  • O trânsito.
    Como tenho as manhãs livres para ir ao ginásio, às vezes dou por mim a adiar a saída de casa para fugir ao trânsito. Vou adiando de tal maneira que, há dias, em que me sai um "pronto, agora também já se faz tarde, o melhor é nem ir lá hoje".
  • E agora, a razão mais improvável... Aquela que, hoje de manhã, me ia desencaminhando do meu objectivo, o tal do Biquíni Dourado, me ia fazendo ficar logo por ali, à PORTA DO GINÁSIO: 



    Sabem o que isto é? Isto que está MESMO à porta do ginásio? Exacto: é uma CASA DE FARTURAS!

    E lá estava ela, a enviar os seus cheiros pecaminosos por toda a entrada do ginásio, de tal maneira que já os sentia no parque de estacionamento... 


    Claro, tive de dar uso a todas as minhas forças para não me dirigir a esta banca cheia de pedaços de mau caminho. Ainda por cima, até tinha uma boa lógica comigo para "atacar" churros e afins: precisava de trocar dinheiro.
    Sim, eu até tinha uma desculpa para me desencaminhar, mas consegui ser forte! Tão forte que acho que mereço um docinho como recompensa.

    Ah... espera.
    Pois!



    Catarina

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Escova de dentes salva o dia!


O pior mesmo são aquelas ansiedades alimentares pós-refeição. Parece que, depois do almoço ou do jantar, faz falta ali um ponto final parágrafo, que é como quem diz: um doce.
Parece que a mente só acalma a ansiedade de comer se, prato principal e fruta ingeridos, levar assim com açúcar, estão a ver?
E sim, é a mente que pede. O estômago até pode já estar cheio, mas o cérebro parece ficar sempre em modo "standby" à espera do que ainda está por vir.


Para controlar esses repentes, adoptei uma medida já há um tempo: assim que acabo uma refeição... vou lavar os dentes. 
Onde quer que esteja, tenho sempre o cuidado de ter uma escova de dentes à mão para travar estas vontades de doces.


E não é que funciona mesmo? Só de pensar que, se voltar a comer, tenho de ir lavar os dentes de novo... Ui! Deixem lá isso! Prefiro não comer gulodices!

Portanto, esta teoria é boa por dois motivos: fez com que andasse sempre com escova de dentes comigo e trava-me aqueles pecados tão comuns e que têm de ser tão evitáveis!

Catarina

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Boas vibrações na Rapid Fit & Well!


Devo confessar que ontem não me apetecia mesmo nada ir treinar. Vá, não era não apetecer. Estava cansada. Era mais isso. Esta semana andei mesmo assim com os ombros para baixo. Faz parte.
Por isso, não é de admirar que, quando pus o meu pé tamanho 42 na +Rapid Fit&Well de Campo de Ourique para treinar com o Hugo, o tenha avisado: "Hoje estou sem energia!"

Qual quê? Eu ESTAVA sem energia. Assim que troquei de vestimenta, comecei logo a sentir ânimo em mim. Ainda por cima, estreei calças novas (prenda de mamãe no Natal) e todas elas cheias de Star Wars!



Começou logo aí o humor a mudar.

Chegada ao estúdio, a vontade já estava instalada. Há ali qualquer magia no ar... ou então deve ser mesmo da boa-disposição daquela equipa, que nos deixa logo animados. De verdade! Mas também pode acontecer por estarmos com um fato ligados a uma máquina: dá-nos energia ou assim! 

O que eu sei é que acabei o treino a transpirar que nem um texugo (eu e os meus óculos, sempre bons avaliadores de glândulas sudoríparas) e, no entanto, estava cheia de vontade de me continuar a mexer e com a energia em modo "on" (tanto que dei por mim a bailar no carro a caminho do trabalho... algo pouco comum de acontecer À LUZ DO DIA!) Há ali boas vibrações (duplo sentido subentendido!)

Escusado será dizer que saí do centro com vontade de fazer mais umas três aulas, mas pelo bem da máquina (a minha, não a do fato) é melhor não, que estes treinos são dose!

