terça-feira, 4 de abril de 2017

Barcelona, a cidade-relógio de sol

Aqui há umas semanas, fui até Barcelona com a Canon EOS M5 ao pescoço e, se não conhecia nenhuma das duas, posso afirmar que fiquei fã de ambas.

Adorei as cores de Barcelona. O Gaudí era de facto um génio. Ainda bem que pouco ou nada vi sobre a Sagrada Família antes de lá chegar pois o impacto que causou assim que saí do metro foi qualquer coisa... É assim de se tirar o ar. Lá dentro nem apetece sair de lá. Acho que deve ser o altar mais bonito que alguma vez vi na vida. É tão simples e, ao mesmo tempo, parece que o próprio Deus está por ali, a manter toda a estrutura a voar. É arrepiante.

Os recortes do Sol a rasgarem os prédios de Barcelona é outra das coisas que trago de recordação. Toda a cidade parece um relógio de sol gigante. Acho que nunca tinha sentido esta espécie de "on time" noutra cidade. 

Museus, visitei alguns, mas poucos. Fui mesmo com a vontade de ver ao vivo e com as verdadeiras cores as obras de Gaudí. A Casa Batlló, a Casa Milà, o Park Güell e, claro, a Sagrada Família, até me fizeram esquecer os quilómetros que andei (para cima de 30 todos os dias) e o que não comi (portei-me bem no sentido de não comer muita porcaria, mas mal no sentido de me alimentar a tempo e horas).

Quanto à Canon, digamos que foi muito difícil despedir-me dela no regresso a Lisboa. Dei-lhe assim muitos beijinhos e festinhas e sussurei-lhe um "Até já", dado que a vou pedir ao Pai Natal dos anos e ao Pai Natal do Natal... 

Além de as fotografias ficarem com uma qualidade que eu sei lá, é super intuitiva, fácil de trabalhar, tem imensos modos giros e que accionáveis de rapidamente. Tem ainda uma característica que me deixou KO, que é o ecrã touchscreen que permite escolher onde se quer focar a fotografia, tal e qual como num smartphone (mas em qualidade gigante). Que perdição! Além disso, no último dia apercebi-me que o ecrã girava tanto que permitia tirar selfies, e foi ver-me em modo "duck face" por toda a Barcelona... 

Mas já chega de falar. Venham de lá essas fotografias!


Uma pessoa chega a Barcelona e a primeira coisa que vê é logo uma loja de Banda Desenhada...

... e com coisas de Star Wars...



Vista do topo da Catedral

Feira de antiguidades à porta da Catedral

Quando eu ainda não tinha dado com o modo "selfie".

Lojinha de roupa em segunda mão

Não comi nem um, percebem?

Caganeros versão Star Wars.

Cidade-relógio de sol




 
Sagrada Família

Sagrada Família - altar

Sagrada Família

Sagrada Família

OK, este provei e não tem nada que ver com os nossos pastéis de Belém (e ainda bem!)

O café mais "chill" de sempre <3

Casa Battló 
Fosse eu assim tão artista e era muito mais feliz!


Casa Milà

Experiências macro com a Canon <3

Experiências macro com a Canon <3

Park Güell

Park Güell 
Sagrada Família de noite, quando tudo ganha outra dimensão...


Barceloneta

Lá vamos nós...

A minha sombra está algures nesta fotografia...

Quando descobri o modo "selfie" 


Lá está ele de novo...


E de novo...

Parque Olímpico

... e de novo...

Não tenho culpa, onde quer que vá há Star Wars e dei com isto porque tive de ir à casa de banho de um centro comercial... Vai-se a ver tinha toda uma exposição com mais de mil peças StarWarsianas, entre elas muitas princesas Leias em Biquínis Dourados... <3 


De novo, não tenho culpa...









segunda-feira, 3 de abril de 2017

Hollywood num São Marcos

A semana passada não foi fácil... Recebi uma notícia menos boa, o que resultou numa montanha-russa de emoções. Estou a tentar aceitar, lidar, levar essas novas informações com tranquilidade, mas, na verdade, a Catarina de há 26 quilos teria aproveitado a semana passada para se vingar em comida, para se justificar na dureza dos dias para comer sem parar porque... "eu preciso".

