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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quando pedes a mão e ganhas um abraço de gente

Eu bem digo que o que esta aventura tem de melhor são as pessoas. Sim, ganhar saúde porque perdi peso é bom. Mas a minha alma tem recebido tanto carinho que o coração por vezes até se sente a rebentar!

Vamos por partes. 

Esta minha dissertação de hoje surge porque o Hugo me desafiou (OK, ele já andava a desafiar há mais tempo, mas, estupidamente, fui adiando...) a ir fazer uma das suas aulas de Zumba e GAP (glúteos, abdominais e pernas) ao complexo desportivo da Junta de Freguesia de Benfica.

Lá fui a semana passada. Quase que a pedir-lhe para me dar a mão (já sei que não sou burra nenhuma, que o garoto é giro que se farta) de tão enrascada que estava com o novo ambiente (não parece, mas sou muito tímida) e ele deu-me uma mão... a mão da Gabriela. E é só assim a mão mais ternurenta de todó mundo da zumba! Com a mão da Gabriela veio a mão da Isilda e é isto... Tão simples, e de repente sinto que já são mais duas pessoas minhas.

Ficou prometido voltar esta semana, e como passo a vida a desafiar meio mundo a vir fazer coisas giras comigo, ontem foi a vez de desafiar uma amiga, a Andreia, que foi tão bom reencontrar neste contexto. Foi mesmo! 

Quando cheguei à Junta, a Gabriela e a Isilda já estavam à minha espera, com quatro mãos e dois sorrisos rasgados "Só as conheço há uma semana", expliquei à Andreia enquanto as abraçava às duas, como se de um longo reencontro se tratasse... É tão bom, tão, tão bom ganhar pessoas novas. Sim, já as ganhei.

E que tal as aulas, Catarina? 

Bem, caso não tivesse gostado a semana passada, não tinha voltado esta, certo? As pessoas são importantes, mas passar por dois concelhos para zumbar e GAPar é dose e tem de se fazer com gosto!

O Hugo é de facto fenomenal. Eu já o sabia, claro. Mas no contexto de personal trainer que conheço (palavra-chave "personal") é diferente. Somos dois a treinar com um fim em comum (o meu Biquíni, ai não!). Nas aulas de grupo, é ele e mais muitas pessoas, cada uma com o seu objectivo, umas porque querem um escape de fim de dia, outras para treinar, outras para abanar a bunda, outras para olhar para o rapaz giro (que bem há destas que eu sei, suas devassas! :p)... São muitas as opções que levam uma pessoa ao final de uma quinta-feira até à Junta de Benfica, e o profissionalismo, a dedicação, a entrega, o carisma, o humor, o know-how e tantas outras qualidades (que não vou escrever já para ter material para futuros artigos!) do Hugo estão lá á sua disposição. É o maior! E é por isto que eu digo: o meu PT é melhor que o teu. É mesmo!

E agora, a minha parte favoritaaaaaaaaaa: FOTOS e um vídeo para verem como se faz um final de aula de Zumba a envolver a galera!


Sem hipótese: as quatro mais gatas de todas! Nota: pré-aula!

Enquanto uma pessoa desfalece em cima da bola de Pilates, há quem lhe tire fotografias e selfies e assim. Desta não fizeste, Andreia, mas da próxima GAP contigo! 

Confesso que a Andreia não ter feito a aula de GAP acabou por resultar em muitas fotografias minhas a treinar. E esta será sempre uma boa foto minha e do Hugo!


Sou tão pouco apreciadora de lounges!

Mais outra boa foto nossa...

E ainda mais outra!
Não fazer aula de GAP versus Fazer aula de GAP
A Gabriela deu-me a mão, mas esta trupe toda ganhou o meu abraço dourado.
Vamo qui vamo!!



Catarina

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Em modo "5... 4... 3... 2... 1..."


A ideia surgiu-me ontem, durante a celebração do Dia do Biquíni, e fez-me logo tanto sentido que não consigo parar de pensar nela.

