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sábado, 20 de outubro de 2018

Abanar o Esqueleto

Ora de vos dar música com os nossos sábados musicais! 
Caso se tenham esquecido, sábados são aquele dia em que vos mostro as músicas que me acompanham durante os treinos e, claro, as  aulas de Zumba fazem (muito) parte disso.

Bom fim-de-semana!




Catarina

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Abanar o esqueleto

Nova música das aulas de Zumba, porque as aulas de Zumba são o meu Happy Place e porque se esta música não vos deixa Happy e com vontade de dançar, nenhuma o fará!

Bom fim-de-semana.




Catarina

terça-feira, 5 de setembro de 2017

As calorias ingeridas na terra ficam lá, certo?


Fui passar o fim-de-semana à terra, que fica ali entre nenhures e lugar algum, mas que é tão rica em presença familiar que ir lá é sempre um aconchego à alma... e ao estômago. A sério, à casa onde for de família, há sempre um bolo, um pão com chouriço, uma frutinha, um miminho estomacal à minha espera. É certo e sabido. Como se as visitas estivessem sempre a serem esperadas, logo, as gulodices têm de estar logo ali, prontas a serem ingeridas. 

E eu ingeri. Lamento. Mas, além de ser uma desfeita não comer as ditas badochices/maravilhas da gastronomia, tenho a minha teoria que as calorias ingeridas na terra ficam lá. Só pode. Só isso explica os repentes que se me dão quando lá estou. Do nada, lá vou eu atacar um pacote de bolachas (leia-se o pacote todo). Além de que, quando lá estou me farto de comer pão, queijo e broas de mel... ai, as broas de mel! 

Mas, no fundo, todos nós sabemos que uma caloria uma vez ingerida fica no corpo feminino a deambular pela eternidade, e por isso já imaginam o prejuízo que trouxe da terra, certo? A balança acusou mais um quilinho, e foram só três dias que lá estive... Portanto, basicamente, até chegar ao Biquíni Dourado, ir à terra está fora de questão... 

Só se lá for com uma valente dor de dentes que me proíba de comer...

Só se for assim...

Ai, que saudades já das broas de melllll!


Catarina

sábado, 8 de julho de 2017

Abanar o esqueleto #30

Esta música é tão bonita, que nem precisa de muitos palavreados!

Curtam muito o fim-de-semana, ao som dA Banda Mais Bonita da Cidade!


Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 24 de junho de 2017

Abanar o esqueleto #27


Aqui há uns anos valentes, meti na ideia aprender a fazer malabarismo. Ora, como ainda não existia essa coisa chamada YouTube (foi mesmo há uns anos valentes!), comprei um livrinho em que explicava, em jeito de "para totós", como fazer malabarismo. 

Ao início confesso que foi muito difícil. Tenho a forte crença que, das duas uma, ou sou canhota e tenho duas mãos direitas, ou sou dextra e tenho duas mãos esquerdas (já nas aulas de Zumba quando é para acrescentar as mãozinhas à dança é ver-me a suar à pinga de tão enervada que fico), por isso vi-me um pouco descoordenada ao início, mas também por isso quis-me superar.

O primeiro passo foi uma espécie de "Jedi Master wannabe", ser a bola que ia lançar, sentir o ambiente à minha volta, esperar pela respiração certa e arriscar. Mas tudo ficou mais fácil quando larguei a solidão do silêncio e meti música. 

Na altura, os Pearl Jam eram das minhas bandas favoritas, e o álbum "Yeld" estava quase sempre a tocar como fundo. E foi ao som da primeira música do CD que esta que vos escreve conseguiu dominar a arte de atirar bolas ao ar coordenadamente.

Tem o ritmo perfeito, tem o balançar de ombros ideal para fazer malabarismo e, o melhor de tudo, é uma música BRUTAL para se ouvir em repeat dias a fio (que foram muitos, que isto de fazer malabarismo não é nada como andar de bicicleta e vai-se esquecendo!).


Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 10 de junho de 2017

Abanar o esqueleto #29

Basicamente, a minha playlist de ginásio (e da vida, na verdade) é composta por Ghost e pelas músicas que ouço na Zumba. Tudo o resto tem ficado um pouco de fora da escolha musical, confesso.

Assim, para variar dos senhores de cara escondida, hoje deixo-vos uma música das aulas do Daniel, que tem uma coreografia brutalíssima, e que sempre que a ouço me deixa com um sorriso estampado.

