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sexta-feira, 10 de março de 2017

Dança comigo, bicicleta!




A primeira vez que fiz uma aula de Cycle, ia para aí na minha segunda semana de ginásio. Como sempre adorei andar de bicicleta, achei que aquela aula seria, quase literalmente, um passeio no parque. Estava (muito) enganada.

Foram dos 45 minutos mais improvavelmente desconfortáveis da minha vida: doía-me o rabo quando estava sentada. Doía-me as pernas quando o professor nos mandava levantar. Tive mais sede do que o litro e meio de água que levei conseguiu saciar. Tive muito calor. Pensei mesmo que não seria capaz de aguentar o tempo regulamentar da aula. Mas consegui. Mal, mas consegui.

Quando saí, o professor perguntou-me como correu, ao que respondi: "Mal, senti desconforto no banco o tempo todo!"
"Pois, acontece", retorquiu ele.

Não sei se por esta atitude "Não quero saber de ti, sua gorda" do professor, se por ter ficado as duas semanas seguintes sem sequer me conseguir sentar para fazer chichi, mas coloquei a bicicleta "na garagem" durante uns valentes meses, mas o bichinho esteve sempre lá.

Numa conversa de ginásio, falaram-me de uns calções almofadados que faziam milagres nas aulas de Cycle. Resolvi experimentar. 

Fui confiante: calções almofadados, duas garrafas de água, top de alças e já uns quatro meses de ginásio no corpo. O professor foi o mesmo, o que ajudou a dar ainda mais o litro. Queria-lhe mostrar que a gordita conseguia pedalar! Tinha tudo para dar certo... e deu!

Hoje em dia é das aulas que mais gosto de fazer, e sei que tenho boa perna para pedalar. Quando estou numa aula de Cycle, parece que é só a música e a bicicleta. Gosto de pedalar com os ritmos que me dão, por isso acho que acaba por ser mais uma aula de dança em que o meu parceiro é uma bicicleta. E basta um bocadinho de imaginação para transformar o Estúdio da aula numa paisagem idílica e ir por aí fora com os meus cabelos ao vento... Adoro!


Catarina



quinta-feira, 9 de março de 2017

Quanto mais me fazes suar...

Já partilhei aqui tantas vezes a paixão que lhe tenho, que até parece mal dizê-lo outra vez, mas quem treina tête-à-tête com um PT saberá que são relações especiais. 

O Hugo tem-se tornado num caso sério de companheirismo nesta luta. Duas vezes por semana treino em Campo de Ourique com ele, na Rapid FIT&WELL, onde me liga, literalmente, à máquina. Gosto muito do Hugo, que gosto, MAS confesso que há alturas do treino em que o que mais me apetecia era vê-lo pelas costas. Tem aquela capacidade extraordinária de, de repente, se transformar num dos meus seres humanos despreferidos! Raça do miúdo! 

Momento Catarina versus Hugo: bring it on!

Ele é fazer a prancha; ele é fazer mountain jacks; ele é rebolar na bola de Pilates; ele é fazer abdominais; ele é kickboxing, ele é fazer equilibrismo em meias bolas azuis do demónio... quer dizer, não é ELE quem faz. Sou EU a mando DELE. Mas vá.

Já sei, já sei, ele está lá é para isso, mas é que às vezes uma pessoa (eu) só queria um cafuné durante o treino. Já nem digo um abracinho, que aí então é que era a loucura. Um cafuné era suficiente. Ou parar. Parar era bom. 

Claro que, com o cansaço todo e o achar que não vou aguentar até ao fim (apesar de o treino durar apenas 20 minutos que são de tortura), vem também a energia para, pelo menos, tentar fazer. Ou melhor, para mostrar (ao senhor Hugo!!) que consigo fazer.  

E, claro, depois olho para o meu corpo... Os centímetros a menos na barriga, os músculos a ficarem trabalhadinhos, a banha a ir embora, o Biquíni Dourado quase ali, os resultados a mostrarem-se no meu 1,83 metros... e lembro-me de novo porque é que gosto tanto dele. É que, sabem?, ele está a ajudar-me a ficar mais apaixonada por mim. E, por isso, só posso ter esta paixão (eterna) por ele.

