sábado, 25 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #19

Dado que hoje à noite é FESTA DE KIZOMBA, nada como ter no Abanar o Esqueleto desta semana uma música com um título cuja expressão espero não ouvir durante a festarola!


Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 23 de março de 2017

Dançam comigo?

Já aqui partilhei convosco a minha paixão pela dança. Acredito mesmo que dançar nos faz mais felizes e, até, mais bonitos. 
No entanto, continuo a ter alguma dificuldade em mostrar ao pé de outras pessoas e com outras pessoas o que valho verdadeiramente no campo da dança. 
Eu sei que sei dançar. 
Eu sei que danço bem. 
E como é que sei isso? Já me filmei várias vezes em casa (vídeos imediatamente apagados para não ter o azar de irem parar ao YouTube!) e o meu balançar de anca não deixará ninguém indiferente. É deveras sensual e certinho, admito sem modéstias. No entanto, quando estou a dançar ao pé de outras pessoas, mesmo nas aulas de Zumba, há ali um entrave qualquer. Acreditem que até parece que tenho dificuldades em me manter de pé, quanto mais dançar! Parece que quando estou perto de outras pessoas tenho sempre medo do que elas possam achar de ver uma gordita como eu a dançar... 

Disparate, eu sei, mas é o que acontece.

Mas este sábado vou tentar dar a volta à coisa. Muni-me de amigas boas que são boas amigas, e vamos a uma festa de KIZOMBA!



Não faço ideia o que esperar, confesso, mas vou de espírito aberto para tentar não "Catarinar" muito a noite. Já tenho danças prometidas com as minhas senhoras e acreditem que bem estamos a precisar. 

Quem se quiser juntar a mim, fique a saber que o dress code é elegante (ora bolas, não vou poder ir de fato de treino!) e que a partir das 23h30, para quem como eu quer aprender melhor kizombar, há uma aula aberta com Rubens Neves. 

Catarina

Mais informações:


• DJ presentes: DJ Rams e DJ Alar



• Preços: €8 na guest e €10 sem guest
(direito a uma bebida branca ou a duas de cápsula)



• Guest list: 918298066 ou 968795946;
se quiserem, cliquem no link que deixei lá em cima que vos leva directamente para o evento da festa. Os nomes das pessoas que aderirem ao evento ficam automaticamente na guest; os nomes enviados para o mural do evento serão igualmente aceites.


• Localização: Kalema Klub
Avenida Frei Miguel Contreiras, número 18, Areeiro



quarta-feira, 22 de março de 2017

Vamos falar de coisas sérias

Todas as semanas saem notícias que mostram que estamos cada vez mais gordos e que a obesidade já é mesmo uma questão de saúde pública. Não pretendo dar lições de moral a ninguém, pretendo sim levantar a moral de quem me lê e mostrar que, se eu faço, qualquer um pode fazer. 

Já deu para perceber que os treinos na Rapid FIT&WELL são com gente divertida, mas hoje vamos todos pôr uma cara séria para dar algumas informações importantes.


 

Os treinos são "normais", com o reforço extra de termos um fato com eléctrodos vestido, fato esse que é ligado a um computador que tem as potências de cada um dos eléctrodos divididas por grupos musculares (a electroestimulação muscular). Cada eléctrodo tem assim a sua potência, que é escolhida consoante a vontade do freguês.


OBJECTIVOS e BENEFÍCIOS de treinar com o fato:
  • Permite obter um excelente índice de massa muscular e reduzir gordura e peso (desde que se mantenha ou melhore os hábitos alimentares).
  • Fortalece músculos, articulações e tendões, aumentando a resistência à fadiga.
  • Melhora a postura e reduz dores/mal-estar nas zonas lombares e costas.
  • Melhora a circulação sanguínea e actividade cardiovascular.
  • Diminui o envelhecimento natural dos tecidos.
  • Fortalece os ossos, prevenindo o aparecimento de osteoporose.
  • Previne/melhora síndromes de incontinência urinária.
  • Melhora o bem-estar mental, reduz o stress e a ansiedade.

A lista de centros da Rapid FIT&WELL tem vindo a crescer e pode ser consultada AQUI, mas já sabem que o meu amor está todo no de Campo de Ourique. Pelas pessoas que lá trabalham, mas também por quem lá vai treinar (hello? Eu treino lá!) como a dona Judite.

Os preços começam nos €109 por mês, mas se forem estando atentos quer ao site, quer ao Facebook da Rapid, pode ser que apanhem alguma promoção simpática.

Posto isto, deixem-se de desculpas! São 20 minutos de treino. Vão mesmo conseguir dizer que não têm VINTE MINUTOS por semana para gastarem... convosco? 

Catarina


terça-feira, 21 de março de 2017

Mirror, mirror on the gym...

