Mostrar mensagens com a etiqueta vamo qui vamo!. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vamo qui vamo!. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Querido Pai Natal dos anos...

Julho traz com ele uma data muito importante na minha vida, ou não fosse o mês em que celebro mais um Verão (ou seja, em que faço anos).

Como sou um tudo-nada esquisita, todos os anos faço uma wishlist para distribuir à família com potenciais prendas para me darem (hey, não me julguem!, até acaba por lhes ser mais rápido e escusam de passar horas em lojas a pensar se eu vou gostar ou não de uma panela de pressão com tampa de alumínio - que não vou! -).

Já o ano passado a temática das prendas tinha sido para o fitness, mas este ano resolvi pedir uma única coisa fit.

O meu arqui-inimigo.

Gerador de pesadelos noites a fios.

O meu monte Evereste que tem de ser dominado.

Aquela meia bola azul que me deixa logo KO só de olhar para ela, e que me obriga a pedir a mão ao Hugo sempre que é para treinar nela... (o que levanta um problema de logística eu ter uma coisa destas em casa, já que em casa não tenho Hugo, mas tenho paredes... Não sendo uma e a mesma coisa, acho que terão de servir como substituição do melhor PT do mundo, o meu)

Para o meu aniversário, este ano, pedi encarecidamente uma bola bosu:




Se virem o preço, vão perceber porque é que pedi só isto. É carota, que é, mas sei que a vou usar bastante e a realidade é que mal posso esperar para fazer anos só para a desembrulhar e começar a treinar.

Sou doida por meias bolas, o que é que se há-de fazer? =P

Catarina

sábado, 1 de julho de 2017

Abanar o esqueleto #28


Na quarta-feira, tive de fazer tempo para os lados de Oeiras à espera do marido. Teria sido mais fácil ir para o Oeiras Park ou até mesmo para a Decathlon (estou proibida de lá entrar pela minha conta bancária!), mas apetecia-me andar. Apetecia-me rua. 
Assim, estacionei o carro no Jamor (local onde tenho sempre de mandar a piada fácil "Vou já, mor") e fui andando. Andei, andei, andei e dei por mim no Padrão dos Descobrimentos.

E tive sempre duas companhias comigo: 

Esta vista...







... e uma música. Sim, só uma música! Caminhei durante duas horas ao som de uma só voz, e de uma só banda por quem já perceberam eu estar completamente viciada.

Fiz 10 quilómetros ao som desta música, e tivesse feito mais 10 e a banda sonora teria sido a mesma... É uma música do caraças! 

Este fim-de-semana a minha partilha musical só podia mesmo ser esta. 

Senhoras e senhores, mais uma vez, Ghost!


Bom fim-de-semana!

Catarina

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Lembretes (literalmente) à mão

Porque um bocadinho de motivação nunca fez mal a ninguém, na passada sexta-feira resolvi mudar o meu (quase desde sempre) wallpaper do telemóvel com uma lua e um menino a tentar chegar a ela, por um que, a bem dizer, não me lembro como é que não me lembrei mais cedo de o colocar:


É só assim tão maravilhoso que confesso ter consciência que ando (ainda) mais com o telemóvel na mão só para olhar para o "meu" Biquíni Dourado.

Mais do que uma imagem bonita, é "a" minha inspiração diária. Ainda ontem, durante o treino com o Hugo na Rapid FIT&WELL, dei por mim (naqueles momentos de "fuck this, I want a cookie" que por vezes temos durante o treino) a lembrar-me desta imagem e da razão pela qual me meti nisto (leia-se no blogue). Quero mesmo muito chegar ao Biquíni Dourado, caneco!

Depois, continuando nas mudanças telemoveleiras, o ecrã de bloqueio também deixou de ser uma saudação (dizia-me "Hola Bonita") para ser uma constatação:

É isto. Na verdade, eu consigo. Basta querer... e de vez em quando lembrar-me destas coisas. Por isso, nada como ter à mão aquele "boost" extra para nos (me) dar vontade de continuar nesta luta!

Vamos lá? Deixem-me só ir ali buscar o telemóvel...

Catarina

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sem ele era ainda mais difícil...


Simulava cada mudança metida e cada pisca colocado. Era das coisas que mais gostava de fazer quando a família ia toda tratar do jardim do meu tio: sentava-me no lugar de condutor a fingir que conduzia. Na minha cabeça, recriava a viagem toda que fazíamos desde a nossa casa nos Olivais até à outra margem, à Lagoa de Albufeira, para a casa de férias de um tio.

Quando fiz 18 anos, a minha avó quis-me oferecer logo a carta de condução, mas eu, que sabia que não ia ter dinheiro para comprar um carro nem para o manter, resolvi esperar. 

Entrei para a faculdade, fiz curso, pós-graduação e estágio, e só ao fim de estar a trabalhar quase dois anos é que resolvi tirar a carta.

