quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Best. Wedding. Outfit. Ever.


Quando ele me disse que tínhamos sido convidados para um casamento, depois da pergunta óbvia (de quem?), veio outra,  mas interior: que vestido levo?
Sei que ele viu no meu olhar essa mesma pergunta e, imaginando já as horas que eu ia passar a falar no vestido (e que ele ia ouvir) com um certo tom de malícia e como que a colocar-me um travão disse: "Temos de ir em Cosplay."

A minha resposta foi quase imediata e toda eu sorri: "VOU DE LEIA E DE BIQUÍNI DOURADO... e tu podes ir de Han Solo."

Ficámos assim resolvidos. 

A todas as pessoas a quem contei que ia fazer parte da lista de convidados do casamento mais original de sempre, todas me perguntaram: "Vais de Leia, não vais?"

Pois... eu ERA para ir de Leia. Aposto que no primeiro esboço da listagem de vestimenta dos convidados, há-de estar lá uma Leia riscada ao lado do meu nome... Mas a realidade é que, pensando bem, como é óbvio, não vou de Biquíni para casamentos alheios (bom, nem para o meu... apesar de, se calhar, na minha lua-de-mel até fosse algo plausível) e, pensando ainda melhor, a Leia, sem ser um ou outro fato de "guerra", é só vestidos brancos que tem. 

Ora, levantam-se dois problemas com isso:

1 - Eu não uso branco;
2 - Eu não uso branco em casamentos (que não sejam o meu).

Uma pesquisa pelo Google deixou-me ainda mais baralhada quando procurava por "Cosplay couple Star Wars" e, apesar de ainda termos ponderado ir os dois de Darth Vader (seria genial também!), rapidamente a opção Star Wars começou a ficar fora da mesa...

Então... o que levar?
Ainda por cima, por serem duas pessoas tão especiais para nós, a coisa tem de ser bem pensada pois queremos estar à altura do desafio proposto...

O que levar, então, para estar à altura?

Algo que vem do céu, talvez?

Que é feliz.

Que dança.

Que canta.

Que é Supercalifragilisticexpialidocious!!

Mary Poppins e Bert!









Portanto, além de ser um Cosplay divertido, também é uma espécie de bênção que toda a gente sabe que casamento molhado é casamento abençoado e, com a Mary Poppins por perto, vai chover alegria!


Portanto, os planos dele de ter um planeamento de casamento calminho foram por chapéu-de-chuva abaixo, pois que já ando doida à procura de acessórios Mary-Poppineiros e mal posso esperar por Outubro (eu sei, ainda falta tanto tempo! Buuuuh!) para que chegue o casamento em que vou estar o mais bem vestida de sempre!

Que me dizem da nossa escolha? Se por acaso também foram convidados para este casamento, lamentamos, mas estes dois já são nossos! Mary Poppins e Bert, nos aguardem! (E tenho de treinar o meu "supercalifragilisticexpialidocious" ao contrário:  "docious-ali-expi-istic-fragil-cali-rupus". Uf!

Catarina 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Road to recovery... literalmente


Nem por acaso, no dia a seguir a ter publicado o artigo anterior a este, choveu... E choveu muito. Choveu tanto que, em dia de aulas, e com a certeza que ia ter que passar pelo sítio do acidente em noite de chuva, fiquei em casa. Custou-me imenso ter faltado às aulas, mas, talvez por ter passado o dia no trabalho a olhar pela janela e a ver a chuva a cair, a realidade é que a lembrança daquela noite de Outubro esteve sempre no meu subconsciente... 

Tendo ficado em casa, e como o cão da minha vizinha não me dá um minuto de sossego para conseguir estudar, acabei por me dedicar à cozinha em modo "produção para o resto da semana".
 
O irónico é que, se fiquei em casa com medo de passar pelo sítio do acidente, quando estava a ligar o fogão, por não conseguir ouvir o gás a sair do bico do fogão à conta do ladrar do cão da vizinha (sim, ele ladra assim tão alto), não me apercebi que o gás já estava a sair há imenso tempo quando acendi o fósforo e, escusado será dizer, ia gerando ali todo um problema... 

O meu primeiro pensamento foi mesmo esse: "A sério? Não foste às aulas com medo de ter novo acidente à chuva e, afinal, ia acontecendo agora um em tua casa?!"
Lesson learned.

