terça-feira, 13 de junho de 2017

#souumapata


Para quem me segue no Instagram, já percebeu que tenho andado on tour pelo País com o Fitness On Water (FOW). Muito por culpa desta situação, dou por mim a aceitar os desafios da Filipa, a minha trainer de FOW e a "big boss" do projecto, apesar do seu (arrisco) 1,60 m.

Na sexta-feira, fomos até ao Algarve, para um dia de actividades aquáticas nas Piscinas Municipais de Lagoa. O sucesso foi tal que se teve inclusivamente que abrir aulas extras de FOW! Quer-me parecer que a malta de Lagoa ficou viciada... 




E este céu que apanhámos a caminho de Lisboa? <3

No sábado, foi dia de rumar à Praia das Rocas, em Castanheira de Pera. Já conhecia a famosa praia "que faz ondinhas", e até tinha gostado, mas confesso que agora com FOW é outro luxo. Parece que estamos num resort de luxo. E, claro, mais uma vez as aulas foram um sucesso! Se começou por serem individuais, rapidamente deu para perceber que o ideal era mesmo fazer FOW DUO, tal era a procura das bases... e as piscinas ainda não estavam cheias por aí além! Têm até Setembro para experimentar FOW numa piscina ao ar livre com uma envolvência brutal como a das Rocas.
Além da piscina em si, ter passado o dia com mais três trainers de FOW, a Carla, a Ana e o João, foi mais uma vez sentir que o melhor mesmo é sair de casa e fazer exercício físico. Damos por nós a conhecer pessoas fantásticas como estes três que eu conheci e que me receberam logo de braços abertos. São espectaculares!

Eu já visto a camisola... Literalmente! 





No domingo, mais pertinho, foi dia de inaugurar as Summer Classes de FOW nas Piscinas Municipais de Barcarena. Todos os domingos, até ao final de Julho e da parte da manhã, terão aulas de FOW com o trainer Bruno, que apesar de ser um porreiraço tem aquela capacidade irritante de lhe querer provar que conseguimos fazer as coisas, e tanto assim é que dei por mim a conseguir finalmente saltar em cima das bases. Yes! Além disso, convenci três amigos a virem experimentar uma das aulas comigo. Creio que deixei uma delas, a Sabina, viciada e a outra, apesar de ter tido menos à-vontade em cima da base, aguentou duas aulas seguidas ao meu lado. Brutal, Cátia! 




E na segunda-feira? Ficaste sossegada em casa a descansar, certo, Catarina? Claro que sim... Só que não! Na segunda-feira foi dia da minha aula de FOW... das segundas-feiras, na Piscina Municipal do Alvito - Alcântara. A partir das 20h15 e até às 21h15, é hora de SHAKE e desta vez até levei o marido, que até já tinha assistido à formação de FOW DUO e que tinha ficado mortinho por se pôr em cima da base.

Enfim, andei a ajudar a espalhar este bichinho de água tão bom de seu nome FOW e fui fazendo aulas pelas piscinas do País, o que já faz a minha mãe chamar-me "sereia" a torto e a direito... mas a minha hashtag favorita para estes dias foi mesmo uma: #souumapata. 

Sou mesmo!

Catarina

sábado, 10 de junho de 2017

Abanar o esqueleto #29

Basicamente, a minha playlist de ginásio (e da vida, na verdade) é composta por Ghost e pelas músicas que ouço na Zumba. Tudo o resto tem ficado um pouco de fora da escolha musical, confesso.

Assim, para variar dos senhores de cara escondida, hoje deixo-vos uma música das aulas do Daniel, que tem uma coreografia brutalíssima, e que sempre que a ouço me deixa com um sorriso estampado.

Abanem esse esqueleto!



 

Bom fim-de-semana!

Catarina

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sem ele era ainda mais difícil...