Perguntei ao Hugo se era possível, e da sua parte recebi um eufórico "Acho que estarás muito bem". (NOTA: estava a ser irónica quando dizia que ele tinha respondido euforicamente. À pergunta "Achas que daqui a exactamente um ano vou conseguir estar boazona com 'o' Biquíni Dourado?", eu estava à espera de um "Como assim? Boazona já tu és, mas vais estar mais ainda!", ou de um "PFFFFFFFFF! No problem!" ou até em último caso, "Caso não estejas, pomos Photoshop", mas, vá, Hugo, cá beijinho a mim que mesmo com a falta de euforia sabes o quanto gosto de ti.)

O que me ocorreu foi algo muito óbvio. Preciso de um objectivo extra ao objectivo inicial. Preciso de um limite, mesmo se for só para estar lá, sem pressões. Preciso de pensar que, daqui a um ano (hoje será daqui a 36 dias), vou  estar de Biquíni Dourado vestido...  e que me vai ficar "WOHOOO!" (Tem de ficar tão "WOHOOO!" que mesmo quem seja parco em palavras não se consiga conter). 

Para tal, temos desde ontem um contador regressivo aqui do lado direito, só para ter uma ajuda visual a este novo objectivo.



E não se preocupem, que o blogue não vai acabar depois de eu chegar ao meu "eldorado", este contador não é uma espécie de bomba que fará o blogue autodestruir-se daqui a um ano... ou, pelo menos, espero que não seja! 
No dia em que eu chegar ao Biquíni Dourado será o dia em que começará uma nova jornada, a de me manter no Biquíni, mas essa é uma discussão para termos daqui a um ano... e sem pressões.

Catarina

terça-feira, 4 de julho de 2017

Ao menos posso falar com os dedos...

Não sou a maior fã de gritar nas aulas de Zumba. Uso como desculpa um dos meus heróis de todos os tempos ser o Charlie Chaplin e os seus filmes mudos (palavra-chave: mudo). Acho sempre que, das três, duas: ou bem que mexo as pernas e mexo os braços, ou faço os "wowos" pretendidos. Agora juntar tudo não me é possível.

E se já fui treinar com febre, com a pele a escamar, com o pulso lesionado e com o pé enfaixado, fiquem sabendo que, apesar da mudez que me é apanágio, ontem foi deveras difícil estar calada na aula de Zumba... É que estou com faringite. Ou, como gosto de lhe chamar, BrunodeCarvalhite, porque, além de estar com a voz de bagaço, estou com um tom de voz deveras irritante (como o dele). 

Nada que um antibiótico não cure, e não é por isto que vou deixar de treinar, com certeza, mas é engraçado e irritante (de novo, BrunodeCarvalhite) como o facto de não poder cantar, falar ou wowoar me deu vontade de acompanhar as minhas colegas zumbadeiras na aula de ontem. É mesmo o que costumam dizer "o fruto proibido é o mais apetecido". 

E depois, claro, a aula de FOW à noite, em que, desta feita, além da minha cegueira habitual (porque tenho de tirar os óculos) e surdez (porque fico surda quando tiro os óculos, vai-se lá entender...!), ontem tive a variante muda, o que até não deve ter sido mau para as minhas colegas, que já há o mito urbano que eu as distraio durante a aula! 

Bem sei que este é um blogue a apelar a ser saudável, e devia ser vacinado contra qualquer tipo de doenças, eu bem sei. Mas se é o meu percurso até ao Biquíni Dourado, então no futuro vou-me querer lembrar do dia em que pareci aqueles três macaquinhos: cega, surda e muda! 



E hoje tenho treino com o Hugo na Rapid FIT&WELL e estou mesmo a ver que nem vou poder mandar vir com ele como de costume... Não vai ser a mesma coisa o meu treino de hoje... não vai, não!


Catarina



segunda-feira, 3 de julho de 2017

Querido Pai Natal dos anos...

Julho traz com ele uma data muito importante na minha vida, ou não fosse o mês em que celebro mais um Verão (ou seja, em que faço anos).