Abanem esse esqueleto!



 

Bom fim-de-semana!

Catarina

terça-feira, 25 de abril de 2017

Razões douradas entre azul e amarelo


Por muito improvável que seja falar numa cadeia sueca de móveis num blogue cuja temática (tenta) ser o caminho até ao "Biquíni Dourado" da Princesa Leia, acho que acontecerá a todos os que se dedicam de alma e coração a um blogue: ele não nos sai da cabeça e, sem querer, acabamos por associá-lo a momentos improváveis da nossa vida.

No sábado, depois de um já tradicional almoço de cozinha sueca em família, lá fomos à voltinha da praxe pelas curvas e contra-curvas da IKEA de Loures. Até aqui tudo bem, nem me lembrava do mundo internético até que comecei a reparar em todos os tons de dourado à minha volta... 

Quem segue o meu Instagram (quem não segue é feio!), já deve ter reparado numa série de imagens que estou a fazer, em que a ideia é mostrar que, pelo menos outras coisas na minha vida, já são da cor deste blogue... se bem que ainda não sejam "O" Biquíni. 
Já houve um momento "Da série... pelo menos a bateria já é dourada"; outro "Pelo menos a bola já tem dourado" e, no sábado, todas umas cortinas douradas apareceram-me à frente, resultando num Boomerang muito divertido (é ir confirmar lá no IG!).

Do facto de não ter televisão em casa, vem que pouca ou nenhuma publicidade me passa pelos olhos nem pelos ouvidos. Pelo que só no acto de pagar o meu artigo indispensável do dia da visita à IKEA (há sempre um artigo que ainda não temos ou que gostamos tanto que temos que ter em repetido, certo?) é que fiquei a saber que a IKEA estava a dar vales com prémios a todos os que pagassem com Cartão IKEA Family. Ora, eu tenho um. A minha mãe também. Por isso, cada uma pagou o seu artigo-tenho-mesmo-de-ter e, chegadas a casa, com o cupão na mão, digitei o código de cada uma e, qual não foi o meu espanto, ao calhar-me não só uma, mas DUAS experiências desportivas!


Confesso que ainda não fui confirmar quais as experiências desportivas disponíveis, mas tenho até Novembro para usufruir delas, o que me parece bastante razoável!

Esta oportunidade de "presente" da IKEA está disponível até amanhã, dia 26, e não fosse hoje ir trabalhar ainda lá ia comprar mais uma caneca-faz-me-muita-falta só pela possibilidade de me calhar mais uma actividade desportiva!

E isto é o que é: a ideia de fixação com o blogue. De gostar tanto disto que já o sinto a envolver a minha vida até num momento tão pouco "fit" como ir à IKEA... mas que afinal me vai proporcionar mais duas histórias que, irremediavelmente, irei partilhar aqui neste meu cantinho à beira-blogspot plantado, estou certa!

Catarina

sábado, 22 de abril de 2017

Abanar o Esqueleto #23

A primeira vez que ouvi esta música nesta versão, chorei que nem uma Madalena arrependida. Estes senhores têm este efeito em mim, começo a aperceber-me. Mexem com a minha alma de uma maneira a que não estava habituada que um grupo mexesse. 

É uma música melancólica, que é, mas dá tão bem para Abanar o Esqueleto ao lado da pessoa amada que me parece das melhores sugestões para uma banda sonora de fim-de-semana!

Mais uma vez, Rival Sons:


Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 15 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #22

Por um acaso do destino, dei por mim a ter bilhetes para o concerto de logo à noite dos Ghost, na Meo Arena

Não sendo o meu tipo de música de eleição, como não queria ir virgem para o concerto, fui ao YouTube tentar perceber quem eram estes suecos vestidos de forma tão pascal, mas que apelavam a uma "missa negra". E não é que estes senhores são... brutais? 

Deixo-vos uma música que se revelou especial para mim nestas últimas semanas. É maravilhosa.

Não se deixem intimidar pelo aspecto dos Ghost... afinal, estamos em fim-de-semana de Páscoa! Até tem muito a ver... 



Bom fim-de-semana!

Catarina

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Deus manda e eu faço: kizomba!