Claro, chumbei no exame de código a primeira vez, com quatro (FOI POR UMA!) respostas falhadas. Tive com o código o mesmo amor (not!) que tive com a matemática: para que é que preciso de estudar isto se não me vai fazer falta para a vida? O que é que me interessa se um camião pode levar mil toneladas ou três mil? Não vou andar a pesar camiões, gente! 

Da segunda vez que fiz o exame de código, com a pressão de não querer gastar mais dinheiro em inscrições (sou muito tio Patinhas, confesso), arranjei um estratagema para aqueles dados que eu achava irrelevantes, mas que me tinham tramado no primeiro exame. Compus rimas para todos os valores, pesos, limites de velocidades, enfim, foi ver-me no exame de código a abanar a cabeça ao som das minhas rimas... mas passei, e com zero perguntas falhadas. 

A condução foi outra história. Lembro-me de, na primeira aula em que conduzi, o meu instrutor ter passado a maior parte do tempo ao telemóvel, e chegámos inteiros ao destino - facto que me deu uma confiança parva na altura, do género "Ena, conduzi sozinha!"
A realidade é que passei no exame de condução à primeira, apesar do (muito) nervosa que ia.

Toda esta viagem pela minha memória automobilística para chegar a esta conclusão que, agora sim, tem que ver com este blogue:

se conduzir desse para perder peso, podem ter a certeza que já tinha chegado aos 30 quilos, quiçá 35?, perdidos. As voltas que dou no meu carro de um lado para o outro de ginásio em ginásio, fazem dele um verdadeiro peregrino nesta minha causa.

Por isso, hoje queria pedir uma salva de palmas para o meu bólide, o parceiro ideal de treino, o verdadeiro Jedi Master!


Catarina

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida


E se a música do Sérgio Godinho (de quem eu gosto tanto, cá beijinho a mim) dá um título do caraças a este artigo, apesar de ter consciência que ainda vou ter muitos primeiros dias para o resto da minha vida, a única que me ecoava na mente e no coração enquanto escrevia estas palavras era outra, de outro amor meu musical, Jorge Palma: Acorda, menina linda, vem oferecer o teu sorriso ao dia que acabou de nascer... 

Fui despedida. 

Na realidade, (quase) todos os que fazemos (fazíamos) parte da minha equipa fomos mandados embora, facto que já sei há mais de um mês (e que tem ajudado muito pouco nesta luta de mudança de vida), mas que só agora foi oficializado, o que quer dizer que, apesar de ainda não estar desempregada, já se começa a desenhar esse meu futuro.

Não me vou armar em forte, porque hoje me sinto na merda. Porque hoje é o primeiro dia do resto da minha vida no sentido de o que foi não volta a ser, mesmo que muito se queira (pimbas! Ainda vos espetei aqui com uma música dos tios Xutos & Pontapés!). 
Não me vou armar em forte, mas se toda esta montanha-russa de emoções tivesse acontecido há 27 quilos, eu acho que estaria ainda pior.
Não me vou armar em forte, pois não estou nada famosa...

Sinto-me frágil (JPalma de novo...), triste, muito sensível (parece que estou há mais de um mês com TPM). Sinto-me ansiosa, receosa, angustiada, zangada, mas também entusiasmada, empolgada, expectante com o que pode estar à minha espera.

Foram oito anos da minha vida. Cruzei-me com centenas de pessoas. Foram oito anos da minha vida que a partir de hoje vão deixar de ser contabilizados. Começou tudo com uma assinatura; acaba tudo com uma assinatura.

Eu sei que vai ficar tudo bem (mais uma dos Xutos), seja o bem que for, seja o tudo que for. Mesmo se deste "final de temporada" resultar que a minha vida dê uma volta de 180º, uma coisa estou certa: não vou deixar que esta pedra no sapato dê cabo do meu esforço em chegar ao Biquíni Dourado. (E o Palma ainda canta: Acorda, menina linda; anda brincar; que o sol está lá fora à espera de te ouvir cantar).
Esforcei-me tanto e não me quero deixar ir abaixo com isto, e só espero ter força de vontade para ficar ainda mais em forma para ir a entrevistas de trabalho e deixar a minha marca de pessoa de bem com a vida (há 27 quilos não o era).

Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida, e eu tinha tudo para me deixar ficar quieta e indignada, mas não o vou fazer... É que o Jorge Palma deu-me o recado: Anda ver o gato vadio, à caça do pássaro cantor, vem respirar o perfume, das amendoeiras em flor, salta da cama, anda viver, meu amor...
E é isso. Não mata, mas mói. Fecha-se uma porta, mas abre-se um portão (que eu tenho vertigens para subir por janelas). Acorda, menina linda, vem oferecer, o teu sorriso ao dia que acabou de nascer... E é o que eu vou fazer! Zumbamos?



Catarina

quinta-feira, 4 de maio de 2017

E a celulite?


Pois! O eterno problema feminino e que, mesmo para quem não tem excesso de peso, acontece!
Claro que eu, há 26 quilos, tinha muito mais celulite... Tinha tanta que já nem era pele casca de laranja, era mais assim uma espécie de pele de elefante... E sim, sei que é uma imagem horrível de se dar e até de se ter de si mesma, mas era isso mesmo que eu via ao espelho: pele de elefante.

