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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Pôr a blogosfera a mexer com o "Desafio Fit 1632 Horas"




Estou mais do que entusiasmada com isto. De tal maneira que até tenho medo que a L. já esteja farta do meu constante "já posso? já posso?" Mas, como disse, estou mais do que entusiasmada! 
A querida L. das Horas resolveu criar um desafio para pôr a blogosfera a mexer e eu, que não sou menina de recusar uma boa iniciativa, disse "presente!"

A ideia é mesmo essa: fazer cumprir aqueles objectivos de início de ano a que toda a gente se propõe, mas que acabam por ficar na "wishlist" até ao próximo ano: vamos lá ser activos, gente!
Está aí o 
Desafio Fit 1632 horas


As regras são simples: 
  • A duração do desafio é de três meses (de 1 de Fevereiro a 1 de Maio);
  • Cada vez que se pratica exercício físico conta 1 ponto;
  • Cada ponto tem que ser justificado com uma fotografia no blogue criado para a partilha de fotografias;
  • Devem acrescentar dizendo o que fizeram e colocando sempre #nome de cada uma;
  • No final dos três meses, quem perder terá de enviar um presente "fit" à vencedora; a penúltima à 2.ª classificada e assim sucessivamente.
  • No final, em caso de empate, aplica-se a morte súbita (CREDO!), e quem treinar primeiro, ganha!

    O que pode contabilizar como pontos:

  • Qualquer aula no ginásio;
  • Corrida (mínimo de meia hora ou 3 km);
  • Caminhada (uma hora no mínimo);
  • Treino em casa (com intensidade, vá lá ver!)
  • Treino com PT, HIT, ou outro tipo de treino
Já há mais atletas inscritas, claro! Que isto só mano-a-mano não tinha tanta graça e, se quiserem, peçam à L. para participarem também. Basta enviarem o vosso email! E sim, podem estar em qualquer parte do MUNDO! O giro também está aí. 

Cá vai a listagem das campeãs até agora:

Andreia

Claro que, apesar de eu não gostar de perder nem a feijões, esta minha participação mais não é do que um incentivo extra à prática de exercício físico. 

Mentira. Eu quero é ganhar isto.
Só espero ter parado de escrever antes de a verdade vir ao de cima.
Ah, raios!



E aí, gente? Quem se vem desafiar em 2017?

Catarina


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Semana de aniversários


Na sexta-feira passada, quando estávamos a marcar os treinos desta semana, completamente alheia ao facto que vos vou contar de seguida, comentei “Olha, a minha dieta faz anos num dos dias que treinamos”, como se a dieta fosse digna de lembrete na agenda. Bom, até é, mas claro que não é tão importante quanto o aniversário de UMA PESSOA.

Lá marcámos, eu e o meu PT na Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, as nossas duas sessões semanais de electroestimulação muscular.

No dia seguinte, no sábado, o Facebook enviou-me um daqueles lembretes “Olha que estas tuas pessoas fazem anos em breve.” Como sou um pouco esquecida, fui ver se me estava a falhar alguém importante e, qual não é o meu espanto, ao ver que o senhor Hugo, o meu PT, portanto, fazia anos num dos dias em que íamos treinar.

Bom, literalmente, paguei com o corpo o facto de ele ter de trabalhar em dia de aniversário… É o que é! Mas desculpa lá, pah!
Como compensação, e como o que de melhor sei fazer é usar as palavras, deixem-me partilhar algumas sobre este senhor com quem tenho o gosto de treinar.