Simulava cada mudança metida e cada pisca colocado. Era das coisas que mais gostava de fazer quando a família ia toda tratar do jardim do meu tio: sentava-me no lugar de condutor a fingir que conduzia. Na minha cabeça, recriava a viagem toda que fazíamos desde a nossa casa nos Olivais até à outra margem, à Lagoa de Albufeira, para a casa de férias de um tio.

Quando fiz 18 anos, a minha avó quis-me oferecer logo a carta de condução, mas eu, que sabia que não ia ter dinheiro para comprar um carro nem para o manter, resolvi esperar. 

Entrei para a faculdade, fiz curso, pós-graduação e estágio, e só ao fim de estar a trabalhar quase dois anos é que resolvi tirar a carta.

Claro, chumbei no exame de código a primeira vez, com quatro (FOI POR UMA!) respostas falhadas. Tive com o código o mesmo amor (not!) que tive com a matemática: para que é que preciso de estudar isto se não me vai fazer falta para a vida? O que é que me interessa se um camião pode levar mil toneladas ou três mil? Não vou andar a pesar camiões, gente! 

Da segunda vez que fiz o exame de código, com a pressão de não querer gastar mais dinheiro em inscrições (sou muito tio Patinhas, confesso), arranjei um estratagema para aqueles dados que eu achava irrelevantes, mas que me tinham tramado no primeiro exame. Compus rimas para todos os valores, pesos, limites de velocidades, enfim, foi ver-me no exame de código a abanar a cabeça ao som das minhas rimas... mas passei, e com zero perguntas falhadas. 

A condução foi outra história. Lembro-me de, na primeira aula em que conduzi, o meu instrutor ter passado a maior parte do tempo ao telemóvel, e chegámos inteiros ao destino - facto que me deu uma confiança parva na altura, do género "Ena, conduzi sozinha!"
A realidade é que passei no exame de condução à primeira, apesar do (muito) nervosa que ia.

Toda esta viagem pela minha memória automobilística para chegar a esta conclusão que, agora sim, tem que ver com este blogue:

se conduzir desse para perder peso, podem ter a certeza que já tinha chegado aos 30 quilos, quiçá 35?, perdidos. As voltas que dou no meu carro de um lado para o outro de ginásio em ginásio, fazem dele um verdadeiro peregrino nesta minha causa.

Por isso, hoje queria pedir uma salva de palmas para o meu bólide, o parceiro ideal de treino, o verdadeiro Jedi Master!


Catarina

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Deixa-me lá pôr a mão em músculo campeão!


Há ali um momento quando vestimos o fato que permite treinar com electroestimulação muscular lá na Rapid FIT&WELL, em que temos que enfiar a perninha numa espécie de mini-calção. 

Desequilibrada como eu sou (e um pouco aproveitadora também), é sempre a desculpa ideal para pôr a mão em ombro alheio. Regra geral, sendo o Hugo o meu PT inicial, faço sempre um momento de "ai que se me falha o equilíbrio" para me agarrar ao senhor. De parva não tenho nada, como estão a ver (e de equilíbrio também. Na verdade, eu agarro-me porque me desequilibro mesmo, mas para propósitos de comédia para este artigo, tenho de dizer que sou atrevida, pois claro!). 

Por causa do horário, há dias em que tenho de treinar da parte da tarde, ou seja, sem o Hugo, e eis que treino, ou com o Carlos, ou com o Rui. 

O Rui é a mais recente contratação do centro de Campo de Ourique e, além de ser um doce de pessoa (recebe-me sempre com um sorriso enormeeeeeeeee) é um campeão... E não é que é mesmo?


