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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Hollywood num São Marcos

A semana passada não foi fácil... Recebi uma notícia menos boa, o que resultou numa montanha-russa de emoções. Estou a tentar aceitar, lidar, levar essas novas informações com tranquilidade, mas, na verdade, a Catarina de há 26 quilos teria aproveitado a semana passada para se vingar em comida, para se justificar na dureza dos dias para comer sem parar porque... "eu preciso".

E, confesso, a Catarina de há 26 quilos apoderou-se de mim durante uns momentos e fui comprar um bolo, um São Marcos que, com toda a sua gloriosa cremosidade, parece que ainda agora, enquanto escrevo estas palavras, me relembro do seu sabor... E foi com intenções de o devorar, claro, que o comprei. De preferência, comer rapidamente para não dar tanto pelo mal que me estava a fazer. Foi uma compra consciente, a do bolo, afinal, "Eu mereço." Como se de comer um bolo cheio de calorias pudesse vir alguma coisa boa...

Mas a Catarina de há 26 quilos não tinha a vontade que esta tem em superar tudo. Ou, pelo menos, a vontade em não se vingar em comida. 
A Catarina de há 26 quilos não tinha um Hugo
A Catarina de há 26 quilos não tinha um Pedro
Acreditem que faz toda a diferença pensar neles os dois nestas alturas... Foram já tantas as horas que eles me dedicaram a mim, e que eu me tentei superar com a ajuda deles, que nem faria outro sentido não me lembrar disso com aquele São Marcos à minha frente...

Mas, acima de tudo, a Catarina de há 26 quilos não tinha conhecimento da Força que tem e, num momento à Hollywood, já com o bolo pronto a ser ingerido, esta Catarina, a de hoje, a que teve uma semana de merda, mandou o bolo para o lixo. Assim. Tão simples. E... tão fácil. 

Deitar aquele bolo fora foi um sacrifício mínimo, comparando com todo o esforço que tenho vindo a fazer, e que ainda me falta, para chegar ao tal Biquíni Dourado. 

Nah! Esta má fase não vai ser superada com comida. Quando muito, esta fase menos boa vai ser superada com muito suor e com mais sacrifício. 

A Catarina de há 26 quilos teria olhado para a semana passada e chorado até ao tutano. A Catarina de há 26 quilos teria comido não um, mas dois São Marcos. A Catarina de há 26 quilos teria pensado que gostaria de pesar menos 26 quilos e de ter a Força para os conseguir perder e, vai-se a ver, não é que tem mesmo?



Catarina, a de hoje, com menos 26 quilos e muito mais Força.


terça-feira, 21 de março de 2017

Mirror, mirror on the gym...

Traio o Pedro com o Hugo; o Hugo com o Daniel e o Daniel com o Carlos... e ainda consegui traí-los a todos com o Vasco.

De todos eles, além do treino em si e dos seus benefícios, trago sempre alguma coisa. 


Do Pedro trago a inquietude; 

do Hugo trago as boas vibrações;
do Daniel trago a felicidade de dançar;
do Carlos trago o entusiasmo...
e do Vasco trouxe um invulgar orgulho.

Conheci o Vasco numa sessão experimental de Personal Trainer que vos falarei por cá em breve. Uma hora foi o suficiente para ele perceber que eu tenho um problema com espelhos: "Tens de olhar em frente, é importante não só para veres como está o teu corpo, como para manter o equilíbrio e uma postura direita", disse-me ele umas duas ou três vezes antes de eu lhe confessar: "Odeio olhar-me ao espelho..."

A resposta dele foi a mais improvável e, ao mesmo tempo, a mais óbvia. Gostava de tatuar as suas palavras no meu âmago para não mais me esquecer delas, mas partilho-as convosco pois... é isto mesmo. É isto mesmo...! Disse-me ele: "Ainda é tão pequena a percentagem de pessoas que praticam desporto no nosso país, que quem não pratica é que devia ter problemas em se olhar ao espelho. Tu tens de encher o peito e ter orgulho em ti, ainda por cima, fazes exercício com gosto. Sabes que isso é ainda mais raro, certo?"