Como sou um tudo-nada esquisita, todos os anos faço uma wishlist para distribuir à família com potenciais prendas para me darem (hey, não me julguem!, até acaba por lhes ser mais rápido e escusam de passar horas em lojas a pensar se eu vou gostar ou não de uma panela de pressão com tampa de alumínio - que não vou! -).

Já o ano passado a temática das prendas tinha sido para o fitness, mas este ano resolvi pedir uma única coisa fit.

O meu arqui-inimigo.

Gerador de pesadelos noites a fios.

O meu monte Evereste que tem de ser dominado.

Aquela meia bola azul que me deixa logo KO só de olhar para ela, e que me obriga a pedir a mão ao Hugo sempre que é para treinar nela... (o que levanta um problema de logística eu ter uma coisa destas em casa, já que em casa não tenho Hugo, mas tenho paredes... Não sendo uma e a mesma coisa, acho que terão de servir como substituição do melhor PT do mundo, o meu)

Para o meu aniversário, este ano, pedi encarecidamente uma bola bosu:




Se virem o preço, vão perceber porque é que pedi só isto. É carota, que é, mas sei que a vou usar bastante e a realidade é que mal posso esperar para fazer anos só para a desembrulhar e começar a treinar.

Sou doida por meias bolas, o que é que se há-de fazer? =P

Catarina

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Não foi nada celimpático...

NOTA: Este artigo tem uma introdução algo longa, mas que acho que tem de ser feita. No entanto, se quiserem saltar logo para a parte divertida desta publicação, estão mais do que à vontade. Não fico nada chateada. Começamos?

Quando o período me chegou a primeira vez, ainda era uma inocente menina, que não fazia a mínima ideia do que isso era. Foi durante o Verão, naquelas semanas infindáveis de férias, e, ainda por cima, estava numa colónia de férias, o que foi uma grande chatice. Tive febres altíssimas, dores horríveis e apercebi-me logo que tinha encontrado um inimigo para a vida, e que ele me ia visitar uma vez por mês daí para a frente.

Tive sempre menstruações dolorosas, e perdas de sangue tais que sempre me fizeram acreditar que ficava mais barato a minha mãe comprar uma fábrica de pensos higiénicos do que ter de comprar aos quatro e cinco pacotes por mês. De intervalo em intervalo lá ia eu à casa de banho ver se estava tudo bem (regra geral não estava) e odiei o meu corpo de cada vez que tinha o período. 

Rapidamente começámos (eu e os médicos, fui a muitos por causa disto) a perceber que as menstruações longas vinham, sim, de uma anemia (ou a anemia é que vinha das menstruações longas, é escolher!) e comecei a tomar a pílula e ferro. Isto com 13 anos.

São muitas as histórias, ui!, que podia contar sobre a longevidade do meu período (tipo aquela vez em que estive com o período non-stop durante duas semanas), mas fiquemos pelo mais importante, só há uns quatro ou cinco anos é que consegui finalmente estabilizar o bicho. 

Menstruações de longevidade moderada a curta; fluxo mínimo, tendo apenas a agravante de ter dores horríveis. "É porque és gorda", foi sempre o conselho cheio de sabedoria que as ginecologistas me foram dando. (São tão fofinhas, cá beijo na bunda)

Perdi o peso (ainda não todo, OK, mas já foi algum) e as dores continuam... Mas como sou teimosa, e apesar de nunca antes desta vida de ginásio ter usado, mesmo quando estou com o período dou por mim a ir de tampão para o ginásio... e com dores.

E agora entra a parte divertida (ou não!) do artigo. Se saltaram logo para esta parte, não fico chateada, mas espero que tenham consciência que perderam uma partilha longa, sim, mas também muito divertida! Siga:

Ora, ontem, ao terceiro dia de menstruação, eu NÃO era para ter ido fazer a aula que fui fazer. Mas, como me despachei, cheguei ao ginásio mais cedo do que o previsto, toda contente com a minha aulinha à minha espera. 

E que aula era essa? Ora, dolorosamente, estupidamente e até envergonhadamente, digo-vos que fui fazer uma aula de Cycle. Até aqui tudo bem, nada de vergonhas, estupidez ou dores, mas se acrescentar que fiz esta aula de TAMPÃO, aí o caso muda de figura! 