No passado domingo, em Espinho, arrecadou a medalha de bronze na Diamond Cup 2017, na categoria Master +55, e digo-vos que é mais que merecida. Eu bem vi o foco e a dedicação necessários para se ter um corpo assim tão esculpido. Não fazia ideia!
Além do treino (que ia das 07h às 12h30 todos os dias), o que mais me espantou saber foi o rigor e entrega necessários na alimentação. Com uma dieta de 1.270 calorias por dia, era tudo contado ao mais ínfimo detalhe, cada grão de arroz, cada líquido ingerido, e lá me contava ele estas coisas como se nada fosse... Que vontade de querer, digo-vos já! E ainda para mais, ter essas restrições alimentares (que para mim seriam uma espécie de tortura) e ainda ter a capacidade de ser tão fácil no trato, tão amável e bem-disposto e ainda ter forças para pegar em mim como o chegou a fazer num treino! Ele é TÃO o maior! 

No domingo estive sempre a enviar-lhe energias positivas cá de Lisboa, pois infelizmente não consegui ir a Espinho, apesar de até já ter em ideia levar um cartaz a dizer "Dá-me os teus abdominais!"
E que ricos abdominais...



E a partir de agora, naqueles meus momentos de desequilíbrio, quando aproveito para pôr a mãozinha em músculo alheio, fiquem sabendo que não é um músculo qualquer que eu afago, não senhores. O músculo a que me agarro é campeão, de seu nome Rui de Moura, e é um orgulho poder dizer que treino com ele! 



Parabéns, Rui! Cá beijinho a mim, campeão! 

Catarina




quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trinta quilos perdidos à vista... ou, às pernas!


Começo a desconfiar que nunca mais chego aos 30 quilos perdidos por causa da "celebração" que arranjei para mim mesma: cortar o cabelo.

Estou nos 27 quilos perdidos há quase um mês, e eu já sei que é por fases, eu já sei! Mas, conhecendo-me, acho mesmo que o facto de andar a apregoar que quando chegasse aos 30 quilos perdidos ia dar um corte radical ao cabelo, me está a causar alguma tendência, involuntariamente, para não chegar a esse valor... é que eu ODEIO cortar o cabelo. Ainda para mais, ainda não me sinto à vontade com quem sou, com a minha cara, etc, além de que só agora descobri o fascínio de zumbar de cabelo (LONGO!) solto!

Assim, e como quero mesmo, mesmo, mesmo chegar aos 30 quilos perdidos, resolvi riscar a ideia de ir cortar o cabelo para celebrar, e pensar noutra coisa. 

"Do que é que tu gostas?", perguntei-me a mim mesma. 
"Star Wars, desporto", respondi-me.
"E achas que precisas de alguma coisa que envolva essas duas coisas?", atrevi-me a perguntar.
"Precisava, sim, Catarina. Precisava de mais umas calças para treinar na Rapid FIT&WELL, que as que tenho não chegam", respondi em modo "duh! Não é óbvio que preciso?"
"Estás à espera de quê?", concluí a mim mesma.

E lá fui eu ao eBay procurar umas leggings abençoadas de Star Wars... e encontrei!
São tão giras e são tão as minhas pernas que mal posso esperar por chegar aos 30 quilos perdidos para as comprar!



Digam lá se não é uma celebração com muito mais Força?

Catarina

terça-feira, 6 de junho de 2017

Como uma FOWça que ninguém pode parar!


Quando me abanam uma waterbase para fazer uma aulinha de Fitness On Water (FOW para os amigos), lá vou eu atrás. Ando completamente viciada nas aulas e, além das que faço na Piscina de Alcântara, tenho andado tipo "groupie" atrás da FOWmília.

No passado domingo, fui até ao Complexo Municipal de Piscinas na Sobreda, para assistir de longe (palavra-chave "assistir") a um worskhop de FOW DUO para trainers.

Relembro, eu fui ASSISTIR, mas também fui na esperança de, no fim do workshop, poder saltar para cima da base e FOWar um bocadinho. Por isso, lá fui com o meu saco de FOW atrás (sim, já tenho disso, um saco de ginásio só para as aulas de FOW!)... e nem eu sabia que ia mesmo precisar do fato e da touca!

