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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

A menina da rádio


Chegar ao carro às dez para as seis da manhã, começar logo a ouvir as músicas das aulas de Zumba. 

20 minutos de caminho sempre ao ritmo single-single-double. 

Ligar o PC e ter as músicas das aulas de Zumba como banda sonora durante as oito horas de trabalho.

Ir do local de trabalho até à faculdade com músicas das aulas de Zumba a tocar.

Sair da faculdade a rezar que a bateria do telemóvel desse para chegar até casa e ir a ouvir as músicas das aulas de Zumba.

E, em dia de aula de Zumba, juntar a isto tudo ouvir as músicas das aulas de Zumba na própria da aula de Zumba...

Escusado será dizer que as músicas das aulas de Zumba me acompanhavam muito ao longo do dia. E não é que me tenha fartado, mas, por andar sempre com pouca bateria no telemóvel (eu sei que há powerbanks e mimimi, mas sou muito esquecida para andar sempre a carregar essas coisas), comecei a ouvir mais rádio.

O relógio batia seis da manhã e eu sabia que me esperava um dia longo pela frente e que, por isso, tinha de começar cedo a poupar a bateria do telemóvel ao não dar uso ao bluetooth que une carro e lista de músicas da Zumba. Dei por mim a parar por um mero acaso numa rádio que estava a passar uma música de um dos filmes da minha vida, o Dirty Dancing. 


A Smooth FM entrou na minha vida assim: sem aviso e com muita convicção. Caso ainda mais estranho pois, como o nome indica, trata-se de uma rádio com uma "vibe" suave, com músicas que nos fazem deslizar devagarinho para os lados ou abanar a cabeça em modo afirmativo e em câmara lenta, como se estivéssemos a aprovar o som que ela, a rádio, nos dá. Ou seja, tudo menos as músicas das aulas de Zumba.
Desde então, já há umas valentes semanas, é a minha copiloto no carro.

Se puderem e gostarem  de música "mais calminha", procurem pela sua frequência:


PORTO 8ZONA CENTRO RIBATEJOLISBOA
89.5
92.8
97.796.6 | 103.0

A sua importância para mim neste momento vê-se nisto: hoje dediquei a esta rádio um artigo no meu blog. Afinal, é ela que me lança boas ondas para começar um dia de trabalho e me aconchega a caminho de casa. 

É que se ela faz parte da minha vida, merece mais que muito ter um destaque dourado, certo?

Catarina

domingo, 29 de abril de 2018

ZINbora que é Dia Mundial da Dança!


Neste Dia Mundial da Dança, vou finalmente partilhar umas das experiências mais especiais que tive na vida. 

Quando, há dois anos, fui à minha primeira aula de Zumba, que por acaso foi a minha primeira vez no ginásio, estava longe de antever o que lá vinha.




Aquela primeira aula mudou a minha vida. Disso, não tenho dúvidas. Em última análise, este blogue só existe porque eu fui a essa aula de Zumba com um dos melhores instrutores do mundo (é um facto. E contra factos não há argumentos!) e é da Zumba que vem uma Catarina que eu nunca tinha deixado sair.

Foram dois dias com um turbilhão de emoções, desde cansaço extremo a felicidade pura, passando por pânico, tontura (literalmente), diversão, contágio, ansiedade, paixão, ufffaaaaaaaaaaaa! FOI UM TURBILHÃO MESMO, SENHORES!

Tudo começou com uma pergunta que queria uma resposta honesta: "quem está aqui porque quer mesmo dar aulas de Zumba?"
Das mais de vinte pessoas ali presentes, menos de metade levantou o braço em resposta afirmativa à pergunta. Eu, claro, não fui uma dessas pessoas. Eu não fui ali para ser instrutora de Zumba, ou, pelo menos, nunca foi essa a ideia. Sou demasiado tímida e demasiado consciente do aspecto que tenho para me sentir bem em palco. Mas uma coisa estou certa: Zumba é uma das grandes paixões da minha vida. É mesmo. E, dúvidas tivesse, estes dois dias vieram provar que estava certa.

Tive momentos em que fui tão feliz, que até tive medo dessa felicidade. Mas deixei-me levar. E ainda bem. É que, no início do mês de Abril, fui ao Porto fazer a formação nível 1 de instrutora de Zumba. 

Repito: formação nível 1 de instrutora de Zumba... WHAAAAAAAAAAAT?









Neste momento, sou uma pessoa apta a dar aulas de Zumba e se, esse não era o plano, pelo menos uma coisa é certa: a formação deu-me a certeza que este bichinho do fitness está bem vivo e recomendado. O que vou fazer com ele (com o bicho) ainda não sei, mas este amor pela dança é tão grande que só por a ficar a conhecer mais um bocadinho já valeu a pena o investimento.