Já o disse, vou dizê-lo mais vezes no futuro, mas relembro agora: as pessoas! É isso! As pessoas. Com ponto de exclamação e tudo. São mesmo o mais importante. 
Quando conheci o Hugo no treino de teste de electroestimulação muscular, e toda a equipa da Rapid FIT&WELL, o Carlos, a Vanessa, a Flávia, o Francisco, para ser mais precisa, acolheu-me (acolheram-me) logo com o maior sorriso. Na realidade, isso tem acontecido muito. Desconfio mesmo que quem faz exercício físico é mais feliz e passa esse bem-estar a quem o rodeia. Deve ser das endorfinas saltitantes! Mas adiante…

Os treinos do Hugo são sempre desafiantes. Não sei onde raio é que ele vai buscar aquelas ideias, mas treinar com ele E AINDA com o fato de electroestimulação muscular deixa uma pessoa de rastos! Mesmo como eu gosto! É TRX, é boxe, é pilates, é step, é Zumba... Esperem? Eu escrevi zumba? Sim, sim! E não me enganei: a cereja no topo do bolo (de aniversário, pois claro!) é que o Hugo também dá aulas de zumba.
Ainda não tive o gosto de fazer uma aula de zumba com ele (está prometida, mas ainda não aconteceu), mas mesmo com o fato já foi possível dar um balançar de anca à zumba. Maravilhoso! Conquistou-me logo o coração zumbadeiro, o moço.
 
Além disto, tem uma paciência de santo para me explicar os exercícios. Confesso que às vezes ainda me perco entre "glúteos, tríceps, trapézios e afins". E lá tem o Hugo de explicar à gordita como é que se faz o exercício pela milésima vez. #shame 

Pronto, tudo isto para dar aí um valente parabéns a este senhor com cara de menino!


Parabéns, pah. Que seja um dia ainda mais feliz por teres treinado comigo! 

Catarina

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Ir às compras para ir ao ginásio




Metade.
Uma.
Duas.
Três.
Quatro.
Quase cinco.

Esta é a matemática das gavetas que neste momento preciso de ocupar com roupa de ginásio.
Parece que, à medida que o peso foi saindo, ele se transformou em roupa que tem de ter o seu espaço para ser guardado... ou isso ou é outra coisa, mas já lá vamos.

Quase cinco gavetas. E olhem que são gavetas grandes!
Comprar roupa de ginásio, ao início, foi uma necessidade. Acho que tinha apenas um soutien de desporto. Umas calças velhas de fato-de-treino que, ironicamente, usava para preguiçar em casa, e uns ténis até jeitosos, daqueles da Skechers, que parece que massajam os pés em cada passo.
Mas era só isto. 
Rapidamente me apercebi que entre o meu transpirar, as semanas de chuva que não davam para lavar a roupa, o facto de passar agora mais tempo a ter que me olhar ao espelho, logo, a não gostar de me ver sempre de igual, e... o peso a sair, a roupa de ginásio tinha que ser diversificada.
Por estas razões mencionada, sim. Mas também por uma questão de saltar da cama.
Não há incentivo melhor para ir treinar do que comprar uma peça nova. Seja ela qual for. Mesmo se for um soutien, ou até uma fita para o cabelo, a realidade é que saber que temos aquela novidade pronta a estrear parece dar um empurrão extra a caminho do ginásio.

Por isso, que tal aproveitarem estes restinhos de saldos para começarem a ir ao ginásio? Eu ainda consegui aproveitar este fim-de-semana. Comprei uns soutiens novos (perder barriga está difícil, mas as mamas vão que é um instantinho!), um par de calças e duas T-shirts e gastei pouco mais de 10 euros.

Não tirei foto, desculpem lá, mas queria tanto já usar hoje que foi imediatamente tudo para lavar, seguido de engomar e, por fim, arrumar na gaveta. Numa das tais quase cinco que a roupa de ginásio já me ocupa! 

Catarina


domingo, 22 de janeiro de 2017

Zombies à solta no ginásio!



Adoro treinar. Acho que já deu para perceberem isso. Mas há ali dois momentos em que reviro os olhos e me arrependo de não ter ficado em casa agarrada à mantinha a ver uma série no Netflix.

São eles o aquecimento e os alongamentos finais.

Irónico, certo?

Custa-me muito a arrancar e custa-me ainda mais o parar.
O arrancar custa-me porque me sinto sempre a apanhar uma valente seca na passadeira. Não sou de todo fã. Sinto-me assim em modo hamster às voltas na gaiola, mas em versão zombie. Às vezes, quando dou por mim já se passaram 30 minutos e nem dei por eles. Outras vezes estou tão a leste que parece que até me esqueço de como se anda e quase me esbardalho ao comprido na passadeira.
(Mais um ponto extra para se treinar com PT, quando o temos ao nosso lado na passadeira, parece que viramos só hamsters, sem a parte dos zombies. Ao menos vamos falando, quando o arfar o permite, pois com certeza!)