Com o começar a perder peso e o beber muita água, começou a celulite a ir embora... mas mesmo assim há sempre resistência da parte das coisas más em partirem de vez, certo?

Por isso, hora de tentar ver-me livre deste mal menor, verdade, mas que não vai ficar nada bem com O Biquíni Dourado, convenhamos!

A Yellow Natura tem umas ampolas cheias de coisas boas para eliminar coisas más (confirmem AQUI) e eu até vos mostrava o resultado, MAS acho que ainda não somos assim tão íntimos, e até tenho que guardar alguma surpresa para O Biquíni Dourado, claro!

Claro que a celulite não foi toda embora, até porque ainda só tomo as ampolas há um mês, mas que sinto a pele mais lisinha, isso sinto! Imaginem daqui por uns tempos!

Catarina


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Assenta que nem... um soutien!

A primeira coisa a ir foram as mamas. 

A sério. 

Se eu sempre saí mais ao pai, com a perda de peso fui ficando cada vez mais parecida com ele (se calhar graças ao seu excesso de peso ele até me ganha, mas isso já são contas de outro rosário...) Tranquilo, sempre gostei de olhar para baixo e conseguir ver os meus pés, pelo que mamas grandes nunca foram um objectivo de vida. 

Portanto, se até estou mais ou menos a conseguir ir usando a roupa da antiga Catarina, mais cinto mais apertado, mais camisola a parecer um saco de batatas, com os soutiens começou a ficar quase impossível continuar a usar os de há 27 quilos.

Tem sido uma verdadeira empreitada, esta a de actualizar a lingerie, e dou por mim a ser mais esquisita do que era dantes. Talvez por me sentir mais à vontade na minha pele, faz sentido, claro!, mas também por achar que, já que por enquanto ainda não vou apostar em outra roupa nova, pelo menos na interior vamos lá gastar euros!

Nem por acaso, no site da Intimissimi despertou-me a atenção um soutien maravilhoso, romântico, doce, rendado, todo ele algo que a outra, a antiga Catarina, teria sem dúvida querido comprar e não o teria feito não por falta de dinheiro, mas sim por falta de um corpo à medida...

Lá foi esta, a Catarina de agora, com umas costas um tudo-nada mais elegantes e um peito menos cheio mas mais "fit" experimentar "o" soutien. Tirei-lhe uma fotografia a partir do site e sabia ao que ia. Quando me perguntou o número, respondi à funcionária: "O maior que tiver, por favor."
Ela olhou para mim e, sem me dizer mais nada, passou-me o M e o L: "Experimente os dois."

Senti que era desnecessário fazê-lo, mas já que ela insistiu e se deu ao trabalho de me passar os dois tamanhos, porque não? Claro que o tamanho L ia estar mais que bom e, coitada da menina, até escusava de ter tido o trabalho de ir buscar o M também, pois claro! 

Só que quem estava errada era eu... O tamanho M não só serviu como serviu MUITO bem. Era mesmo assim que imaginava que me ia ficar. Quase arrisco dizer que me assenta que nem uma luva, não fosse ser... um soutien!

Não é maravilhoso

  
Quando fui para pagar, a menina da loja ainda me tentou convencer a comprar a cueca a fazer conjunto, no entanto... aí já é ir demasiado para fora da minha linha de conforto...

Se já não uso cuecão daqueles à Bridget Jones, calma aí na sexyness que esta menina ainda tem um longo caminho até chegar ao Biquíni Dourado! Tem de ser tudo com "baby steps" e este de ter um soutien que a outra nunca teria usado por não servir é já uma vitória... 

... e que vitória maravilhosa e que estou ansiosa de estrear!

Catarina

quarta-feira, 19 de abril de 2017

A dica está no nome: é "Rapid" para ficarmos "FIT&WELL"

Lembram-se, no tempo da escola, daquelas aulas que pareciam não acabar? Em que parecia que a distância que ia do toque inicial ao toque final era de alguma maneira transportada para um buraco negro que fazia com que a aula ficasse a parecer aquele filme do "Never Ending Story"? Em que abanávamos o relógio a ver se a pilha estava mesmo a funcionar apesar de a termos mudado na semana anterior?

Pois. Esqueçam isso! 

As "aulas" que tenho na Rapid FIT&WELL são tão, mas tão rápidas (reparem no nome "RAPID") que acreditem quando vos digo que durante os 20 minutos de treino nem me lembro do meu nome... ou do meu segundo nome, já que o Hugo ainda vai chamando pela Catarina algumas vezes. 
E, ao contrário da "seca" das aulas (no meu caso de Matemática... o drama!; o horror!), é um treino tão intensamente brutal que até os meus óculos transpiram! True story!