Como não encarar o espelho com outros olhos depois deste discurso? E é algo tão óbvio que até parece ridículo ter tantos problemas em olhar para mim a treinar. Sim, transpiro que nem um texugo, sim, (ainda) estou fora da minha zona de conforto, mas, caneco!, estou a tentar, e com gosto! 

Assim como a alimentação saudável ou o exercício físico, o espelho é só mais uma barreira. Vamos lá superá-la!



Catarina

domingo, 19 de março de 2017

Catarina & Pedro aos saltinhos pelos 25 quilos perdidos


Que o Pedro tem sido um Personal Trainer exemplar, isso já é mais que sabido. Tem-me ajudado mais que muito a chegar ao meu objectivo (o tal Biquíni Dourado) e é tão parceiraço e damo-nos tão bem que parece que nos conhecemos desde sempre. 

Já há umas semanas que o tenho desafiado a treinar comigo, mas vamos adiando a coisa muito para não me distrair do foco de perder peso. Mas esta sexta-feira, numa espécie de comemoração pelos 25 quilos perdidos a que cheguei, fizemos este exercício que, vai-se a ver, é tão mais giro de ser feito a pares, ainda por cima com ele!

E, caraças, que o raio do homem e mais baixo que eu e salta mais que uma lebre! Irra!



 

PS - WOHO! Vinte e cinco quilos perdidos!

Catarina

quinta-feira, 16 de março de 2017

Em modo Capela Sistina


Há updates importantes a serem feitos de vez em quando neste blogue.
Um deles, claro está, é a minha pança. Como vai ela?, perguntam vocês. 

Ao que respondo, assim:


Posso afirmar que está a funcionar... Pelo menos, acho que sim. Tanto os treinos com o Pedro como os treinos com o Hugo na Rapid FIT&WELL começam a dar (boa) forma a este meu corpo. Claro que fico super contente por mim, mas, caramba, quero mesmo deixar os meus dois moços orgulhosos! Quero ser uma espécie de Capela Sistina deles. Estou a dar trabalho, eles têm que ter muita paciência, mas vou ficar um deleite, se vou!

Catarina

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Abanar o esqueleto #14

Esta música passa no ginásio todos os dias que treino com o Pedro. E quando digo todos os dias, é mesmo TODOS OS DIAS. 

Não sendo uma letra assim positiva por aí além, a realidade é que a voz desta senhora é tão poderosa que dá vontade de agarrar todas as nossas forças durante o treino e conquistar os nossos objectivos. Ainda por cima, ela neste vídeo até tem tons de dourado vestidos... Há lá razão mais bonita para se chegar ao meu blogue? 
Força e Dourado... (Sem querer, fui parar de novo a Star Wars, sentiram?)

Bom fim-de-semana!



Catarina

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Agarra-te às paredes!

Aqui há uns valentes anos, era eu uma gaiata mínima, por uma longa razão que não vale a pena contar, chateei-me com os meus avós. Fiz birra, vá. 

Quem conhece a zona de Campolide, em Lisboa, onde os meus avós moravam, saberá que tem ruas assim inclinadas. Inclinadíssimas! E eu, na minha birra, seguia à frente dos meus avós, indignada da vida em modo "ninguém-gosta-de-mim-sou-tão-infeliz-olhem-para-mim-a-ser-mimada". A minha avó, a tentar apaziguar a zanga, gritou-me lá de trás: "Não vens ajudar a avó a descer a rua?"
Ao que eu, do alto do meus 6/7 anos respondi: "Agarra-te às paredes!"

Até hoje (sim, até hoje), com os meus 32 anos, a minha avó continua a chamar-me "Ó Agarra-te às Paredes" quando me quer arreliar. 