Catarina

quarta-feira, 8 de março de 2017

Do SER MULHER

Até resolver mudar de vida, não sabia o que era ser MULHER. Era um ser humano, sim, mas isto de SER MULHER não fazia ideia. E não é porque tinha (mais) excesso de peso; uma MULHER gorda não é mais nem menos que uma magra. São só MULHERes diferentes. Eu é que tinha perdido o norte. Andava desmotivada com tudo e ser MULHER era só mais uma coisa que eu... não era.

Não sou de dar grande importância a datas cujo sentido original e nobre se foi perdendo e virou comercial. Mas, este ano, tenho necessidade de celebrar a MULHER. Assim, deixo-vos o link com um vídeo que o ginásio onde treino, a Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, fez com as suas clientes e em que dou um pouquinho do meu testemunho. 

Tem sido um processo de descoberta; um processo de aprendizagem que me levou a uma conclusão fantástica: é maravilhoso ser MULHER. É maravilhoso "perder" tempo comigo. Dedicar-me a mim. Deixar-me ser isso mesmo, MULHER.

Feliz Dia da Mulher para todas e todos que lêem este blogue!

Vídeo disponível (e em que havia tanto ainda por dizer) AQUI.

Catarina

domingo, 5 de março de 2017

Eu tenho dois amores na Rapid FIT&WELL


Já aqui vos disse que tive de "partilhar" o Hugo na sessão da semana passada e, como tal, treinei com a outra cara laroca da Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, o Carlos. 

O que vos posso dizer sobre o Carlos? Bom, para começar, é um irrequieto de primeira, o que, para mim, são logo pontos extras. Acho que quem tem calma não tem alma, como diria o Fernando Pessoa, e ele é o oposto disso. É uma "alma nova" num corpo cheio de energia e, ainda por cima, dá treinos com o tal fatinho mágico da electroestimulação muscular. Parecem um "match made in heaven".

Começou logo por me avisar que ia puxar por mim! Desafio aceite, Carlos! Mas mal eu sabia o que me esperava...
Deu-me a escolher entre dois treinos: (St)ab Strenght ou o TEA (treino de estrutura axial), carinhosamente chamado de Hora do Chá.
Como o Hora do Chá me pareceu um nome muito fofinho e com "água  no bico" (because "tea"), optei pelo (St)ab Strenght o que, olhando para essa escolha agora, me faz pensar que foi a menos correcta... É que, hoje é domingo, o treino foi na quinta-feira, e ainda sinto os meus músculos para lá de doridos. Sim, é brutal, das melhores sensações do mundo, mas quando vos derem a escolher entre um Chá e um "stABing", escolham sempre o Chá... Quer dizer, acho eu!

Sei que tive ali momentos em que o corpo (e a força) me falhou, mas o Carlos é um optimista e esteve sempre ali a torcer por mim, a ajudar-me e a amparar-me. Até me senti uma atleta olímpica, de verdade! É um profissionalão!

Acaba por ser interessante trabalhar com outras pessoas, para receber diferentes estímulos. Foi mesmo um gosto trabalhar com ele. É caso para dizer que tenho dois amores na Rapid Fit! (Bom, na realidade são mais amores, que a equipa é toda um mimo, e o meu coração é grande para todos).

'Bora lá, Carlos! Estou ansiosa de beber um chá contigo da próxima vez... Ou será que não estarei?

Quando o cabelo torna alguém mais alto que eu!
Catarina

quinta-feira, 2 de março de 2017

Dona Judite a tomar conta da Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique... e do meu coração

Quando me perguntavam o que queria ser quando fosse grande, queria ser muitas coisas. Já aqui confessei, cabeleireira-arqueóloga era a combinação perfeita, mas também queria ser professora de dança e astronauta (lá ia eu a bailar pela Millennium Falcon). O que nunca me passou pela cabeça era o que queria ser quando chegasse à terceira idade. Ou melhor, como queria ser quando chegasse à terceira idade.

