É um facto: já os conheci demasiado tarde. Quando comecei a prestar atenção a estes senhores, já tinham anunciado a tal "pausa na carreira" o que quer dizer que, por enquanto, só os posso ouvir no YouTube e... nas aulas de Zumba, que foi onde os conheci.
Durante muito tempo ouvi esta música em "loop" por todo o lado.
Hoje deixo-a aqui convosco para vos desejar bom fim-de-semana!
Este blog vai falar pela primeira vez em Natal! Não é por
mal ainda não ter falado. Não é. Durante muito tempo, fui aquela pessoa que
cantava músicas de Natal o ano inteiro. Na minha mesa de trabalho tenho um barrete
do Pai Natal sempre engalanado. E, na realidade, é uma altura do ano que gosto muito.
Ou melhor, era.
Nunca tanto como este ano estou desejosa que as festividades acabem… E por uma
simples razão: vai ser o primeiro Natal em que vou estar… de DIETA. Sim, é uma
mudança de vida, mas também é DIETA!
Ainda por cima, sendo que o dia 24 será na nossa casa, a
minha vontade é pôr toda a gente a acompanhar-me em menos doces, menos badochices
no geral, mas claro que isso está fora de questão.
Já ando à procura de receitas natalícias saudáveis, mas a coisa não
está famosa…
Por isso, mais do que ajudar neste meu post de hoje, preciso
de ajuda! Alguém tem receitas natalícias pouco calóricas, mas que sejam cheias
do aconchego estomacal da época? Agradecida!
Estou a ver que esta coisa de ter um personal trainer tem muito mais que se lhe diga!
Neste momento, sinto que estou numa relação e, como tal, tenho que lhe ser fiel a 100% e tenho de o ser para lá das nossas duas sessões semanais.
Ou seja, se lhe digo que estou a fazer dieta, estou MESMO a fazer dieta.
Se lhe digo que estou a ter cuidado com o que como, estou MESMO a ter cuidado com o que como... Enfim, já perceberam a ideia...
Claro que isso é uma coisa boa. Então, não é?
Caramba, mais uma "amordaça" para aquilo que tenho mais dificuldade em fazer!
Trinta agachamentos? Vá, faço quarenta e é só porque estou com pressa.
Trinta minutos de bicicleta? Vá, faço cinquenta e é só para não ocupar as máquinas demasiado tempo.
Agora, ponham-me um croquete à frente, e a coisa muda de figura. Aí, tenho mesmo de me controlar. Aí, sim, a Jedi em mim tem de vir ao de cima e controlar a vontade (parva) de devorar o croquete.
Hoje em dia, tenho a vozinha (e uso o diminutivo não por o Pedro ter uma voz à guarda-redes Ricardo, mas sim porque nessas alturas o imagino como uma espécie de grilo-falante. Assim de chapéu de cano alto e empoleirado ao meu ombro) do meu excelentíssimo PT em modo "on" sempre que admiro algo que, se calhar dantes, ainda era tido como certo dentro do meu estômago. Agora faço só isso: admiro.
Claro, 21 quilos não se perdem sem restrições e no último ano fiz muitas, mas agora tenho ainda mais cuidado. Quando até posso querer vacilar a qualquer momento, ainda por cima no meu trabalho há sempre motivos para comer o que não se deve!, penso logo "O Pedro não aprovaria". E sigo caminho para algo que não me faça mal (tipo uma folhinha de alface ou assim!).
Na sexta-feira
passada, a tal da Black Friday, por questões de trabalho fiz-me a Lisboa de
metro! Deixei o meu bólide onde a EMEL não brilha e lá fui eu, provavelmente
até à estação mais funda de todas (não digo qual para os senhores da EMEL não
ficarem com ideias!) e, não só sobrevivi ao acto de andar de metro (para mim
foi black Friday por causa disso! Eita, estação funda e escura!!) como subi
TODOS os degraus "pedonalmente" e… sem ficar com os bofes de fora.