E, claro, a companhia com quem fui. A minha parceiraça da Zumba, a minha Mia, que, tenho mais do que a certeza, vai ser uma instrutora enorme! Gigante! Já o é, do alto do seu metro e meio (hehehe!), enche uma sala com a sua paixão pela dança e eu sei que não podia ter partilhado esta experiência com melhor pessoa. Foi brutal, mesmo!






Ainda um parágrafo dourado para a formadora, a Ludmilla Marzano, que, podendo, tinha eu trazido para casa de tanto que gostei dela! Já para não falar nos DoublExpression, o Micael e o David, que estiveram ali a puxar por nós e transbordarem de inspiração, e, claro, desse tal "nós", a turma toda que aguentou forte e firme dois dias a Zumbar e a assimilar tudo e mais alguma coisa do que é, afinal, ser Zin!









Viva a Zumba, mas, acima de tudo, viva a dança!

Catarina

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Dancem comigo!


Bem sei que tenho falado muitas vezes do acidente por aqui, mas a realidade é que, até ver, este é o meu blogue, e um blogue sobre o meu caminho até ao Biquíni Dourado da Princesa Leia e o acidente foi, literalmente, um camião nesse tal caminho que levou a que o biquíni ficasse, por momentos, a ser visto por um canudo. (ainda por cima, a maior parte destes textos escrevo-os durante a parte em que me põem paninhos quentes no cotovelo durante a fisioterapia, fisioterapia essa a que só vou porque tive um acidente... já perceberam, é uma bola de neve!)

Repito: por momentos quis desistir.

Não imediatamente a seguir ao acidente, porque, isso, ainda não estava a ser tirada do carro e já estava a perguntar ao paramédico quando é que ele achava que eu ia poder voltar ao ginásio... Mas ali umas semanas depois, ainda não vendo melhorias no braço, sentindo dores na perna e costelas, ao ver a minha independência comprometida, mais a burocracia constante de um acidente de carro, enfim, já perceberam... Sentia-me cada vez mais distante do meu objectivo e, como tal, melhor seria desistir.

Mas, mais uma vez, a Zumba salva o dia. Neste caso, a missão dourada. As aulas de Zumba do Daniel, com os meus amores zumbásticos como parceiros de dança, fizeram a diferença. Mais do que querer voltar ao ginásio, eu quis voltar àquelas aulas. Quis voltar a ver o Daniel a dançar, quis voltar a ouvir aquelas músicas contagiantes, quis voltar a estar rodeada de pessoas que todas as aulas a que eu faltei me mandavam mensagens a dizer "Faltas tu", ou "Volta rápido". 
Escrevo estas memórias com um coração tão cheio que quase rebenta, pois foi mesmo o carinho deles que me fez voltar à Zumba exactamente um mês depois do acidente. 

A Mia, a Mariana, a Joana, o Álvaro, sem saberem ajudaram-me a fazer sentir o bichinho do ginásio mais vivo do que nunca (mas não só eles, faltam muitos mais, cá beijinho a mim!). 



Agora, voltei a ser seguida por uma nutricionista (em breve conto tudo) e, de alguma maneira, a minha mente está mais dedicada que nunca em chegar ao corpo do Biquíni.

Depois, houve ainda a descoberta de outro instrutor de Zumba, numa aula especial do Daniel no nosso ginásio com convidados, em que um moço de Guimarães, que, além de ser um pedaço de mau caminho, dança que se farta, me veio dar uma força extra à distância de uma Internet. O facto de saber que o Vítor está lá longe a torcer pelo meu objectivo e a enviar mensagens de força constantes, fazem a diferença no final do dia: tenho esta malta maravilhosa a torcer por mim e, além de não me querer desiludir a mim mesma, não os quero desiludir a eles. Quero mostrar-lhes que têm razão em acreditar em mim, caneco!

Esta malta tem aturado as minhas crises, tem aplaudido as minhas conquistas, desafiado a experimentar coisas novas (aula de MIB, Juju!) e a voltar a ser a Catarina pré-camião.

Sei que esta "vida de ginásio" é a minha "cena", mas também sei que ainda está tudo muito fresco (as dores, principalmente as dores) no que ao acidente diz respeito, mas, mais uma vez, posso afirmar que foi a aula do Daniel a fazer a diferença na minha vida.

Como sempre o fez.




Catarina

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Abanar o esqueleto

As saudades que eu já tinha desta rubrica cá do blogue! 

Acredito que partilharmos uma música que gostamos com alguém é mostrarmos um pouquinho de nós a outra pessoa, por isso, hoje deixo-vos mais uma das aulas de Zumba que consome os meus dias até chegar à aula. 


Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Blogazine de Fevereiro nas bancas

Confesso: quando vi a capa da Blogazine deste mês fiquei tão entusiasmada que fui logo a correr ler tudo. É que tenho mega crush pelo João Cajuda e, vos garanto, não só tem fotografias maravilhosas, como uma entrevista que me deu razões para gostar ainda mais do jovem. Que inspiração!

Mas há mais! 
Descubram no site!
Leiam o meu artigo sobre Zumba!
Divulguem o excelente trabalho desta equipa que me deixa sempre de coração cheio!
Blogazine ao poder!


A ler AQUI!

Catarina

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Star Wars no ginásio


Há duas datas mesmo importantes na vida de uma pessoa: a data de nascimento e a data em que viu pela primeira vez um filme de Star Wars. Simples.
E agora, por culpa desta boa-nova que é todos anos termos estreias StarWarsianas, há mais números a acrescentar às nossas datas importantes. Esta semana há mais uma, com a estreia do “Episódio VIII – Os Últimos Jedi”, e, claro, já tenho bilhete desde a primeira hora em que estiveram à venda, mas não vos vou chatear com isso. Hoje.
No entanto, em semana de estreia seria uma muito má blogger se não partilhasse convosco nem uma coisinha que fosse (além de uma análise ao filme sem spoilers) deste universo que me diz tanto (diz-me tanto que quando o meu novo chefe me perguntou quais eram os meus interesses na vida, respondi um meio a chorar de emoção, meio admirada com uma pergunta com uma resposta tão fácil para mim: Star Wars). 
Assim, pegando nas duas “temáticas maiores” deste cantinho à beira-Blogspot plantado, Star Wars e desporto, mostro-vos uma amostra da lista para lá de genial que o ginásio Holmes Place resolveu criar para celebrar a estreia desta semana.

PRINCESA LEIA - SPARTANS
Não que eu faça Spartans (fiz uma vez e tenho essa história para contar cá no blogue, mas a princesa Leia É a princesa Leia!)




This petite but fierce princess has the endurance to fight all battles to face the tyranny of the dark side. To keep the resistance she would be great at Spartans, the high intensity, super challenging class.


LUKE SKYWALKER - FLOATFIT
FloatFit não é FOW! FloatFit não é FOW! FloatFit não é FOW! Agora que o mantra está dito,  acho curioso terem escolhido o Luke para um desporto que se pratica numa piscina e em cima de uma base, quando já eu aqui tinha feito essa comparação



The hero of the first trilogy, Luke is the ultimate traveller, challenging new frontiers and new challenges He would be perfect in our most recent premier FloatFit. Making a splash, finding the perfect balance in a challenging class.

STORMTROOPERS - Zumba
Confesso que não percebi bem porquê, pois eles são vistos como muito azelhas na pontaria, mas talvez o sejam pois, no fundo, estão sempre com a música a tomar conta dos seus corpos! Ainda vou dar a dica ao Daniel para fazermos uma aula de Zumba vestidos de Stormtroopers, vão ver!



They might be stiff and lack rhythm but they’ll sure look good getting a Zumba class choreography aligned. A room full of robotic-Latin rhythms would surely be an amazingly fun show and it could bring about the innovation and novelty that this top class is known for.

Podem ver o resto dos treinos e personagens AQUI.

Que a Força esteja convosco.

Catarina

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Já não falta tudo...

Apesar de ser menina das Letras, confesso que tenho uma ligeira obsessão com números e, por isso, não é de estranhar que quando na passada sexta-feira, depois de me aperceber do dia que era, tenha batido palmas ao universo do género: "Bom trabalho, rapaz".

Mas vamos por partes.

Quinta-feira lá fui a uma consulta de Ortopedia, que resultou numa consulta de Fisiatria e Ressonância Magnética ao cotovelo.

Até agora, os resultados ainda são aguardados, mas o que o médico tem a certeza até agora é que o braço esteve imobilizado demasiado tempo (eu sabia que não era para ter calma!) e que o objectivo imediato é começar a mexer (com cuidado) o mais rapidamente possível, vulgo: fisioterapia.

Mas a pergunta que mais me atormentava o espírito era só uma, basicamente desde a hora em que o meu carro parou de andar à roda na noite do acidente: já posso voltar ao ginásio?

Ao que, tanto o ortopedista quanto a fisiatra responderam com outra pergunta: "O que é que achas que podes fazer no ginásio com o braço ao peito?"

"Zumba!"

Sei que, quando dei esta resposta das duas vezes, o meu rosto se transformou em sorriso e sei, porque o senti. Porque tive esperança que o meu rosto iluminado desse aos médicos a pena para dizerem sim à minha resposta. Não sei se foi isso, ou não, mas o certo é que os dois me deram permissão para voltar às aulas de Zumba. Por isso, sexta-feira, dia 17 de Novembro, exactamente um mês depois do acidente (lá está a parte dos números), voltei ao ginásio. E logo para a aula que me faz mais feliz. 