Antes da minha sessão de hoje da Rapid FIT&Well de Campo de Ourique, assisti ao treino de uma senhora de 87 anos de idade, a Dona Judite, que, além de me deixar o coração e a alma aquecidos, me deu uma certeza: quando chegar à terceira idade, quero ser como ela (e basta ser só um bocadinho como ela que já é muito).

Claro que ajuda este conceito de ginásio estar ao pé das pessoas, nomeadamente numa zona mais envelhecida da cidade de Lisboa como é Campo de Ourique. Logo aí, pontos extras para este “ginásio de bairro”. Mas a realidade é que a iniciativa de entrar no centro da Rapid e de querer experimentar algo que, à partida, lhe poderia “causar espécie”, foi da Dona Judite. Ela lá sentia que o corpo não estava a responder à vivacidade da mente e sendo os benefícios de treinar de fato mais que muitos, porque não arriscar?

Toda a equipa do centro Rapid foi para lá de ternurenta para com a Dona Judite. Quer dizer, eles são assim com toda a gente, que eu já o comprovei, mas claro que ter uma senhora de, repito, 87 anos a treinar, é de mimar mais um bocadinho e eu, enquanto cliente do espaço, não fiquei nada enciumada (e olhem que ela até treinou com o "meu" Hugo, mas a realidade é que com ela nem me importo de o partilhar)!

Geringonça deixada de lado, como a Dona Judite chama à bengala, e foi hora de vestir o fato e “treinar”. Depois de algumas tentativas falhadas de sentir os impulsos (o Hugo foi aumentando a potência devagarinho), o primeiro “Ui!” fez-se ouvir. Já estava a funcionar! Máquina calibrada e pronta para esta acelerada senhora começar a treinar. E “acelerada” é mesmo a palavra certa para a descrever! O Hugo bem lhe dizia “devagarinho, Dona Judite”, mas ela mais parecia estar ligada à electricidade de tanta energia que trazia aos exercícios! Os 20 minutos de treino fizeram-se com a Dona Judite a ser nota 10 o tempo todo. Bravíssima!

Aqui vos deixo um pequeno vídeo para verem a genica de que vos falava. Está prometido mais um mês de treinos e eu conto estar lá para a ver brilhar e partilhar convosco esta força da natureza. Confesso que me deixei apaixonar por ela.



Aquela ternura que vos falava, acho que está mais do que implícita nesta fotografia...
No final, ainda dançámos os quatro ao som de Demis Roussos, algo que, foi mais do que visível a todos, deixou a Dona Judite feliz e, confesso, a mim também.

Existissem mais pessoas assim, é o que vos digo! Com vontade de melhorar. E não falo só de terceira idade, isso é um pormenor. A nossa força está na mente, a nossa idade é a que nós nos damos a nós mesmos e, hoje, ao lado da Dona Judite, do Hugo e do Carlos, tivemos todos “sweet sixteen”.


Catarina


sábado, 25 de fevereiro de 2017

Abanar o esqueleto #15

Durante anos, andei atrás destes senhores que nem uma abelha atrás de pólen. Fui a concertos, encontros, festivais, lançamentos de livros, lançamentos de álbuns, peças de teatro (sim, que ainda assisti a uma ou duas peças sobre a vida destes senhores)... onde eles estavam, era seguro que eu estaria por perto.

Os tempos de faculdade passaram, e esta minha ânsia de os ver acalmou. 

Na quinta-feira, durante a aula de Cycle, eles ecoaram no Estúdio 3 e, qual não foi o meu espanto, quando dei por mim a trepar uma montanha ao som deles. E não é que combina? Combina tanto que de tão embrenhada que estava a cantarolar as suas músicas (em voz alta), continuei a trepar a montanha, mesmo quando já toda a gente estava de rabo sentado na bicicleta.

É que, coincidência das coincidências, esta é das minhas músicas favoritas dos Xutos & Pontapés!



Bom fim-de-semana!