E se Deus criou a kizomba, nós só temos que respeitar a Sua vontade e dançá-la, certo? 
Ora, eu, que até me portei bem quando andava na catequese e não faltava a um sábado na igreja que ficava na garagem de um prédio em Campolide, ao lado da casa da minha avó, terei de respeitar a vontade do Senhor (e até estamos em Semana Santa para ter estas conversas) e ir ver se solto a franga kizombeira. Que é como quem diz, vou fazer um Curso de Kizomba. Ponto.

Como não quero voltar a ficar num canto numa próxima festa com temáticas "dançáveis", assim que vi este evento no Facebook nem pensei duas vezes e, mesmo sem par, inscrevi-me neste Curso Intensivo de Kizomba, que irá acontecer dia 6 de Maio, um sábado, das 13h30 às 18h00, na Academia Luís Nunes, no Parque das Nações, em Lisboa.

O programa das "festas" do dia 6 de Maio é este e, claro, mal posso esperar!

Das 13:30 às 15:30 - Kizomba (1): 
Música / Tempo / Conexão e Passadas Básicas.
(Inte
rvalo 30 min).

Das 16:00 às 18:00 - Kizomba (2): 
Melodia / Ritmo / Body and Mind Movement / Passadas intermédias e Tarraxinha.

PROFESSORES :
LUÍS NUNES & PRISCILLA FERREIRA

INSCRIÇÕES:
Nível: Iniciados com 4 horas de curso!
Enviar email com nome e contacto para: cursokizombasocial@gmail.com



Catarina

sábado, 8 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #21

Esta é daquelas músicas que, quando comecei a frequentar o ginásio, estava em todas as aulas! Era em Zumba, em Cycle, em BodyPump, acho que até na aula de Spartans. E percebe-se porquê. Toda ela é um hino à alegria e ao 'bora lá mexer e ser feliz!

Escusado será dizer que esteve em "loop" durante muito tempo no meu MP3, e hoje volto a ouvi-la aqui no blogue!

Bom fim-de-semana!


Catarina

sábado, 1 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #20

Já sabem que se uma música entra neste blogue, é porque a autora deste blogue está a ouvi-la em loop e em loop e em loop...

Cá vai a música do vício do momento... 

Que música lindaaaaaaa! Oooooh!



Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 25 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #19

Dado que hoje à noite é FESTA DE KIZOMBA, nada como ter no Abanar o Esqueleto desta semana uma música com um título cuja expressão espero não ouvir durante a festarola!


Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 23 de março de 2017

Dançam comigo?

Já aqui partilhei convosco a minha paixão pela dança. Acredito mesmo que dançar nos faz mais felizes e, até, mais bonitos. 
No entanto, continuo a ter alguma dificuldade em mostrar ao pé de outras pessoas e com outras pessoas o que valho verdadeiramente no campo da dança. 
Eu sei que sei dançar. 
Eu sei que danço bem. 
E como é que sei isso? Já me filmei várias vezes em casa (vídeos imediatamente apagados para não ter o azar de irem parar ao YouTube!) e o meu balançar de anca não deixará ninguém indiferente. É deveras sensual e certinho, admito sem modéstias. No entanto, quando estou a dançar ao pé de outras pessoas, mesmo nas aulas de Zumba, há ali um entrave qualquer. Acreditem que até parece que tenho dificuldades em me manter de pé, quanto mais dançar! Parece que quando estou perto de outras pessoas tenho sempre medo do que elas possam achar de ver uma gordita como eu a dançar... 

Disparate, eu sei, mas é o que acontece.

Mas este sábado vou tentar dar a volta à coisa. Muni-me de amigas boas que são boas amigas, e vamos a uma festa de KIZOMBA!



Não faço ideia o que esperar, confesso, mas vou de espírito aberto para tentar não "Catarinar" muito a noite. Já tenho danças prometidas com as minhas senhoras e acreditem que bem estamos a precisar. 

Quem se quiser juntar a mim, fique a saber que o dress code é elegante (ora bolas, não vou poder ir de fato de treino!) e que a partir das 23h30, para quem como eu quer aprender melhor kizombar, há uma aula aberta com Rubens Neves. 

Catarina

Mais informações:


• DJ presentes: DJ Rams e DJ Alar



• Preços: €8 na guest e €10 sem guest
(direito a uma bebida branca ou a duas de cápsula)



• Guest list: 918298066 ou 968795946;
se quiserem, cliquem no link que deixei lá em cima que vos leva directamente para o evento da festa. Os nomes das pessoas que aderirem ao evento ficam automaticamente na guest; os nomes enviados para o mural do evento serão igualmente aceites.