Claro, mal me mexi, ali nas últimas músicas as negras das pernas começaram a dar sinal, mas... fui. Já não falta tudo...

Hoje começo fisioterapia a ver se o braço volta a esticar e a encolher como deve ser que, por enquanto, se quiser fazer um manguito a alguém fica a coisa mal feita e isso não pode ser.

... E falta conduzir, claro. Mas... um passo de cada vez.


Catarina




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Vai uma aula de Zumba com desafio extra?


Por muito que quando entre numa loja o meu subsconsciente ache que o tamanho maior já não vai servir por estar largo, ainda é o tamanho maior que o meu consciente pega para ir experimentar. Invariavelmente, tenho de voltar a sair do provador e procurar alguns números abaixo para experimentar, como se já não tivesse tido provas antes de que tal ia acontecer.

Por já ter acontecido algumas vezes esta situação, quando encomendei as minhas calças de Zumba super douradas e lindas, andei de fita-métrica a ver qual seria o tamanho certo. 

Confesso que fiquei triste por "ainda" ser um XL de acordo com as medidas do site, mas no fundo "este mundo é para gente pequena", pensei na altura, e lá mandei vir o tamanho XL (XLovely para eles, ao menos chamam-me grande de forma fofinha!).

Chegaram ontem, as calças, e assim que as tirei da embalagem a reacção passou da euforia profunda para "Qéstamerda?" em "warp speed" (referência ao universo Star Wars, mas tem de ser, gente!)





O XL não só me está extra grande como acho mesmo que só o M (de Marvelous) seria o tamanho ideal. 

Agora, das três... (z)um(b)a: ou troco; ou mando apertar ou deixo estar assim e em cada aula de Zumba em que as usar pratico o desporto extra de "tentativa de não queda de calças".

É escolher!

Catarina


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Porque me faz brilhar!


Tinha de acontecer um dia.

E até acho que me aguentei muito tempo sem o fazer.

Mas foi mais forte do que eu.

...

...

Perdi toda uma cabeça, e comprei o meu primeiro par de calças Zumba!




Consegui resistir durante quase dois anos, mas acho que estas calças douradinhas foram feitas a pensar em mim! E têm o nome mais sugestivo de todos: Zumba Makes Me Shine!

E mal posso esperar que cheguem (apesar de me ter, literalmente, custado muito ter dado o dinheiro que dei por elas. Mas eu mereço!)


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O meu companheiraço da Zumba


É mais do que normal que fale aqui de quem faz parte da minha vida de ginásio. Não só de quem me treina, como o Hugo ou a Filipa, mas também de com quem treino. Afinal, também essas pessoas me incentivam a me superar (já dei por mim a ir de Alcântara ao Parque das Nações em 20 minutos para fazer uma aula de Zumba por ter dito ao Álvaro que ia estar presente).

E quem é o Álvaro? Ora, é uma espécie de corpo estranho (por ser gajo) numa aula de Zumba, e de notar que a estatística não é minha. Basta ir a uma sessão de Zumba para ver que a maioria dos bailarinos presentes é do sexo feminino.

Na minha primeira vez na Zumba, a tal que começou a mudar a minha vida, fui um pouco machista e desconfiada pois lembro-me de ter perguntado ao professor que estava à porta do estúdio, o Daniel, que para mim na altura era só o instrutor a quem eu entregava a senha, se estava no sítio certo para zumbar (apesar de o criador da Zumba ser um homem, meti em ideia que ia ser uma senhora com cabelo esvoaçante a dar-me aula).

Entreguei a senha e lá dentro as minhas expectativas foram cumpridas: eram só senhoritas de cores garridas vestidas. Mas, mesmo antes de começar a aula, entra mais um elemento do sexo masculino, numa espécie de "estás outra vez errada, Catarina. Afinal aqui homem também dança."

Ainda hoje, o lugar "lá atrás" é o meu, imaginem naquela altura! Vai-se a ver, também é o lugar do Álvaro.

Lembro-me de, nessa primeira aula, ter ficado admirada com o à-vontade dos seus movimentos, apesar de também lhe ter ligado pouco pois estava mais concentrada em não fazer muitos solos nas coreografias (leia-se, falhar os passos de dança).

Pouco tempo depois, o Álvaro lesionou-se e apareceu numa aula de hora de almoço para ver a turma: "Este senhor trabalha numa agência de modelos", brincou o Daniel. E a realidade é que até podia trabalhar. O Álvaro tem um andar que é um verdadeiro desfile e lança charme por onde quer que passe. É um galã e o facto de fazer uma aula de Zumba, para mim, só lhe dá pontos extras. Quando ele falta, a aula já nem é a mesma coisa pois nota-se a ausência dos seus gritos de macho-latino em momentos-chave das músicas, assim como o seu perfume a pairar pelo ar.