Não sei se já alguém experimentou fazer aula de Cycle com tampão, mas digamos que assim que me sentei na bicicleta, depois daquele impulso natural para colocar o bundão no celim, senti o que estava dentro de mim e não mais parei de o sentir... e não foi agradável. Na verdade, foi tão desagradável que ainda agora, que já passaram mais de 24 horas, tenho a sensação de ainda ter algo em mim, que não tenho. 

Foi muito desagradável, foi tão desagradável! Se não é possível saber o que dói mais, se um chuto nas bolinhas (dos senhores) ou as dores menstruais, se calhar o que eu senti ontem durante 50 (CINQUENTA!) minutos é assim um mix dos dois... 



As coisas que eu faço pelo meu Biquíni...


Catarina

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Uma festa que meteu água e até uma despedida de solteiros!

As minhas expectativas iam bem altas, ou não tivesse esta Hidro Rock Session a promessa de me pôr de vez em quando a olhar para cima, para o céu estrelado... (OK, o céu esteve pouco estrelado, vi a ursa maior e um ou outro avião, muito por culpa de nuvens feias, mas eu sei que ele estava lá, sem um tecto a separar-nos!)

A água estava quentinha, o espírito de todos os presentes estava eufórico, as pulseiras luminosas em cada pulso, e a música digna de ser acompanhada.... Mas... e mais, Catarina? E mais?

Repito, as expectativas iam altas, mas na realidade não sabia bem ao que ia. Claro, costumo fazer aulas de hidroginástica, portanto essa parte estava mais ou menos resguardada na minha mente, só que em vez de começarem às nove da noite como aconteceu nesta Hidro Rock Session, as aulas a que costumo ir começam às nove da manhã. E depois, apesar de já a conhecer de outras (n)andanças (fiz o Curso de FOW Duo com ela), nunca tinha feito uma aula de hidro com a instrutora Paula, nem com o instrutor Vítor, e tenho a dizer que, se acho que já é difícil dar uma aula de hidroginástica para 30 ou 40 pessoas de uma vez, o que esta dupla-maravilha conseguiu foi fenomenal. Mais de 100 (!!) pessoas com pulseiras a brilharem no escuro a seguirem cada movimento deles, com um ritmo e uma energia que, confesso, por vezes tive dificuldade em acompanhar (estive sempre muito consciente que o fato-de-banho me estava largo e que podiam acontecer vislumbres mamários a qualquer momento).

Não podia falar deste evento sem trazer um momento que me foi muito especial à memória e sem um agradecimento a uma pessoa que me é muito querida. Já falei aqui neste blogue de tanta gente, principalmente de gente que esta vida de ginásio me trouxe, mas ainda não falei nele como deve de ser (só uma referência ao seu ressonar, coitado!). O Nunoz que conheci, lá está, por culpa desta mudança de vida, posso afirmar que, apesar de nos conhecermos há pouquíssimo tempo, é um amigo. Não só com "a" maiúsculo, mas com todas as letras em maiúsculo: AMIGO. 

À expressão "Ena, trazes muita gente!", que o Nuno, o director da Piscina Municipal de Barcarena, me disse depois de lhe dar a minha lista de inscritos, eu respondi apenas "Tenho uns amigos que vão fazer a despedida de solteiro na Hidro Rock Session."
Da minha parte foi só isto. Nem pensei mais nesta situação até que, na véspera da noitada na piscina, ele me volta a falar nisso: "Já tenho um discurso pronto para os teus amigos."
"COMO ASSIM??", palpita o meu coração aos céus começando  de imediato a fazer contas às horas (poucas) que ainda teria para ajudar a compor o discurso. 
E lá consegui. Como não há nada que uma loja do chinês não tenha, comprei duas coroas, para a menina e para o menino, e, logo no início desta festa aquática, quando o Nuno falava aos presentes a dar as boas-vindas, eu já sabia que ele ia falar com dois presentes "meus" em particular, com a Helena e com o Nuno (olha, viram, que até têm o mesmo nome?). 