Para quem, como eu, gosta de se mexer e de abusar nos impulsos, os 20 minutos são mais que suficientes para trazer o treino no corpo durante os dois dias seguintes. Fico toda orgulhosa de mim quando chego ao balneário e me vejo a transpirar que nem um texugo. É muito raro acontecer noutros treinos, quanto mais apenas em 20 minutos!

Para quem gosta de ir com mais calminha, assim seja e que a calma esteja convosco, pois as duas dezenas de minutos, mesmo em modo calmo, irão fazer-se sentir nos músculos. 
Ao início não treinava com muita potência (era jovem e não sabia o que fazia!) e aldrabava alguns dos exercícios (mais por ainda não os conseguir fazer) e mesmo assim os efeitos de treinar com recurso à electroestimulação muscular (EMS) estavam lá.

Mais uma vez, não têm desculpa da falta de tempo para não se mexerem. Demorei mais a ligar o meu "dumbphone" para tirar esta fotografia do que a treinar, e pela fraquinha qualidade do resultado (que ficou desfocado!!) bem que mais valia não ter feito o PTzaço esperar que eu a tivesse tirado! 

Convenhamos que estou a ficar com uma cintura de parar o trânsito!
Ainda faço uma tatuagem a dizer I Love EMS, vão ver. 


Catarina

terça-feira, 18 de abril de 2017

Só falta o "depois"


Estive tão reticente em publicar aqui esta momento, que tive que o partilhar por mensagem privada com alguns amigos mais próximos pois achei que, se me conseguisse expor assim a eles, era mais fácil partilhar com a blogosfera. Um amigo disse-me para pensar que a fotografia do antes é uma daquelas em que tínhamos um corte de cabelo meio estranho (assim como na adolescência, por exemplo!)

Provavelmente, esta será a partilha mais difícil que aqui fiz no blogue até agora... Olhar para a fotografia do "antes" devia encher-me de orgulho por ter chegado a este "agora", mas não deixo de pensar que fui eu, e mais ninguém, que me deixei chegar àquele ponto. 

Mas também fui eu sozinha que tive a vontade de mudar. Por muito que hoje em dia tenha quem me dê a mão, a vontade de dizer "não" a certas coisas e "sim" a outras tem, invariavelmente, de vir de mim. De sair de mim. 

E o que também está a sair é gordura... 

No domingo, quando vesti esta camisola dos Beatles, uma das minhas favoritas e que, por isso, uso muito raramente para não "gastar", senti-a estranha. Parecia que não vestia como dantes. Claro que nem me lembrei do óbvio: "É da diferença de quilos." 

Sabia que tinha a fotografia do antes guardada num email, a recordar um daqueles momentos de ócio no trabalho quando simulámos um colega meu a sair-me da camisola, qual Beatle a andar pela Abbey Road (desculpa, Túlio. Tive que te cortar da montagem!) Sabia, sim, que essa fotografia existia. Mas quando a pus lado a lado com a que tirei no domingo, acreditem que vos escrevo este texto com olhos cheios de lágrimas. De orgulho, sim. Mas também por pensar em tudo o que passei para cá chegar. É quase um respirar de alívio, olhar para estas fotografias. Tem sido um caminho longo. Muito longo, e sei que ainda tenho muito pela frente. Mas está a ir. 

Trinta e um quilos separam estes dois momentos. Na altura estava ainda com mais peso do que quando comecei ESTA dieta há cerca de um ano. Uma amiga disse-me que nem pareço a mesma pessoa. É porque não sou. Mesmo. Não são só os quilos. É a atitude. O andar com os ombros direitos. Orgulho do meu 1,83. Orgulho do meu cabelo desgrenhado. Orgulho dos meus olhos verdes pequeninos e pitosgas que só eles. Orgulho da força necessária para conseguir esta empreitada. 

E que empreitada é essa? A de, com orgulho, vos mostrar este "antes" e "agora". Venha o "depois"!


Catarina

terça-feira, 11 de abril de 2017

Dupla maravilha de Campo de Ourique (ou da Rapid FIT&WELL, como preferirem)

Ver a cara do Hugo a tirar as minhas medidas, depois de dois meses de treino na Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, tem potencial para ser um estímulo positivo por muito tempo. Ele que é sempre muito isento, era todo sorrisos com os resultados que, juntos, conseguimos alcançar.

Uma coisa é ver a roupa a ficar larga; é sentir que a minha mãe me envolve cada vez melhor no seu abraço; é ouvir os elogios constantes de toda a gente; é mandar fazerem mais um buraco no cinto. Outra coisa (caramba! Outra coisa!) é VER os números. Ver os centímetros perdidos. Ver os quilos contados. Fazer aquela subtracção e olhar para o resultado e ver que está a compensar.

E, claro, ver a cara do Hugo. O sorriso de um PT orgulhoso da sua cliente. Só que, neste caso, o PT é o meu e o motivo de orgulho até sou eu. "A minha máquina", como ele me chama. "A minha força", como eu lhe chamo.