Catarina

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A minha imagem de marca

Eu e o meu cabelo temos uma relação complicada. Eu até gosto dele, que gosto. Regra geral, cheira sempre bem, é assim comprido, ondulado, e dá-me um ar de amazonas que eu bem gosto. É quase a minha imagem de marca, o meu cabelo. (Ainda no outro dia um colega disse-me que me reconheceu no carro por causa dos caracóis dos cabelos aos saltos.)

Mas já uso o mesmo penteado há tantos anos que acho que está na hora de mudar. Mas (há sempre um mas) o meu cabelo, mais que um acessório de moda ou engate, é mesmo a minha maior manta. Serve para me esconder do mundo. Para me deixar refugiar atrás de uma cortina morena, num palco só meu. E é por isso, e só por isso, que o continuo a usar assim. Comprido.  

Prometi a mim mesma que, quando chegasse aos 30 quilos perdidos, ia ao cabeleireiro resolver isto. Até já sei o corte que quero, bem mais pequeno, até porque, nesta vida de ginásio, um cabelo mais curto é tão mais prático e poupa imenso tempo em lavagens e secagens! Mas falta chegar aos 30 quilos perdidos… claro que não é uma lei. Não vou presa se o for cortar agora aos 24 quilos perdidos… mas sempre vi os 30 quilos como um marco. Bem sei que, mesmo com 30 quilos a menos, ainda não vou estar fit, longe disso, mas é uma conquista, o chegar aos 30 quilos, e merece uma mudança!

Quando cheguei aos 20 quilos perdidos, mudei de óculos. Comprei uns bem mais pequeninos, uns que não dessem para me esconder tanto a cara.

Quando chegar aos 30 quilos perdidos, mudo de penteado.

Mas… até lá, vou continuar a ter “bad hair weeks” como esta. Sim, porque se lhe estou a dedicar todo um artigo, é porque esta minha gadelha esta semana está-me a deixar os cabelos em pé!



Catarina


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

De caneta e haltere na mão




Quando comecei o blogue, pensei que rapidamente me fosse arrepender da "temática" escolhida: "Pronto, OK, vou partilhar que perdi peso e que vou ao ginásio, vou ficar sem assunto em menos de nada, mas vou arriscar", pensei na altura.

E ainda bem que o resolvi fazer. É muito mais que só essa partilha, este meu blogue, é a descoberta constante, quase diária, do gosto que é ter decidido mudar de vida. São os pequenos tudos, os pequenos nadas deste corre-corre diário de ir ao ginásio, de mexer, de experimentar coisas novas, de lidar com tanta e boa gente (no ginásio e aqui na blogosfera).

Há sempre coisas para contar. Estou tão focada em mim e neste objectivo que tenho que não há como fugir do assunto "eu" todos os dias. É esta a minha vida agora e claro que há assunto! Se há!

Tivesse eu uma caneta e um papel sempre comigo e vos garanto que tinha muito para vos contar. Há quem seja mais criativo quando vai a conduzir, a tomar banho ou até a fazer o amor, acontece que comigo eu sou mais criativa quando estou na passadeira. É verdade. Aquele ramerrame da passada despoleta em mim o heterónimo Biquíni e fico cheia de ideias e vontades de escrever sobre tudo e nada da vida de ginásio (ou será o subconsciente a mandar-me sair da passadeira?!)

Claro que não dá muito jeito escrever naquela altura, certo? Mesmo no smartphone já se mostrou difícil de o fazer, afinal, uma pessoa já está ocupada em andar, manter-se de pé, equilibrar-se, respirar, ter a certeza que não põe um pé fora da passadeira, observar quem passa, ouvir a música de fundo, pensar que tem fome, pensar que tem sede, pensar que tem calor, pensar que ainda tem os pés frios... uma canseira de coordenação! 

Mas acho que está a correr bem esta minha/nossa partilha. Não encaro de todo vir aqui como um sacrifício, é quase como o arrumar do saco do ginásio ao fim do dia. 

Vir aqui é quase a conclusão do meu dia de actividade.

E de pensar que há pouco mais de um ano a minha vida era tão diferente...