Mas, para mim, o maior encanto do Álvaro é que, como eu, é um lutador. Lutou por quebrar um ciclo de excesso de peso. E conseguiu.

Apesar de já o ter conhecido em melhor forma do que quando começou a luta, este último ano e meio tem-me mostrado um homem focado em deixar o sedentarismo de lado, em treinar (e não é só Zumba!) e em continuar a chegar ao seu biquíni dourado (que no caso dele espero que seja uma sunga, vá).

És uma inspiração, homem, apesar de por vezes também seres uma dor de cabeça (temos uma relação em que se um diz mata o outro diz esfola), mas hoje o texto é para ti, Álvaro.

Que continuemos a Zumbar juntos por muito tempo!




Catarina

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Têm planos para sábado à tarde?



Aposto que ainda não têm planos para sábado ao final da tarde. É que aposto mesmo!
E como sou vossa amiga, e sei que um sábado de Verão merece uma festa cheia de ritmo, deixo-vos como sugestão a Zumba Summer - Olá Verão, Adeus Hugo que, como o nome indica, é uma festa de despedida das aulas do "meu" Hugo na Junta de Freguesia de Benfica, mas um grande "olá" ao querido mês de Agosto que está quase aí com todo o seu calor... e Verão!

O sítio já o disse: Junta de Freguesia de Benfica, em Lisboa.

A temática também: Verão! Hugo! Zumba!

Falta o horário: 19h00

E o preço: €3,50 e podem comprar no dia no local.

E tem um extra: sabem quem vai lá estar?

Exacto, o Hugo!





Vá, e eu!

Apareçam! 


Catarina


quarta-feira, 26 de julho de 2017

A culpa é dele...


Em última análise, este blogue só existe por causa dele. 

Foi por querer aguentar as aulas dele sem desfalecer e por me sentir tão bem aos pulos e com as endorfinas aos saltos que continuei a ir, não só às aulas de Zumba, mas também a outras, pois já que ia ao ginásio fazer uma aulinha, fazia duas ou três.

Em última-última análise, foi por causa dele que conheci o meu Hugo, a minha Filipa, e todas as minhas outras pessoas que já vou trazendo com tanto carinho no coração desde que ressuscitei em mim o bichinho do desporto.

Estes meus 29-quase-30 quilos perdidos são resultado da minha força de vontade, claro, mas acreditem que foi muito por culpa dele que essa tal vontade estava lá. Afinal, "tenho aula com o Daniel" passou a ser sinónimo de "não estou disponível a essa hora, nem vem que nem tem".

Sem ele saber, os seus movimentos cativantes, as coreografias desafiantes, o querer superar-me em cada aula para de alguma maneira lhe mostrar que "Olha, és um instrutor tão brutaaaal que até pões aqui a gordita a mexer!", a sua dedicação, paixão, carinho e entrega, tudo isto, volto a dizer, sem ele saber, mudou a minha vida... para melhor!

Devo-lhe muito sem lhe dever nada, porque o que ele faz, faz com gosto e, na verdade, até é a sua profissão! Mas agora que o rapaz vai para "a" convenção de Zumba em Orlando, EUA, não posso deixar de expressar aqui para todó-mundo ler, o orgulho que tenho em chamar ao Daniel de meu primeiro grande amor da Zumba. De lhe dizer que tenho a certeza que vai ARRASAR e que cá o espero como sempre na fila de trás, com timidez no olhar, mas energia para dar... a energia que descobri que tinha por causa das aulas dele!



Go Daniel! Go Daniel!


Catarina


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Será que fui ao ginásio no meu dia de anos?


Vocês querem é saber se eu sempre fui ao ginásio no meu dia de anos (quem me segue nas redes sociais já sabe a resposta, mas pode ler a aventura que foi na mesma)!
E, pois bem, apesar de me ter deitado às três da manhã na madrugada anterior e de saber que só iria voltar a ver a minha cama na madrugada a seguir, consegui! Eram cinco e meia da manhã e já estava o Bonga a tocar à minha cabeceira. Tomei o pequeno-almoço com calma e com tempo suficiente para não chocar com o treino, e lá me fiz eu ao ginásio, achando que ainda ia beber um cafezinho antes de ir para o balneário... Mas, afinal, o ginásio FECHA! Como assim?? Pois é. Dei por mim numa fila para entrar no ginásio, assim à maneira Black Friday norte-americana, por o ginásio só abrir às 07h.

Lá peguei na minha senha para a aula de Total Condicionamento, e, qual não foi o meu espanto, ser o meu querido mestre da Zumba a dar a aula! Até parecia uma prenda do Universo, confesso.

Foi duríssima, a aula, mas deu-me aquela energia suficiente para aguentar o resto do dia... e que dia!