Traio o Pedro com o Hugo; o Hugo com o Daniel e o Daniel com o Carlos... e ainda consegui traí-los a todos com o Vasco.

De todos eles, além do treino em si e dos seus benefícios, trago sempre alguma coisa. 


Do Pedro trago a inquietude; 

do Hugo trago as boas vibrações;
do Daniel trago a felicidade de dançar;
do Carlos trago o entusiasmo...
e do Vasco trouxe um invulgar orgulho.

Conheci o Vasco numa sessão experimental de Personal Trainer que vos falarei por cá em breve. Uma hora foi o suficiente para ele perceber que eu tenho um problema com espelhos: "Tens de olhar em frente, é importante não só para veres como está o teu corpo, como para manter o equilíbrio e uma postura direita", disse-me ele umas duas ou três vezes antes de eu lhe confessar: "Odeio olhar-me ao espelho..."

A resposta dele foi a mais improvável e, ao mesmo tempo, a mais óbvia. Gostava de tatuar as suas palavras no meu âmago para não mais me esquecer delas, mas partilho-as convosco pois... é isto mesmo. É isto mesmo...! Disse-me ele: "Ainda é tão pequena a percentagem de pessoas que praticam desporto no nosso país, que quem não pratica é que devia ter problemas em se olhar ao espelho. Tu tens de encher o peito e ter orgulho em ti, ainda por cima, fazes exercício com gosto. Sabes que isso é ainda mais raro, certo?"

Como não encarar o espelho com outros olhos depois deste discurso? E é algo tão óbvio que até parece ridículo ter tantos problemas em olhar para mim a treinar. Sim, transpiro que nem um texugo, sim, (ainda) estou fora da minha zona de conforto, mas, caneco!, estou a tentar, e com gosto! 

Assim como a alimentação saudável ou o exercício físico, o espelho é só mais uma barreira. Vamos lá superá-la!



Catarina

segunda-feira, 20 de março de 2017

Run, Catarina, Run... e eu corri a Meia Maratona


Diz o Priberam:

"correr", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/correr [consultado em 20-03-2017]

1. Ir com velocidade (diz-se de pessoasanimais e coisas).
2. Sair em corrente.
3. Passarir passando.
4. Efectuar-serealizar-se.
5. Estender-se.
6. Ter curso.
7. Procurar com empenho.
8. Fluirderramar-se.
9. Divulgar-sepropalar-se.
10. [Direito Estar afecto.


Para mim, "correr" será sempre significado daquilo que, ontem de manhã, contra todas as expectativas, consegui fazer: Acabar uma Meia Maratona.

Se aqui há um ano me dissessem que o ia fazer, teria ignorado tal informação. 

Se aqui há um mês me tivessem dito que o ia fazer, mesmo sabendo que estava inscrita na corrida, eu teria dito que ia "correr" a Meia Maratona a andar.

Se ontem de manhã me tivessem dito que ia aguentar os 21 quilómetros a correr, e que ainda ia ter energia para um sprint final no último quilómetro, teria chamado essa pessoa de louca.

Mas... consegui... Concluí a Meia Maratona de Lisboa. 

Foram três horas e oito minutos a correr. Sim, fui parando a corrida de vez em quando. Confesso que ao quilómetro 6 pensei mesmo em desistir. Não que estivesse cansada, que não estava, mas estava-me a fazer imensa confusão estar a correr sozinha, estava a achar aquilo tudo muito chato! Precisava de alguém com quem correr e os amigos que me desafiaram a ir fazer a corrida já tinham passado por mim todos (e gritado alto e bom som CATARINA!!).

Ainda por cima, claro que como achei que não ia correr tudo, não me preparei minimamente nem olhei para o mapa da corrida. Assim, fui sempre com a sensação que nunca mais chegava ao fim de metade do caminho para voltar para trás. 
Para quem conhece Lisboa, foi ali perto da zona de Santos que o momento de aflição aconteceu... Nunca mais vinha a curva para voltar para Belém, curva essa que só chegou no Cais do Sodré... Estive ali vai não vai para desistir...

Depois, já em Belém, vi uma família de um senhor com idade para ser meu pai e os seus dois filhos. Quando ia a correr ao lado deles, o pai começou a dizer que ia desistir e, claro, a Catarina teve que se meter e dizer "Se desistir eu desisto, e já agora quero chegar ao fim." E lá fomos os quatro. Sem eles acho mesmo que teria desistido. Já estava farta de correr. Não cansada. Farta.

No final, aquela medalha simbólica que dão foi mesmo uma espécie de culminar de todo o sacrifício.
Pela corrida, pelo desafio que tem sido esta perda de peso, por mais uma conquista que não estava à espera de alcançar, mas que... alcancei.