E, confesso, a Catarina de há 26 quilos apoderou-se de mim durante uns momentos e fui comprar um bolo, um São Marcos que, com toda a sua gloriosa cremosidade, parece que ainda agora, enquanto escrevo estas palavras, me relembro do seu sabor... E foi com intenções de o devorar, claro, que o comprei. De preferência, comer rapidamente para não dar tanto pelo mal que me estava a fazer. Foi uma compra consciente, a do bolo, afinal, "Eu mereço." Como se de comer um bolo cheio de calorias pudesse vir alguma coisa boa...

Mas a Catarina de há 26 quilos não tinha a vontade que esta tem em superar tudo. Ou, pelo menos, a vontade em não se vingar em comida. 
A Catarina de há 26 quilos não tinha um Hugo
A Catarina de há 26 quilos não tinha um Pedro
Acreditem que faz toda a diferença pensar neles os dois nestas alturas... Foram já tantas as horas que eles me dedicaram a mim, e que eu me tentei superar com a ajuda deles, que nem faria outro sentido não me lembrar disso com aquele São Marcos à minha frente...

Mas, acima de tudo, a Catarina de há 26 quilos não tinha conhecimento da Força que tem e, num momento à Hollywood, já com o bolo pronto a ser ingerido, esta Catarina, a de hoje, a que teve uma semana de merda, mandou o bolo para o lixo. Assim. Tão simples. E... tão fácil. 

Deitar aquele bolo fora foi um sacrifício mínimo, comparando com todo o esforço que tenho vindo a fazer, e que ainda me falta, para chegar ao tal Biquíni Dourado. 

Nah! Esta má fase não vai ser superada com comida. Quando muito, esta fase menos boa vai ser superada com muito suor e com mais sacrifício. 

A Catarina de há 26 quilos teria olhado para a semana passada e chorado até ao tutano. A Catarina de há 26 quilos teria comido não um, mas dois São Marcos. A Catarina de há 26 quilos teria pensado que gostaria de pesar menos 26 quilos e de ter a Força para os conseguir perder e, vai-se a ver, não é que tem mesmo?



Catarina, a de hoje, com menos 26 quilos e muito mais Força.


domingo, 2 de abril de 2017

Todos a pensar no mesmo...

À segunda-feira é dia de Zumba à hora de almoço. Não uma Zumba qualquer, uma Zumba com o meu mestre Daniel Barreto. É assim a minha hora obrigatória de ir ao ginásio. Faço mil e um malabarismos para conseguir chegar a horas, mas na segunda-feira passada, o Daniel não foi. 

Nada contra a menina que o ia substituir, mas rodei nos calcanhares e fui trocar a senha de Zumba por uma de Cycle, já que também é uma aula que me diz muito e achei, porque não?, já que fico sem Daniel, pelo menos não fico sem mexer a bunda.

Se já aqui vos falei da minha paixão por aulas de Cycle e de como consegui superar a questão traseira de ficar com o hemorroidal aflito com a ajuda de uns calções almofadados, orgulhem-se de saber que, apesar de não ir, de todo, a contar rolar 27 quilómetros numa bicicleta, ou seja, ia sem os ditos calções, pelo menos foi bom ficar a saber que as minhas partes baixas já aguentam este treino sem protecção extra.

E sim, estamos todos a pensar no mesmo.



Boa semana!

Catarina

sábado, 1 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #20

Já sabem que se uma música entra neste blogue, é porque a autora deste blogue está a ouvi-la em loop e em loop e em loop...

Cá vai a música do vício do momento... 

Que música lindaaaaaaa! Oooooh!



Bom fim-de-semana!

Catarina
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