Castigo do destino, hoje em dia tenho vertigens. É-me mesmo muito complicado descer escadas, saltar de um muro, caramba!, até se estiver em pé é-me difícil olhar para o chão (está lá longe, relembro que tenho 1,83m...). Ando sempre em modo "Agarra-te às paredes"... E quando digo sempre, sim, também quando treino. Se soubessem o difícil que era para mim descer de uma PASSADEIRA! Parecia que estava a saltar a Grande Muralha da China, eu sei lá! Mas já estou melhor. Quer dizer, vou estando. 

De vez em quando, deparo-me com bichos como este, que a Decathlon chama de "Pilates Balance Station Ginástica", mas que eu baptizei de "Lá está o karma a ser divertido."

A olhar para a imagem, até acho parva a dificuldade que tive das vezes que treinei com este bicho azul, mas a realidade é que tive.

Racionalmente, sei que, se cair, a queda nem será por aí além, claro. Mas, relembro, o chão está lá longe, caramba! E convenhamos que em cima deste "estrunfe wannabe" fico ainda mais distante dele, é o que é! Já para não falar da instabilidade que dá, obviamente. É o que vos digo: o karma a ser karma. 

Não há vez em que treine com isto que não ouça em eco, e com voz de gozo, a minha avó a dizer "Agarra-te às paredes!" 

Felizmente, há sempre um Hugo (relembro que com este moçoilo ainda por cima treino com o fato da Rapid FIT&WELL!) ou um Pedro ao lado, mas, se um deles não estivesse lá a postos para dar a mão, só tinha mesmo uma solução: agarrar-me às paredes!

Karma. É só o que vos digo.


Catarina

domingo, 29 de janeiro de 2017

Está a surgir em mim uma nova palavra que começa em "a" e acaba em "bdominais"


Sem querer, ao que parece esta semana tem sido de momentos Antes & Depois aqui no blogue.

Pensei muito se devia partilhar as seguintes imagens na Internet, não é de todo fácil admitir que o meu corpo já teve o aspecto da fotografia do Antes. (Se vocês soubessem o que me vai custar clicar no botão "Publicar"...!) 
Mas se este é um blogue de superação, de mudança de vida e de mudança de corpo, acho que faz sentido mostrar-vos como estava a minha zona abdominal em Outubro.





Sim. Esta fotografia foi tirada em Outubro. Acham mesmo que eu tirei fotografias à minha bojuda pança catariliana ANTES de ter perdido mais de 20 quilos? Claro que não! 

Foi em Outubro, sim. Já com 10 meses de ginásio e creio que, na altura, 20 quilos certinhos perdidos. Foi uma espécie de "celebração", esta foto cá de cima. 

Esta semana, para "celebrar" o aniversário, resolvi tirar nova fotografia à zona abdominal, mais até para confirmar com quem percebe da coisa, o meu PT Pedro Miranda, se aquilo que comecei a notar há um tempo já era o que eu achava que era.

E, citando as suas sábias palavras: "Sim, é."

E o que é que é? 
ABDOMINAIS! Vá, calma, Catarina. Calma.
Não são abdominaiS, com "s". Nem sequer é UM abdominal. Nem um "abd". É só mesmo o começar de um abdominal. Assim como quando pegamos numa caneta para começar a escrever alguma coisa. É o que aquilo, ou seja, isto aqui na fotografia em baixo, é.



Está aí o primeiro vislumbre do meu futuro "six-pack". 

Nunca, repito, nunca, pensei ver-me assim. É um fenómeno muito estranho, este.

Cada vez mais me convenço que sou a prova viva que com vontade, determinação e o apoio certo (o do Pedro e o da Rapid Fit&Well) o meu corpo está a mudar a olhos vistos.

De Outubro a Janeiro não vão assim tantos meses, ainda se meteram ali as duas semanas do nosso descontentamento dietético (também conhecidas como semana do Natal e do Ano Novo) e, mesmo assim, o meu corpo está a mudar. E para melhor.