A cara de surpresa na Helena encheu-me tanto o coração, que é com ele (o coração) nas mãos que agradeço ao Nuno (ao director, não ao noivo, quer dizer, ao noivo também, que se não tivesse pedido a agora noiva em casamento nada disto teria acontecido) esta surpresa boa. Porque quem faz coisas boas aos meus terá todo o meu carinho, ainda por cima, quando a pessoa que faz também já a considero minha. É assim felicidade ao cubo (porque como sou de Letras não sei mais que as expressões "ao quadrado" e "ao cubo", mas sei que "ao cubo" é mais, portanto é isso).

Obrigada, Nuno (pela tal surpresa em particular) e a toda a equipa da Piscina Municipal de Barcarena. Por vossa culpa ando a sonhar com Hidro Rock Session há três noites, e aposto que a minha bunda não tem sossegado madrugada fora.

E agora, as fotografias!









Ninguém fica bem de touca, bem sei...





Vivam os noivooooooooooos!!

 
O Nuno e a Paula! Cá beijinho a mim, fofinhos! <3
Catarina

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Casamento à vista... e tenho mesmo, MESMO, de caber neste vestido


Parece que esta é a semana da moda cá no blogue, ou não viesse de novo falar em roupa, mas é que me apercebi que falta menos de um mês para o casamento de uma amiga e, como tal, tenho MENOS DE UM MÊS para caber maravilhosamente bem neste vestido:

Fotografias estrategicamente mal tiradas para gerar algum suspense.
Não sou a noiva, mas o vestido é tão lindo que merece um rufar de tambores até do dia C (de casamento)! 


OK, ele serve-me, mas estou com aquele eterno problema que parece afectar muita mulher: por um lado está-me largo nas mamocas e por outro está a caminho do folgado, mas ainda demasiado justo, nas ancas, portanto tenho até Julho para pôr silicone no peito e fazer uma lipoaspiração às ancas... Ai... esperem, se calhar não. Se calhar tenho até Julho para pedir à minha avó que me aperte as alças do vestido e para pedir ao Hugo uns treinos dirigidos às minhas ancas na RAPID FIT&WELL

Ou seja, depende de terceiros este vestido me ficar impecável até meados de Julho... Ufff! Que alívio. Por momentos pensei que tinha de me matar no ginásio por causa de um casamento! Uffff.

Catarina

terça-feira, 13 de junho de 2017

#souumapata


Para quem me segue no Instagram, já percebeu que tenho andado on tour pelo País com o Fitness On Water (FOW). Muito por culpa desta situação, dou por mim a aceitar os desafios da Filipa, a minha trainer de FOW e a "big boss" do projecto, apesar do seu (arrisco) 1,60 m.

Na sexta-feira, fomos até ao Algarve, para um dia de actividades aquáticas nas Piscinas Municipais de Lagoa. O sucesso foi tal que se teve inclusivamente que abrir aulas extras de FOW! Quer-me parecer que a malta de Lagoa ficou viciada... 




E este céu que apanhámos a caminho de Lisboa? <3

No sábado, foi dia de rumar à Praia das Rocas, em Castanheira de Pera. Já conhecia a famosa praia "que faz ondinhas", e até tinha gostado, mas confesso que agora com FOW é outro luxo. Parece que estamos num resort de luxo. E, claro, mais uma vez as aulas foram um sucesso! Se começou por serem individuais, rapidamente deu para perceber que o ideal era mesmo fazer FOW DUO, tal era a procura das bases... e as piscinas ainda não estavam cheias por aí além! Têm até Setembro para experimentar FOW numa piscina ao ar livre com uma envolvência brutal como a das Rocas.
Além da piscina em si, ter passado o dia com mais três trainers de FOW, a Carla, a Ana e o João, foi mais uma vez sentir que o melhor mesmo é sair de casa e fazer exercício físico. Damos por nós a conhecer pessoas fantásticas como estes três que eu conheci e que me receberam logo de braços abertos. São espectaculares!

Eu já visto a camisola... Literalmente! 