No dia a seguir, apesar de continuar de chuva, fui às aulas. E, apesar de as ter passado a tentar arranjar alternativas de caminho para não ter de passar naquele local sozinha (não esquecer que andei à boleia nos últimos dois meses), quando saí, resolvi arriscar. 
Fui o caminho todo em modo "you can do it. you can do it. you can do it" e quando lá cheguei ao tal sítio, se fui a 10km/h já seria muito. Mas... fui.

Quando estava a passar, tentei concentrar-me na música que estava a passar (Ghost, claro) e não me lembrar do camião a vir de frente contra mim. 
Passado o local, o corpo libertou um "já passou", e até chegar a casa nem pensei mais naquilo.

Não quer isto dizer que o trauma de ali passar, sozinha, em dia de chuva, tenha passado, mas... é um caminho.

Como a recuperação do cotovelo, este também é um progresso. Tenho a certeza que, sempre que ali passar, me vou lembrar do acidente, mas também tenho a certeza que, mais cedo ou mais tarde, vai deixar de ser uma barreira mental...

Catarina

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

T-Rex driving here


Tinha todo um texto mentalmente preparado para aqui escrever para a pós-primeira vez que voltasse a pegar num carro.
Pensei que fosse ter ali um momento de pânico ou um momento de glória/espécie de conquista por não ter entrado em pânico, mas a verdade é que nada disso.

Talvez inspirada pelo visionamento do novo Star Wars, e, cheia de uma Força que só quem é crente acredita, foi já no dia 13 de Dezembro, aquando do visionamento do filme, que voltei a pegar num carro depois do dia do acidente.

De verdade, assim que chegámos ao parque de estacionamento, nem hesitei em pedir para ser eu a conduzir e o entusiasmo foi tal e ia tão obcecada em debater o novo SW que… quando cheguei a casa, nem me apercebi que tinha voltado a conduzir nem das boas implicações que isso trazia.

Só já no dia a seguir, quando voltei a pegar em carro emprestado e quando estava a passar por um túnel mais sombrio, é que me apercebi: “ò Diabo, isto devia estar a ser muito traumatizante”… Mas não. Conduzir é de facto um gosto enorme e, pelo menos em dias em que não chove, atrás do volante sinto-me quase como me sentia dantes. E digo quase porque sei que o meu cotovelo ainda não me permite ter a agilidade suficiente para uma condução 100% desenvolta, por isso, se derem por um carro-banheira a ir a 70 na auto-estrada, não buzinem que sou eu e o meu braço T-Rex a andar por lá, e melhor não conseguimos fazer... já só falta voltar a fazer FOW…

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Blogazine de Janeiro nas "bancas"!


Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça... que é a Blogazine de Janeiro! A sério, gente, esta revista está cada vez mais bonita e interessante e conta, de novo, com um texto desta que vos escreve agora, desta feita sobre uma das resoluções de ano novo mais vezes adiada: começar a ir ao ginásio!



Além disso, tem uma entrevista com a encantadora, gira e verdadeira inspiração Damaris Sousa. Para saberem porque lhe dei estes títulos, é ir ler a revista AQUI!

Boas leituras,

Catarina

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Dia dos Personal Trainers!

São muitos já, os Personal Trainers que passaram pela minha vida desde que resolvi mudá-la. Muitos porque, regra geral, todos os instrutores das aulas de grupo que faço também são PT e acabo sempre por dar um olhinho qunando andam pelo ginásio com os seus clientes.
Já conheci pessoas boas, completamente dedicadas em melhorar a vida dos que se entregam aos seus cuidados e sabedorias. Porque também são isso: inspiração.
Uma das minhas maiores motivações para perder peso e ser mais fit, além do Biquíni Dourado, claro, é deixar o meu PT orgulhoso. É mesmo. É uma luta a dois, esta. E se no ginásio tento sempre superar-me para o deixar orgulhoso, fora dele tento sempre ter extra cuidado com a alimentação, quase como se as suas palavras e incentivos não me deixassem comer aquela fatia extra de pão ou beber aquele copo de Coca-Cola.
Tive a sorte de me ter calhado a mim, Catarina, aquele que considero ser o melhor PT de todos, o Hugo. Nesta fase pós-acidente, o Hugo tem sido essencial na recuperação do meu cotovelo. Esteve sempre a par dos exames todos que fiz e temos dedicado os treinos não só a ver se chegamos à extensão completa do cotovelo, mas também a treinar o corpo, para não quebrar (ainda mais) o ritmo de ginásio do corpo. É o maior.
Por isso, hoje que é o dia deles, desejo a todos os Personal Trainers com quem lido na minha vida de ginásio um dia brutal, cheio de muito sangue, suor e lágrimas, mas ao meu PT desejp um dia um bocadinho mais especial porque, afinal de contas, é o meu! ;)