E eu, claro, estou a adorar. 

Por muito que tenha dores, por muito que me apeteça encher a cara de doces e de "faux pas alimentares", está tudo a compensar quando vejo estas duas fotografias seguidas.

Catarina



domingo, 22 de janeiro de 2017

Zombies à solta no ginásio!



Adoro treinar. Acho que já deu para perceberem isso. Mas há ali dois momentos em que reviro os olhos e me arrependo de não ter ficado em casa agarrada à mantinha a ver uma série no Netflix.

São eles o aquecimento e os alongamentos finais.

Irónico, certo?

Custa-me muito a arrancar e custa-me ainda mais o parar.
O arrancar custa-me porque me sinto sempre a apanhar uma valente seca na passadeira. Não sou de todo fã. Sinto-me assim em modo hamster às voltas na gaiola, mas em versão zombie. Às vezes, quando dou por mim já se passaram 30 minutos e nem dei por eles. Outras vezes estou tão a leste que parece que até me esqueço de como se anda e quase me esbardalho ao comprido na passadeira.
(Mais um ponto extra para se treinar com PT, quando o temos ao nosso lado na passadeira, parece que viramos só hamsters, sem a parte dos zombies. Ao menos vamos falando, quando o arfar o permite, pois com certeza!)

A parte dos alongamentos já é diferente.
Acho que, acima de tudo, é aquele momento em que me sinto desarmada. Imaginem que acontece um apocalipse de zombies (sim, estou muito Walking Dead, hoje) e eu naquele momento estou a alongar! É que nem vou dar pelos mortos-vivos a entrarem no ginásio nem vou ter tempo de me levantar. Ainda não tenho velocidade/agilidade para isso, caneco!

Ainda por cima, neste último treino com o Pedro, o primeiro desde a minha crise pós-estúpida hérnia, fiquei a saber que este meu PT além de ser um grande parceiro a caminho d'O Biquíni Dourado, tem umas mãozinhas que faxavor! Houve ali um momento em que, se os zombies entrassem no ginásio, eu ainda lhes diria "Pshé! Pouco barulho!" de tão descontraída que estava.

É que, depois do treino (que, por eu ainda estar combalida das dores na lombar, foi quase só braços), durante os alongamentos finais o Pedro aplicou um pouco da sua sabedoria de PT na minha área problemática. Ao início doeu um bocadinho, confesso. Ainda por cima, com os anos fui ganhando uma certa resistência em me tocarem na região em questão. Mas, nos finalmentes, já só estava a sentir a dor a desaparecer... e a desaparecer...
E, qual não foi o meu espanto quando, já no trabalho, me apercebi que já não estava nem a coxear, nem com dores há umas valentes horas. WHAT?? Como assim? Desmarquei eu um treino com o homem por ter dores e ele afinal era uma das soluções? Not cool, universe. Not cool.

Não sei que raio de vodu ele para aqui me fez, mas já se passaram três dias e acho que é seguro dizer que a "crise de hernicite" já lá vai. Tenho só assim uma ligeira pontada, quase um "não-fiques-muito-feliz-ainda-que-posso-voltar-a-doer-em-menos-de-nada".

Mas já estou melhor! Se estou!


Catarina



segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Pequeno-almoço de campeã



Todos os dias, sem excepção, assim que salto da cama e depois do chichi matinal e do retiranço de remelas dos olhos, visto logo o fato-de-treino.

Claro, ira saber-me melhor tomar o pequeno-almoço ainda de pijaminha quentinho, de robe fofinho a abraçar o meu metro e oitenta e três e de chinelos nos pés. Claro que ia saber melhor. No entanto, se opto por fazer isso, a não ser que tenha treino marcado com o Pedroo mais provável de acontecer é eu desistir de ir ao ginásio. O conforto pijamal não me deixa sair de casa, o que é que querem?

