A saga Star Wars pode ser o
meu lema de vida, posso pensar nos filmes todos os dias (o que é que querem?),
mas há um filme que nada tem que ver com a aventura de George Lucas que marcou
a minha infância e que, até hoje, é um dos meus favoritos: Dirty Dancing.
Assim, devem compreender que a dança, o
universo da dança, é-me muito querido. Em criança ainda pratiquei ballet,
sapateado, sevilhanas… mas nada muito sério.
Por isso, não é de estranhar que, na
última terça-feira do mês de Janeiro de 2016, quando me resolvi a ir ao
ginásio, na realidade já ia com esta aula em vista: uma aula de Zumba.
Achei que, gostando eu tanto de dançar,
esta seria “a” aula ideal para me querer mexer. Para querer fazer. Mal eu sabia
é que, naquela terça-feira, a tal última do mês de Janeiro de 2016, eu ia ter
uma aula de Zumba com “O” mestre.
Pode-vos parecer publicidade, ainda por
cima, tenho-me apercebido que “vender algo” parece ser a ordem do dia na
blogosfera, mas a realidade é que a mudança de vida precisa da ajuda de pessoas.
Precisa dos Pedros Mirandas desta vida, dos Eneias, mas também dos Danieis Barretos.
O Daniel Barreto, para mim “o” mestre da
Zumba, tem a capacidade de, durante as suas aulas, nos fazer esquecer de tudo o
que se passa fora do estúdio. A sua alegria, a sua boa-disposição, a sua arte
de dançar e de criar coreografias, o seu charme zumbiano não têm igual. A
sério. Tenho este post escrito quase desde a primeira semana de blogue, mas fui
adiando a sua publicação por achar não conseguir passar para palavras a
felicidade que sinto nas aulas do Daniel… mas vou-vos dar uma ideia.
Já vos contei que, o ano passado, um
projecto profissional que me era muito querido terminou. Mais do que o projecto
em si, senti que a minha família do trabalho tinha sido separada. Fiquei de luto.
Fiquei tão de luto que passei meses sem ir às aulas do Daniel. E porquê? Porque
não me queria permitir ser tão feliz como sou nas suas aulas.
Durante as suas aulas sou genuinamente
feliz. Mesmo que as dores do corpo e da alma sejam muitas, assim que lhe
entrego a senha tudo passa. São 45 minutos de felicidade. Pura.
Ainda por cima, tive a sorte de, nas suas
aulas, conhecer pessoas que me receberam de forma muito calorosa no “turno da
manhã”: a Manuela, o Álvaro e a Sónia, que, sem querer, são mais boas razões
para, todas as segundas e quintas-feiras, ter encontro marcado no Estúdio 2.
Se puderem, estejam atentos ao Facebook
que o que não falta são eventos com a presença do Daniel. Acho mesmo que pessoa
que é pessoa não pode viver uma vida de jeito sem fazer uma aula de Zumba com
ele! Por “todo” Portugal e até além-fronteiras há datas marcadas. Sim, que este
rapaz ainda vai dominar o mundo! Não têm desculpa para não ficarem a conhecer
“O” mestre. Sejam sortudos como eu!
Deixo-vos um vídeo do seu canal do YouTube
com uma pequena amostra da felicidade que ele distribui: afinal, quem dança é
mais feliz!
Catarina




