• Localização: Kalema Klub
Avenida Frei Miguel Contreiras, número 18, Areeiro



sábado, 11 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #17

Já tinha aqui partilhado uma música destes senhores, mas dado só os ter descoberto o ano passado, há muita coisa ainda por ouvir! 

Encontrei há uns tempos esta versão acústica no YouTube... e, se bem me conhecem, já sabem que ando obcecada com isto...

É só assim das músicas mais maravilhosas de sempre; quando a ouço sinto que sou uma pessoa especial, até mais delicada, suave. Acho mesmo que a partilha desta música acaba por me ser muito íntima, parece que vos estou a mostrar a minha alma, o meu âmago... O que é estranho, porque é "só" uma música que nem fui eu a escrever, nem a compor, nem a tocar, nem a cantar, mas, APRE!, parece que até me faltam as palavras para a descrever... É realmente impressionante a reacção que ela me provoca, tanto emocional quanto fisicamente... Quando a ouço, sinto que me falta o ar, que me falham as pernas, mas que o espírito se levanta e ilumina... lá está, que tudo se pacifica no meio do turbilhão de emoções e sensações.
É parvo, mas é verdade... e mais não digo porque queria mesmo que a ouvissem!

Sentem-se, esbocem um sorriso, e deixem-se encantar pelos Rival Sons...


Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 4 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #16


Para o Abanar o Esqueleto desta semana, trago uma música que as memórias do Facebook me mostraram que uma amiga tinha gostado de eu ter publicado aqui há uns quatro anos.

Até aqui, nada de novo, não fosse essa amiga ser uma das pessoas que, sem me aperceber, fui perdendo o contacto depois dos tempos de faculdade. E foi uma pena porque nós éramos, realmente, unha com carne. Ela era dos meus primeiros pensamentos ao acordar e o (pouco) saldo que tinha no telemóvel naquela altura era quase todo gasto a trocar mensagens com ela. Sabíamos o que cada uma pensava com um simples olhar, partilhámos mães, avó e avô, partilhámos dormidas na casa uma da outra, saídas loucas, aventuras mil. Éramos primas de alma, não de sangue, mas éramos família. Vivemos intensamente e, "parvamente", deixámos esta amizade desfalecer sem razão...

Abençoados 32 anos, que põem tudo em perspectiva e se passei 10 anos a receber mensagens do universo (como aquele "Like" dela deixado nesta música no meu mural e que ontem o Facebook me relembrou), ainda bem que a idade e a tranquilidade me fizeram ir falar com ela a semana passada. Mudar de vida também é isto.

Esta semana foi o nosso reencontro. Um almoço de uma hora que pareceu ter nele os tais 10 anos perdidos... Ainda lhe reconheci todos os traços na sua cara, no seu entusiasmo a falar... E o bom que foi sentir que ainda éramos nós. Que ainda somos nós, as primas! 

Como pergunta o tio Ben Harper nesta música "Will I see your face again?" Ao que posso seguramente afirmar: sim! Vamos olhar para a cara uma da outra até sermos velhinhas. Disso não tenho dúvidas...



Bom fim-de-semana

Catarina

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

CinePop: o ritual de passagem que me faltava



É raro, muito raro, folgar ao domingo. Já não sei o que é um domingo “normal”, de ir passear com a família à beira-mar, estar com os amigos na esplanada ou ir ao futebol, há muito tempo.

Fui ao cinema. Tão simples, certo? Mas revelou ser uma experiência normal que se tornou anormalmente especial. Mais concretamente, fui experienciar o CinePop, iniciativa com o dedo mágico do Nuno Markl, que, em última análise, como o exercício físico, também o Markl é bom para o coração, de tantas alegrias que nos dá.

Para quem não conhece, o CinePop trata de trazer, aos domingos, para uma sala de cinema “à séria” filmes de culto mais antigos. Tive uma sorte daquelas que, ainda por cima no primeiro domingo que tive livre, ter calhado passarem um dos filmes dos meus dois heróis de eleição: Indiana Jones (quando era miúda quis ser cabeleireira-arqueóloga. A primeira opção porque achava que não tinha que estudar muito, a segunda porque achava que quem estudava muito acabaria super charmoso que nem o Indy) e o Harrison Ford (que é só assim o ser humano que tenho mais ganas de conhecer de sete mil milhões que o planeta Terra tem!). O filme era o Indiana Jones and the Temple of Doom e, dado ter estreado no ano em que eu nasci, como devem calcular as minhas lembranças do seu visionamento são todas em 16’x9’. Nunca pensei ver o Indiana Jones daqueles tempos assim em tamanho XXL.