Apesar de só treinarmos há dois meses, o Hugo já conhece não só as minhas manhas (quando estou em modo "preguiça") como os meus verdadeiros queixumes. Tem-me, literalmente, dado a mão para superar desafios (recordo este momento); assim como figurativamente (recordo este outro momento).

E além de ter paciência para me aturar, ainda tem paciência para as minhas esporádicas sessões fotográficas!

Somos uma dupla do caneco. Na verdade, somos um trio. Eu, o Hugo e a Amália, a máquina de electroestimulação com quem treinamos duas vezes por semana.

Claro que falar é bonito, mas vamos a números: 

Em questões de peso, em DOIS MESES estou com menos 4,9 quilos.
Ganhei 1,2 quilos de músculo (que o Hugo diz que "é saúde" que estou a ganhar e que por isso é que o peso final não baixou mais).
Perdi 2,6 quilos de gordura.
Baixei de 7 para 6 de gordura visceral.
Passei de 30 de IMC para 29, o que basicamente quer dizer que já não sou obesa. Estou "só" em "excesso de peso".

Nas medidas:
Menos 2,5 cm de peitoral; 
menos 4 de abdominal 
e menos 1 cm em cada coxa. 

Lá está, a menina das Letras a ser toda ela Matemáticas e a perceber que os resultados estão a acontecer. Muito com a ajuda do Hugo e da Amália, e se é por mim que tento melhorar, também é por ele(s) que tento não quebrar.

E se precisam de ajudas visuais, também as tenho. Esta era a minha "barriga" (sim, já com aspas aéreas) na sexta-feira de manhã. 



Obrigada, Hugo. Por estas coisas todas e por outras tantas que tu sabes. Mas já chega de pieguices que nós gostamos é de treinar forte e bonito, como nós dois (.... nós três! Ai a Amália!). E que os números que ficaram perdidos assim continuem na estratosfera.

Catarina


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Fim-de-semana STRONG

Quando se junta a fome com a vontade de comer, coisas boas costumam acontecer. Neste caso, quando se juntam duas aficionadas de Zumba, mais concretamente do Daniel Barreto, garanto-vos que só não faço mais aulas por qu€$tõ€$.

A Tânia é também uma fã confessa de abanar a bunda e anda-me sempre a desafiar a ir fazer umas aulas extras por Lisboa. Quando me enviou o link desta aula, disse que sim mesmo antes de ver onde era (vá lá que, não sendo muito perto, também não é no fim do mundo). 
Esta semana, vamos experimentar uma coisa nova também com o cunho do Daniel: Strong by Zumba e Zumba Fitness, no Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros. 



Será amanhã, às 16h, e, além do Daniel, contará com Rafa Marvel, David Dias e Jon Martin. Ao que parece, este será um "treino de alta intensidade, onde todos os participantes vão sentir-se verdadeiramente STRONG!" Ao que eu acrescento: Oh Diabo!

Às 17h30 é hora de Class de Zumba Fitness, contando com vários instrutores nacionais e internacionais. A saber: Neuza Quelhas, Inês Silva, Dalila Salvador, Júnior Silva e Miguel Angel Oviedo.

Os bilhetes variam de preços:
Strong by Zumba - €8
Zumba Fitness - €6
Strong by Zumba & Zumba Fitness - €12 
(escusado será dizer que vou aos dois, não é?)

Para comprarem os bilhetes, basta acederem a este LINK e seguirem os passos!

Quem vem comigo ser mais STRONG?

Catarina


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quando...



"Quando começar a gatinhar."
"Quando começar a andar."
"Quando for para a escola."
"Quando começar a ter interesse por rapazes."
"Quando..."
"Quando..."
"Quando..."

Eram estes os tempos em forma de teorias que a minha pediatra foi dando à minha mãe, que se mostrava preocupada com o meu excesso de peso apesar de, desde sempre, eu ter sido uma criança mexida. Afinal, sempre passei mais tempo na rua do que em casa, e sempre me dei melhor com os rapazes, logo, sempre quis ser melhor que eles. Era o estímulo certo para me superar. Mas o excesso de peso sempre lá esteve.

Aos 13 anos, depois de muita insistência da minha mãe, chegou o diagnóstico: hipotireoidismo. Do diagnóstico ao perceber porque é que o peso não desaparecia foi um pulo. E, desde então, vivi com esse fantasma da "dificuldade extra em perder peso".

Têm-me perguntado muitas vezes qual o segredo por trás destes 26 quilos perdidos. Honestamente, só me vem uma palavra à cabeça: trabalho. O segredo é que dá mesmo muito trabalho perder peso, principalmente para quem, como eu, tem a genética contra.

Mas acho que o que diferencia esta dieta de outras que tentei antes, e que foram muitas, acreditem!, foi mesmo o ter chegado aos 30 anos. 

Sempre ouvi a minha mãe a contar a história do "Quando" da minha pediatra, e também eu me fui deixando encostar à sombra da bananeira à espera do "Quando" certo.

"Quando entrar para a faculdade perco peso."
"Quando sair da faculdade perco peso."
"Quando encontrar o homem dos meus sonhos perco peso."
"Quando começar a trabalhar perco peso."