Catarina


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Estou apaixonada...

Estou apaixonada
Sinto borboletas no estômago a olhar para ela, para essa pessoa que me deixa de sorriso encavacado, que me faz desviar o olhar quando os nossos olhos se cruzam.

Estou apaixonada
Dou por mim a pensar nela, nessa pessoa, e, quando não penso nela, refaço mentalmente esses momentos sem "nós" e, como que por magia, "nos" coloco neles.

Estou apaixonada
Anseio por conhecer aquele corpo, por desvendar os seus contornos, por olhar para ele sem filtros e tê-lo como meu.

Estou apaixonada
Preciso de partilhar com o mundo este amor que me cresce apesar de o querer só meu.

Estou apaixonada
Quero fazer bem a essa pessoa, quero fazer essa pessoa sorrir, quero sorrir com ela, quero tratá-la bem, dar-lhe o que merece, fazê-la feliz, deixá-la orgulhosa.

Estou apaixonada
Danço ao som de músicas que não se ouvem! Viajo por sítios que não conheci! 



Estou apaixonada
Falta-me o ar, enchem-se os pulmões! A comida sabe melhor, as cores estão mais luminosas, os cheiros estão mais doces!

Estou apaixonada
Penso no nosso futuro Dourado com expectativa, tremo com o nosso presente e já consigo sorrir para o nosso passado.

Estou apaixonada
Nos dias em que não a vejo, procuro na mesma o seu doce mas guerreiro olhar no meio da multidão, no meio das sombras, no meio dos reflexos... 

Estou apaixonada
Parece que partilhámos já uma vida e, ao mesmo tempo, sinto que ainda não a conheço… ou será que não a reconheço?

Estou apaixonada
De um amor egoísta, que só a mim traz felicidade.

Estou apaixonada




Estou irremediável, inequívoca, completa e até inocentemente, e cheira-me que agora é para sempre, apaixonada…  por mim. 

E não há melhor sensação no mundo!

Catarina

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A dominar o Agarra-te às Paredes!

Este vídeo já é de ontem, mas como ontem foi dia de encarnado-paixão, exacto, dia de jogo do Glorioso, sei que vocês estavam distraídos com outras coisas, daí só publicar hoje.

Mas se neste artigo vos narrei as minhas desventuras com a meia-bola azul e do meu problema com alturas, hoje mostro-vos como já começo a dominar "a bicha".


Sim, ao início ainda precisei bastante da ajuda do Hugo (lá está o "Agarra-te às paredes" da minha avó!), mas convenhamos que até me comecei a sair bem. Não sei como vão ser os próximos treinos na Rapid FIT&WELL, mas começo a torcer que sejam com bolinha azul...
Ainda hei-de conseguir estar tão natural em cima dela como no chão!

PS - Comecei a treinar na Rapid FIT&WELL com um fato tamanho L. Já vou no S! Claro que quando tiro o fato, há tipo uma explosão de banhas e de alívio em mim, mas a ideia é o fato estar mesmo justo, justinho. Venha o XS!

Catarina

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Agarra-te às paredes!

Aqui há uns valentes anos, era eu uma gaiata mínima, por uma longa razão que não vale a pena contar, chateei-me com os meus avós. Fiz birra, vá. 

Quem conhece a zona de Campolide, em Lisboa, onde os meus avós moravam, saberá que tem ruas assim inclinadas. Inclinadíssimas! E eu, na minha birra, seguia à frente dos meus avós, indignada da vida em modo "ninguém-gosta-de-mim-sou-tão-infeliz-olhem-para-mim-a-ser-mimada". A minha avó, a tentar apaziguar a zanga, gritou-me lá de trás: "Não vens ajudar a avó a descer a rua?"
Ao que eu, do alto do meus 6/7 anos respondi: "Agarra-te às paredes!"

Até hoje (sim, até hoje), com os meus 32 anos, a minha avó continua a chamar-me "Ó Agarra-te às Paredes" quando me quer arreliar. 