E agora, para acabar este artigo de uma forma ligeira: NINGUÉM ME AVISOU QUE AS MAMAS IAM FICAR TODAS ASSADAS! Credo! Quando fui tomar banho nem queria acreditar na dor horrível que estava a sentir nas mamocas! Portanto, tenho a marca do soutien à volta do tronco e as próprias das mamas tenho assim em espécie de carne viva ou o que é. Sim, já pus creme, mas alguém me podia ter dito que isto ia acontecer! De todo, foi a lesão menos expectável do esforço de ontem...

E agora, se me perguntarem se vou voltar a correr uma Meia Maratona, digo-vos já que não! Está feito. Prova superada. Foi uma sensação do caraças (e ainda é!) chegar ao fim dos 21 quilómetros, mas já vi que correr não é para mim e, não, não tenho curiosidade nenhuma em ver se consigo fazer melhor que três horas e oito minutos!

Fica este sorriso para a posteridade,



Catarina



domingo, 19 de março de 2017

Catarina & Pedro aos saltinhos pelos 25 quilos perdidos


Que o Pedro tem sido um Personal Trainer exemplar, isso já é mais que sabido. Tem-me ajudado mais que muito a chegar ao meu objectivo (o tal Biquíni Dourado) e é tão parceiraço e damo-nos tão bem que parece que nos conhecemos desde sempre. 

Já há umas semanas que o tenho desafiado a treinar comigo, mas vamos adiando a coisa muito para não me distrair do foco de perder peso. Mas esta sexta-feira, numa espécie de comemoração pelos 25 quilos perdidos a que cheguei, fizemos este exercício que, vai-se a ver, é tão mais giro de ser feito a pares, ainda por cima com ele!

E, caraças, que o raio do homem e mais baixo que eu e salta mais que uma lebre! Irra!



 

PS - WOHO! Vinte e cinco quilos perdidos!

Catarina

sábado, 18 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #18

É assim: não tenho orgulho de gostar assim tanto desta música, mas foi daquelas que as aulas de Zumba me foram trazendo e que, a bem da verdade, eu ADORO dançar.

Vá, não me dêem cabo do juízo por aqui deixar este moçoilo para vocês ouvirem, é que hoje vou ter uma MEGA AULA DE ZUMBA e já estou em pulgas por abanar a bunda!

E, antes que ralhem mais, peço já "desculpa" por o Abanar o Esqueleto desta semana ser ao som de Justin Bieber...




Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 16 de março de 2017

Em modo Capela Sistina


Há updates importantes a serem feitos de vez em quando neste blogue.
Um deles, claro está, é a minha pança. Como vai ela?, perguntam vocês. 

Ao que respondo, assim:


Posso afirmar que está a funcionar... Pelo menos, acho que sim. Tanto os treinos com o Pedro como os treinos com o Hugo na Rapid FIT&WELL começam a dar (boa) forma a este meu corpo. Claro que fico super contente por mim, mas, caramba, quero mesmo deixar os meus dois moços orgulhosos! Quero ser uma espécie de Capela Sistina deles. Estou a dar trabalho, eles têm que ter muita paciência, mas vou ficar um deleite, se vou!

Catarina

quarta-feira, 15 de março de 2017

O melhor "Olá!" é o dela!

Já aqui falei do Hugo, já falei do Carlos e, caramba!, até já falei na Dona Judite, mas chegar à Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique é saber que tenho lá uma compincha à minha espera.


A Vanessa, ou Van, como lhe chamo, é a cara de boas-vindas da Rapid de Campo de Ourique, ou não fosse ela quem recebe os "atletas". Gosto tanto de falar com ela que costumo mesmo ir mais cedo para "batermos um papo" enquanto espero pela minha aula. 

É um encanto de menina, de mulher. E que mulher! É uma mãe guerreira e sei que, se a Rapid nos pôs no caminho uma da outra, é porque já estava a prever que nos íamos dar bem. Aqui que ninguém do ginásio nos lê, já temos sushizadas planeadas, daquelas de agarrar à barriga de tão cheia que ela está, mas mesmo assim continuar a comer porque, convenhamos, é sushi! 

Desde que comecei a treinar na Rapid que é raro o dia em que não trocamos mensagens, nem que seja para saber como uma e outra estamos das "maleitas de ginásio" (sim, que ela é pequenina como a sardinha, mas também treina cheia de garra!)