Havia sempre algo à minha espera, pensava eu, para perder peso. E esse "quando", essa razão de força maior, nunca foi suficiente. Pelo contrário, o peso foi aumentando e a vontade de o perder diminuindo. 
Ouvi durante mais de três anos o meu endocrinologista dizer que era uma candidata perfeita para pôr uma banda gástrica, mas eu sabia que tinha um "quando" à minha espera... E esse "quando" chegou precisamente "quando" era suposto. "Quando" tive a vontade de pegar no saco de ginásio e mudar a mil por cento os meus hábitos alimentares. Tinha de partir de mim, tinha de ser eu a querer. A única coisa que nos impede de fazer o que quer que seja é a nossa vontade, e foi depois dos 30 que, ao perceber que o "quando" não estava a chegar sozinho, eu tive que o ir procurar. 

Hoje, o peso está a sair a custo, a muito custo!, e uma coisa é certa: é a levantar a bunda todos os dias e a pensar no que ainda falta perder que me motivo a fazer mais. Os 26 quilos já lá vão. Que venham os 27... os 28... os 29... É esse o meu foco. E, sim, sei que ainda tenho muito trabalho pela frente. Mas também sei que não estou sozinha.

Estão comigo?

Catarina


domingo, 2 de abril de 2017

Todos a pensar no mesmo...

À segunda-feira é dia de Zumba à hora de almoço. Não uma Zumba qualquer, uma Zumba com o meu mestre Daniel Barreto. É assim a minha hora obrigatória de ir ao ginásio. Faço mil e um malabarismos para conseguir chegar a horas, mas na segunda-feira passada, o Daniel não foi. 

Nada contra a menina que o ia substituir, mas rodei nos calcanhares e fui trocar a senha de Zumba por uma de Cycle, já que também é uma aula que me diz muito e achei, porque não?, já que fico sem Daniel, pelo menos não fico sem mexer a bunda.

Se já aqui vos falei da minha paixão por aulas de Cycle e de como consegui superar a questão traseira de ficar com o hemorroidal aflito com a ajuda de uns calções almofadados, orgulhem-se de saber que, apesar de não ir, de todo, a contar rolar 27 quilómetros numa bicicleta, ou seja, ia sem os ditos calções, pelo menos foi bom ficar a saber que as minhas partes baixas já aguentam este treino sem protecção extra.

E sim, estamos todos a pensar no mesmo.



Boa semana!

Catarina

quarta-feira, 29 de março de 2017

E se eu cumprir as regras?


Isto de ter começado a ser seguida por uma nutricionista da Dieta Emagril tem potencial para ser das melhores coisas na ajuda à perda de peso.
É estimulante termos encontro marcado de duas em duas semanas, ver os resultados a acontecer (já lá vão quatro quilos em um mês) e, acima de tudo, de duas em duas semanas irmos vendo onde posso mudar/melhorar a minha alimentação. Sou aconselhada consoante o que está a resultar ou não; consoante o que a balança nos diz: se estou a ganhar massa muscular; se estou a perder gordura, enfim, é um plano nutricional muito "meu".


A nutricionista que me segue é uma querida, e de vez em quando ainda trocamos mensagens do género "Estou a almoçar peixinho", ao que ela responde: "Linda menina!" É uma espécie de Big Brother de bolso!

Quanto aos meus intestinos, andam felizes e contentes como não andavam há muito tempo, graças ao Lax Extreme. Têm hora certa, todos os dias, de cantarem a música "Soltem os Prisioneiros", o que, comparando com os às vezes cinco dias seguidos sem ouvir essa melodia, convenhamos, é mais que uma melhoria!

Amanhã é dia de nova consulta. Tenho-me portado muito bem, a tomar os meus drenantes da Yellow Natura e a seguir a alimentação recomendada (excepção da noite de kizombada, mas uma noite não são noites!) pelo que espero não desiludir ninguém!

Catarina

terça-feira, 28 de março de 2017

What's your name?


Nas aulas de Educação Visual, começávamos o ano lectivo a "embonecar" uma pasta em tamanho A3 onde íamos guardar os nossos trabalhos de cada semestre. O embonecanço, lembro-me, tinha como única obrigação ter o nosso nome em letras desenhadas por nós. Ora, eu, que até me considero uma menina das artes, sempre tive alguma dificuldade em desenhar, principalmente quando envolve régua e esquadro. 
Assim, o meu longo nome com oito letras rapidamente se transformava no meu segundo nome que, apesar de não gostar dele, só tem sete letras o que, convenhamos, era menos UMA letra para me dar trabalho. Acreditem que, na hora de distribuirmos as pastas uns pelos outros, tinha muitos colegas que perguntavam "Quem é esta pessoa?"

Tudo isto para partilhar convosco uma série de exercícios que achei deliciosa, e que envolve as letras dos nossos nomes. 