Deixo-vos uma pequena amostra do meu treino de ontem. 
No primeiro vídeo em que estou claramente a justificar o seguro de trabalho do Hugo e o segundo para verem o bom ambiente que vos falava: enquanto eu fazia o alongamento (que no fato é estar deitada a receber impulsos mais baixos) o Hugo "estragava" o protagonismo do treino do Carlos... Boys will be boys!






Catarina


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Feliz aniversário, mudança de vida!

Passei um ano em cima da balança.
Sofri muito.
Tive dores.
Tive cãibras.
Tive bolhas.
Tive que cancelar planos com família e amigos para ir ao ginásio.
Tive vontade de mergulhar em comida de boca aberta.
Tive sede.
Tive momentos de fraqueza.
Tive momentos de querer desistir e outros de querer agarrar nesta minha nova maneira de ser com todas as forças.
Tive vontade de comer.
Tive pessoas a elogiarem-me pela minha perda de peso.
Tive outras que, apesar de não me verem há meses, nada comentaram (coisa feia, a inveja).
Tive fome.

Chorei. 
Ri. 
Chorei mais um bocadinho. 
Ri ainda mais. 

Transpirei. 
Caí. 
Levantei-me. 
Desisti. 
Retornei. 
Comecei este blog.

Tive mais vontade de comer.

Tive a certeza que tenho muitas pessoas a torcerem pelo meu sucesso.
Tive a certeza que há muitas mais à espera que eu falhe. (Para estas últimas, beijo na bunda cada vez mais fit!)

Faz hoje um ano que comecei a mudar. Não se trata de uma dieta: trata-se de MUDAR DE VIDA. Para melhor. Foi mesmo a melhor coisa que podia ter feito por mim e por quem gosta de mim.
Tenho a certeza que sou agora uma pessoa muito melhor do que era há um ano. E não só pelos 21 quilos perdidos. Isso é um bónus.

Ganhei resistência.
Ganhei vontade.
Ganhei energia.
Ganhei sabedoria.
Ganhei movimento.
Ganhei bem-estar.

Ganhei pessoas (muitas, muitas e boas!).
Ganhei músicas.
Ganhei uma nova forma de estar.
Ganhei tranquilidade.
Ganhei poder.
Ganhei músculo.
Ganhei iniciativa.
Ganhei sabores saudáveis.
Ganhei sorrisos.

Ganhei.
Ganhei.
Ganhei, principalmente com o que perdi, lá está, os quilos.

Este último ano encontrei em mim uma Força que desconhecia ter. Porque, não sejamos sonhadores, é preciso muita força de vontade para mudar hábitos que estão já tão enraizados.

Se queria que a balança já tivesse outro valor?
Queria. 
Muito.

Mas o que tenho de pensar é que, faz hoje um ano, ela tinha um valor muito, muito pior. E está em mim continuar a mudar, para melhor.
Que seja o início de mais um ano activo. 

Afinal, esta minha energia toda tinha de ser canalizada para alguma coisa e, a ser, que seja para mim!


Feliz aniversário, mudança de vida!

Catarina

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Pôr a blogosfera a mexer com o "Desafio Fit 1632 Horas"




Estou mais do que entusiasmada com isto. De tal maneira que até tenho medo que a L. já esteja farta do meu constante "já posso? já posso?" Mas, como disse, estou mais do que entusiasmada! 
A querida L. das Horas resolveu criar um desafio para pôr a blogosfera a mexer e eu, que não sou menina de recusar uma boa iniciativa, disse "presente!"

A ideia é mesmo essa: fazer cumprir aqueles objectivos de início de ano a que toda a gente se propõe, mas que acabam por ficar na "wishlist" até ao próximo ano: vamos lá ser activos, gente!
Está aí o 
Desafio Fit 1632 horas


As regras são simples: 
  • A duração do desafio é de três meses (de 1 de Fevereiro a 1 de Maio);
  • Cada vez que se pratica exercício físico conta 1 ponto;
  • Cada ponto tem que ser justificado com uma fotografia no blogue criado para a partilha de fotografias;
  • Devem acrescentar dizendo o que fizeram e colocando sempre #nome de cada uma;
  • No final dos três meses, quem perder terá de enviar um presente "fit" à vencedora; a penúltima à 2.ª classificada e assim sucessivamente.
  • No final, em caso de empate, aplica-se a morte súbita (CREDO!), e quem treinar primeiro, ganha!