Ter assistido à parte teórica fez sentido na minha cabeça, ainda para mais já tendo eu testado uma aula de FOW DUO (sim, estamos duas pessoas em cima da base) e ter visto que a coisa fica ainda mais complicada, mas que acaba por dar uma maior proximidade a quem está a fazer a aula connosco. É muito divertido. Mas a parte teórica como que abriu um caminho na minha mente para estar mais alerta da próxima vez que fizer uma aula dupla. Até aqui tudo bem.

Mas depois, quando chegou a parte prática (ainda em terra), confesso que já me estava a preparar para me sentar a um cantinho a vê-los a treinarem quando ouvi o meu nome. Claro, há mais marias na terra, por isso à expressão "A Sara faz com a Catarina!" eu respondi acompanhando com um autoapontar de dedo "Com ESTA Catarina?"... E da Filipa e da Tinoca (as duas formadoras que amo de paixão, mesmo!, e que só por isso não hesitei no que aconteceu de seguida...) recebi um confiante "SIM!" É que, sendo uma formação para FOW DUO e tendo faltado um dos trainers inscritos, era necessário alguém para fazer par... Entra (ou mergulha) a Catarina. E, sim, esta que vos escreve.

Pronto...  o resto podia escrever e escrever e não vos ia conseguir passar o que senti... A cumplicidade criada quase instantaneamente com a Sara, os meus parceiros trainers da base do lado que foram 5 estrelas no trato, as formadoras sempre a terem uma paciência de santas para mim, o ter de olhar para o caderno da Sara por não saber (que vergonha!) como se escreviam certas palavras e expressões estranhas ao meu dia-a-dia (como "crista ilíaca lateral"), o conseguir desafiar-me a fazer um back to back stand up ou uma pirâmide mais jack knife (google it!), e depois as quedas na água, o estar quase a conseguir, mas cair, o estar quase a conseguir mais CONSEGUIR, o conhecer pessoas novas e tão, tão boas (a Sara, a Carla, a Marta, o Bruno...), o estar dentro de água tantas horas que ainda hoje, terça-feira, sinto os dedos das mãos enrugados... FOWgo! Foi do caraças... e cada vez mais me faz gostar disto, desta maneira estranha de ser feliz ao praticar exercício físico!



Ficam as fotografias! Palavras para quê? FOWamos juntos?








Devia estar a copiar qualquer coisa... 















Foto de FOWmília!


Sem palavras... mesmo... <3




sábado, 3 de junho de 2017

Abanar o Esqueleto #28


Não queria, que não queria mesmo, voltar a deixar aqui uma música de Ghost. Qualquer diz vocês não me ligam nenhuma e eu até já me apercebi que estou a ficar repetitiva com estes senhores, mas tenho como objectivo que algum deles me venha parar aqui ao blogue depois de uma pesquisa egoísta no Google, e me chamem para, porque não?, andar atrás deles tipo histérica. I'm there! 

Ainda por cima, para variar andaram a tocar a semana toda no meu MP3... não há como fugir deles...

Mas para ver se tão cedo não os volto a pôr cá no blogue, hoje deixo-vos um mini-concerto acústico, de 20 minutos, em que dá para perceber quão bons músicos eles são... e divertidos também!

Senhoras e senhores, prometo que tão cedo não os volto a pôr por cá, mas, mais uma vez, os Ghost:




Catarina


sexta-feira, 2 de junho de 2017

USA: me aguarde!



Como uma pessoa (leia-se "eu") anda à procura de emprego, dá por si (leia-se "por mim") a deambular por sites que nos ajudam a perceber melhor quem somos (como assim? Como é que um site sabe quem eu sou?)

Bom, lá fiz mais um teste, desta vez para ver qual a minha personalidade e qual o emprego adequado a ela. Diz que há 16 tipos de personalidade (podem conhecê-las aqui), encaixadas em quatro categorias (analistas, diplomatas, sentinelas e exploradores).