Não sei se convosco também é assim, mas, se me aninho, é o cabo dos trabalhos para sair do conforto. Parece que há sempre alguma coisa a fazer em casa do género: "Olha, tenho que virar os cabides do armário com a ponta para fora". "Olha, já há muito tempo que não vejo este álbum de fotografias da altura do secundário." Já perceberam a ideia... Acabo por ficar em casa, não faço nada de útil, não treino e tudo por culpa do pijama! 

Por isso é que adoptei esta táctica: o pequeno-almoço é para ser tomado de uma forma: já pronta para a acção!



quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Poema de (muita) dor… e (um ligeiro) amor


Diz que no dia 2 de Janeiro se celebrou o Dia do Personal Trainer! “Shame on me” que não sabia e deixei esse dia passar em branco! Já apontei na agenda para me lembrar para o ano, até porque acho que a nossa relação é para durar.
Mas como não quero esperar até ao ano que vem para celebrar os meus treinos com o Pedro, deixo-lhe aqui um poema, intitulado: 

“Poema de (muita) dor… e (um ligeiro) amor”

Fazes-me gritar e gemer
E não é por prazer
É mesmo aquele esforço extra
Que me deixou à rasca


Quando estou ao pé de ti, até as pernas me falham
Ah, espera, é só dos 500 agachamentos que me calham!

Enganas-me, aldrabas-me, intrujas-me
Dizes que o haltere tem 5 quilos, mas vai-se a ver são 12!
Contigo, uma hora passa a correr
E é com gotas fartas de suor na minha cara a escorrer

Quando estamos a treinar
(vá, eu, porque o menino nem um quilo levanta),
só me apetece começar a gritar e a espernear
Mas depois lembro-me da minha pança...

... Espera lá que a barriga está a desaparecer
E será pelo teu belo parecer?

Puxas por mim quando estou quase a desistir
Fazes-me superar-me, fazes-me resistir!
Chamas-me "linda menina" quando estou a conseguir.
Para chegar ao Biquíni é sempre a seguir!

Agora, antes de começares a berrar,
deixa-me mas é descansar
Se até um poema te faço
tenho direito ao menos a diminuir o passo!

Personal trainer do meu coração,
do meu fígado, dos meus pulmões, do meu corpo em recuperação,
Obrigada por seres um chato
E por puxares por mim quando eu não desato.




Catarina

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Eu não transpiro, eu brilho. Ah, espera, o brilho é do suor, pois claro!


A semana começou com o meu treino matinal com o Pedro. E se treinar com ele é muito bom, que é, a realidade é que há uma coisa que me chateia bastante nesta nossa parelha: a transpiração. E não é a dele, coitado. É a minha.

E claro que não é só nos treinos de PT. A realidade é que transpiro muito. Quando comecei a fazer exercício, pouco ou nada transpirava. Talvez por não "dar tudo", quem sabe?, mas a realidade é que conseguia chegar ao balneário depois de uma aula quase igual ao que estava quando tinha saído do balneário para a aula. Mas isso era dantes. Hoje em dia é diferente.

Nunca fui de ficar encarnada, aí, só o meu coração é encarnado e branco!, mas o transpirar... Nas aulas de grupo ainda é como o outro, o acto de transpirar. A realidade é que somos muitos, cada um sozinho consigo mesmo, com a sua toalha e com a sua máquina/apetrechos, se for caso disso. Agora, numa aula com um PT a coisa muda de figura. 


O PT não transpira. 
O aluno sim.

O PT não deixa a sua marca de suor impressa nas máquinas.
O aluno sim.

O PT não fica a cheirar a balneário de adolescentes.
O aluno sim.

Acho que já perceberam a ideia.

A única coisa que me aconchega a mente é ter a certeza que, para um PT, aquela gota de suor a escorrer pela cara do seu aluno é sinal que o treino está a correr como esperado. É sinal que está a fazer efeito e que, assim, vale a pena suportar suor alheio!