Caramba! Que orgulho! Não só me recusei a "subir" pelas
escadas rolantes como consegui aguentar a subida. A realidade é que quando
cheguei ao topo é que me apercebi que já tinha acabado. E estava calminha. O coração
apenas ligeiramente acelerado, a respiração um tudo-nada alterada, mas só isso.
Nada de desconfortos, nada de precisar da bombinha da asma porque “ai-meu-Deus-que-se-me-morro-aqui”…
nada disso.
De facto, esta mudança de vida está a ser muito mais do que
visual. Esqueçam isso. O importante mesmo é a minha saúde e, caramba!, fiquei
tão orgulhosa deste corpo! Caramba!
Aqui há uns anos, concretizei uma das minhas viagens de
sonho: fui até Marrocos. E fui no sentido demorado e profundo. Estive lá duas
semanas, percorri quilómetros e quilómetros e, entre outras coisas, trouxe os
ritmos marroquinos comigo.
A artista que aqui vos deixo hoje, Hindi Zahra de seu nome,
tem esses ritmos, mas, também, um pouco de Europa. Afinal, cresceu em França.
Espero que gostem! Com esta música o esqueleto é para abanar
mais devagarinho, mas também se abana, pois com certeza!
Esta dicotomia é tão verdade... Já dei por mim a cancelar tanta coisa por ter que ir ao ginásio. E nem é por mal, claro. A realidade é que eu TENHO de ir ao ginásio. Nem que seja só ir fazer meia hora de passadeira, nadar umas piscinas, enfim... TENHO de ir. É tão certa para mim essa rotina como tomar o pequeno-almoço todas as manhãs. Até posso não conseguir almoçar ou jantar, mas o pequeno-almoço é sagrado. Tal qual ir ao ginásio.
Como devem calcular, já dei por mim a ter que reagendar muito da minha vida para, por exemplo, apanhar as minhas aulas favoritas ou fazer a sessão com o PT. É uma valsa diária e, pelo si, pelo não, o saquinho do ginásio está sempre a postos. Na realidade, ir ao ginásio, fazer exercício físico, sentir aquele dorido depois dos treinos, são o meu "happy place", por isso "cortar" nas outras coisas é fácil.
Mas a realidade é que já dei por mim a pensar nisto: "será que não tenho vida porque estou sempre no ginásio? Ou vou para o ginásio porque não tenho vida?" ;)
Se este blog deve o
seu nome a um elemento de uma saga, saga essa que é o Star Wars, não se
espantem se, de vez em quando, eu falar dela por aqui.
Assim, é com grande
tristeza que vejo nomes, que não o meu, a serem chamados para fazerem parte de
todos os spin-offs que por aí andam.
Camandro, Disney e
LucasFilm! Então anda aqui uma pessoa a treinar para ser Jedi, e nem é
consultada se quer fazer parte ou não destes filmes? Como assim?
Isto tudo porque
surgiu mais um nome para o spin-off sobre Han Solo, e, desta feita, a escolhida
foi Emilia Clarke, a já por si famosa rainha dos dragões de A Guerra dos
Tronos.
E eu, pessoas?
Vá, não fiquem tímidos. Deixo-vos aqui (mais) um vídeo dos treinos com o
Pedro para verem do que esta menina é capaz. Fica a dica!
Já aqui vos falei várias vezes da importância das pessoas numa
mudança de vida. Sem a ajuda dos outros, é ainda mais difícil acabar com vícios
antigos e errados.
A Paula é, provavelmente, uma das amigas mais queridas que
tenho. Acho que é seguro dizer que é das pessoas que conheço há mais tempo... para aí desde a segunda classe. Ela e a família são tão boa gente, gosto tanto
deles que os sinto meus (são meus!), apesar de estarem para lá da fronteira deste nosso país.
Mas a Paula, incansável como só ela, e, ainda por cima,
especialista em fitness e coisas saudáveis (com canudo incluído, não é cá especialista
de aspas aéreas!), tem sido a minha mentora maior. Sempre que me fui abaixo,
ela, à distância de um chat de Facebook, enviava-me energias positivas. Energias
e… esta imagem:
Dois quilos de gordura versus dois quilos de músculo.