Lá fui respondendo o mais honestamente possível, mesmo que por vezes quisesse ter colocado a cruzinha noutra resposta (à pergunta "Sente inveja dos outros?" fui o mais honesta possível... Sinto, pois! Das gordurosas que já podem andar de biquíni dourado na boa (e serem boas!) e eu não! E descurto-me um bocadinho por sentir essa inveja, mas pronto, fui honesta e deixei a cruzinha no "sim").

No final, o mais curioso de tudo, foi ter-me calhado na categoria Diplomata, pois sempre me vi como tal: sou uma espécie de Ministério dos Negócios Estrangeiros para a vida; um António Guterres de trazer no bolso, na verdade.

A segunda curiosidade é que, ainda na segunda-feira, a Filipa, a minha mentora de Fitness On Water, muito paciente com algumas crises de ansiedade que esta ausência de trabalho me tem dado, me dizia que eu tinha características da personalidade que me calhou no teste. Na altura, respondi-lhe com um sorriso de lado e olhar a fugir: "Hmmmmmmmmmmm, acho que não, mas era bom ser assim."

Agora é a Internet a dizer-me o mesmo. 




Personalidade: Protagonista. 

Características: "são líderes naturais, cheios de paixão e carisma. Formando cerca de 2% da população, muitas vezes eles são nossos políticos, treinadores e professores, estendendo a mão e inspirando os outros a fazerem o bem para o mundo. Com uma confiança natural que gera influência, os protagonistas se orgulham e se divertem guiando os outros para trabalharem para melhorarem a si mesmos e a sua comunidade!"

Alguns famosos com personalidade protagonista são por exemplo Barack Obama, Oprah Winfrey ou John Cusack (gosto tantooo dele!)


Diz que este é o bonequinho da minha personalidade. Até é fofinho, apesar da espada...

"As pessoas que possuem o tipo de personalidade protagonista são altruístas dedicadas, o que às vezes pode ser um defeito, e não têm medo de se arriscar quando estão defendendo as ideias e as pessoas em que acreditam. Não surpreende que muitos dos protagonistas famosos tenham sido presidentes dos EUA – esse tipo de personalidade quer liderar o caminho para um futuro melhor, seja liderando uma nação para a prosperidade ou seu próprio time de futebol em uma vitória difícil", conclui a descrição da personalidade. 

Desde que me conheço que digo que quero ser Presidente da República (já não vou ser a presidente dos afectos, que esse título já o Marcelo mo tirou), mas acho que afinal posso apontar a presidente dos USA! E se o Trump lá chegou, não vejo porque é que eu, de Biquíni Dourado ao peito (e nos peitos, já agora), não poderei lá chegar também.

Onde é que posso mesmo enviar o meu CV para chegar à Casa Branca? (Que aviso já que vou pintar de dourado, ai não!)

Catarina


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Desafio Fit 1632 Horas: o prémio


No retorno do correio de ontem, vinha um embrulho cheio de coisas boas para mim: era o prémio por ter saído vencedora do Desafio Fit 1632 horas, cortesia da Agridoce.

Gostei muito dos brindes (barrinhas energéticas para o entre-treinos e um rímel para eu me acostumar a ficar mais arranjadinha), mas o especial mesmo foi o cartão com uma dedicatória que a Agridoce me enviou... esse foi "o" prémio.
Para já, o facto de ter feito essa coisa estranha de escrever à mão, ainda por cima para uma pessoa que mal (ou nada) conhece, e por serem palavras cheias de ternura... Fiquei muito sensibilizada com o acto, de verdade. 



Fico sempre meio que sem palavras quando me elogiam... Não acho que faça nada de especial, a não ser ter esta fixação com chegar ao Biquíni Dourado, mas quando me fazem elogios destes, não deixo de sentir o coração a encher-se de borboletas encantadas.