    O que pode contabilizar como pontos:

  • Qualquer aula no ginásio;
  • Corrida (mínimo de meia hora ou 3 km);
  • Caminhada (uma hora no mínimo);
  • Treino em casa (com intensidade, vá lá ver!)
  • Treino com PT, HIT, ou outro tipo de treino
Já há mais atletas inscritas, claro! Que isto só mano-a-mano não tinha tanta graça e, se quiserem, peçam à L. para participarem também. Basta enviarem o vosso email! E sim, podem estar em qualquer parte do MUNDO! O giro também está aí. 

Cá vai a listagem das campeãs até agora:

Andreia

Claro que, apesar de eu não gostar de perder nem a feijões, esta minha participação mais não é do que um incentivo extra à prática de exercício físico. 

Mentira. Eu quero é ganhar isto.
Só espero ter parado de escrever antes de a verdade vir ao de cima.
Ah, raios!



E aí, gente? Quem se vem desafiar em 2017?

Catarina


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Ir às compras para ir ao ginásio




Metade.
Uma.
Duas.
Três.
Quatro.
Quase cinco.

Esta é a matemática das gavetas que neste momento preciso de ocupar com roupa de ginásio.
Parece que, à medida que o peso foi saindo, ele se transformou em roupa que tem de ter o seu espaço para ser guardado... ou isso ou é outra coisa, mas já lá vamos.

Quase cinco gavetas. E olhem que são gavetas grandes!
Comprar roupa de ginásio, ao início, foi uma necessidade. Acho que tinha apenas um soutien de desporto. Umas calças velhas de fato-de-treino que, ironicamente, usava para preguiçar em casa, e uns ténis até jeitosos, daqueles da Skechers, que parece que massajam os pés em cada passo.
Mas era só isto. 
Rapidamente me apercebi que entre o meu transpirar, as semanas de chuva que não davam para lavar a roupa, o facto de passar agora mais tempo a ter que me olhar ao espelho, logo, a não gostar de me ver sempre de igual, e... o peso a sair, a roupa de ginásio tinha que ser diversificada.
Por estas razões mencionada, sim. Mas também por uma questão de saltar da cama.
Não há incentivo melhor para ir treinar do que comprar uma peça nova. Seja ela qual for. Mesmo se for um soutien, ou até uma fita para o cabelo, a realidade é que saber que temos aquela novidade pronta a estrear parece dar um empurrão extra a caminho do ginásio.

Por isso, que tal aproveitarem estes restinhos de saldos para começarem a ir ao ginásio? Eu ainda consegui aproveitar este fim-de-semana. Comprei uns soutiens novos (perder barriga está difícil, mas as mamas vão que é um instantinho!), um par de calças e duas T-shirts e gastei pouco mais de 10 euros.

Não tirei foto, desculpem lá, mas queria tanto já usar hoje que foi imediatamente tudo para lavar, seguido de engomar e, por fim, arrumar na gaveta. Numa das tais quase cinco que a roupa de ginásio já me ocupa! 

Catarina


domingo, 22 de janeiro de 2017

Zombies à solta no ginásio!



Adoro treinar. Acho que já deu para perceberem isso. Mas há ali dois momentos em que reviro os olhos e me arrependo de não ter ficado em casa agarrada à mantinha a ver uma série no Netflix.

São eles o aquecimento e os alongamentos finais.

Irónico, certo?

Custa-me muito a arrancar e custa-me ainda mais o parar.
O arrancar custa-me porque me sinto sempre a apanhar uma valente seca na passadeira. Não sou de todo fã. Sinto-me assim em modo hamster às voltas na gaiola, mas em versão zombie. Às vezes, quando dou por mim já se passaram 30 minutos e nem dei por eles. Outras vezes estou tão a leste que parece que até me esqueço de como se anda e quase me esbardalho ao comprido na passadeira.
(Mais um ponto extra para se treinar com PT, quando o temos ao nosso lado na passadeira, parece que viramos só hamsters, sem a parte dos zombies. Ao menos vamos falando, quando o arfar o permite, pois com certeza!)