Escusado será dizer quer esta imagem está guardada no meu
smartphone; que está no ambiente de trabalho do meu PC e que olho para ela
constantemente. Não fazia ideia que a gordura também era isto. Que dois quilos
de gordura eram assim tão vastos. Que eram assim tão feios. E que não perder
dois quilos não queria necessariamente dizer que não tinha perdido volume.
Como agora, houve uma altura em que não perdia peso. Mas a
realidade é que a roupa continuava a “alargar”. Esta imagem explica porquê,
certo? Era quase como aquela velha adivinha: o que pesa mais: dois
quilos de penas ou dois quilos de chumbo? Só que, aqui, o volume é tão
importante que atrevo-me a dizer que muda o final da adivinha.
O que pesa mais? Dois quilos de gordura ou dois quilos de
músculo?
A todos os níveis (moral, físico, saudável, psicológico),
pesam (muito) mais dois quilos de gordura que dois quilos de músculo.
Obrigada, Paulinha. Por isto e por tantas outras coisas!
<3
E se me faltassem
motivos para continuar na luta por um estilo de vida saudável, vulgo, perder
peso, este fim-de-semana recebi mais um.
Uma das minhas
melhores amigas, que foi das primeiras pessoas que conheci há 13 (!) anos na
Faculdade de Letras de Lisboa, vai casar em Julho do ano que vem!
A temática será praia
e, dado que o calor até o pede, estou a imaginar que o vestido que vou levar tenha que ser “levezinho”
e que, também eu, esteja já (mais) “levezinha”.
Obrigada ao noivo, por
ter pedido a noiva em casamento e, assim, me darem mais uma razão para
manter a boca fechada!
Começo por dizer que, nunca, jamais, em tempo algum eu daria
para ser personal trainer de quem quer que fosse, muito menos minha personal
trainer. Sou uma pessoa muito pouco paciente… e, algo negativa também, por
sinal…
O Pedro é um santo. Vá, tem paciência de santo, pelo menos.
“Agora vais saltar à corda”, diz-me ele já a caminho de uma corda.
Resposta imediata da minha pessoa: “Não.”
E não era um “Não” do género “Ai, não, que as mamas se me saltam
para aqui e é uma canseira.” Nah, eu saio a pai. Nesse campo, estamos
conversados.
Não foi um “Não” do género “Olha agora querem ver que voltei
a ter 10 anos para andar a saltar à corda?” De todo. Tenho em mim uma criança
de 1,83 de altura. Também estamos conversados nesse campo.
A realidade é que eu ACHAVA que não conseguia saltar
à corda. Pelo peso do corpo, pelo peso da idade, pelo peso de anos de
sedentarismo, pelo peso… do peso.
Mas, alvíssaras!, a persistência do Pedro que, com uma
simples pergunta (“Porque é que não hás-de conseguir saltar à corda?”), arrasou
com as minhas teorias e me provou que… eu estava enganada. Não só consigo
saltar à corda como, espanto!; admiração!; surpresa!... adoro.
Claro, estou ainda muito trapalhona. Os óculos atrapalham e a falta de jeito também. Ainda não voltei a ser
aquela menina de 10 anos que almoçava a correr para, também a correr, ir para a
rua saltar à corda.
Ainda.
Espero um dia voltar a saltar à corda com uma perna
às costas! Isso é que era um vídeo top para vos mostrar!
Por hoje, deixo-vos o meu regresso à infância:
PS –
Espero mesmo que Deus nosso senhor dê ao Pedro clientes menos casmurros que eu!
E já agora “high five”, Deus, por me teres colocado um personal trainer que não
desiste de mim no meu caminho! Catarina
Outra das coisas boas de ter um personal trainer à nossa espera à hora marcada, é que temos um personal trainer à nossa espera à hora marcada...