A parte dos alongamentos já é diferente.
Acho que, acima de tudo, é aquele momento em que me sinto desarmada. Imaginem que acontece um apocalipse de zombies (sim, estou muito Walking Dead, hoje) e eu naquele momento estou a alongar! É que nem vou dar pelos mortos-vivos a entrarem no ginásio nem vou ter tempo de me levantar. Ainda não tenho velocidade/agilidade para isso, caneco!

Ainda por cima, neste último treino com o Pedro, o primeiro desde a minha crise pós-estúpida hérnia, fiquei a saber que este meu PT além de ser um grande parceiro a caminho d'O Biquíni Dourado, tem umas mãozinhas que faxavor! Houve ali um momento em que, se os zombies entrassem no ginásio, eu ainda lhes diria "Pshé! Pouco barulho!" de tão descontraída que estava.

É que, depois do treino (que, por eu ainda estar combalida das dores na lombar, foi quase só braços), durante os alongamentos finais o Pedro aplicou um pouco da sua sabedoria de PT na minha área problemática. Ao início doeu um bocadinho, confesso. Ainda por cima, com os anos fui ganhando uma certa resistência em me tocarem na região em questão. Mas, nos finalmentes, já só estava a sentir a dor a desaparecer... e a desaparecer...
E, qual não foi o meu espanto quando, já no trabalho, me apercebi que já não estava nem a coxear, nem com dores há umas valentes horas. WHAT?? Como assim? Desmarquei eu um treino com o homem por ter dores e ele afinal era uma das soluções? Not cool, universe. Not cool.

Não sei que raio de vodu ele para aqui me fez, mas já se passaram três dias e acho que é seguro dizer que a "crise de hernicite" já lá vai. Tenho só assim uma ligeira pontada, quase um "não-fiques-muito-feliz-ainda-que-posso-voltar-a-doer-em-menos-de-nada".

Mas já estou melhor! Se estou!


Catarina



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Zumbemos no mundo

A saga Star Wars pode ser o meu lema de vida, posso pensar nos filmes todos os dias (o que é que querem?), mas há um filme que nada tem que ver com a aventura de George Lucas que marcou a minha infância e que, até hoje, é um dos meus favoritos: Dirty Dancing.


Assim, devem compreender que a dança, o universo da dança, é-me muito querido. Em criança ainda pratiquei ballet, sapateado, sevilhanas… mas nada muito sério.

Por isso, não é de estranhar que, na última terça-feira do mês de Janeiro de 2016, quando me resolvi a ir ao ginásio, na realidade já ia com esta aula em vista: uma aula de Zumba.

Achei que, gostando eu tanto de dançar, esta seria “a” aula ideal para me querer mexer. Para querer fazer. Mal eu sabia é que, naquela terça-feira, a tal última do mês de Janeiro de 2016, eu ia ter uma aula de Zumba com “O” mestre. 

Pode-vos parecer publicidade, ainda por cima, tenho-me apercebido que “vender algo” parece ser a ordem do dia na blogosfera, mas a realidade é que a mudança de vida precisa da ajuda de pessoas. Precisa dos Pedros Mirandas desta vida, dos Eneias, mas também dos Danieis Barretos.

O Daniel Barreto, para mim “o” mestre da Zumba, tem a capacidade de, durante as suas aulas, nos fazer esquecer de tudo o que se passa fora do estúdio. A sua alegria, a sua boa-disposição, a sua arte de dançar e de criar coreografias, o seu charme zumbiano não têm igual. A sério. Tenho este post escrito quase desde a primeira semana de blogue, mas fui adiando a sua publicação por achar não conseguir passar para palavras a felicidade que sinto nas aulas do Daniel… mas vou-vos dar uma ideia.
Já vos contei que, o ano passado, um projecto profissional que me era muito querido terminou. Mais do que o projecto em si, senti que a minha família do trabalho tinha sido separada. Fiquei de luto. Fiquei tão de luto que passei meses sem ir às aulas do Daniel. E porquê? Porque não me queria permitir ser tão feliz como sou nas suas aulas.