Claro que, gostando eu tanto de fazer exercício físico, irei optar pelo "Catarina" em detrimento do meu segundo nome, pois com certeza, mas convenhamos que quem se chama "Ana" ou "Rui" terá mais facilidade que eu em finalizar estes exercícios!

Ora confiram:


Catarina

segunda-feira, 27 de março de 2017

O dia em que virei PT da Rapid FIT&WELL


A vingança pode ser um prato servido frio, é uma verdade. Mas eu sou uma querida e, na hora de inverter os papéis, até acho que me portei bastante bem com os meninos da Rapid Fit&Well de Campo de Ourique.

Passo a explicar.

A semana passada, o Hugo desafiou-me a ajudá-lo a treinar de fato. Para quem pensa que só quem tem excesso de peso ou gordurinhas atrevidas em certos sítios é que treina com electroestimulação muscular, está enganado. Tanto o Hugo como o Carlos, os PT da Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, treinam de fato. Claro, um treino diferente, mas, na realidade, todas as pessoas são diferentes, logo, todas as pessoas têm treinos diferentes. 
Só que, como são eles os próprios personal trainers, acaba por se transformar numa dança contemporânea treinar de fato. O próprio Hugo confessou que nunca tinha aumentado tanto os valores da máquina, muito por precisar de alguém que os fosse aumentando por ele. E eu fui esse alguém. Mas fiz mais do que isso.

Virei uma espécie de estagiária ou PT-wannabe. Ajudei em tudo: dei o ombrinho para o Hugo se agarrar enquanto enfiava as pernas no fato; molhei os dois rapazes nos locais estratégicos onde ficam os eléctrodos; liguei a máquina e fui subindo (ou descendo) intensidades, e dei algum incentivo para aguentarem os impulsos.

Claro que me imaginei logo a carregar nos valores até ao máximo, mas portei-me tão bem que só aumentava a carga quando eles pediam. E são loucos, eles! 
Por exemplo, o Hugo pediu-me para aumentar tanto os impulsos que, apesar de estar deitado, com a própria retracção do corpo foi "andando" pelo chão. E era ver os músculos dele a contraírem ao ritmo da máquina! Que máquina, aquele homem!

Já o Carlos, sim, confere, também é louco! A sério, ele tem tanta energia que às duas por três não sei se é a máquina que lhe dá impulsos, se é ele quem dá impulsos à máquina! E a verdade é que, apesar de terem sido só 20 minutos, não sei explicar, mas parece que o homem acabou o treino com o dobro dos músculos! Whaaaat? Sou mesmo uma PT de excepção, é a conclusão a que chego! 

Aqui deixo registo fotográfico e de vídeo, para o dia que será para sempre lembrado por mim como aquele em que virei PT. Mesmo que só durante 40 minutos...

Catarina


Desculpem lá, mas até parecemos saídos de uma capa de revista!

Quando o Hugo ainda não estava com cara de esforço... 

E, lá está ela, a cara de esforço... no Hugo!

Carlos ainda antes de ligar a máquina!





terça-feira, 21 de março de 2017

Mirror, mirror on the gym...

Traio o Pedro com o Hugo; o Hugo com o Daniel e o Daniel com o Carlos... e ainda consegui traí-los a todos com o Vasco.

De todos eles, além do treino em si e dos seus benefícios, trago sempre alguma coisa. 


Do Pedro trago a inquietude; 

do Hugo trago as boas vibrações;
do Daniel trago a felicidade de dançar;
do Carlos trago o entusiasmo...
e do Vasco trouxe um invulgar orgulho.

Conheci o Vasco numa sessão experimental de Personal Trainer que vos falarei por cá em breve. Uma hora foi o suficiente para ele perceber que eu tenho um problema com espelhos: "Tens de olhar em frente, é importante não só para veres como está o teu corpo, como para manter o equilíbrio e uma postura direita", disse-me ele umas duas ou três vezes antes de eu lhe confessar: "Odeio olhar-me ao espelho..."

A resposta dele foi a mais improvável e, ao mesmo tempo, a mais óbvia. Gostava de tatuar as suas palavras no meu âmago para não mais me esquecer delas, mas partilho-as convosco pois... é isto mesmo. É isto mesmo...! Disse-me ele: "Ainda é tão pequena a percentagem de pessoas que praticam desporto no nosso país, que quem não pratica é que devia ter problemas em se olhar ao espelho. Tu tens de encher o peito e ter orgulho em ti, ainda por cima, fazes exercício com gosto. Sabes que isso é ainda mais raro, certo?"

Como não encarar o espelho com outros olhos depois deste discurso? E é algo tão óbvio que até parece ridículo ter tantos problemas em olhar para mim a treinar. Sim, transpiro que nem um texugo, sim, (ainda) estou fora da minha zona de conforto, mas, caneco!, estou a tentar, e com gosto! 

Assim como a alimentação saudável ou o exercício físico, o espelho é só mais uma barreira. Vamos lá superá-la!