Feliz dia, dude! És o melhor <3

Catarina

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Let's go, 2K18... part II


Já tinha feito os clichés de 1 de Janeiro: passar o dia na praia, fazer uma caminhada à beira-rio, preparar um caderno com resoluções para o novo ano, descansar com os pés virados para uma lareira,  ressacar de uma noite mais longa... enfim. Clichés. 
Agora, o que nunca me tinha acontecido era começar o ano a... trabalhar. E logo a entrar às 07h00 (SETE DA MANHÃ), o que quer dizer que para ter tempo de tomar banho, secar o cabelo, vestir, revestir (porque a roupa escolhida no dia (e ano!) anterior afinal não me apeteceu usar) e tomar o pequeno-almoço, tive de acordar às 05h00 (CINCO DA MANHÃ!) num dia em que já fui para cama de madrugada. Não foi fácil. Mas foi mais fácil acordar cedo do que me manter a 100% no trabalho, isso confesso. 
Mas, como diz o outro, não me estou a queixar porque o importante é ter trabalho. Estou, sim, a constatar um facto... Porque tinha em ideia pegar em mim no primeiro dia do ano e, quando saísse do trabalho, ir fazer uma caminhada para abater os excessos da passagem... mas dei, sim, por mim a dirigir-me em modo zombie para o sofá mais próximo e... dormir, dormir, dormir...
Falhei o primeiro objectivo do ano, o que, espero, não queira dizer que vou falhar o grande objectivo que tenho ali sempre presente do lado direito deste blogue: chegar ao Biquíni Dourado no dia do Biquíni, ou seja, daqui a 184 dias!
Por isso, vamos lá começar o ano com frases motivacionais para dar energia e poder para continuar focada no objectivo.

Porque de fracos não reza a história, e eu devia mesmo ter ido fazer uma caminhada hoje (shame!), deixo-vos a primeira frase motivacional:



E, mais uma vez, BOM ANO!

Catarina

domingo, 31 de dezembro de 2017

Make me proud, 2K18!


Pelo sim, pelo não, já tenho a cueca azul-cueca para dar saúde, assim como um soutien espécie-de-dourado para trazer dinheiro, que isto com a meia-noite de mudanças de ano não se brinca.


Espero honestamente que 2018 seja melhor que 2017 para todos nós. Que seja um ano dourado a todos os níveis, e que dê para usar muitos biquínis!

Feliz Ano Novo!
Catarina

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

F*ck you, obsessive compulsive eating!




A minha vida anda um pouco à roda disto neste momento, o que resulta que, consequentemente, neste blogue também se escreva muito deste facto, principalmente quando se tem um blogue sobre um tipo de vida que, de momento, quase não existe precisamente por culpa daquilo: a vida de ginásio. Até porque, lá está, entre seguradoras, médicos, segurança social, dores constantes e mudanças radicais de vida, este acidente ainda marca o meu dia-a-dia… começando pelo que como.

Nos dias imediatos a seguir ao acidente, aqui confesso, rebelei-me. Bom, na verdade, não foi logo nos dias a seguir, pois nos dias a seguir nem conseguia comer com as dores, mas, passados esses primeiros dias, a comida voltou a desempenhar o papel na minha vida que já tinha desempenhado antes: o de consolo.

Rebelei-me mesmo. Pensei para comigo que, se era para morrer já, se a vida era tão efémera, mais valia aproveitá-la e comer as badochices todas que quisesse. Beber toda a Coca-Cola que quisesse… enfim. A velha Catarina apoderou-se de mim, com a agravante que tinha uma desculpa: tive um acidente, perdi o meu carro e mereço consolar-me de alguma maneira.

Mas este pensamento é tão estúpido que, podendo, daria um calduço à Catarina que se apoderou de mim naquelas semanas pós-acidente (sim, foram semanas!).