Castigo do destino, hoje em dia tenho vertigens. É-me mesmo muito complicado descer escadas, saltar de um muro, caramba!, até se estiver em pé é-me difícil olhar para o chão (está lá longe, relembro que tenho 1,83m...). Ando sempre em modo "Agarra-te às paredes"... E quando digo sempre, sim, também quando treino. Se soubessem o difícil que era para mim descer de uma PASSADEIRA! Parecia que estava a saltar a Grande Muralha da China, eu sei lá! Mas já estou melhor. Quer dizer, vou estando. 

De vez em quando, deparo-me com bichos como este, que a Decathlon chama de "Pilates Balance Station Ginástica", mas que eu baptizei de "Lá está o karma a ser divertido."

A olhar para a imagem, até acho parva a dificuldade que tive das vezes que treinei com este bicho azul, mas a realidade é que tive.

Racionalmente, sei que, se cair, a queda nem será por aí além, claro. Mas, relembro, o chão está lá longe, caramba! E convenhamos que em cima deste "estrunfe wannabe" fico ainda mais distante dele, é o que é! Já para não falar da instabilidade que dá, obviamente. É o que vos digo: o karma a ser karma. 

Não há vez em que treine com isto que não ouça em eco, e com voz de gozo, a minha avó a dizer "Agarra-te às paredes!" 

Felizmente, há sempre um Hugo (relembro que com este moçoilo ainda por cima treino com o fato da Rapid FIT&WELL!) ou um Pedro ao lado, mas, se um deles não estivesse lá a postos para dar a mão, só tinha mesmo uma solução: agarrar-me às paredes!

Karma. É só o que vos digo.


Catarina

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Eu, Catarina, aqui me confesso:


Até posso ser tarada do ginásio hoje em dia, mas nem sempre foi assim...

Confesso aqui, com muita vergonha na cara que, apesar de já estar inscrita no ginásio há uns valentes meses, a primeira vez que lá pus verdadeiramente os pés foi para fazer um workshop de... doçaria.

É verdade. Claro que foi um workshop de doçaria light, mais concretamente de doçaria de Natal light, como bolachinhas e broas menos calóricas, mas convenhamos que eu serei, para sempre, e por mais ou menos anos que viva, aquela pessoa que se estreou no ginásio para ir comer.

Sim, confesso com alguma vergonha na cara. Mas pouca. Que, afinal, comer continua a ser dos meus maiores prazeres e, dêem-me um desconto, pelo menos estava a tentar comer de forma mais saudável!


Catarina

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Pequenos "tudos" da vida


Quando na entrada do ginásio se enganam, e em vez de nos darem uma toalha (a única a que temos direito) nos dão duas...


You made my day, sir!

Catarina

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Jogos Sem-Fronteiras pré-ginásio


Há, logo à partida, muitas forças que nos afastam do ginásio. Bem, não são exactamente forças, são quase uma espécie de Jogos Sem-Fronteiras que temos de ultrapassar para chegar ao sítio onde vamos, de facto, treinar:

  • A primeira será, claro está, a vontade.
    Sim, mesmo eu tenho falta dela por vezes. Principalmente em dias de chuva, parece que a cama me prende (ainda) mais.
  • A falta de roupa.
    Sim! É verdade, com as semanas de chuva que têm estado, dou por mim a ter só as calças de fato-de-treino de há 20 quilos disponíveis. Ou seja, as calças caem e até me atrapalham o andar de tão largas que estão... Não apetece sair assim de casa, certo?
  • O trânsito.
    Como tenho as manhãs livres para ir ao ginásio, às vezes dou por mim a adiar a saída de casa para fugir ao trânsito. Vou adiando de tal maneira que, há dias, em que me sai um "pronto, agora também já se faz tarde, o melhor é nem ir lá hoje".
  • E agora, a razão mais improvável... Aquela que, hoje de manhã, me ia desencaminhando do meu objectivo, o tal do Biquíni Dourado, me ia fazendo ficar logo por ali, à PORTA DO GINÁSIO: 



    Sabem o que isto é? Isto que está MESMO à porta do ginásio? Exacto: é uma CASA DE FARTURAS!

