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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Movie night

Acho que, quem lida comigo todos os dias e me vê a usar camisolas ou "algo" de Star Wars dia sim, dia não, pode achar que esta menina só vai ao cinema quando algo da saga Starwarsiana estreia. Longe da verdade. Adoro cinema, a minha tese de mestrado era sobre cinema mudo (ui! O choque!) e, sempre que posso, por muito que tenha alguma dificuldade em estar quieta, é no cinema que aqui a fera consegue ficar quietinha. Principalmente se o filme for bom.

Ontem fomos ver um filme que, além de bom, tem muito que ver comigo, ou não fosse eu uma pata: A Forma da Água, de Guillermo del Toro.



Gostei muito do filme, mas, na verdade, sendo este um blogue em que mostro o meu percurso para chegar ao corpitxo que vai usar "o" Biquíni Dourado da princesa Leia, uma ida ao cinema vem carregada de possíveis asneiras: BADOCHICES!



Manda a tradição que seja comprado um pacotão de pipocas e, já que é para a desgraça, porque não adicionar umas gomas para ajudar à festa, não é verdade?
Só que eu estou mais determinada que nunca a conseguir chegar ao Biquíni. Já tive o contratempo do acidente, pelo que tenho que me dedicar com garra a esta missão... então... o que levar para o cinema?
Tinha a certeza que, se nada levasse, o facto de ter ao meu lado uma pessoa que ia estar a comer pipocas me ia mais facilmente fazer vacilar e comer do balde. 

Eis então a minha opção:

€1,49 Continente

Saudáveis, económicas, saborosas e quase sem calorias. E o melhor de tudo é que enchem tanto que, mesmo antes de o filme começar, já as tinha arrumado apesar de só ter comido meia dúzia delas. Excelente opção!

Lá está, o filme está muito bom, mas contente fiquei por ter resistido às badochices que o namorado levou para ele!

Let's go, Golden Bikini!

Catarina

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Star Wars: Episódio VIII... eu já vi três vezes!




Este texto sobre o novo Star Wars: Os Últimos Jedi, não tem spoilers. E não tem spoilers não só para respeitar "o código", mas também porque, regra geral, e se pensarmos bem, se este fosse um texto sobre, por exemplo, o filme "Crime no Expresso do Oriente", não seria de esperar que, numa análise ao filme, viesse revelado descaradamente quem era o culpado (apesar de uma pesquisa rápida no Google nos dar a resposta de imediato). Então, porquê tanto medo com as fugas de informação em relação a todos os filmes de Star Wars?

Numa saga que já está no meio de nós há mais de 40 anos, em que a "mística" de descobrir quem é o pai de Luke Skywalker já passou há muito (apesar de, sejamos honestos, ainda nos arrepiarmos de cada vez que vimos a cena da revelação), um novo filme permite ficarmos a par de outras tantas revelações. Revelações essas importantes não só para dar continuidade à história, mas, agora, acima de tudo, continuidade ao Episódio VII, saído há dois anos e que deixou muitas pontas soltas e que ficaram ainda mais desemparelhadas quando se soube o título do Episódio VIII: "Os Últimos Jedi”. Quem são os últimos Jedi? Porque é que são os últimos Jedi? São dois? Três? Quinhentos? Mil?...

Enfim, não vos querendo “encher o saco” com Star Wars, há que ter consciência que este é um blogue de alguém obcecado pela Saga (eu) e que, por isso, a cada mês de Dezembro há muita Força em mim.

Bem sei, a estreia do filme foi a semana passada, mas entre trabalho, faculdade, fisioterapia, ginásio, ir ao cinema três vezes ver o filme e ainda ter o bom aspecto que tenho todos os dias, não foi fácil vir escrever aqui a minha opinião sobre o novo este novo capítulo… que é muita. E por ser muita teve de ser amenizada de forma a não quebrar o código.


Se é o meu favorito da saga? Creio que não. Mas o facto de ter ido à antestreia VIP com um convite dirigido a mim a dizer “A LUCASFilm convida-a…” fez-me sentir a um passo de distância do grande Líder, o eterno Master Jedi, George Lucas e, por isso, para mim este será sempre um filme especial. (Isso e ter passado na passadeira vermelha com direito a fotografia no Sapo e tudo! Que chique!)



Escusado será dizer que estou já ansiosa pelo episódio IX, que ainda queria ir ver este mais uma vez ao cinema (há que aproveitar) e que Star Wars é vida! É mesmo!

Catarina

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

CinePop: o ritual de passagem que me faltava



É raro, muito raro, folgar ao domingo. Já não sei o que é um domingo “normal”, de ir passear com a família à beira-mar, estar com os amigos na esplanada ou ir ao futebol, há muito tempo.

Fui ao cinema. Tão simples, certo? Mas revelou ser uma experiência normal que se tornou anormalmente especial. Mais concretamente, fui experienciar o CinePop, iniciativa com o dedo mágico do Nuno Markl, que, em última análise, como o exercício físico, também o Markl é bom para o coração, de tantas alegrias que nos dá.

Para quem não conhece, o CinePop trata de trazer, aos domingos, para uma sala de cinema “à séria” filmes de culto mais antigos. Tive uma sorte daquelas que, ainda por cima no primeiro domingo que tive livre, ter calhado passarem um dos filmes dos meus dois heróis de eleição: Indiana Jones (quando era miúda quis ser cabeleireira-arqueóloga. A primeira opção porque achava que não tinha que estudar muito, a segunda porque achava que quem estudava muito acabaria super charmoso que nem o Indy) e o Harrison Ford (que é só assim o ser humano que tenho mais ganas de conhecer de sete mil milhões que o planeta Terra tem!). O filme era o Indiana Jones and the Temple of Doom e, dado ter estreado no ano em que eu nasci, como devem calcular as minhas lembranças do seu visionamento são todas em 16’x9’. Nunca pensei ver o Indiana Jones daqueles tempos assim em tamanho XXL.

Entre a plateia (de uma casa muito, muito composta) estavam das mais variadas gerações: desde quem com certeza terá ido ao cinema na década de 80 ver o filme e agora resolveu voltar para trazer os filhos e os netos, a crianças, adolescentes e nós, os jovens adultos a quem, finalmente!, nos deram a oportunidade de assistir ao Indiana Jones no cinema, quase numa espécie de ritual de passagem, só que para a nossa juventude. Foi uma experiência do caraças!

(Re)viver estas aventuras rodeada de tanta gente quase me deu a sensação de estar a ver o filme pela primeira vez. Os meus risos eram os nossos risos, os meus medos eram os nossos medos, o meu alívio foi o nosso alívio e as minhas palmas no fim foram as nossas palmas no fim. Relembro, de um filme de 1984.


Se quiserem, espreitem a programação. Em podendo, voltava já no próximo domingo, e no outro, e no outro… ainda por cima, todas estas sensações por troca de €4. Não me digam que não é motivo para fazer 30 flexões de felicidade?

Catarina

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Abanar o esqueleto #12

Além de giros à brava (principalmente o Ryan, desculpa Emma) são talentosos e são um dos casais que me chocam não estarem juntos na vida real de tanta química que têm em cena, mas acho que isso também diz muito deles enquanto actores.

Adoro musicais. E este não foi excepção. Fez-me sonhar, fez-me acordar, fez-me sorrir, fez-me chorar e fez-me ficar fã de mais uma banda sonora.

Para o Abanar o Esqueleto desta semana, a música que, desde sábado tenho a tocar em "loop", de tal maneira que dou por mim a assobiá-la por todo o lado e a murmurar baixinho a sua letra.




Bom fim-de-semana!

Catarina

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