É muito parvo pensar na efemeridade da vida. Porque, se ela pode ser efémera, também pode ser poupada e continuarmos por cá, certo? E, pelo menos, enquanto andarmos por cá, mais vale ser saudável e comer bem, o que nos faz sentir bem, do que comer quem nem um alarve e queixarmo-nos das banhas que começaram a aparecer na barriga… E se começaram a aparecer entretanto...!


Mas já aprendi. Já voltei ao normal e, por muito que me tenha custado, portei-me exemplarmente bem no Natal. Até parecia uma pessoa saudável, com prato cheio de verdes, sem repetir a dose e comendo apenas um docinho para finalizar a refeição. Que linda menina! 

No fundo, queria partilhar convosco que não sou uma menina assim tão exemplar, que vacilei ali uns tempos, mas que, acredito, estou de volta à minha rotina saudável, de comer com cabeça, tronco e membros para a cabeça, tronco e membros ficarem supé-fits e dourados. That's the dream!

Catarina 

domingo, 24 de dezembro de 2017

Natal 2017


Desejo a todos nós um Natal dourado e tão quentinho que dê vontade de andar em biquíni a comer rabanadas e bacalhau!

FELIZ NATAL!


Catarina

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Star Wars: Episódio VIII... eu já vi três vezes!




Este texto sobre o novo Star Wars: Os Últimos Jedi, não tem spoilers. E não tem spoilers não só para respeitar "o código", mas também porque, regra geral, e se pensarmos bem, se este fosse um texto sobre, por exemplo, o filme "Crime no Expresso do Oriente", não seria de esperar que, numa análise ao filme, viesse revelado descaradamente quem era o culpado (apesar de uma pesquisa rápida no Google nos dar a resposta de imediato). Então, porquê tanto medo com as fugas de informação em relação a todos os filmes de Star Wars?

Numa saga que já está no meio de nós há mais de 40 anos, em que a "mística" de descobrir quem é o pai de Luke Skywalker já passou há muito (apesar de, sejamos honestos, ainda nos arrepiarmos de cada vez que vimos a cena da revelação), um novo filme permite ficarmos a par de outras tantas revelações. Revelações essas importantes não só para dar continuidade à história, mas, agora, acima de tudo, continuidade ao Episódio VII, saído há dois anos e que deixou muitas pontas soltas e que ficaram ainda mais desemparelhadas quando se soube o título do Episódio VIII: "Os Últimos Jedi”. Quem são os últimos Jedi? Porque é que são os últimos Jedi? São dois? Três? Quinhentos? Mil?...

Enfim, não vos querendo “encher o saco” com Star Wars, há que ter consciência que este é um blogue de alguém obcecado pela Saga (eu) e que, por isso, a cada mês de Dezembro há muita Força em mim.

Bem sei, a estreia do filme foi a semana passada, mas entre trabalho, faculdade, fisioterapia, ginásio, ir ao cinema três vezes ver o filme e ainda ter o bom aspecto que tenho todos os dias, não foi fácil vir escrever aqui a minha opinião sobre o novo este novo capítulo… que é muita. E por ser muita teve de ser amenizada de forma a não quebrar o código.


Se é o meu favorito da saga? Creio que não. Mas o facto de ter ido à antestreia VIP com um convite dirigido a mim a dizer “A LUCASFilm convida-a…” fez-me sentir a um passo de distância do grande Líder, o eterno Master Jedi, George Lucas e, por isso, para mim este será sempre um filme especial. (Isso e ter passado na passadeira vermelha com direito a fotografia no Sapo e tudo! Que chique!)



Escusado será dizer que estou já ansiosa pelo episódio IX, que ainda queria ir ver este mais uma vez ao cinema (há que aproveitar) e que Star Wars é vida! É mesmo!