Mesmo quando a pessoa vai sem vontade, acreditem que também acontece, ver a Van levantar-se para nos receber com um abraço dá logo um ânimo extra para ir aturar o Hugo. Por isso, e por tantas outras coisas boas que já partilhámos, Van, este texto (e estas fotografias em que estamos para lá de lindas) foi para ti... <3  



Catarina

terça-feira, 14 de março de 2017

A semiverdade da paixão




Quando digo que estou apaixonada por mim, isto tem algo de falso. 
Acho que o que me foi fazendo apaixonar por mim, foi ter descoberto uma força que desconhecia ter. 
Não sejamos ingénuos. Vinte e quatro quilos não se perdem assim tão facilmente (I wish!). É, que é, preciso ter muita força de vontade. É preciso ver sempre a luz ao fundo do túnel para não desistir. E eu, mal ou bem, lá fui vendo. Sei que tenho tudo para ser um caso falhado, mas estou, devagarinho, a chegar ao Biquíni Dourado. Gosto desta minha faceta de cuidar de mim.
Além disso, esta minha paixão por mim própria vem, claro, da energia extra que ganhei. Sinto que sou uma pessoa melhor por fazer. Fazer. Fazer. E este blogue, em que faço questão de escrever todos os dias, também me encanta, confesso.

No entanto, quando estamos apaixonados por alguém, por muito não bonita que seja essa pessoa, torna-se no ser humano mais belo a já ter pisado a Terra. E, isso, eu não sinto por mim. 

Todos os defeitos que sempre vi em mim continuam por cá. Continuo a achar-me demasiado feia; que tenho peito pequeno; que tenho um cabelo fino em demasia; que estes meus olhos verdes de nada me servem porque, além de serem pitosgas, são pequeninos e passam por castanhos; por vezes sinto-me demasiado alta; há as marcas estriadas na pele de todo o peso perdido; vejo a flacidez ainda em tantos sítios e não posso deixar de me perguntar se algum dia esta espécie de repulsa vai mudar...

Continuo a olhar para o espelho e a odiar (com todas as forças, aquelas de que falei lá em cima) o que ele me mostra. É uma pena. Tendo eu uma mãe e um pai tão bonitos, podia ter saído algo melhor, mas não. 
Claro que tento compensar tudo isto com uma personalidade cativante, e, como diz o outro "o importante é ter saúde". Mas, na minha cabeça, serei sempre "a alta"; "a gordita" e nunca "a bonitinha" ou "a dos olhos verdes". 

Valha-me esta personalidade e raça, é o que vos digo. 

Mas não se deixem enganar pois, mesmo com isto tudo, sim, há muita paixão em mim... por mim! Só ainda não há pelo reflexo no espelho, mas, isso, quer-me parecer, nada tem que ver com o excesso de peso, mas sim com os olhos de quem olha para o espelho. Os meus.

Catarina

segunda-feira, 13 de março de 2017

Artigo que mete água


O que menos me custa fazer nesta luta diária para ser mais saudável, é beber água. Faço-o com satisfação e consigo beber até 3 litros por dia como quem... bom, na realidade, como quem bebe água. Não há metáfora menos "metaforicável". 
E antes que pensem "Ena! Tanta água!", convenhamos que passo muito tempo no ginásio a transpirar, portanto, logo aí devo beber entre 1,5l/2l todas as manhãs. Acaba por ser fácil chegar aos tais 3l diários. No entanto, tenho consciência que, para muito boa gente, é difícil... meter água! 

Foi em conversa com uma amiga que ela partilhou comigo as suas frustrações em ter de fazer essa tarefa de objectivos mínimos de ingestão de água. A vontade é pouca, mas tem que ser. Assim, e como tem um namorado muito espirituoso que lhe deu este miminho, a solução apareceu em forma de motivação numa garrafa adaptada à falta de vontade em beber água... 



E digam-me lá se assim não fica mais fácil chegar ao fundo da garrafa?... 

Bem, se calhar não fica, mas pelo menos há um sorriso de cada vez que se olha para a garrafa! É o amor a meter água...

Catarina


sábado, 11 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #17

Já tinha aqui partilhado uma música destes senhores, mas dado só os ter descoberto o ano passado, há muita coisa ainda por ouvir! 

Encontrei há uns tempos esta versão acústica no YouTube... e, se bem me conhecem, já sabem que ando obcecada com isto...

É só assim das músicas mais maravilhosas de sempre; quando a ouço sinto que sou uma pessoa especial, até mais delicada, suave. Acho mesmo que a partilha desta música acaba por me ser muito íntima, parece que vos estou a mostrar a minha alma, o meu âmago... O que é estranho, porque é "só" uma música que nem fui eu a escrever, nem a compor, nem a tocar, nem a cantar, mas, APRE!, parece que até me faltam as palavras para a descrever... É realmente impressionante a reacção que ela me provoca, tanto emocional quanto fisicamente... Quando a ouço, sinto que me falta o ar, que me falham as pernas, mas que o espírito se levanta e ilumina... lá está, que tudo se pacifica no meio do turbilhão de emoções e sensações.
É parvo, mas é verdade... e mais não digo porque queria mesmo que a ouvissem!

Sentem-se, esbocem um sorriso, e deixem-se encantar pelos Rival Sons...


Bom fim-de-semana!