Não soubesse eu que o Pedro estava à minha espera para treinarmos, bem que não me apanhavam de fato-de-treino... só de pijama até à hora de ir trabalhar... Ai pois não apanhavam, não!
É muito bom ver que há tanta gente a praticar desporto, a ser activo! Esteve cheia a casa.
Entre amostras grátis, workshops, apresentações de culturismo, aulas e conhecer novos projectos, a realidade é que passei um dia bem passado! Ainda por cima, fui com uma das minhas melhores amigas e que é uma verdadeira companheiraça para estas coisas! Foi só riso e diversão.
Mas o melhor de tudo: tive o Biquíni Dourado da princesa Leia à minha frente.
Qual não foi o meu espanto quando, ao espreitar para o palco da Sala Tejo, vejo um C3PO e um R2D2 em cartão... "Alto lá!", pensei.
Claro que tive de imediato que tirar uma fotografia com eles, afinal, até os levava na minha T-shirt...
É verdade, há coisas do arco da velha.
Ali estava eu, com a minha T-shirt de Star Wars, a ir assistir a uma convenção de uma nova paixão minha, o fitness, com o meu objectivo de chegar ao Biquíni Dourado da Princesa Leia em mente e eis que me aparece à frente uma apresentação das mais variadas aulas de ginásio com instrutores vestidos de personagens da Guerra das Estrelas. Como devem calcular, tive ali um momento emocionante!
Assim que vi o Darth Vader chegar, depois uns stormtroopers, um Yoda gigante... enfim, comecei a achar que, se calhar, ia ver uma Leia... Mas longe de mim pensar que ia ver várias Leias vestidas com o meu Biquíni Dourado... Não tenho palavras mesmo.
Acho que é o Cosmos a dizer "Não desistas, miúda... O Biquíni Dourado está mesmo ali à tua frente."
Ironicamente, fui até ao Parque da Bela
Vista, durante o Rock in Rio deste ano, para ver o Johnny Depp e os seus
Hollywood Vampire. Mas dessa noite, mais do que os próprios cabeças-de-cartaz,
quem trouxe comigo foram estes senhores. Rival Sons de seu nome.
Se tivesse uma banda, era assim. Música
que apetece dançar agarrada ao microfone enquanto narramos do fundo da alma o
amor funesto por todas as coisas e por coisa nenhuma.
Podia ter escolhido qualquer música
deles, qualquer uma das que trago comigo no carro todos os dias, mas deixo-vos
esta. Foi a ouvir esta que senti necessidade de enviar uma mensagem ao marido a
dizer “Youtuba aí ‘Rival Sons’. Vais-te passar.” E ele passou-se. E agora passamo-nos
em conjunto e estamos ansiosos que eles voltem cá ao burgo.
Hoje o treino com o Pedro foi mais máquinas. E, como tal, deu para fazer uns vídeos giros. Assim sendo, claro que um YouTube Dourado tinha que chegar.
Confesso que a maioria destas máquinas, se não tivesse o Pedro ao lado, iria olhar para elas e o mais provável era magoar-me seriamente a tentar perceber como é que enfiava naqueles bichos de metal.
Espero que me sigam no YouTube, onde tenciono partilhar mais vídeos de treinos e, quem sabe, até receitas saudáveis!
Sábado e domingo a MEO Arena vai receber o Portugal Fit e esta minha pessoa, que agora anda tão viciada nisto do "ser fit", não podia faltar!
Estou muito entusiasmada. Tenciono ir cedinho para aproveitar tudo e ver tudo com muita calma e ainda tenciono fazer uma aulinha ou outra!
Além de todo o fitness, que podem conhecer no programa, o Portugal Fit tem ainda um cariz solidário e o desafio é simples: fazer um vídeo com, por exemplo, 12 agachamentos, partilhar numa rede social e identificar com a hashtag #pôrportugalamexer. Por cada 30 vídeos ou 50 fotografias, o Portugal Fit compromete-se a oferecer uma aula de ginástica às três Aldeias SOS que existem em Portugal.