A parte dos alongamentos já é diferente.
Acho que, acima de tudo, é aquele momento em que me sinto desarmada. Imaginem que acontece um apocalipse de zombies (sim, estou muito Walking Dead, hoje) e eu naquele momento estou a alongar! É que nem vou dar pelos mortos-vivos a entrarem no ginásio nem vou ter tempo de me levantar. Ainda não tenho velocidade/agilidade para isso, caneco!

Ainda por cima, neste último treino com o Pedro, o primeiro desde a minha crise pós-estúpida hérnia, fiquei a saber que este meu PT além de ser um grande parceiro a caminho d'O Biquíni Dourado, tem umas mãozinhas que faxavor! Houve ali um momento em que, se os zombies entrassem no ginásio, eu ainda lhes diria "Pshé! Pouco barulho!" de tão descontraída que estava.

É que, depois do treino (que, por eu ainda estar combalida das dores na lombar, foi quase só braços), durante os alongamentos finais o Pedro aplicou um pouco da sua sabedoria de PT na minha área problemática. Ao início doeu um bocadinho, confesso. Ainda por cima, com os anos fui ganhando uma certa resistência em me tocarem na região em questão. Mas, nos finalmentes, já só estava a sentir a dor a desaparecer... e a desaparecer...
E, qual não foi o meu espanto quando, já no trabalho, me apercebi que já não estava nem a coxear, nem com dores há umas valentes horas. WHAT?? Como assim? Desmarquei eu um treino com o homem por ter dores e ele afinal era uma das soluções? Not cool, universe. Not cool.

Não sei que raio de vodu ele para aqui me fez, mas já se passaram três dias e acho que é seguro dizer que a "crise de hernicite" já lá vai. Tenho só assim uma ligeira pontada, quase um "não-fiques-muito-feliz-ainda-que-posso-voltar-a-doer-em-menos-de-nada".

Mas já estou melhor! Se estou!


Catarina



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Zumbemos no mundo

A saga Star Wars pode ser o meu lema de vida, posso pensar nos filmes todos os dias (o que é que querem?), mas há um filme que nada tem que ver com a aventura de George Lucas que marcou a minha infância e que, até hoje, é um dos meus favoritos: Dirty Dancing.


Assim, devem compreender que a dança, o universo da dança, é-me muito querido. Em criança ainda pratiquei ballet, sapateado, sevilhanas… mas nada muito sério.

Por isso, não é de estranhar que, na última terça-feira do mês de Janeiro de 2016, quando me resolvi a ir ao ginásio, na realidade já ia com esta aula em vista: uma aula de Zumba.

Achei que, gostando eu tanto de dançar, esta seria “a” aula ideal para me querer mexer. Para querer fazer. Mal eu sabia é que, naquela terça-feira, a tal última do mês de Janeiro de 2016, eu ia ter uma aula de Zumba com “O” mestre. 

Pode-vos parecer publicidade, ainda por cima, tenho-me apercebido que “vender algo” parece ser a ordem do dia na blogosfera, mas a realidade é que a mudança de vida precisa da ajuda de pessoas. Precisa dos Pedros Mirandas desta vida, dos Eneias, mas também dos Danieis Barretos.

O Daniel Barreto, para mim “o” mestre da Zumba, tem a capacidade de, durante as suas aulas, nos fazer esquecer de tudo o que se passa fora do estúdio. A sua alegria, a sua boa-disposição, a sua arte de dançar e de criar coreografias, o seu charme zumbiano não têm igual. A sério. Tenho este post escrito quase desde a primeira semana de blogue, mas fui adiando a sua publicação por achar não conseguir passar para palavras a felicidade que sinto nas aulas do Daniel… mas vou-vos dar uma ideia.
Já vos contei que, o ano passado, um projecto profissional que me era muito querido terminou. Mais do que o projecto em si, senti que a minha família do trabalho tinha sido separada. Fiquei de luto. Fiquei tão de luto que passei meses sem ir às aulas do Daniel. E porquê? Porque não me queria permitir ser tão feliz como sou nas suas aulas.