Tive mais mudas de roupa que um concurso das Misses, e sempre com temática "dourada", passei a meia-noite no teatro, tive uma festa-surpresa dourada à chegada a casa, fui ver todas as exposições presentes na Cordoaria, vi o desfile da PSP em Belém, comi gelado de melancia, recebi telefonemas cheios de carinho, mensagens, partilhas, fui ao concerto dos Red Hot, fui mimada pela família, recebi um bosu (!!!!!), soprei velas num bolo dourado, roxo (a minha cor favorita) e Zumba, e senti o coração quentinho o dia todo.

Dizer 33 foi fácil. Agora é desfrutá-los.

Passei a meia-noite no teatro. Vou falar dessa peça esta semana ;)

Festa-surpresa em tons dourados!

Foi mesmo a piada do dia: digam 33!

06h30 e a caminho do ginásio

Pelo menos fiquei no pódio...

Andou comigo o dia todo: a princesa Leia! 


O dia em que mais ou menos tirei uma "selfie" com o nosso Presidente da República (ele está lá atrás!)
"Ouro" é quase "dourado"



Pronta para o jantar... e bolo de anos!

Bolo de anos dourado, roxo e... com ZUMBA!!


Um brinde ao futuro com os Red Hot!


Catarina

terça-feira, 4 de julho de 2017

Ao menos posso falar com os dedos...

Não sou a maior fã de gritar nas aulas de Zumba. Uso como desculpa um dos meus heróis de todos os tempos ser o Charlie Chaplin e os seus filmes mudos (palavra-chave: mudo). Acho sempre que, das três, duas: ou bem que mexo as pernas e mexo os braços, ou faço os "wowos" pretendidos. Agora juntar tudo não me é possível.

E se já fui treinar com febre, com a pele a escamar, com o pulso lesionado e com o pé enfaixado, fiquem sabendo que, apesar da mudez que me é apanágio, ontem foi deveras difícil estar calada na aula de Zumba... É que estou com faringite. Ou, como gosto de lhe chamar, BrunodeCarvalhite, porque, além de estar com a voz de bagaço, estou com um tom de voz deveras irritante (como o dele). 

Nada que um antibiótico não cure, e não é por isto que vou deixar de treinar, com certeza, mas é engraçado e irritante (de novo, BrunodeCarvalhite) como o facto de não poder cantar, falar ou wowoar me deu vontade de acompanhar as minhas colegas zumbadeiras na aula de ontem. É mesmo o que costumam dizer "o fruto proibido é o mais apetecido". 

E depois, claro, a aula de FOW à noite, em que, desta feita, além da minha cegueira habitual (porque tenho de tirar os óculos) e surdez (porque fico surda quando tiro os óculos, vai-se lá entender...!), ontem tive a variante muda, o que até não deve ter sido mau para as minhas colegas, que já há o mito urbano que eu as distraio durante a aula! 

Bem sei que este é um blogue a apelar a ser saudável, e devia ser vacinado contra qualquer tipo de doenças, eu bem sei. Mas se é o meu percurso até ao Biquíni Dourado, então no futuro vou-me querer lembrar do dia em que pareci aqueles três macaquinhos: cega, surda e muda! 



E hoje tenho treino com o Hugo na Rapid FIT&WELL e estou mesmo a ver que nem vou poder mandar vir com ele como de costume... Não vai ser a mesma coisa o meu treino de hoje... não vai, não!


Catarina



quarta-feira, 31 de maio de 2017

Borboletas no pulso


Daquelas coisas que acontecem porque houve um desenrolar de acções, o chamado efeito borboleta.

Primeiro momento desta história: em Outubro de 2016, mais ou menos, inscrevi-me para ser "cobaia" de um estudo da Faculdade de Motricidade Humana sobre a importância das tecnologias ajudarem a manter grandes volumes de peso perdido.

Segundo momento desta história: fui chamada a fazer parte do estudo, e como tal deram-me um relógio que tem de andar sempre no meu pulso e, entre outras coisas como dar horas, contabiliza o exercício físico que esta que vos escreve vai fazendo todos os dias.

Terceiro momento desta história: talvez por excesso de uso ou só por a tecnologia não morrer de amores por mim, a bracelete do relógio partiu-se... a caminho da aula de Zumba de segunda-feira.

Quarto momento: E AGORA??

Quinto momento: "OK, se eu de alguma maneira conseguir usar o elástico do cabelo para prender a bracelete, fica o caso resolvido."

E assim chegamos ao momento final deste efeito borboleta.

Não tivessem todos estes momentos acontecido, eu nunca teria precisado do elástico do cabelo para prender a bracelete do relógio, nem nunca teria feito a aula de Zumba de cabelo... solto. E digo-vos que foi uma espécie de revelação. Soltar o cabelo foi quase o equivalente a soltar a franga (ou a soltar a borboleta, que sempre é mais elegante). 