Catarina

sexta-feira, 10 de março de 2017

Dança comigo, bicicleta!




A primeira vez que fiz uma aula de Cycle, ia para aí na minha segunda semana de ginásio. Como sempre adorei andar de bicicleta, achei que aquela aula seria, quase literalmente, um passeio no parque. Estava (muito) enganada.

Foram dos 45 minutos mais improvavelmente desconfortáveis da minha vida: doía-me o rabo quando estava sentada. Doía-me as pernas quando o professor nos mandava levantar. Tive mais sede do que o litro e meio de água que levei conseguiu saciar. Tive muito calor. Pensei mesmo que não seria capaz de aguentar o tempo regulamentar da aula. Mas consegui. Mal, mas consegui.

Quando saí, o professor perguntou-me como correu, ao que respondi: "Mal, senti desconforto no banco o tempo todo!"
"Pois, acontece", retorquiu ele.

Não sei se por esta atitude "Não quero saber de ti, sua gorda" do professor, se por ter ficado as duas semanas seguintes sem sequer me conseguir sentar para fazer chichi, mas coloquei a bicicleta "na garagem" durante uns valentes meses, mas o bichinho esteve sempre lá.

Numa conversa de ginásio, falaram-me de uns calções almofadados que faziam milagres nas aulas de Cycle. Resolvi experimentar. 

Fui confiante: calções almofadados, duas garrafas de água, top de alças e já uns quatro meses de ginásio no corpo. O professor foi o mesmo, o que ajudou a dar ainda mais o litro. Queria-lhe mostrar que a gordita conseguia pedalar! Tinha tudo para dar certo... e deu!

Hoje em dia é das aulas que mais gosto de fazer, e sei que tenho boa perna para pedalar. Quando estou numa aula de Cycle, parece que é só a música e a bicicleta. Gosto de pedalar com os ritmos que me dão, por isso acho que acaba por ser mais uma aula de dança em que o meu parceiro é uma bicicleta. E basta um bocadinho de imaginação para transformar o Estúdio da aula numa paisagem idílica e ir por aí fora com os meus cabelos ao vento... Adoro!


Catarina



quinta-feira, 9 de março de 2017

Quanto mais me fazes suar...

Já partilhei aqui tantas vezes a paixão que lhe tenho, que até parece mal dizê-lo outra vez, mas quem treina tête-à-tête com um PT saberá que são relações especiais. 

O Hugo tem-se tornado num caso sério de companheirismo nesta luta. Duas vezes por semana treino em Campo de Ourique com ele, na Rapid FIT&WELL, onde me liga, literalmente, à máquina. Gosto muito do Hugo, que gosto, MAS confesso que há alturas do treino em que o que mais me apetecia era vê-lo pelas costas. Tem aquela capacidade extraordinária de, de repente, se transformar num dos meus seres humanos despreferidos! Raça do miúdo! 

Momento Catarina versus Hugo: bring it on!

Ele é fazer a prancha; ele é fazer mountain jacks; ele é rebolar na bola de Pilates; ele é fazer abdominais; ele é kickboxing, ele é fazer equilibrismo em meias bolas azuis do demónio... quer dizer, não é ELE quem faz. Sou EU a mando DELE. Mas vá.

Já sei, já sei, ele está lá é para isso, mas é que às vezes uma pessoa (eu) só queria um cafuné durante o treino. Já nem digo um abracinho, que aí então é que era a loucura. Um cafuné era suficiente. Ou parar. Parar era bom. 

Claro que, com o cansaço todo e o achar que não vou aguentar até ao fim (apesar de o treino durar apenas 20 minutos que são de tortura), vem também a energia para, pelo menos, tentar fazer. Ou melhor, para mostrar (ao senhor Hugo!!) que consigo fazer.  

E, claro, depois olho para o meu corpo... Os centímetros a menos na barriga, os músculos a ficarem trabalhadinhos, a banha a ir embora, o Biquíni Dourado quase ali, os resultados a mostrarem-se no meu 1,83 metros... e lembro-me de novo porque é que gosto tanto dele. É que, sabem?, ele está a ajudar-me a ficar mais apaixonada por mim. E, por isso, só posso ter esta paixão (eterna) por ele.

Catarina

quarta-feira, 8 de março de 2017

Do SER MULHER

Até resolver mudar de vida, não sabia o que era ser MULHER. Era um ser humano, sim, mas isto de SER MULHER não fazia ideia. E não é porque tinha (mais) excesso de peso; uma MULHER gorda não é mais nem menos que uma magra. São só MULHERes diferentes. Eu é que tinha perdido o norte. Andava desmotivada com tudo e ser MULHER era só mais uma coisa que eu... não era.

Não sou de dar grande importância a datas cujo sentido original e nobre se foi perdendo e virou comercial. Mas, este ano, tenho necessidade de celebrar a MULHER. Assim, deixo-vos o link com um vídeo que o ginásio onde treino, a Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, fez com as suas clientes e em que dou um pouquinho do meu testemunho. 