Catarina

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Star Wars no ginásio


Há duas datas mesmo importantes na vida de uma pessoa: a data de nascimento e a data em que viu pela primeira vez um filme de Star Wars. Simples.
E agora, por culpa desta boa-nova que é todos anos termos estreias StarWarsianas, há mais números a acrescentar às nossas datas importantes. Esta semana há mais uma, com a estreia do “Episódio VIII – Os Últimos Jedi”, e, claro, já tenho bilhete desde a primeira hora em que estiveram à venda, mas não vos vou chatear com isso. Hoje.
No entanto, em semana de estreia seria uma muito má blogger se não partilhasse convosco nem uma coisinha que fosse (além de uma análise ao filme sem spoilers) deste universo que me diz tanto (diz-me tanto que quando o meu novo chefe me perguntou quais eram os meus interesses na vida, respondi um meio a chorar de emoção, meio admirada com uma pergunta com uma resposta tão fácil para mim: Star Wars). 
Assim, pegando nas duas “temáticas maiores” deste cantinho à beira-Blogspot plantado, Star Wars e desporto, mostro-vos uma amostra da lista para lá de genial que o ginásio Holmes Place resolveu criar para celebrar a estreia desta semana.

PRINCESA LEIA - SPARTANS
Não que eu faça Spartans (fiz uma vez e tenho essa história para contar cá no blogue, mas a princesa Leia É a princesa Leia!)




This petite but fierce princess has the endurance to fight all battles to face the tyranny of the dark side. To keep the resistance she would be great at Spartans, the high intensity, super challenging class.


LUKE SKYWALKER - FLOATFIT
FloatFit não é FOW! FloatFit não é FOW! FloatFit não é FOW! Agora que o mantra está dito,  acho curioso terem escolhido o Luke para um desporto que se pratica numa piscina e em cima de uma base, quando já eu aqui tinha feito essa comparação



The hero of the first trilogy, Luke is the ultimate traveller, challenging new frontiers and new challenges He would be perfect in our most recent premier FloatFit. Making a splash, finding the perfect balance in a challenging class.

STORMTROOPERS - Zumba
Confesso que não percebi bem porquê, pois eles são vistos como muito azelhas na pontaria, mas talvez o sejam pois, no fundo, estão sempre com a música a tomar conta dos seus corpos! Ainda vou dar a dica ao Daniel para fazermos uma aula de Zumba vestidos de Stormtroopers, vão ver!



They might be stiff and lack rhythm but they’ll sure look good getting a Zumba class choreography aligned. A room full of robotic-Latin rhythms would surely be an amazingly fun show and it could bring about the innovation and novelty that this top class is known for.

Podem ver o resto dos treinos e personagens AQUI.

Que a Força esteja convosco.

Catarina

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

FOW Lover do Ano

Tudo começou com o envio de um email. Que foi parar ao spam, mas que, porque tinha de ser, do outro lado alguém respondeu.

E respondeu com tanto entusiasmo e carinho que, mesmo antes de a conhecer “in loco”, nos adicionámos no Facebook, começámos a falar e, lembro-me, partilhei algo tao íntimo quanto “já fui fazer a depilação nas partes baixas (sim, ESSAS partes baixas!) para a aula de amanhã”.
A tal aula de amanhã, um domingo muito frio de Fevereiro, foi a minha primeira aula de FOW, relato que partilhei convosco AQUI.
Abracei a Filipa, a mulher que lançou e criou esta actividade no nosso país, como se a conhecesse há anos. Mas tinha acabado de a conhecer... Foi uma certeza quase absoluta que ali tive: vamo-nos dar bem.

Depois daquela primeira aula vieram muitas mais. Veio uma tournée pelo país ao lado dela, em que conheci muitas piscinas, muitos balneários de piscinas (e de alguma maneira consegui quase sempre esquecer-me de levar chinelos comigo!). Vieram almoços na estrada, lanches, cafés, directas, semi-directas, pneus rebentados, festa, lágrimas, dores (sim, que também treinei muito!), mais abraços como o tal primeiro e outros mais fortes.

Também nos afastámos, culpa do dia-a-dia tão diferente que temos, mas sempre com a certeza que estávamos (estamos), uma e outra, do outro lado do WhatsApp (em milhentos grupos de milhentas piscinas que partilhamos) para o que der e vier.

Vieram desafios a nível de comunicação, a minha “piscina” e veio algo ainda maior: um curso de trainer de FOW que, ainda com letras minúsculas e com alguns asteriscos, partilho agora convosco que fiz, uma semana antes do acidente.



Sim, uma semana antes do acidente esta quase-ex-gordita que vos escreve tirou um curso de trainer de FOW e veio de lá com a certeza que, esta, é uma actividade com muitas horas  de trabalho aplicadas, e que vai muito para lá de ser só fitness. É uma paixão.