    E lá estava ela, a enviar os seus cheiros pecaminosos por toda a entrada do ginásio, de tal maneira que já os sentia no parque de estacionamento... 


    Claro, tive de dar uso a todas as minhas forças para não me dirigir a esta banca cheia de pedaços de mau caminho. Ainda por cima, até tinha uma boa lógica comigo para "atacar" churros e afins: precisava de trocar dinheiro.
    Sim, eu até tinha uma desculpa para me desencaminhar, mas consegui ser forte! Tão forte que acho que mereço um docinho como recompensa.

    Ah... espera.
    Pois!



    Catarina

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Boas vibrações na Rapid Fit & Well!


Devo confessar que ontem não me apetecia mesmo nada ir treinar. Vá, não era não apetecer. Estava cansada. Era mais isso. Esta semana andei mesmo assim com os ombros para baixo. Faz parte.
Por isso, não é de admirar que, quando pus o meu pé tamanho 42 na +Rapid Fit&Well de Campo de Ourique para treinar com o Hugo, o tenha avisado: "Hoje estou sem energia!"

Qual quê? Eu ESTAVA sem energia. Assim que troquei de vestimenta, comecei logo a sentir ânimo em mim. Ainda por cima, estreei calças novas (prenda de mamãe no Natal) e todas elas cheias de Star Wars!



Começou logo aí o humor a mudar.

Chegada ao estúdio, a vontade já estava instalada. Há ali qualquer magia no ar... ou então deve ser mesmo da boa-disposição daquela equipa, que nos deixa logo animados. De verdade! Mas também pode acontecer por estarmos com um fato ligados a uma máquina: dá-nos energia ou assim! 

O que eu sei é que acabei o treino a transpirar que nem um texugo (eu e os meus óculos, sempre bons avaliadores de glândulas sudoríparas) e, no entanto, estava cheia de vontade de me continuar a mexer e com a energia em modo "on" (tanto que dei por mim a bailar no carro a caminho do trabalho... algo pouco comum de acontecer À LUZ DO DIA!) Há ali boas vibrações (duplo sentido subentendido!)

Escusado será dizer que saí do centro com vontade de fazer mais umas três aulas, mas pelo bem da máquina (a minha, não a do fato) é melhor não, que estes treinos são dose!

Deixo-vos uma pequena amostra do meu treino de ontem. 
No primeiro vídeo em que estou claramente a justificar o seguro de trabalho do Hugo e o segundo para verem o bom ambiente que vos falava: enquanto eu fazia o alongamento (que no fato é estar deitada a receber impulsos mais baixos) o Hugo "estragava" o protagonismo do treino do Carlos... Boys will be boys!






Catarina


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

"Mood" do dia:



Hoje é daqueles dias em que começo a pensar porque raio é que a balança nunca mais baixa o número.
Com certeza está avariada, a rapariga. 

O problema não sou eu, és tu, minha menina!


Catarina

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Espécie de aulas de Ciências da Natureza na Rapid FIT & WELL


Pronto, já se sabe. Uma menina das Letras como eu nunca foi de ligar muito a matemática, nem a física, nem a química, nem a ciências da natureza... Logo, tratar do meu corpo humano por vezes é difícil. 

Quando quero dizer a alguém que me dói certa parte do corpo, uso termos tipo "bunda", "nalga", "aqui" ou "pfff-ui!". Ora, uma das coisas mais interessantes de treinar com recurso à electroestimulação muscular (EM) é a atenção que tem que se dar ao corpo. Literalmente.


A EM é feita através de um fato que vestimos e que usamos enquanto treinamos. Até aqui, não vos dou nenhuma novidade. O fato tem todo ele eléctrodos, e são esses eléctrodos os responsáveis pela tal estimulação extra dada aos músculos. (Palavra-chave deste parágrafo: MÚSCULO.)


O treino só começa depois de o Hugo, o meu PT da Rapid FIT & WELL, "afinar" os eléctrodos, ligando-me, literalmente, à máquina. (Não é muito bonito de dizer, verdade, mas é o que é!) 