Tem sido um processo de descoberta; um processo de aprendizagem que me levou a uma conclusão fantástica: é maravilhoso ser MULHER. É maravilhoso "perder" tempo comigo. Dedicar-me a mim. Deixar-me ser isso mesmo, MULHER.

Feliz Dia da Mulher para todas e todos que lêem este blogue!

Vídeo disponível (e em que havia tanto ainda por dizer) AQUI.

Catarina

terça-feira, 7 de março de 2017

Como prometido, novidades mal-cheirosas


A semana passada fui à minha segunda consulta de nutrição da Dieta Emagril. Gosto muito que os nossos "encontros" sejam de duas em duas semanas, pois sinto que não tenho mesmo hipótese de falhar.
A doutora lá me perguntou "E disparates estas duas semanas?" E eu bem sabia o grande "faux pas" que tinha feito. Ainda estava fresquinho na memória: uma sushizada daquelas! SHAME! É que eu quando vou ao sushi só paro quando o estômago começa a doer... e mesmo assim ainda sou capaz de comer mais qualquer coisa (compulsiva, eu sei, mas sinto que se vou pagar para comer num buffet, que seja para COMER!).

Apesar de tudo, acho que não me portei mal: ganhei massa muscular e perdi massa gorda (ela disse os valores, mas eu sou uma pessoa de letras e os números não se me entram na cabeça...) 

Em relação aos meus problemas intestinais que vos falei AQUI, a primeira toma dos produtos da Yellow Natura foi antes da tal corrida dos 7,5 kms e, confesso, por momentos ao longo do percurso pensei que fosse parar ao YouTube... É que deu-me mesmo a volta à barriga (quase tiro... e queda!) e agradeci aos deuses a casa de banho pública do Jamor!

Mas depois da primeira semana, voltei ao meu estado normal intestinal: preguiçoso e inchado. Sim, faço, mas a custo, por isso, hora de aplicar as "armas pesadas".
Estou agora a tomar o LaxExtreme que, vos digo, funciona que é um mimo! Além de acontecerem questões, andam muito certinhas no horário, o que me dá um jeitaço!




Novidades mal-cheirosas em breve!

Catarina

segunda-feira, 6 de março de 2017

Fitness On Water e uma manhã cheia de boas ondas


Este bichinho irrequieto que (re)despertou para o desporto está-me a permitir conhecer tantas pessoas e tão boas, que elas acabam por tornar este percurso uma aventura deliciosa. Ontem foi dia de conhecer mais uma pessoa com uma energia e uma boa onda (piadinha fácil e já vão perceber porquê) contagiantes: a Filipa, do Fitness On Water (FOW), que, além de instrutora de fitness on water, é uma pilhas alcalinas. Mesmo antes de treinar com ela, percebi que nos íamos dar bem. É uma pessoa como eu, das pessoas. Torna logo o trato mais fácil. E a sua aula provou-me que eu estava certa.

Vamos então falar da aula em si. Ora bem, já aqui mostrei que tenho dois grandes defeitos (tenho mais, mas para o desenrolar deste artigo, fiquemos por estes dois para não transformar isto num programa lamechas de fim de tarde da televisão nacional): falta de visão e falta de equilíbrio.

Quando se me falha a visão, além do óbvio, costumo dizer que fico surda, logo, mais desequilibrada (das pernas, não das ideias). Ora, eu até tenho uns óculos de mergulho graduados, mas não sei deles, por isso não os levei. Má onda, Catarina. Má onda. É que para a aula de Fitness On Water ter corrido melhor (ou menos mal, vá!) os óculos eram um elemento essencial para: a) ver; b) não ficar surda; e c) não sofrer (ainda mais) de desequilíbrio.

O Fitness On Water é um conceito que se explica no próprio nome. É uma aula de fitness, mas dentro de água. Ou melhor, em cima de uma base flutuante (mas, sim, sejamos honestos, fui parar algumas vezes dentro de água). Os exercícios são baseados no modelo de treino HIIT e inspirados nos movimentos de yoga, com o elemento água a servir de nosso chão.  

Confesso que assim que percebi o que ia acontecer MESMO, achei que nem me ia conseguia pôr em cima da base. Da primeira vez que subi para aquela espécie de prancha, ainda tive ali um percalço com o fato-de-banho (ainda era de há 24 quilos, já está um pouco largo e as mamocas são pequenas e querem é liberdade), mas tranquilo. Já estou habituada a envergonhar-me nas aulas de hidroginástica com o mesmo fato-de-banho. Até aqui, nada de novo, portanto!
Mas não só consegui pôr-me em cima da base flutuante, como consegui repetir a proeza uma e outra vez graças às mil quedas que dei, pois, afinal, como a Filipa disse, o cair faz parte, principalmente numa primeira aula.