Entre a plateia (de uma casa muito, muito composta) estavam das mais variadas gerações: desde quem com certeza terá ido ao cinema na década de 80 ver o filme e agora resolveu voltar para trazer os filhos e os netos, a crianças, adolescentes e nós, os jovens adultos a quem, finalmente!, nos deram a oportunidade de assistir ao Indiana Jones no cinema, quase numa espécie de ritual de passagem, só que para a nossa juventude. Foi uma experiência do caraças!

(Re)viver estas aventuras rodeada de tanta gente quase me deu a sensação de estar a ver o filme pela primeira vez. Os meus risos eram os nossos risos, os meus medos eram os nossos medos, o meu alívio foi o nosso alívio e as minhas palmas no fim foram as nossas palmas no fim. Relembro, de um filme de 1984.


Se quiserem, espreitem a programação. Em podendo, voltava já no próximo domingo, e no outro, e no outro… ainda por cima, todas estas sensações por troca de €4. Não me digam que não é motivo para fazer 30 flexões de felicidade?

Catarina

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Abanar o esqueleto #15

Durante anos, andei atrás destes senhores que nem uma abelha atrás de pólen. Fui a concertos, encontros, festivais, lançamentos de livros, lançamentos de álbuns, peças de teatro (sim, que ainda assisti a uma ou duas peças sobre a vida destes senhores)... onde eles estavam, era seguro que eu estaria por perto.

Os tempos de faculdade passaram, e esta minha ânsia de os ver acalmou. 

Na quinta-feira, durante a aula de Cycle, eles ecoaram no Estúdio 3 e, qual não foi o meu espanto, quando dei por mim a trepar uma montanha ao som deles. E não é que combina? Combina tanto que de tão embrenhada que estava a cantarolar as suas músicas (em voz alta), continuei a trepar a montanha, mesmo quando já toda a gente estava de rabo sentado na bicicleta.

É que, coincidência das coincidências, esta é das minhas músicas favoritas dos Xutos & Pontapés!



Bom fim-de-semana!


Catarina

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Abanar o esqueleto #14

Esta música passa no ginásio todos os dias que treino com o Pedro. E quando digo todos os dias, é mesmo TODOS OS DIAS. 

Não sendo uma letra assim positiva por aí além, a realidade é que a voz desta senhora é tão poderosa que dá vontade de agarrar todas as nossas forças durante o treino e conquistar os nossos objectivos. Ainda por cima, ela neste vídeo até tem tons de dourado vestidos... Há lá razão mais bonita para se chegar ao meu blogue? 
Força e Dourado... (Sem querer, fui parar de novo a Star Wars, sentiram?)

Bom fim-de-semana!



Catarina

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Abanar o esqueleto #13

No bairro onde cresci, eu e a minha vizinha éramos as únicas raparigas, sendo que ela tinha um ponto extra para o seu exotismo: era de tez negra (palavra que sempre me ensinou a usar para me referir ao seu tom de pele). Ela era a minha melhor amiga. 

Sim, eu adorava jogar à bola com os rapazes e não dizia que não a uma corrida de bicicleta, mas com ela podia ser... rapariga!

Dançámos tanto, tanto juntas... Foi ela que me pegou o bichinho da música africana, que me ensinou a rebolar a anca, a adorar aqueles sons, a kizombar sem saber ainda o que isso era!

Ficou lá guardado no fundo durante anos, ainda sei cantarolar umas quantas músicas do "antigamente", mas mesmo quando a música africana, o kizomba, o kuduro, pareceram ter invadido o País e o mundo, eu não liguei muito. Estava entretida a esquecer-me de relaxar e deixar-me ir pela música.

Mas eis que as aulas de Zumba me remexeram por dentro e por fora e trouxeram à banda sonora da minha vida estes sons... (Sim, kizombamos nas aulas de Zumba!) E com músicas tão "WOHO!" quanto esta que aqui vos deixo hoje! Gosto TANTO disto...

Bom fim-de-semana.


 

Catarina

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