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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Lembretes (literalmente) à mão

Porque um bocadinho de motivação nunca fez mal a ninguém, na passada sexta-feira resolvi mudar o meu (quase desde sempre) wallpaper do telemóvel com uma lua e um menino a tentar chegar a ela, por um que, a bem dizer, não me lembro como é que não me lembrei mais cedo de o colocar:


É só assim tão maravilhoso que confesso ter consciência que ando (ainda) mais com o telemóvel na mão só para olhar para o "meu" Biquíni Dourado.

Mais do que uma imagem bonita, é "a" minha inspiração diária. Ainda ontem, durante o treino com o Hugo na Rapid FIT&WELL, dei por mim (naqueles momentos de "fuck this, I want a cookie" que por vezes temos durante o treino) a lembrar-me desta imagem e da razão pela qual me meti nisto (leia-se no blogue). Quero mesmo muito chegar ao Biquíni Dourado, caneco!

Depois, continuando nas mudanças telemoveleiras, o ecrã de bloqueio também deixou de ser uma saudação (dizia-me "Hola Bonita") para ser uma constatação:

É isto. Na verdade, eu consigo. Basta querer... e de vez em quando lembrar-me destas coisas. Por isso, nada como ter à mão aquele "boost" extra para nos (me) dar vontade de continuar nesta luta!

Vamos lá? Deixem-me só ir ali buscar o telemóvel...

Catarina

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sem ele era ainda mais difícil...


Simulava cada mudança metida e cada pisca colocado. Era das coisas que mais gostava de fazer quando a família ia toda tratar do jardim do meu tio: sentava-me no lugar de condutor a fingir que conduzia. Na minha cabeça, recriava a viagem toda que fazíamos desde a nossa casa nos Olivais até à outra margem, à Lagoa de Albufeira, para a casa de férias de um tio.

Quando fiz 18 anos, a minha avó quis-me oferecer logo a carta de condução, mas eu, que sabia que não ia ter dinheiro para comprar um carro nem para o manter, resolvi esperar. 

Entrei para a faculdade, fiz curso, pós-graduação e estágio, e só ao fim de estar a trabalhar quase dois anos é que resolvi tirar a carta.

Claro, chumbei no exame de código a primeira vez, com quatro (FOI POR UMA!) respostas falhadas. Tive com o código o mesmo amor (not!) que tive com a matemática: para que é que preciso de estudar isto se não me vai fazer falta para a vida? O que é que me interessa se um camião pode levar mil toneladas ou três mil? Não vou andar a pesar camiões, gente! 

Da segunda vez que fiz o exame de código, com a pressão de não querer gastar mais dinheiro em inscrições (sou muito tio Patinhas, confesso), arranjei um estratagema para aqueles dados que eu achava irrelevantes, mas que me tinham tramado no primeiro exame. Compus rimas para todos os valores, pesos, limites de velocidades, enfim, foi ver-me no exame de código a abanar a cabeça ao som das minhas rimas... mas passei, e com zero perguntas falhadas. 

A condução foi outra história. Lembro-me de, na primeira aula em que conduzi, o meu instrutor ter passado a maior parte do tempo ao telemóvel, e chegámos inteiros ao destino - facto que me deu uma confiança parva na altura, do género "Ena, conduzi sozinha!"
A realidade é que passei no exame de condução à primeira, apesar do (muito) nervosa que ia.

Toda esta viagem pela minha memória automobilística para chegar a esta conclusão que, agora sim, tem que ver com este blogue:

se conduzir desse para perder peso, podem ter a certeza que já tinha chegado aos 30 quilos, quiçá 35?, perdidos. As voltas que dou no meu carro de um lado para o outro de ginásio em ginásio, fazem dele um verdadeiro peregrino nesta minha causa.

Por isso, hoje queria pedir uma salva de palmas para o meu bólide, o parceiro ideal de treino, o verdadeiro Jedi Master!


Catarina

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trinta quilos perdidos à vista... ou, às pernas!


Começo a desconfiar que nunca mais chego aos 30 quilos perdidos por causa da "celebração" que arranjei para mim mesma: cortar o cabelo.

Estou nos 27 quilos perdidos há quase um mês, e eu já sei que é por fases, eu já sei! Mas, conhecendo-me, acho mesmo que o facto de andar a apregoar que quando chegasse aos 30 quilos perdidos ia dar um corte radical ao cabelo, me está a causar alguma tendência, involuntariamente, para não chegar a esse valor... é que eu ODEIO cortar o cabelo. Ainda para mais, ainda não me sinto à vontade com quem sou, com a minha cara, etc, além de que só agora descobri o fascínio de zumbar de cabelo (LONGO!) solto!

Assim, e como quero mesmo, mesmo, mesmo chegar aos 30 quilos perdidos, resolvi riscar a ideia de ir cortar o cabelo para celebrar, e pensar noutra coisa. 

"Do que é que tu gostas?", perguntei-me a mim mesma. 
"Star Wars, desporto", respondi-me.
"E achas que precisas de alguma coisa que envolva essas duas coisas?", atrevi-me a perguntar.
"Precisava, sim, Catarina. Precisava de mais umas calças para treinar na Rapid FIT&WELL, que as que tenho não chegam", respondi em modo "duh! Não é óbvio que preciso?"
"Estás à espera de quê?", concluí a mim mesma.

E lá fui eu ao eBay procurar umas leggings abençoadas de Star Wars... e encontrei!
São tão giras e são tão as minhas pernas que mal posso esperar por chegar aos 30 quilos perdidos para as comprar!



Digam lá se não é uma celebração com muito mais Força?

Catarina

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Tetra-e-seis

Tenho um cachecol pendurado na porta da sala desde o início da temporada 2016/2017, quando fui ver um jogo à Luz e ganhámos por 3-0. Não há semana que a minha mãe venha cá a casa e não diga "Ai, nunca mais tiras isso daí" (ela é lagarta, sabe lá!)
Depois, tenho a minha outra teoria, a de que não posso usar roupa/acessórios de "Star Wars" em dia de jogo do Glorioso. Sinto que estas minhas duas paixões não se podem anular uma à outra, como que se do facto de usar uma T-shirt com um Darth Vader impedisse a bola de entrar na baliza adversária à do Benfica. Que tolice, dirão vocês; mas impede, direi eu! Eu sei que, se o Benfica perder, a culpa é de eu ter usado aquele par de meias com o R2D2 porque me esqueci que havia jogo nesse dia. Na verdade, todos nós, que vibramos com o futebol, temos a nossa superstição e sabemos bem que o nosso clube ou a nossa selecção só perdem porque não cumprimos o mantra por completo.

No sábado, por muito que quisesse vestir a T-shirt de "Star Wars" que comprei há uns quatro meses e que finalmente me serve, a lembrança do jogo ("o" jogo!) fez-me voltar a arrumá-la no armário, para estrear em dia livre de Glorioso, não fosse a coisa correr mal. 

E não correu... E é com muito orgulho que escrevo uma palavra nova no meu dicionário de benfiquista: TETRACAMPEÃ!

Que venha o 37!


Até a águia já tem dourado!

 Catarina

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