Durante as suas aulas sou genuinamente feliz. Mesmo que as dores do corpo e da alma sejam muitas, assim que lhe entrego a senha tudo passa. São 45 minutos de felicidade. Pura.

Ainda por cima, tive a sorte de, nas suas aulas, conhecer pessoas que me receberam de forma muito calorosa no “turno da manhã”: a Manuela, o Álvaro e a Sónia, que, sem querer, são mais boas razões para, todas as segundas e quintas-feiras, ter encontro marcado no Estúdio 2.
  
Se puderem, estejam atentos ao Facebook que o que não falta são eventos com a presença do Daniel. Acho mesmo que pessoa que é pessoa não pode viver uma vida de jeito sem fazer uma aula de Zumba com ele! Por “todo” Portugal e até além-fronteiras há datas marcadas. Sim, que este rapaz ainda vai dominar o mundo! Não têm desculpa para não ficarem a conhecer “O” mestre. Sejam sortudos como eu!


Deixo-vos um vídeo do seu canal do YouTube com uma pequena amostra da felicidade que ele distribui: afinal, quem dança é mais feliz! 



Catarina

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Concluído primeiro mês de electroestimulação muscular




Quando o Ricardo da Rapid FIT&WELL me disse que ia notar diferenças logo no primeiro mês, lá no fundo da minha mente o monstrinho negativo que tenho em mim pensou logo: “Pfffffffffff! Deve ser verdade!”
Ora, eu levava já quase um ano a tentar mudar o meu corpo e, sim, já tinha dado pelas diferenças, mas elas não aconteceram em um mês… aconteceram em vários meses…
Está concluído o meu primeiro mês de electroestimulação muscular na Rapid Fit&Well da Avenida Elias Garcia, em Lisboa.
Os resultados? Para mim, foram mais que muitos. E, afinal, o Ricardo tinha razão.

Logo nas duas primeiras semanas, a diferença foi enorme. Tive pessoas que me vêem todos os dias a perguntar se tinha perdido peso; outras que apanho de vez em quando a perguntar o mesmo, mas o que mais me deu a certeza que eu tinha de facto mudado, foi, ao fim da PRIMEIRA semana de treino, o arregalar de olhos da minha mãe. Depois de uma semana sem me ver, depois da primeira semana de treino (duas sessões por semana), o sorriso no olhar da minha mãe quando me viu disse tudo. Assim como a facilidade com que os seus braços me envolveram num abraço: ela, que é tão pequenina, e eu, tão alta e larga, mas estava, ao fim da primeira semana a treinar com recurso à electroestimuação muscular, menos larga. Estava (ainda) mais abraçável. Foi uma sensação indescritível mesmo.

Tenho a certeza que, se este primeiro mês não tivesse calhado em época de Natal e fim de ano, quando são logo duas semanas de fugir às rotinas e de quebra do dia-a-dia, as diferenças tinham sido ainda maiores.

Ao longo deste processo, tenho aprendido que não é o número da balança que importa. O número que a balança me passa continuou mais ou menos o mesmo, é certo, mas as medidas em si estão diferentes e, relembro, com apenas UM mês de treino.
Foi 1,5 centímetro a menos de braço. E menos um centímetro de anca. Great news, am I right?



É realmente um treino muito completo, apesar de curto. São 20 minutos intensos. O fato ajuda, claro. Bastante. Mas os personal trainers também.
Já o disse tantas vezes, e acho que nunca me vou fartar de o repetir, mas acho mesmo que o mais importante de todo este processo são as pessoas que vamos conhecendo. E eu bem que me posso dar por sortuda por, até agora, ter tido grandes profissionais ao meu lado.
A Maria João, o Eneias e o Édi, os meus “operadores de fato e de saúde”, ensinaram-me tanto neste último mês que nem sei como é que não fiquei mais pesada com tanto conhecimento que depositaram em mim!
São verdadeiros profissionais da saúde. Acho que isso é que é importante. Sim, são os nossos treinadores, mas percebem tanto do que estão a fazer, do corpo humano, do corpo humano em mudança (como o meu) que treinar com eles foi também um processo de aprendizagem.


Estou desejosa de voltar ao fato! 

E vocês? Quando arriscam?


Catarina
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