No domingo, mais pertinho, foi dia de inaugurar as Summer Classes de FOW nas Piscinas Municipais de Barcarena. Todos os domingos, até ao final de Julho e da parte da manhã, terão aulas de FOW com o trainer Bruno, que apesar de ser um porreiraço tem aquela capacidade irritante de lhe querer provar que conseguimos fazer as coisas, e tanto assim é que dei por mim a conseguir finalmente saltar em cima das bases. Yes! Além disso, convenci três amigos a virem experimentar uma das aulas comigo. Creio que deixei uma delas, a Sabina, viciada e a outra, apesar de ter tido menos à-vontade em cima da base, aguentou duas aulas seguidas ao meu lado. Brutal, Cátia! 




E na segunda-feira? Ficaste sossegada em casa a descansar, certo, Catarina? Claro que sim... Só que não! Na segunda-feira foi dia da minha aula de FOW... das segundas-feiras, na Piscina Municipal do Alvito - Alcântara. A partir das 20h15 e até às 21h15, é hora de SHAKE e desta vez até levei o marido, que até já tinha assistido à formação de FOW DUO e que tinha ficado mortinho por se pôr em cima da base.

Enfim, andei a ajudar a espalhar este bichinho de água tão bom de seu nome FOW e fui fazendo aulas pelas piscinas do País, o que já faz a minha mãe chamar-me "sereia" a torto e a direito... mas a minha hashtag favorita para estes dias foi mesmo uma: #souumapata. 

Sou mesmo!

Catarina

sábado, 10 de junho de 2017

Abanar o esqueleto #29

Basicamente, a minha playlist de ginásio (e da vida, na verdade) é composta por Ghost e pelas músicas que ouço na Zumba. Tudo o resto tem ficado um pouco de fora da escolha musical, confesso.

Assim, para variar dos senhores de cara escondida, hoje deixo-vos uma música das aulas do Daniel, que tem uma coreografia brutalíssima, e que sempre que a ouço me deixa com um sorriso estampado.

Abanem esse esqueleto!



 

Bom fim-de-semana!

Catarina

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sem ele era ainda mais difícil...


Simulava cada mudança metida e cada pisca colocado. Era das coisas que mais gostava de fazer quando a família ia toda tratar do jardim do meu tio: sentava-me no lugar de condutor a fingir que conduzia. Na minha cabeça, recriava a viagem toda que fazíamos desde a nossa casa nos Olivais até à outra margem, à Lagoa de Albufeira, para a casa de férias de um tio.

Quando fiz 18 anos, a minha avó quis-me oferecer logo a carta de condução, mas eu, que sabia que não ia ter dinheiro para comprar um carro nem para o manter, resolvi esperar. 

Entrei para a faculdade, fiz curso, pós-graduação e estágio, e só ao fim de estar a trabalhar quase dois anos é que resolvi tirar a carta.

Claro, chumbei no exame de código a primeira vez, com quatro (FOI POR UMA!) respostas falhadas. Tive com o código o mesmo amor (not!) que tive com a matemática: para que é que preciso de estudar isto se não me vai fazer falta para a vida? O que é que me interessa se um camião pode levar mil toneladas ou três mil? Não vou andar a pesar camiões, gente! 

Da segunda vez que fiz o exame de código, com a pressão de não querer gastar mais dinheiro em inscrições (sou muito tio Patinhas, confesso), arranjei um estratagema para aqueles dados que eu achava irrelevantes, mas que me tinham tramado no primeiro exame. Compus rimas para todos os valores, pesos, limites de velocidades, enfim, foi ver-me no exame de código a abanar a cabeça ao som das minhas rimas... mas passei, e com zero perguntas falhadas. 

A condução foi outra história. Lembro-me de, na primeira aula em que conduzi, o meu instrutor ter passado a maior parte do tempo ao telemóvel, e chegámos inteiros ao destino - facto que me deu uma confiança parva na altura, do género "Ena, conduzi sozinha!"
A realidade é que passei no exame de condução à primeira, apesar do (muito) nervosa que ia.