Durante as suas aulas sou genuinamente feliz. Mesmo que as dores do corpo e da alma sejam muitas, assim que lhe entrego a senha tudo passa. São 45 minutos de felicidade. Pura.

Ainda por cima, tive a sorte de, nas suas aulas, conhecer pessoas que me receberam de forma muito calorosa no “turno da manhã”: a Manuela, o Álvaro e a Sónia, que, sem querer, são mais boas razões para, todas as segundas e quintas-feiras, ter encontro marcado no Estúdio 2.
  
Se puderem, estejam atentos ao Facebook que o que não falta são eventos com a presença do Daniel. Acho mesmo que pessoa que é pessoa não pode viver uma vida de jeito sem fazer uma aula de Zumba com ele! Por “todo” Portugal e até além-fronteiras há datas marcadas. Sim, que este rapaz ainda vai dominar o mundo! Não têm desculpa para não ficarem a conhecer “O” mestre. Sejam sortudos como eu!


Deixo-vos um vídeo do seu canal do YouTube com uma pequena amostra da felicidade que ele distribui: afinal, quem dança é mais feliz! 



Catarina

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Concluído primeiro mês de electroestimulação muscular




Quando o Ricardo da Rapid FIT&WELL me disse que ia notar diferenças logo no primeiro mês, lá no fundo da minha mente o monstrinho negativo que tenho em mim pensou logo: “Pfffffffffff! Deve ser verdade!”
Ora, eu levava já quase um ano a tentar mudar o meu corpo e, sim, já tinha dado pelas diferenças, mas elas não aconteceram em um mês… aconteceram em vários meses…
Está concluído o meu primeiro mês de electroestimulação muscular na Rapid Fit&Well da Avenida Elias Garcia, em Lisboa.
Os resultados? Para mim, foram mais que muitos. E, afinal, o Ricardo tinha razão.

Logo nas duas primeiras semanas, a diferença foi enorme. Tive pessoas que me vêem todos os dias a perguntar se tinha perdido peso; outras que apanho de vez em quando a perguntar o mesmo, mas o que mais me deu a certeza que eu tinha de facto mudado, foi, ao fim da PRIMEIRA semana de treino, o arregalar de olhos da minha mãe. Depois de uma semana sem me ver, depois da primeira semana de treino (duas sessões por semana), o sorriso no olhar da minha mãe quando me viu disse tudo. Assim como a facilidade com que os seus braços me envolveram num abraço: ela, que é tão pequenina, e eu, tão alta e larga, mas estava, ao fim da primeira semana a treinar com recurso à electroestimuação muscular, menos larga. Estava (ainda) mais abraçável. Foi uma sensação indescritível mesmo.

Tenho a certeza que, se este primeiro mês não tivesse calhado em época de Natal e fim de ano, quando são logo duas semanas de fugir às rotinas e de quebra do dia-a-dia, as diferenças tinham sido ainda maiores.

Ao longo deste processo, tenho aprendido que não é o número da balança que importa. O número que a balança me passa continuou mais ou menos o mesmo, é certo, mas as medidas em si estão diferentes e, relembro, com apenas UM mês de treino.
Foi 1,5 centímetro a menos de braço. E menos um centímetro de anca. Great news, am I right?



É realmente um treino muito completo, apesar de curto. São 20 minutos intensos. O fato ajuda, claro. Bastante. Mas os personal trainers também.
Já o disse tantas vezes, e acho que nunca me vou fartar de o repetir, mas acho mesmo que o mais importante de todo este processo são as pessoas que vamos conhecendo. E eu bem que me posso dar por sortuda por, até agora, ter tido grandes profissionais ao meu lado.
A Maria João, o Eneias e o Édi, os meus “operadores de fato e de saúde”, ensinaram-me tanto neste último mês que nem sei como é que não fiquei mais pesada com tanto conhecimento que depositaram em mim!
São verdadeiros profissionais da saúde. Acho que isso é que é importante. Sim, são os nossos treinadores, mas percebem tanto do que estão a fazer, do corpo humano, do corpo humano em mudança (como o meu) que treinar com eles foi também um processo de aprendizagem.