Muito obrigada, querida! Vou guardar com muito carinho as tuas palavras (e no próximo desafio vou-me esforçar tanto ou mais para receber outro postal igual!).

Catarina

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Borboletas no pulso


Daquelas coisas que acontecem porque houve um desenrolar de acções, o chamado efeito borboleta.

Primeiro momento desta história: em Outubro de 2016, mais ou menos, inscrevi-me para ser "cobaia" de um estudo da Faculdade de Motricidade Humana sobre a importância das tecnologias ajudarem a manter grandes volumes de peso perdido.

Segundo momento desta história: fui chamada a fazer parte do estudo, e como tal deram-me um relógio que tem de andar sempre no meu pulso e, entre outras coisas como dar horas, contabiliza o exercício físico que esta que vos escreve vai fazendo todos os dias.

Terceiro momento desta história: talvez por excesso de uso ou só por a tecnologia não morrer de amores por mim, a bracelete do relógio partiu-se... a caminho da aula de Zumba de segunda-feira.

Quarto momento: E AGORA??

Quinto momento: "OK, se eu de alguma maneira conseguir usar o elástico do cabelo para prender a bracelete, fica o caso resolvido."

E assim chegamos ao momento final deste efeito borboleta.

Não tivessem todos estes momentos acontecido, eu nunca teria precisado do elástico do cabelo para prender a bracelete do relógio, nem nunca teria feito a aula de Zumba de cabelo... solto. E digo-vos que foi uma espécie de revelação. Soltar o cabelo foi quase o equivalente a soltar a franga (ou a soltar a borboleta, que sempre é mais elegante). 

Claro que não fiquei melhor zumbadeira por o ter feito, nada disso. Mas o facto de ter soltado o cabelo deu-me uma segurança como nunca tinha sentido nas aulas, e não falo só de Zumba. 

Para já, parecia que havia um elemento do meu corpo, o cabelo, que tinha estado amarrado nas outras aulas e que estava finalmente livre. Depois, o ter o cabelo solto, o meu eterno escudo, parecia esconder a minha expressão do mundo. Apesar de ser dos sítios onde sou mais feliz, tenho sempre uma expressão muito neutra nas aulas de Zumba, mas de cabelo solto... ui!, de cabelo solto fui eu, a Catarina do cabelo desgrenhado! E que sensação! Dei por mim a olhar para mim ao espelho e a sorrir! 

Quem diria que uma simples inscrição num estudo poderia resultar numa revelação tão grande...

E para provar que não vos minto, aqui fica a obra de engenharia que assim continuará até chegar a bracelete nova... Claro, não consigo ver as horas, nem as calorias perdidas, nem coisa alguma, mas tranquilo, ao menos o elástico é assim de tons dourados...


Adenda a esta publicação, ontem à noite fui fazer outra aula de Zumba, com um elástico extra, e não resisti em prender o cabelo... Confere, aquela sensação de liberdade e desenvoltura só acontece MESMO de cabelo solto...


Catarina

terça-feira, 30 de maio de 2017

Vamos ao Parque?


A primeira vez que fui ao teatro na vida, foi para ver uma revista no palco do Maria Vitória, no Parque Mayer, em Lisboa. Devia ter uns sete anos.
O espectáculo tinha um nome que, lembro-me de o ter achado na altura, era muito, vá, ordinário, mas que eu adorei, ainda para mais porque podia repetir a expressão as vezes que quisesse pois, afinal, era o nome da peça: "Quem tem ECU tem medo". 
Além da marotice do título, lembro-me de ter ficado encantada com tudo: irmos bem arranjados "para ir ao teatro"; o entrar na sala com o bilhete na mão; terem-me dado uma folha de sala (que li e reli vezes e vezes sem conta); o levarem-me ao meu lugar (e fiquei logo no camarote!); as luzes; as cores; os cheiros; os actores; as roupas; as músicas; os aplausos; as reacções... Metade das piadas, por serem políticas, não as apanhei, mas saí do Maria Vitória com a certeza que o teatro teria que, de alguma maneira, fazer parte da minha essência. E faz