Já há um registo prévio das potências dos eléctrodos de treinos anteriores, mas, por a zona poder estar mais sensibilizada ou até menos molhada, é preciso, de todas as vezes que começamos a treinar, testar se estamos ou não a sentir a potência dos eléctrodos de todo o corpo onde o fato "toca".


Esta espécie de computador onde o fato é ligado, que a equipa da Rapid chama de Amália, é onde se afina a intensidade dos eléctrodos durante o treino.

É nesta parte que se me começam a falhar as aulas de ciência e rogo pragas à adolescente que costumava dizer "Eu nunca vou precisar disto, que eu vou é estudar Línguas!"... 

É que, se eu tivesse tido o mínimo de atenção naquela altura, hoje saberia que a omoplata NÃO é um músculo e que, como tal, é impossível sentir o fato na omoplata. "É o trapézio", corrigiu-me o Hugo (já vos disse que ele tinha muita paciência). Ou que a tíbia NÃO fica na anca (fogo, Catarina, que vergonha!)...

Entretanto, já começo a perceber que o termo técnico não é "aqui", mas sim "músculo flexor da perna"; ou que "pança" é "abdómen" e por aí fora...

É como voltar às aulas de ciência, com a certeza, porém, que, desta vez, me interesso e vou guardar a informação, para proveito próprio!

Catarina


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Feliz aniversário, mudança de vida!

Passei um ano em cima da balança.
Sofri muito.
Tive dores.
Tive cãibras.
Tive bolhas.
Tive que cancelar planos com família e amigos para ir ao ginásio.
Tive vontade de mergulhar em comida de boca aberta.
Tive sede.
Tive momentos de fraqueza.
Tive momentos de querer desistir e outros de querer agarrar nesta minha nova maneira de ser com todas as forças.
Tive vontade de comer.
Tive pessoas a elogiarem-me pela minha perda de peso.
Tive outras que, apesar de não me verem há meses, nada comentaram (coisa feia, a inveja).
Tive fome.

Chorei. 
Ri. 
Chorei mais um bocadinho. 
Ri ainda mais. 

Transpirei. 
Caí. 
Levantei-me. 
Desisti. 
Retornei. 
Comecei este blog.

Tive mais vontade de comer.

Tive a certeza que tenho muitas pessoas a torcerem pelo meu sucesso.
Tive a certeza que há muitas mais à espera que eu falhe. (Para estas últimas, beijo na bunda cada vez mais fit!)

Faz hoje um ano que comecei a mudar. Não se trata de uma dieta: trata-se de MUDAR DE VIDA. Para melhor. Foi mesmo a melhor coisa que podia ter feito por mim e por quem gosta de mim.
Tenho a certeza que sou agora uma pessoa muito melhor do que era há um ano. E não só pelos 21 quilos perdidos. Isso é um bónus.

Ganhei resistência.
Ganhei vontade.
Ganhei energia.
Ganhei sabedoria.
Ganhei movimento.
Ganhei bem-estar.

Ganhei pessoas (muitas, muitas e boas!).
Ganhei músicas.
Ganhei uma nova forma de estar.
Ganhei tranquilidade.
Ganhei poder.
Ganhei músculo.
Ganhei iniciativa.
Ganhei sabores saudáveis.
Ganhei sorrisos.

Ganhei.
Ganhei.
Ganhei, principalmente com o que perdi, lá está, os quilos.

Este último ano encontrei em mim uma Força que desconhecia ter. Porque, não sejamos sonhadores, é preciso muita força de vontade para mudar hábitos que estão já tão enraizados.

Se queria que a balança já tivesse outro valor?
Queria. 
Muito.

Mas o que tenho de pensar é que, faz hoje um ano, ela tinha um valor muito, muito pior. E está em mim continuar a mudar, para melhor.
Que seja o início de mais um ano activo. 

Afinal, esta minha energia toda tinha de ser canalizada para alguma coisa e, a ser, que seja para mim!


Feliz aniversário, mudança de vida!

Catarina
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