E por falar em Filipa, espectáculo não chega! Ela esteve sempre ali a puxar por cada uma de nós que experimentou a aula; foi incansável, a dar-nos estabilidade através da sua voz. E de uma elegância tal que mesmo eu sem óculos conseguia perceber a graciosidade com que ela executava os movimentos. Além de que é um deleite ouvi-la falar deste seu projecto/paixão.

Tenho consciência da minha falta de equilíbrio, mas também acho que, com tempo, vou conseguir dominar o raio da base. É que mesmo só durante o desenrolar da uma hora de aula já senti evolução, imagino com o tempo! E é muito interessante pensar que a água acaba por ser a nossa maior inimiga, gerando instabilidade e fazendo o "chão" mexer, mas que também é a nossa maior aliada: a minha hérnia não se queixou um bocadinho que fosse com os exercícios graças ao factor "impacto zero" fornecido pela água.

Além de tudo isto, a camaradagem entre "atletas" foi tão boa que até eu, que tenho imensa dificuldade em decorar nomes, o consegui fazer quase com uma perna às costas (mesmo, que mandei com cada mergulho mais estranho que juro que devo ter em algum momento ficado com uma perna às costas!). Mesmo fora de água, o Nuno, o director da Piscina Municipal de Barcarena (onde foi o treino) e fotógrafo/realizador destes dois momentos que aqui vos deixo, esteve ali a puxar por nós e ficou a promessa que, da próxima, também vai à água! (Lembram-se de como comecei este texto a falar da importância das pessoas? Exacto. Aqui fica mais uma das que já trago comigo.)

Deixo-vos um vídeo, até vos dizia para tentarem adivinhar quem sou eu, mas nota-se que sou a desequilibrada, com certeza (a do meio, pois claro!)

video

Acho que a minha cara diz tudo: mega feliz, mesmo de touca. 

Falharam-me os óculos, falharam-me as pernas, mas não me falhou a vontade de conseguir e de voltar a tentar. Venham mais aulas de FOW! 

Catarina


domingo, 5 de março de 2017

Eu tenho dois amores na Rapid FIT&WELL


Já aqui vos disse que tive de "partilhar" o Hugo na sessão da semana passada e, como tal, treinei com a outra cara laroca da Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, o Carlos. 

O que vos posso dizer sobre o Carlos? Bom, para começar, é um irrequieto de primeira, o que, para mim, são logo pontos extras. Acho que quem tem calma não tem alma, como diria o Fernando Pessoa, e ele é o oposto disso. É uma "alma nova" num corpo cheio de energia e, ainda por cima, dá treinos com o tal fatinho mágico da electroestimulação muscular. Parecem um "match made in heaven".

Começou logo por me avisar que ia puxar por mim! Desafio aceite, Carlos! Mas mal eu sabia o que me esperava...
Deu-me a escolher entre dois treinos: (St)ab Strenght ou o TEA (treino de estrutura axial), carinhosamente chamado de Hora do Chá.
Como o Hora do Chá me pareceu um nome muito fofinho e com "água  no bico" (because "tea"), optei pelo (St)ab Strenght o que, olhando para essa escolha agora, me faz pensar que foi a menos correcta... É que, hoje é domingo, o treino foi na quinta-feira, e ainda sinto os meus músculos para lá de doridos. Sim, é brutal, das melhores sensações do mundo, mas quando vos derem a escolher entre um Chá e um "stABing", escolham sempre o Chá... Quer dizer, acho eu!

Sei que tive ali momentos em que o corpo (e a força) me falhou, mas o Carlos é um optimista e esteve sempre ali a torcer por mim, a ajudar-me e a amparar-me. Até me senti uma atleta olímpica, de verdade! É um profissionalão!

Acaba por ser interessante trabalhar com outras pessoas, para receber diferentes estímulos. Foi mesmo um gosto trabalhar com ele. É caso para dizer que tenho dois amores na Rapid Fit! (Bom, na realidade são mais amores, que a equipa é toda um mimo, e o meu coração é grande para todos).

'Bora lá, Carlos! Estou ansiosa de beber um chá contigo da próxima vez... Ou será que não estarei?

Quando o cabelo torna alguém mais alto que eu!
Catarina

sábado, 4 de março de 2017

Abanar o Esqueleto #16


Para o Abanar o Esqueleto desta semana, trago uma música que as memórias do Facebook me mostraram que uma amiga tinha gostado de eu ter publicado aqui há uns quatro anos.