Mas que me incomoda, incomoda. Já levo uma toalhinha extra para sentar a bunda nas máquinas, mas mesmo assim sinto-me sempre com a roupa a colar e a torcer... Blargh!

Catarina

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Com quem eu treino...


Já aqui vos falei da plataforma onde conheci o meu PT, o Pedro. Chama-se Koobby e, aposto o que quiserem, é muito melhor que o Tinder! Pelo menos para mim, deu-me uma relação PT-cliente como eu não estava a contar com ela. 

Basicamente, vocês seleccionam a modalidade que pretendem (no meu caso pesquisei mesmo “perda de peso Lisboa”) e aparece-vos logo as informações dos profissionais disponíveis dentro dessa modalidade, o sítio onde dão treinos (que até pode ser em nossa casa, imaginem!) e os preços. 

Além disso, a Koobby tem um blogue todo super fit, super saudável que chega até a ter entrevistas com profissionais e imensas dicas para quem, como eu, está a caminho d’O Biquíni Dourado.

O Pedro fala-me sempre com tanto entusiasmo da Koobby, que hoje não resisti em partilhá-la convosco também.

Acreditem em mim, não só é melhor que o Tinder como, vai-se a ver, ainda vão descobrir o PT da vossa vida <3

Vá, meninas, babem lá para o rapaz =P

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Adeus férias, olá treinos!

Estou de volta aos treinos!
Hoje foi oficialmente dia de dizer adeus às férias e olá aos treinos para, daqui a uns tempos, dizer definitivamente adeus às banhas e olá aos abdominais!

Dizia-me o Pedro, logo nas primeiras máquinas que fizemos, que eu vinha com a força toda. Aparentemente, andar a latas de atum lá por Amesterdão fez-me bem... ou isso, ou as saudades que eu já tinha dos treinos. 
Sim. Confesso. Senti muita falta das sessões com o Pedro. Mais do que das aulas de ginásio, porque, na realidade, as sessões de PT somos só dois. Dá não só para ser um treino mais (na realidade, só!) focado em nós (em mim!), como acabamos por conversar bastante. Entre um "ai que me estou para aqui a desfalecer e tenho que apanhar ar" e um "agora 15 vezes este agachamento", vamos falando do dia-a-dia, das férias passadas, das férias futuras. Enfim, é quase uma terapia também para a mente.


Isto tudo para vos dizer: I'm back, baby! E cada vez mais focada no meu objectivo, como vos prova o vídeo de hoje: 



Catarina

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Quem ainda não me segue no Instagram, que faça 30 agachamentos como castigo!





Vocês não estão bem a perceber a animação que estão a perder caso ainda não sigam o meu Instagram!

Tem conteúdos exclusivos! Com certeza!

Tem (mais) vídeos dos treinos com o Pedro.

Tem vídeos da minha mãe a fazer, imagine-se!, bolos!

O que é que o meu Instagram não tem?

É ir carregar no botão "Seguir" para descobrir... AQUI!


terça-feira, 29 de novembro de 2016

PT-falante




Estou a ver que esta coisa de ter um personal trainer tem muito mais que se lhe diga! 
Neste momento, sinto que estou numa relação e, como tal, tenho que lhe ser fiel a 100% e tenho de o ser para lá das nossas duas sessões semanais.
Ou seja, se lhe digo que estou a fazer dieta, estou MESMO a fazer dieta.
Se lhe digo que estou a ter cuidado com o que como, estou MESMO a ter cuidado com o que como... Enfim, já perceberam a ideia...

Claro que isso é uma coisa boa. Então, não é?
Caramba, mais uma "amordaça" para aquilo que tenho mais dificuldade em fazer!
Trinta agachamentos? Vá, faço quarenta e é só porque estou com pressa.
Trinta minutos de bicicleta? Vá, faço cinquenta e é só para não ocupar as máquinas demasiado tempo.
Agora, ponham-me um croquete à frente, e a coisa muda de figura. Aí, tenho mesmo de me controlar. Aí, sim, a Jedi em mim tem de vir ao de cima e controlar a vontade (parva) de devorar o croquete. 