Estou desejosa de voltar ao fato! 

E vocês? Quando arriscam?


Catarina

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pequeno-almoço de campeã



Todos os dias, sem excepção, assim que salto da cama e depois do chichi matinal e do retiranço de remelas dos olhos, visto logo o fato-de-treino.

Claro, ira saber-me melhor tomar o pequeno-almoço ainda de pijaminha quentinho, de robe fofinho a abraçar o meu metro e oitenta e três e de chinelos nos pés. Claro que ia saber melhor. No entanto, se opto por fazer isso, a não ser que tenha treino marcado com o Pedroo mais provável de acontecer é eu desistir de ir ao ginásio. O conforto pijamal não me deixa sair de casa, o que é que querem?

Não sei se convosco também é assim, mas, se me aninho, é o cabo dos trabalhos para sair do conforto. Parece que há sempre alguma coisa a fazer em casa do género: "Olha, tenho que virar os cabides do armário com a ponta para fora". "Olha, já há muito tempo que não vejo este álbum de fotografias da altura do secundário." Já perceberam a ideia... Acabo por ficar em casa, não faço nada de útil, não treino e tudo por culpa do pijama! 

Por isso é que adoptei esta táctica: o pequeno-almoço é para ser tomado de uma forma: já pronta para a acção!



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

É do caneco!



"caneco", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/caneco
(alteração de caneca)

substantivo masculino
1. Vasilha destapada de madeira, mais larga no fundo que na boca, para transportar líquidos ao ombro.
2. Caneca alta.
3. [Informal] [Desporto] Troféu atribuído ao vencedor ou à equipa vitoriosa numa prova desportiva (ex.: começaram mal, mas conseguiram trazer o caneco para casa). = TAÇA
4. [Informal, Jocoso] Chapéu alto. = CARTOLA
5. [Informal] Região das nádegas. = TRASEIRO
6. [Brasil, Informal] Diabo.
adjectivo
7. [Regionalismo] Um tanto ébrio.


Do caneco
[Portugal, Informal] Muito grande ou que surpreende ou causa espanto (ex.: os vizinhos fizeram um barulho do caneco esta noite). = DO CARAÇAS
pintar o caneco
[Informal] Divertir-se ou fazer diabruras. = PINTAR O SETE


Por outras palavras, CANECO! é a exclamação que mais uso durante os treinos. Não tenho por hábito dizer asneiras daquelas feias, mas este substantivo masculino, como lhe chama o Priberam, é o meu fiel companheiro na luta. 
Eu chamo-lhe bengala vocabular. É com ela que grito ao mundo as minhas frustrações e, até, as minhas conquistas durante os treinos.

E vocês? Têm alguma bengala vocabular durante os treinos? 

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

De volta aos arts & crafts... mais ou menos...

Quando comecei a minha vida de ginásio, deixei de lado uma faceta que sempre tive como certa na minha vida: as arts & crafts.

A realidade é que deixei de ter tempo para me dedicar à causa. Sei que pouca gente acredita, mas é preciso mesmo muita dedicação a trabalhar, ser dona de casa, estar com a família, meter-me em mil e um projectos paralelos e ainda... ir ao ginásio! Tive que fazer escolhas e o tempo que dedicava à criatividade foi ficando mais escasso... até que deixou de existir.

A semana passada apercebi-me que me fazia falta uma bolsa para andar comigo em que desse para trazer a minha agenda (que já aqui vos mostrei e que é da autoria da linda e doce Manuela Rocha), o estojo com as canetas e afins e os papéis que acabam por ir parar à minha mala e que parecem sempre andar na guerra...
Ainda andei à procura em lojas, mas depois lembrei-me... E porque é que não fazes TU uma bolsa?