O ArTeC, além de me dar a possibilidade de fazer um bocadinho de teatro (como eu gosto, na sombra, porque, como diz o nome da peça, eu tenho ECU, logo, tenho medo de estar à frente das luzes), dá-me a possibilidade de conhecer gente muito talentosa.
O Pedro é uma dessas pessoas que o ArTeC me trouxe, e que o Maria Vitória levou, e ainda bem. 
Por falta de tempo, ainda não tinha ido ver a revista que está (há mais de 10 meses) em cena e que conta com o meu querido Pedro (e se tiverem dúvidas de quem ele é, é só o mai-lindo de todos do cartaz!! Meu rico menino!), mas no sábado lá fui eu.



"Parque à Vista" tem um elenco de luxo (claro, tem o Pedro!) que fez as duas horas de espectáculo parecer uma lufada de ar fresco. No fim, doía-me a barriga de tanto rir (resultou como uma espécie de abdominais!), vim de orgulho cheio do meu menino em particular e do teatro português no geral. Estive rodeada de um público que veio de longe (acho que de Nisa) e que me fez sentir pior por não ter um tempinho para ir até logo ali, ao centro de Lisboa, para me divertir um bocadinho.

Ainda bem que fui. E, se não tiverem nada que fazer por estes dias, vão também! Afinal, há "Parque à Vista" até 4 de Junho!



Catarina


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Catarina's Back, alright!


Chinapá! Há quanto tempo não vinha ao meu blogue! Sou horrível mesmo. Chego a ser desagradável, mas tive tanta, mas tanta coisa para fazer que acreditem que não tive tempo para actualizar a escrita por aqui (e tenho muita coisa para contar, mas acho que não me vou esquecer de nada pois fui apontando os meus futuros disparates em forma de artigos num papel)... e anda por cima fiquei doente, uma constipação chata, chata e que teima em não passar, a bandida.

A minha falta de tempo foi tal estas duas últimas semanas, que dei por mim a cortar as unhas dos pés ENQUANTO sentada na poltrona da casa de banho a fazer um número 2... E com esta bela imagem espero estar mais que perdoada por, não só não ter actualizado O Biquíni como por não ter andado a visitar os vossos blogues (fui partilhando fotografias no Instagram Dourado, shame on you a quem ainda não me segue por lá).

Mas agora, citando a minha banda favorita dos anos 90, Catarina's Back, alright!

E já que nem um "Abana o Esqueleto" cá deixei no sábado, aproveito para partilhar um vídeo que vi até à exaustão, e que dancei até à exaustão e que ainda hoje, aparentemente sei de cor, de quem? Dos BackStreet Boys, pois com certeza!


Catarina

sábado, 20 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #27

E de onde vem a música de hoje, de onde? Claro! Das aulas de ZUMBA do Daniel!

É com ela que fazemos os alongamentos finais por isso é ela que vem na minha mente no final da aula... e que agora vos deixo aqui:



Bom fim-de-semana!

Catarina

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O meu "ai Jesus!" alimentar



São, sem dúvida, dos meus maiores pecados.
Gosto TANTO destas bolachas de manteiga do Continente que não posso sequer pensar em comprar um pacote porque rapidamente ele o deixa de ser (porque as devoro em menos de nada).
São mesmo o meu calcanhar de Aquiles, raça das bolachas!


E vocês? Têm algum "ai Jesus!" alimentar na vossa vida?


Catarina


quarta-feira, 17 de maio de 2017

É f*da, mesmo!


Quando chamou por ele, Teresa Cristina (que fez a primeira parte do concerto) deixo o aviso. "É assim que ele é conhecido lá no Brasil: Caetano é f*da!" E é mesmo!