Toda esta viagem pela minha memória automobilística para chegar a esta conclusão que, agora sim, tem que ver com este blogue:

se conduzir desse para perder peso, podem ter a certeza que já tinha chegado aos 30 quilos, quiçá 35?, perdidos. As voltas que dou no meu carro de um lado para o outro de ginásio em ginásio, fazem dele um verdadeiro peregrino nesta minha causa.

Por isso, hoje queria pedir uma salva de palmas para o meu bólide, o parceiro ideal de treino, o verdadeiro Jedi Master!


Catarina

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Deixa-me lá pôr a mão em músculo campeão!


Há ali um momento quando vestimos o fato que permite treinar com electroestimulação muscular lá na Rapid FIT&WELL, em que temos que enfiar a perninha numa espécie de mini-calção. 

Desequilibrada como eu sou (e um pouco aproveitadora também), é sempre a desculpa ideal para pôr a mão em ombro alheio. Regra geral, sendo o Hugo o meu PT inicial, faço sempre um momento de "ai que se me falha o equilíbrio" para me agarrar ao senhor. De parva não tenho nada, como estão a ver (e de equilíbrio também. Na verdade, eu agarro-me porque me desequilibro mesmo, mas para propósitos de comédia para este artigo, tenho de dizer que sou atrevida, pois claro!). 

Por causa do horário, há dias em que tenho de treinar da parte da tarde, ou seja, sem o Hugo, e eis que treino, ou com o Carlos, ou com o Rui. 

O Rui é a mais recente contratação do centro de Campo de Ourique e, além de ser um doce de pessoa (recebe-me sempre com um sorriso enormeeeeeeeee) é um campeão... E não é que é mesmo?


No passado domingo, em Espinho, arrecadou a medalha de bronze na Diamond Cup 2017, na categoria Master +55, e digo-vos que é mais que merecida. Eu bem vi o foco e a dedicação necessários para se ter um corpo assim tão esculpido. Não fazia ideia!
Além do treino (que ia das 07h às 12h30 todos os dias), o que mais me espantou saber foi o rigor e entrega necessários na alimentação. Com uma dieta de 1.270 calorias por dia, era tudo contado ao mais ínfimo detalhe, cada grão de arroz, cada líquido ingerido, e lá me contava ele estas coisas como se nada fosse... Que vontade de querer, digo-vos já! E ainda para mais, ter essas restrições alimentares (que para mim seriam uma espécie de tortura) e ainda ter a capacidade de ser tão fácil no trato, tão amável e bem-disposto e ainda ter forças para pegar em mim como o chegou a fazer num treino! Ele é TÃO o maior! 

No domingo estive sempre a enviar-lhe energias positivas cá de Lisboa, pois infelizmente não consegui ir a Espinho, apesar de até já ter em ideia levar um cartaz a dizer "Dá-me os teus abdominais!"
E que ricos abdominais...



E a partir de agora, naqueles meus momentos de desequilíbrio, quando aproveito para pôr a mãozinha em músculo alheio, fiquem sabendo que não é um músculo qualquer que eu afago, não senhores. O músculo a que me agarro é campeão, de seu nome Rui de Moura, e é um orgulho poder dizer que treino com ele! 



Parabéns, Rui! Cá beijinho a mim, campeão! 

Catarina




quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trinta quilos perdidos à vista... ou, às pernas!


Começo a desconfiar que nunca mais chego aos 30 quilos perdidos por causa da "celebração" que arranjei para mim mesma: cortar o cabelo.

Estou nos 27 quilos perdidos há quase um mês, e eu já sei que é por fases, eu já sei! Mas, conhecendo-me, acho mesmo que o facto de andar a apregoar que quando chegasse aos 30 quilos perdidos ia dar um corte radical ao cabelo, me está a causar alguma tendência, involuntariamente, para não chegar a esse valor... é que eu ODEIO cortar o cabelo. Ainda para mais, ainda não me sinto à vontade com quem sou, com a minha cara, etc, além de que só agora descobri o fascínio de zumbar de cabelo (LONGO!) solto!

Assim, e como quero mesmo, mesmo, mesmo chegar aos 30 quilos perdidos, resolvi riscar a ideia de ir cortar o cabelo para celebrar, e pensar noutra coisa. 