No passado sábado, foi dia de conhecer as novidades para 2018 (e são muitas, vão estando atentos aqui no blog e no Facebook oficial de FOW), de jantar de convívio da família FOW e de atribuição de prémios.
Confesso que quando ouvi o meu nome-adjectivo nem percebi que se referiam a mim, mas era verdade. Trouxe o Prémio FOW Lover de 2017. Uma espécie de embaixatriz da marca, que é uma camisola (ou uma touca) que visto com muita honra.

Além de mim, Bruno, Luísa e Marta, respectivamente Prémio Trainer do Ano, Prémio de Valor e Prémio de Mérito, foram vencedores numa noite que, mais do que atribuir prémios, nos deu um coração quentinho cheio de FOW.








E, tudo, por causa daquela pessoa magnífica que me respondeu a um e-mail.

FOWlipa, o prémio de Mulher do Ano vai para ti.





segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Fisioterapia (ou dores para curar)


Terceira sessão de fisioterapia e... Ainda não chorei. Que valente!  E acreditem que a nomenclatura é bem apropriada: valente! 
Não sei se o conceito de fisioterapia já vos passou pela pele, mas há ali um momento em que, vos garanto, até os meus chakras se desalinham. É que com o tentar pôr no lugar o cotovelo (que lembro que parti num acidente de carro e que, desde então, não estica) vêm as dores... As muitas dores!

Costumo brincar e dizer que o mais fácil já fiz: ter o acidente. Naquele momento do embate não tive uma dorzinha que fosse, mas desde que o carro parou que foram muitas, as bandidas. Isso, claro, até ter começado a fisioterapia. Estas, sim, são dores para valentes, mas o objectivo está tão focado na minha mente que tento ir falando com a fisioterapeuta, a Vera, da Mirafisio, para não pensar tanto no que, por acaso até é ela, me estão a fazer...

Ficam as fotografias do pré-fisioterapia e, se bem me conhecem, já sabem que mal posso esperar pelas fotografias do depois!

Estado "normal" do braço pré-fisioterapia.

Máximo que o braço esticava pré-fisioterapia.








segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Já não falta tudo...

Apesar de ser menina das Letras, confesso que tenho uma ligeira obsessão com números e, por isso, não é de estranhar que quando na passada sexta-feira, depois de me aperceber do dia que era, tenha batido palmas ao universo do género: "Bom trabalho, rapaz".

Mas vamos por partes.

Quinta-feira lá fui a uma consulta de Ortopedia, que resultou numa consulta de Fisiatria e Ressonância Magnética ao cotovelo.

Até agora, os resultados ainda são aguardados, mas o que o médico tem a certeza até agora é que o braço esteve imobilizado demasiado tempo (eu sabia que não era para ter calma!) e que o objectivo imediato é começar a mexer (com cuidado) o mais rapidamente possível, vulgo: fisioterapia.

Mas a pergunta que mais me atormentava o espírito era só uma, basicamente desde a hora em que o meu carro parou de andar à roda na noite do acidente: já posso voltar ao ginásio?

Ao que, tanto o ortopedista quanto a fisiatra responderam com outra pergunta: "O que é que achas que podes fazer no ginásio com o braço ao peito?"

"Zumba!"

Sei que, quando dei esta resposta das duas vezes, o meu rosto se transformou em sorriso e sei, porque o senti. Porque tive esperança que o meu rosto iluminado desse aos médicos a pena para dizerem sim à minha resposta. Não sei se foi isso, ou não, mas o certo é que os dois me deram permissão para voltar às aulas de Zumba. Por isso, sexta-feira, dia 17 de Novembro, exactamente um mês depois do acidente (lá está a parte dos números), voltei ao ginásio. E logo para a aula que me faz mais feliz. 

Claro, mal me mexi, ali nas últimas músicas as negras das pernas começaram a dar sinal, mas... fui. Já não falta tudo...

Hoje começo fisioterapia a ver se o braço volta a esticar e a encolher como deve ser que, por enquanto, se quiser fazer um manguito a alguém fica a coisa mal feita e isso não pode ser.

... E falta conduzir, claro. Mas... um passo de cada vez.


Catarina




quinta-feira, 16 de novembro de 2017

There's a shock going through my whole body

"I can't move. There's a shock going through my whole body."