Claro que não fiquei melhor zumbadeira por o ter feito, nada disso. Mas o facto de ter soltado o cabelo deu-me uma segurança como nunca tinha sentido nas aulas, e não falo só de Zumba. 

Para já, parecia que havia um elemento do meu corpo, o cabelo, que tinha estado amarrado nas outras aulas e que estava finalmente livre. Depois, o ter o cabelo solto, o meu eterno escudo, parecia esconder a minha expressão do mundo. Apesar de ser dos sítios onde sou mais feliz, tenho sempre uma expressão muito neutra nas aulas de Zumba, mas de cabelo solto... ui!, de cabelo solto fui eu, a Catarina do cabelo desgrenhado! E que sensação! Dei por mim a olhar para mim ao espelho e a sorrir! 

Quem diria que uma simples inscrição num estudo poderia resultar numa revelação tão grande...

E para provar que não vos minto, aqui fica a obra de engenharia que assim continuará até chegar a bracelete nova... Claro, não consigo ver as horas, nem as calorias perdidas, nem coisa alguma, mas tranquilo, ao menos o elástico é assim de tons dourados...


Adenda a esta publicação, ontem à noite fui fazer outra aula de Zumba, com um elástico extra, e não resisti em prender o cabelo... Confere, aquela sensação de liberdade e desenvoltura só acontece MESMO de cabelo solto...


Catarina

sábado, 20 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #27

E de onde vem a música de hoje, de onde? Claro! Das aulas de ZUMBA do Daniel!

É com ela que fazemos os alongamentos finais por isso é ela que vem na minha mente no final da aula... e que agora vos deixo aqui:



Bom fim-de-semana!

Catarina

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida


E se a música do Sérgio Godinho (de quem eu gosto tanto, cá beijinho a mim) dá um título do caraças a este artigo, apesar de ter consciência que ainda vou ter muitos primeiros dias para o resto da minha vida, a única que me ecoava na mente e no coração enquanto escrevia estas palavras era outra, de outro amor meu musical, Jorge Palma: Acorda, menina linda, vem oferecer o teu sorriso ao dia que acabou de nascer... 

Fui despedida. 

Na realidade, (quase) todos os que fazemos (fazíamos) parte da minha equipa fomos mandados embora, facto que já sei há mais de um mês (e que tem ajudado muito pouco nesta luta de mudança de vida), mas que só agora foi oficializado, o que quer dizer que, apesar de ainda não estar desempregada, já se começa a desenhar esse meu futuro.

Não me vou armar em forte, porque hoje me sinto na merda. Porque hoje é o primeiro dia do resto da minha vida no sentido de o que foi não volta a ser, mesmo que muito se queira (pimbas! Ainda vos espetei aqui com uma música dos tios Xutos & Pontapés!). 
Não me vou armar em forte, mas se toda esta montanha-russa de emoções tivesse acontecido há 27 quilos, eu acho que estaria ainda pior.
Não me vou armar em forte, pois não estou nada famosa...

Sinto-me frágil (JPalma de novo...), triste, muito sensível (parece que estou há mais de um mês com TPM). Sinto-me ansiosa, receosa, angustiada, zangada, mas também entusiasmada, empolgada, expectante com o que pode estar à minha espera.

Foram oito anos da minha vida. Cruzei-me com centenas de pessoas. Foram oito anos da minha vida que a partir de hoje vão deixar de ser contabilizados. Começou tudo com uma assinatura; acaba tudo com uma assinatura.

Eu sei que vai ficar tudo bem (mais uma dos Xutos), seja o bem que for, seja o tudo que for. Mesmo se deste "final de temporada" resultar que a minha vida dê uma volta de 180º, uma coisa estou certa: não vou deixar que esta pedra no sapato dê cabo do meu esforço em chegar ao Biquíni Dourado. (E o Palma ainda canta: Acorda, menina linda; anda brincar; que o sol está lá fora à espera de te ouvir cantar).
Esforcei-me tanto e não me quero deixar ir abaixo com isto, e só espero ter força de vontade para ficar ainda mais em forma para ir a entrevistas de trabalho e deixar a minha marca de pessoa de bem com a vida (há 27 quilos não o era).

Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida, e eu tinha tudo para me deixar ficar quieta e indignada, mas não o vou fazer... É que o Jorge Palma deu-me o recado: Anda ver o gato vadio, à caça do pássaro cantor, vem respirar o perfume, das amendoeiras em flor, salta da cama, anda viver, meu amor...
E é isso. Não mata, mas mói. Fecha-se uma porta, mas abre-se um portão (que eu tenho vertigens para subir por janelas). Acorda, menina linda, vem oferecer, o teu sorriso ao dia que acabou de nascer... E é o que eu vou fazer! Zumbamos?