"Do que é que tu gostas?", perguntei-me a mim mesma. 
"Star Wars, desporto", respondi-me.
"E achas que precisas de alguma coisa que envolva essas duas coisas?", atrevi-me a perguntar.
"Precisava, sim, Catarina. Precisava de mais umas calças para treinar na Rapid FIT&WELL, que as que tenho não chegam", respondi em modo "duh! Não é óbvio que preciso?"
"Estás à espera de quê?", concluí a mim mesma.

E lá fui eu ao eBay procurar umas leggings abençoadas de Star Wars... e encontrei!
São tão giras e são tão as minhas pernas que mal posso esperar por chegar aos 30 quilos perdidos para as comprar!



Digam lá se não é uma celebração com muito mais Força?

Catarina

terça-feira, 6 de junho de 2017

Como uma FOWça que ninguém pode parar!


Quando me abanam uma waterbase para fazer uma aulinha de Fitness On Water (FOW para os amigos), lá vou eu atrás. Ando completamente viciada nas aulas e, além das que faço na Piscina de Alcântara, tenho andado tipo "groupie" atrás da FOWmília.

No passado domingo, fui até ao Complexo Municipal de Piscinas na Sobreda, para assistir de longe (palavra-chave "assistir") a um worskhop de FOW DUO para trainers.

Relembro, eu fui ASSISTIR, mas também fui na esperança de, no fim do workshop, poder saltar para cima da base e FOWar um bocadinho. Por isso, lá fui com o meu saco de FOW atrás (sim, já tenho disso, um saco de ginásio só para as aulas de FOW!)... e nem eu sabia que ia mesmo precisar do fato e da touca!

Ter assistido à parte teórica fez sentido na minha cabeça, ainda para mais já tendo eu testado uma aula de FOW DUO (sim, estamos duas pessoas em cima da base) e ter visto que a coisa fica ainda mais complicada, mas que acaba por dar uma maior proximidade a quem está a fazer a aula connosco. É muito divertido. Mas a parte teórica como que abriu um caminho na minha mente para estar mais alerta da próxima vez que fizer uma aula dupla. Até aqui tudo bem.

Mas depois, quando chegou a parte prática (ainda em terra), confesso que já me estava a preparar para me sentar a um cantinho a vê-los a treinarem quando ouvi o meu nome. Claro, há mais marias na terra, por isso à expressão "A Sara faz com a Catarina!" eu respondi acompanhando com um autoapontar de dedo "Com ESTA Catarina?"... E da Filipa e da Tinoca (as duas formadoras que amo de paixão, mesmo!, e que só por isso não hesitei no que aconteceu de seguida...) recebi um confiante "SIM!" É que, sendo uma formação para FOW DUO e tendo faltado um dos trainers inscritos, era necessário alguém para fazer par... Entra (ou mergulha) a Catarina. E, sim, esta que vos escreve.

Pronto...  o resto podia escrever e escrever e não vos ia conseguir passar o que senti... A cumplicidade criada quase instantaneamente com a Sara, os meus parceiros trainers da base do lado que foram 5 estrelas no trato, as formadoras sempre a terem uma paciência de santas para mim, o ter de olhar para o caderno da Sara por não saber (que vergonha!) como se escreviam certas palavras e expressões estranhas ao meu dia-a-dia (como "crista ilíaca lateral"), o conseguir desafiar-me a fazer um back to back stand up ou uma pirâmide mais jack knife (google it!), e depois as quedas na água, o estar quase a conseguir, mas cair, o estar quase a conseguir mais CONSEGUIR, o conhecer pessoas novas e tão, tão boas (a Sara, a Carla, a Marta, o Bruno...), o estar dentro de água tantas horas que ainda hoje, terça-feira, sinto os dedos das mãos enrugados... FOWgo! Foi do caraças... e cada vez mais me faz gostar disto, desta maneira estranha de ser feliz ao praticar exercício físico!



Ficam as fotografias! Palavras para quê? FOWamos juntos?








Devia estar a copiar qualquer coisa... 















Foto de FOWmília!


Sem palavras... mesmo... <3




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