Hoje em dia, tenho a vozinha (e uso o diminutivo não por o Pedro ter uma voz à guarda-redes Ricardo, mas sim porque nessas alturas o imagino como uma espécie de grilo-falante. Assim de chapéu de cano alto e empoleirado ao meu ombro) do meu excelentíssimo PT em modo "on" sempre que admiro algo que, se calhar dantes, ainda era tido como certo dentro do meu estômago. Agora faço só isso: admiro. 

Claro, 21 quilos não se perdem sem restrições e no último ano fiz muitas, mas agora tenho ainda mais cuidado. Quando até posso querer vacilar a qualquer momento, ainda por cima no meu trabalho há sempre motivos para comer o que não se deve!, penso logo "O Pedro não aprovaria". E sigo caminho para algo que não me faça mal (tipo uma folhinha de alface ou assim!).

Catarina


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Jedi in training por aqui, pessoal!

Se este blog deve o seu nome a um elemento de uma saga, saga essa que é o Star Wars, não se espantem se, de vez em quando, eu falar dela por aqui.

Assim, é com grande tristeza que vejo nomes, que não o meu, a serem chamados para fazerem parte de todos os spin-offs que por aí andam.

Camandro, Disney e LucasFilm! Então anda aqui uma pessoa a treinar para ser Jedi, e nem é consultada se quer fazer parte ou não destes filmes? Como assim?

Isto tudo porque surgiu mais um nome para o spin-off sobre Han Solo, e, desta feita, a escolhida foi Emilia Clarke, a já por si famosa rainha dos dragões de A Guerra dos Tronos.
E eu, pessoas?
Vá, não fiquem tímidos. Deixo-vos aqui (mais) um vídeo dos treinos com o Pedro para verem do que esta menina é capaz. Fica a dica!




Catarina

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A Força de um "Porque é que não hás-de conseguir?"

Começo por dizer que, nunca, jamais, em tempo algum eu daria para ser personal trainer de quem quer que fosse, muito menos minha personal trainer. Sou uma pessoa muito pouco paciente… e, algo negativa também, por sinal…

O Pedro é um santo. Vá, tem paciência de santo, pelo menos.

“Agora vais saltar à corda”, diz-me ele já a caminho de uma corda.

Resposta imediata da minha pessoa: “Não.”

E não era um “Não” do género “Ai, não, que as mamas se me saltam para aqui e é uma canseira.” Nah, eu saio a pai. Nesse campo, estamos conversados.

Não foi um “Não” do género “Olha agora querem ver que voltei a ter 10 anos para andar a saltar à corda?” De todo. Tenho em mim uma criança de 1,83 de altura. Também estamos conversados nesse campo.

A realidade é que eu ACHAVA que não conseguia saltar à corda. Pelo peso do corpo, pelo peso da idade, pelo peso de anos de sedentarismo, pelo peso… do peso.

Mas, alvíssaras!, a persistência do Pedro que, com uma simples pergunta (“Porque é que não hás-de conseguir saltar à corda?”), arrasou com as minhas teorias e me provou que… eu estava enganada. Não só consigo saltar à corda como, espanto!; admiração!; surpresa!... adoro.

Claro, estou ainda muito trapalhona. Os óculos atrapalham e a falta de jeito também. Ainda não voltei a ser aquela menina de 10 anos que almoçava a correr para, também a correr, ir para a rua saltar à corda. 
Ainda.
Espero um dia voltar a saltar à corda com uma perna às costas! Isso é que era um vídeo top para vos mostrar!


Por hoje, deixo-vos o meu regresso à infância: 




PS – Espero mesmo que Deus nosso senhor dê ao Pedro clientes menos casmurros que eu! E já agora “high five”, Deus, por me teres colocado um personal trainer que não desiste de mim no meu caminho!

Catarina

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