Quando o Ricardo da
Rapid FIT&WELL me disse que ia notar diferenças logo no primeiro mês, lá no
fundo da minha mente o monstrinho negativo que tenho em mim pensou logo:
“Pfffffffffff! Deve ser verdade!”
Ora, eu levava já quase
um ano a tentar mudar o meu corpo e, sim, já tinha dado pelas diferenças, mas
elas não aconteceram em um mês… aconteceram em vários meses…
Está concluído o meu primeiro mês de
electroestimulação muscular na Rapid Fit&Well da Avenida Elias Garcia, em
Lisboa.
Os resultados? Para mim, foram mais que
muitos. E, afinal, o Ricardo tinha razão.
Logo nas duas primeiras semanas, a
diferença foi enorme. Tive pessoas que me vêem todos os dias a perguntar se
tinha perdido peso; outras que apanho de vez em quando a perguntar o mesmo, mas
o que mais me deu a certeza que eu tinha de facto mudado, foi, ao fim da
PRIMEIRA semana de treino, o arregalar de olhos da minha mãe. Depois de uma
semana sem me ver, depois da primeira semana de treino (duas sessões por
semana), o sorriso no olhar da minha mãe quando me viu disse tudo. Assim como a
facilidade com que os seus braços me envolveram num abraço: ela, que é tão
pequenina, e eu, tão alta e larga, mas estava, ao fim da primeira semana a
treinar com recurso à electroestimuação muscular, menos larga. Estava (ainda) mais
abraçável. Foi uma sensação indescritível mesmo.
Tenho a certeza que, se este primeiro
mês não tivesse calhado em época de Natal e fim de ano, quando são logo duas
semanas de fugir às rotinas e de quebra do dia-a-dia, as diferenças tinham sido
ainda maiores.
Ao longo deste processo, tenho aprendido
que não é o número da balança que importa. O número que a balança me passa continuou mais ou menos o
mesmo, é certo, mas as medidas em si estão diferentes e, relembro, com apenas
UM mês de treino.
Foi 1,5 centímetro a menos de braço. E
menos um centímetro de anca. Great news, am I right?
É realmente um treino muito completo,
apesar de curto. São 20 minutos intensos. O fato ajuda, claro. Bastante. Mas os
personal trainers também.
Já o disse tantas vezes, e acho que
nunca me vou fartar de o repetir, mas acho mesmo que o mais importante de todo
este processo são as pessoas que vamos conhecendo. E eu bem que me posso dar
por sortuda por, até agora, ter tido grandes profissionais ao meu lado.
A Maria João, o Eneias e o Édi, os meus
“operadores de fato e de saúde”, ensinaram-me tanto neste último mês que nem
sei como é que não fiquei mais pesada com tanto conhecimento que depositaram em
mim!
São verdadeiros profissionais da saúde.
Acho que isso é que é importante. Sim, são os nossos treinadores, mas percebem
tanto do que estão a fazer, do corpo humano, do corpo humano em mudança (como o
meu) que treinar com eles foi também um processo de aprendizagem.
Estou desejosa de voltar ao fato!
E vocês? Quando
arriscam?
Catarina