Até aqui, nada de novo, não fosse essa amiga ser uma das pessoas que, sem me aperceber, fui perdendo o contacto depois dos tempos de faculdade. E foi uma pena porque nós éramos, realmente, unha com carne. Ela era dos meus primeiros pensamentos ao acordar e o (pouco) saldo que tinha no telemóvel naquela altura era quase todo gasto a trocar mensagens com ela. Sabíamos o que cada uma pensava com um simples olhar, partilhámos mães, avó e avô, partilhámos dormidas na casa uma da outra, saídas loucas, aventuras mil. Éramos primas de alma, não de sangue, mas éramos família. Vivemos intensamente e, "parvamente", deixámos esta amizade desfalecer sem razão...

Abençoados 32 anos, que põem tudo em perspectiva e se passei 10 anos a receber mensagens do universo (como aquele "Like" dela deixado nesta música no meu mural e que ontem o Facebook me relembrou), ainda bem que a idade e a tranquilidade me fizeram ir falar com ela a semana passada. Mudar de vida também é isto.

Esta semana foi o nosso reencontro. Um almoço de uma hora que pareceu ter nele os tais 10 anos perdidos... Ainda lhe reconheci todos os traços na sua cara, no seu entusiasmo a falar... E o bom que foi sentir que ainda éramos nós. Que ainda somos nós, as primas! 

Como pergunta o tio Ben Harper nesta música "Will I see your face again?" Ao que posso seguramente afirmar: sim! Vamos olhar para a cara uma da outra até sermos velhinhas. Disso não tenho dúvidas...



Bom fim-de-semana

Catarina

quinta-feira, 2 de março de 2017

Dona Judite a tomar conta da Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique... e do meu coração

Quando me perguntavam o que queria ser quando fosse grande, queria ser muitas coisas. Já aqui confessei, cabeleireira-arqueóloga era a combinação perfeita, mas também queria ser professora de dança e astronauta (lá ia eu a bailar pela Millennium Falcon). O que nunca me passou pela cabeça era o que queria ser quando chegasse à terceira idade. Ou melhor, como queria ser quando chegasse à terceira idade.

Antes da minha sessão de hoje da Rapid FIT&Well de Campo de Ourique, assisti ao treino de uma senhora de 87 anos de idade, a Dona Judite, que, além de me deixar o coração e a alma aquecidos, me deu uma certeza: quando chegar à terceira idade, quero ser como ela (e basta ser só um bocadinho como ela que já é muito).

Claro que ajuda este conceito de ginásio estar ao pé das pessoas, nomeadamente numa zona mais envelhecida da cidade de Lisboa como é Campo de Ourique. Logo aí, pontos extras para este “ginásio de bairro”. Mas a realidade é que a iniciativa de entrar no centro da Rapid e de querer experimentar algo que, à partida, lhe poderia “causar espécie”, foi da Dona Judite. Ela lá sentia que o corpo não estava a responder à vivacidade da mente e sendo os benefícios de treinar de fato mais que muitos, porque não arriscar?

Toda a equipa do centro Rapid foi para lá de ternurenta para com a Dona Judite. Quer dizer, eles são assim com toda a gente, que eu já o comprovei, mas claro que ter uma senhora de, repito, 87 anos a treinar, é de mimar mais um bocadinho e eu, enquanto cliente do espaço, não fiquei nada enciumada (e olhem que ela até treinou com o "meu" Hugo, mas a realidade é que com ela nem me importo de o partilhar)!

Geringonça deixada de lado, como a Dona Judite chama à bengala, e foi hora de vestir o fato e “treinar”. Depois de algumas tentativas falhadas de sentir os impulsos (o Hugo foi aumentando a potência devagarinho), o primeiro “Ui!” fez-se ouvir. Já estava a funcionar! Máquina calibrada e pronta para esta acelerada senhora começar a treinar. E “acelerada” é mesmo a palavra certa para a descrever! O Hugo bem lhe dizia “devagarinho, Dona Judite”, mas ela mais parecia estar ligada à electricidade de tanta energia que trazia aos exercícios! Os 20 minutos de treino fizeram-se com a Dona Judite a ser nota 10 o tempo todo. Bravíssima!

Aqui vos deixo um pequeno vídeo para verem a genica de que vos falava. Está prometido mais um mês de treinos e eu conto estar lá para a ver brilhar e partilhar convosco esta força da natureza. Confesso que me deixei apaixonar por ela.

video


Aquela ternura que vos falava, acho que está mais do que implícita nesta fotografia...
No final, ainda dançámos os quatro ao som de Demis Roussos, algo que, foi mais do que visível a todos, deixou a Dona Judite feliz e, confesso, a mim também.

Existissem mais pessoas assim, é o que vos digo! Com vontade de melhorar. E não falo só de terceira idade, isso é um pormenor. A nossa força está na mente, a nossa idade é a que nós nos damos a nós mesmos e, hoje, ao lado da Dona Judite, do Hugo e do Carlos, tivemos todos “sweet sixteen”.


Catarina


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...