Lá fui limpar o pó à máquina de costura, resgatar materiais de outras ideias e ei-la! Simples, mas, até ver, já me está a dar um jeitão!  





Que tal? Gostam do resultado?

Catarina

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Problemas de primeiro mundo: depilação a laser ou não?




Invariavelmente, uma das coisas que vem com o ir ao ginásio e estar constantemente com o nosso corpo nos olhos (e nas mãos!) do mundo é... a depilação. Ou, pelo menos, o estar mais atenta à depilação. 
Se, dantes, conseguia gerir bem a coisa, preocupando-me apenas em datas específicas como, por exemplo, "olha, amanhã vou vestir aquela saia"; ou "vou de férias daqui a duas semanas, deixa lá acumular pilosidades e marcar a depilação para um dia antes do início das férias"; ou até mesmo "aquelas calças têm um buraco em 'X' zona da perna, deixa lá depilar nesse sítio específico e no espaço envolvente", agora isso não funciona. Há uma preocupação constante em estar limpinha de pêlos em todas as zonas. Mesmo em todas (não nos esqueçamos que faço hidroginástica e natação)!
De vez em quando, lá escapa um bloco de pêlos. Também faz parte: vejo mal e ainda por cima a minha casa de banho é interior e tem pouca luz... resultado: pêlos que me falharam a olho nu ficam à vista! 
E depois também temos a velha máxima "tem de crescer para cortar". Só que, para quem treina todos os dias (ou quase), o espaço de tempo entre o "ter de crescer" e o "cortar" parece uma eternidade e pode até levar a que sejamos apanhadas na curva, que é como quem diz, com uns pelitos nada tímidos a espreitar pelas calças ou pelas axilas. Só problemas, é o que é!

Bem, tudo isto para vos pedir ajuda: queria experimentar depilação a laser, mas como sou mariquinhas com essas coisas femininas tenho um pouco de receio que seja uma grande banhada e que esteja a sofrer duplamente (na carteira e no corpo) e os resultados não sejam propriamente os esperados...

Alguma dica, meninas e meninos (sim, que eu bem sei que homem que é homem "de-pila")?

Catarina


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Cacifo-polibã ao poder!



Já não sou como dantes. Dantes ia toda vestida para o chuveiro. Trocava os ténis pelos chinelos. Pegava na toalha e no shampoo, mas ia vestidíssima até aos chuveiros. 

Vinte e um quilos depois, pelo menos já dispo a T-shirt. Na parte de cima já vou só de soutien. No entanto, ainda não consigo deixar as calças no cacifo. Lá vou eu de soutien desportivo e calças de fato-de-treino para o chuveiro. 

É a mente de uma pessoa gorda. De uma pessoa que, durante anos, teve vergonha de mostrar o seu corpo. Não sei se alguma vez vou conseguir quebrar a barreira das pernas. Sempre foram o meu grande busílis. Acho-as muito brancas, para começar, e depois, claro, celulite! Buuuh para essa malvada!

Depois, ao regressar do banho, é ver-me toda enrolada numa toalha gigante a levar com mamas alheias na cara a tentar chegar ao meu cacifo. Eu gosto de mamas. Das minhas. Com a das outras posso eu bem passar sem ver…

Na Rapid Fit & Well, onde faço as sessões com o fato de electroestimulação muscular, outra das mais-valias (são muitas, eu sei!) é o facto de o cacifo onde deixamos as nossas coisas ser também o sítio onde vamos tomar banho. É assim uma espécie de cacifo-polibã. Uma pessoa tem espaço para se vestir, para deixar as coisinhas e, claro, para tomar banho e estar nua à vontade!
Apesar de os balneários serem à Ally McBeal (leia-se, mistos), cada “mica” (como lhe chamo) tem tanta privacidade que nem pensamos se o vizinho do lado é homem ou mulher.


Não sei se há mais ginásios assim, mas, pelo menos por onde tenho andado, este é de facto muito único nesse campo. E a gordinha que há em mim adora a privacidade extra!

Catarina
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