Catarina

segunda-feira, 20 de março de 2017

Run, Catarina, Run... e eu corri a Meia Maratona


Diz o Priberam:

"correr", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/correr [consultado em 20-03-2017]

1. Ir com velocidade (diz-se de pessoasanimais e coisas).
2. Sair em corrente.
3. Passarir passando.
4. Efectuar-serealizar-se.
5. Estender-se.
6. Ter curso.
7. Procurar com empenho.
8. Fluirderramar-se.
9. Divulgar-sepropalar-se.
10. [Direito Estar afecto.


Para mim, "correr" será sempre significado daquilo que, ontem de manhã, contra todas as expectativas, consegui fazer: Acabar uma Meia Maratona.

Se aqui há um ano me dissessem que o ia fazer, teria ignorado tal informação. 

Se aqui há um mês me tivessem dito que o ia fazer, mesmo sabendo que estava inscrita na corrida, eu teria dito que ia "correr" a Meia Maratona a andar.

Se ontem de manhã me tivessem dito que ia aguentar os 21 quilómetros a correr, e que ainda ia ter energia para um sprint final no último quilómetro, teria chamado essa pessoa de louca.

Mas... consegui... Concluí a Meia Maratona de Lisboa. 

Foram três horas e oito minutos a correr. Sim, fui parando a corrida de vez em quando. Confesso que ao quilómetro 6 pensei mesmo em desistir. Não que estivesse cansada, que não estava, mas estava-me a fazer imensa confusão estar a correr sozinha, estava a achar aquilo tudo muito chato! Precisava de alguém com quem correr e os amigos que me desafiaram a ir fazer a corrida já tinham passado por mim todos (e gritado alto e bom som CATARINA!!).

Ainda por cima, claro que como achei que não ia correr tudo, não me preparei minimamente nem olhei para o mapa da corrida. Assim, fui sempre com a sensação que nunca mais chegava ao fim de metade do caminho para voltar para trás. 
Para quem conhece Lisboa, foi ali perto da zona de Santos que o momento de aflição aconteceu... Nunca mais vinha a curva para voltar para Belém, curva essa que só chegou no Cais do Sodré... Estive ali vai não vai para desistir...

Depois, já em Belém, vi uma família de um senhor com idade para ser meu pai e os seus dois filhos. Quando ia a correr ao lado deles, o pai começou a dizer que ia desistir e, claro, a Catarina teve que se meter e dizer "Se desistir eu desisto, e já agora quero chegar ao fim." E lá fomos os quatro. Sem eles acho mesmo que teria desistido. Já estava farta de correr. Não cansada. Farta.

No final, aquela medalha simbólica que dão foi mesmo uma espécie de culminar de todo o sacrifício.
Pela corrida, pelo desafio que tem sido esta perda de peso, por mais uma conquista que não estava à espera de alcançar, mas que... alcancei.

E agora, para acabar este artigo de uma forma ligeira: NINGUÉM ME AVISOU QUE AS MAMAS IAM FICAR TODAS ASSADAS! Credo! Quando fui tomar banho nem queria acreditar na dor horrível que estava a sentir nas mamocas! Portanto, tenho a marca do soutien à volta do tronco e as próprias das mamas tenho assim em espécie de carne viva ou o que é. Sim, já pus creme, mas alguém me podia ter dito que isto ia acontecer! De todo, foi a lesão menos expectável do esforço de ontem...

E agora, se me perguntarem se vou voltar a correr uma Meia Maratona, digo-vos já que não! Está feito. Prova superada. Foi uma sensação do caraças (e ainda é!) chegar ao fim dos 21 quilómetros, mas já vi que correr não é para mim e, não, não tenho curiosidade nenhuma em ver se consigo fazer melhor que três horas e oito minutos!

Fica este sorriso para a posteridade,



Catarina



sábado, 18 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #18

É assim: não tenho orgulho de gostar assim tanto desta música, mas foi daquelas que as aulas de Zumba me foram trazendo e que, a bem da verdade, eu ADORO dançar.

Vá, não me dêem cabo do juízo por aqui deixar este moçoilo para vocês ouvirem, é que hoje vou ter uma MEGA AULA DE ZUMBA e já estou em pulgas por abanar a bunda!

E, antes que ralhem mais, peço já "desculpa" por o Abanar o Esqueleto desta semana ser ao som de Justin Bieber...




Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 16 de março de 2017

Em modo Capela Sistina


Há updates importantes a serem feitos de vez em quando neste blogue.
Um deles, claro está, é a minha pança. Como vai ela?, perguntam vocês. 

Ao que respondo, assim:


Posso afirmar que está a funcionar... Pelo menos, acho que sim. Tanto os treinos com o Pedro como os treinos com o Hugo na Rapid FIT&WELL começam a dar (boa) forma a este meu corpo. Claro que fico super contente por mim, mas, caramba, quero mesmo deixar os meus dois moços orgulhosos! Quero ser uma espécie de Capela Sistina deles. Estou a dar trabalho, eles têm que ter muita paciência, mas vou ficar um deleite, se vou!

Catarina

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...