Catarina

terça-feira, 18 de abril de 2017

Sou uma "Danielete". Ou uma "Barretete". No fundo, sou mais feliz porque danço com ele!

Regra geral, quando começo um texto para o blogue, já sei precisamente o que escrever. Sei como vou começar, as metáforas a empregar, as imagens ou vídeos que quero usar e até como quero concluir.

Deparo-me por isso perante a ingrata tarefa de querer escrever sobre uma pessoa de quem até já aqui falei... e falhar-me o português. Sim, falham-me as palavras porque tenho tanto para dizer e tenho por missão de vida ser a pessoa que mais textos bonitos que dedica... Quero tanto passar uma coisa não-palpável para palavras que o piscar do cursor a querer que lhe dê texto parece exercer uma pressão enorme em mim. Mas cá vai. 

Pensar nas aulas do Daniel Barreto, seja Zumba, Euphoria, Strong (e até quer-me parecer que se ele desse aulas de Métodos Quantitativos eu iria achar interessante), e de como elas me fazem sentir, é quase uma experiência extra-sensorial. Tenho alturas nas aulas em que me perco, não por culpa das coreografias (OK, às vezes também acontece), mas porque dou por mim a observar este talento de menino-homem que tive a sorte de conhecer. 

Honestamente, seria feliz só a ver uma aula dele, assim a espreitar pela janela do ginásio e a vê-lo não só a ele a dançar, mas também a quem com ele dança. Não há caras tristes. Não há problemas. Assim que se entrega a senha ao Daniel, é como se o mundo fosse só aquela sala de ginásio. Aquelas músicas (ainda por cima trago já uma nova Banda Sonora para a minha vida). Aquelas coreografias. Aquela energia do Daniel.

Acredito mesmo que ele tem mais ritmo, encanto, talento, energia, felicidade e boa-disposição no lenço que traz sempre pendurado de lado do que eu nos meus 1,83 inteiros. E se isso não o faz especial, não sei o que fará.

Ele é só assim o melhor mestre de Zumba do Universo, e não sabe, que nunca lho disse, mas foi muito por culpa dele e das suas aulas que aqui esta menina que vos escreve não desistiu do ginásio. Elas eram um incentivo a pôr ali (no ginásio) o meu pezinho, e, já que lá ia, porque não fazer uma aula de Cycle antes ou de BodyPump depois da Zumba?

Ultimamente têm-me feito muito uma pergunta: "O que é que te imaginas a fazer daqui a 10 anos?"
Para ser sincera, não sei. Mas se daqui a 10 anos continuar a dançar com o Daniel (pode ser que finalmente deixe de "catarinar" nas aulas de Zumba e solte de vez a franga) podem ter a certeza que vou ser uma pessoa feliz. 

Porque, afinal, quem dança é mais feliz... Mas quem dança com o Daniel, fogo!, é TÃO mais feliz! Não se nota no meu sorriso?



Catarina


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Pós-Páscoa



Querendo, tinha toda uma parafernália de adereços de ginásio para fazer exercício em casa: tenho bola de pilates, halteres, kettlebell, bicicleta estática, tapete de yoga, até tenho um TRX. Mas, lá está... Querendo. 
A realidade é que me habituei tanto a ir ao ginásio que me custa imenso fazer o que quer que seja em casa. (Também é um facto que passo pouco tempo em casa, e quando lá estou dá-me para fazer coisas tão triviais como arrumar a cozinha, engomar, limpar o pó, etc. Só luxos, portanto!)
Estes três dias de Páscoa passaram-se e eu, que há oito anos não a passava com a família, fui adiando a ida ao ginásio até que, sábado à noite, "caí na real" e disse logo para mim mesma: "Não, Catarina. Amanhã também não vais ao ginásio." E assim não fui.

Foram TRÊS dias sem o rebuliço de ginásio. Sem transpirar uma gotinha de suor. Sem vestir um soutien desportivo. TRÊS dias. 
E agora perguntam-me: Soube-te bem, Catarina?
Claro que não!
Hoje na aula de Zumba até parecia que estava a ter taquicardias, de tão fora de forma que me sentia! Foram só três dias, é verdade, mas fui tão calona que nem me dei ao trabalho de vir ao blogue ver se estava vivo, se tinha sido atacado por algum hacker, enfim... foi o verdadeiro "dolce fare niente"...

Espero que a vossa Páscoa tenha sido mais activa que a minha, tanto a nível de exercício físico como de ingestão de doces, já que uma fatia de bolo não se pode propriamente afirmar como um pecado de gula, pois não? É que se for pecado, sou culpada. Mas foi só uma fatia de bolo. E algum pão com queijo... OK, talvez tenha sido muito pão com queijo...

Catarina

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