Fui confirmar a idade dele ao Google numa espécie de beliscão internético, pois eu já sabia a resposta. Setenta e quatro anos... uma vida inteira naquela voz encantadora, envolvente, enternecedora, embaladora... que privilégio ter estado ontem na segunda fila do Casino Estoril!

Ia com as expectativas elevadas, mas acho que isso é problema meu que estou sempre em modo "vou pisar a Lua", e, no entanto, elas foram mais do que preenchidas. Caetano sozinho em palco, com o seu violão, parecia uma multidão, de tanta presença que tem. E depois com Teresa Cristina e Carlinhos 7 Cordas, transformou-se num ser generoso, em que só os grandes se conseguem transformar ao partilhar o palco e passar para segundo plano, apesar de o nome maior no cartaz ser o dele. 



Foram tantas as músicas, e até em inglês e em espanhol! 
Para quem não foi ontem, diz que hoje ainda há bilhetes e, podendo, acho mesmo que deviam investir para uma "Mens Sana in Corpore Sano"... com o Caetano!

Catarina

terça-feira, 16 de maio de 2017

No princípio era o Verbo... ou melhor, a pessoa verbal


"E agora vais começar a subir a montanha." 

"Vamos fazer a saudação ao Sol."

"Quando achares que já não vais conseguir mais, vais ter de dar mais um bocadinho."

"Vamos esticar a perna direita até sentir pressão."

Acaba por ser engraçado como as diferentes pessoas verbais utilizadas pelas pessoas que nos dão aula de grupo definem tão bem a nossa atitude perante o exercício.

Estas frases, aqui rudemente transcritas por mim, são de pessoas diferentes. 

Numa aula em que puxam pelo "eu", a ideia que passa é que, apesar de a sala estar cheia de gente, é comigo, Catarina, que o professor está a falar. Sou eu que tenho de ganhar, numa luta entre mim e a bicicleta, entre mim e o meu corpo, entre mim e a minha mente, mas acima de tudo entre mim e a sala cheia de outros "egos".
Acabo sempre uma aula de Cycle com vontade de ir ver quantos quilómetros cada um dos outros egos ali presentes conseguiu fazer, só para saber se ganhei a prova do Tour do dia.
Na parte que me toca, ontem estreei-me nas aulas das 07h20 (sim, da manhã, caso contrário teria escrito 19h20!) e superei, pela primeira vez, a marca dos 30 quilómetros pedalados (foram 32,900). 

Numa aula em que nos colocam juntos na pessoa verbal, como numa aula de Zumba ou de Yoga, é mais fácil esquecermos a "competição". Mesmo se numa aula de Yoga, como nas que tenho feito com a Inês do YogaProjection, o "nós" se refira a mim Catarina e aos meus chacras e não necessariamente a mim Catarina e aos meus parceiros de saudação solar, a realidade é que a atitude muda. Há uma tranquilidade em achar que estamos todos no mesmo barco (ou no mesmo tapete) e que, por isso, nos podemos exercitar serenamente, sem pressões de chegar lá primeiro porque, no fundo, vamos todos juntos. 

Mas quer seja em "nós" ou em "tu", no princípio há o verbo, e só um verbo: IR! É mesmo o mais importante de tudo. Quer seja a lutar contra o nosso corpo ou contra o de outros, quer seja a tentar superar a nossa elasticidade ou a chegar a um nível de serenidade com o mundo que nos rodeia, o importante mesmo é ir. 
Não vos consigo expressar o quanto me custou acordar às 06h para chegar ao ginásio a horas de apanhar a senha para Cycle ontem de manhã. Mas pensei para comigo: "Se conseguires ir, vais sentir um orgulho imenso em ti... e vais adorar! Vamos, Catarina!"

E fui. Eu, o meu ego, os meus chacras e a minha convicção que, se olhar ao espelho, só vou ver uma: a minha verdadeira competição. 



Catarina


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