Hoje o dia começou cedo: 08h55 já estava a dizer "presente" ao Pedro, o PT que escolhi na Koobby, e com quem estou a treinar duas vezes por semana... E para quê?
Para ele me pôr a fazer disto...
E disto...
Algumas considerações sobre estes vídeos:
1 - Nunca na vida pensei estar, qual amazona!, a dar ali umas chicotadas numas cordas...
2 - Tenho muita pinta a dar chicotadas nas cordas...
3 - Não gosto de correr!
4 - Mas o Pedro disse: "Vais correr um pouco para melhorar a capacidade do coração bombear sangue e melhorar a capacidade de oxigenação dos músculos. Assim, vais conseguir 'queimar' um pouco mais de gordura, pois o corpo utilizará como fonte principal a gordura utilizando-a como combustível"... As coisas que se aprendem com um personal trainer ao nosso lado...
5 - E vai buscar, gordura! Estás a sair de mim cá com uma pinta que nem sabes de onde vens!
6 - Claramente, já não sei correr! Ai eu! Além de corrida seguida, fizemos também corrida intervalada para, lá está, bombear a máquina. Essa parte confesso que gostei mais. Em passo rápido para um lado e a dar tudo a correr (vá, pensava eu - ler ponto 7) para o outro.
7 - Ainda bem que o Pedro filma os treinos, sei que da próxima vez que me desafiar a correr (que não seja para breve, por favooor!) vou querer passar outra imagem. Na minha mente, eu estava a dar tudo e não entendia porque é que ele me gritava "Mais rápido!" Pois... De facto, estava um pouco em "slow motion". Parecia um pouco um ponta-de-lança mandrião assim encostado à baliza à espera que lhe passassem a bola para marcar golo! Não pode ser.
8 - Treinar com alguém a puxar por nós não tem igual. Estou encantada, de verdade. Por muito que eu mande vir com o treino (que mando!) o raça do homem tem jeito para a coisa, que é que se pode fazer?
Para aí no meu quinto mês seguido de perda de peso, durante
o banho no balneário depois de uma aula de Zumba, comecei a sentir um alto debaixo do
pescoço.
Pensei logo: “Claro que agora que estou a tentar ser
saudável, andam-me a nascer cenas esquisitas, pois claro.”
Lá apalpei, e reapalpei e, qual não foi o meu espanto
quando, do outro lado do pescoço, tinha outro “alto” igual.
“Ó Diabo”, pensei.
Por não ser eu a pagar a conta da água nem do gás, demorei-me mais um
pouco até que se fez luz (que também não sou eu a pagar): o que eu estava a sentir, o que eu estava
inequivocamente a apalpar… eram os meus ossos…
Claro que eu não fazia ideia que era “normal” sentir os
ossos. Nunca parei para pensar muito nisso. Para mim, o natural era sentir algo
entre a pele e os ossos. Uma camada de gordura, com certeza.
Foi naquele banho
que senti que o meu corpo estava a mudar. Já não era só a roupa mais folgada
que mo dizia. Era o próprio corpo também.
Agora, é raro o dia em que não me apalpe para sentir os
ossos. São a minha garantia que, sim, está a funcionar. Devagar, mas continua a
funcionar!
Mudar para um estilo de vida saudável não é pêra doce... Não é para nós, nem para a família...:
O marido até pode aceitar, mas a realidade é que ele não está de dieta, nem vai ao ginásio. Logo, não entende as dores, não entende a vontade de querer atacar o frigorífico e ainda me diz "Come à vontade que isso não engorda", referindo-se a uma fatia de bolo que sobrou.
A mãe acha que estou a passar fome. Que ainda me vou magoar no ginásio e ai de mim se me queixo de uma dor: "Passas lá demasiado tempo! Amanhã não vais!"
A avó é quem tem a reacção mais engraçada:
"Não podes perder mais peso."
"E porquê, vó?"
"Porque faz mal aos ossos", e sai da sala disparada, antes que eu argumente alguma coisa.