Foram estas as palavras que, ao contrário das outras vezes, me fizeram parar de scrolar pelo Facebook e ver um vídeo. É raro em mim essa acção, a de ver um vídeo que dure mais que, vá, cinco segundos, a não ser para ver um cão a rebolar na areia ou um gato atrás de uma luz encarnada. Mas este vídeo, com esta frase logo ao início, fez-me querer vê-lo. E ainda bem.

Nele, fiquei a conhecer Inky Johnson, um jogador de futebol americano que estava a dez jogos de distância de virar multimilionário. Mas quis o destino que nunca os chegasse a cumprir.

A sua história, e de como ficou incapacitado do braço direito, não é de tristeza, mas sim de superação e é por isso que hoje, no dia em que vou à consulta de ortopedia saber o que raio se passa com o meu braço direito por causa daquele acidente que foi um imprevisto da vida, partilho-o convosco.

Sim, podem crer que foi ponderada a data da partilha deste vídeo, porque só quando o vi todo pela primeira vez é que me dei conta que estava mesmo a precisar das palavras deste senhor, que aqui vos deixo:




Catarina


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Blogazine de Novembro "nas bancas"


Já está "nas bancas" a edição de Novembro da revista "mailinda" do todó Portugal, a Blogazine:


A entrevistada é a gira, gira, gira Bárbara Bação, do blog Living in B's Shoes, e tem fotos maravilhosas.


Além disso, conta com um texto desta vossa amiga, que aqui deixo o print screen, mas que vos aviso desde já que a revista merece mesmo ser toda lida que está deliciosa!


Catarina

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Verbo do momento: esperar






Estar em recuperação é sinónimo de "esperar"...
Esperar que o corpo sare.
Esperar que não fiquem traumas.
Esperar que as negras deixem de existir.
Esperar que o braço se cure.
Esperar que alguém me dê boleia.
Esperar pela boleia.

Esperar.

Confesso que me tem dado pouca vontade de escrever no blogue, não só por só ter uma mão, mas também, e principalmente, porque o blogue me faz lembrar a minha vida de ginásio que, por enquanto, ainda estou à espera que chegue.

Até chegar, vem a recuperação. Tenho andado muito, pelo menos isso! Tenho tentado fazer os meus 10.000 passos diários, mesmo se isso significar dor de pescoço ao fim do dia por andar de braço lá pendurado.

O voltar ao trabalho também ajudou a mente a desemburrar, que isto de passar o dia sentada a ver televisão já não sabia o que era há anos e a cabeça até parece que ficou dormente.

Mas, até voltar ao ginásio, quer-me parecer que ainda vou ter muito que esperar...

Esperam comigo?

Catarina


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Um ano cheio de números


Tão concentrada que estou na recuperação, que nem me apercebi que o blogue celebrou já o seu primeiro aniversário.

365 dias em que foram 262 as mensagens que partilhei convosco aqui no Blogspot. 

634 momentos no Instagram.

10 quilos perdidos num ano.

Centenas de máquinas de lavar roupa cheias de fatos-de-treino.

Muita gente que adoptei como minha...

Quando comecei este blogue, era como motivação pessoal para perder mais peso. Nesse ramo, missão cumprida. Virou tão obsessão que imaginar-me de Biquíni Dourado é algo que dou por mim a fazer com regularidade ao longo do dia. É mesmo "o" sonho e o empenho em lá chegar não diminuiu desde que criei o blogue.

Neste momento, além do objectivo Dourado, há o objectivo de recuperar a 100% e... Ir correr a Meia-Maratona de Lisboa em Março.

Até agora, não me arrependo de ter começado o blogue e identifico-me tanto com ele que por vezes até fico assustada, confesso! (Eu sei que é o MEU blogue, mas já tinha tido outros, até mais pessoais, e nunca gostei tanto deles quanto gosto deste!)

Que venha mais um ano de conquistas douradas. 

Catarina

sábado, 28 de outubro de 2017

Treinar ao luar



Estava super entusiasmada com este evento, mas dado andar de braço ao peito e as negras ainda não se terem ido embora, vou ter de adiar a minha estreia numa sessão de treino com temática Halloween para o próximo ano.

A ideia é ir treinar durante a noite mais assustadora do ano, vestido a preceito com roupa negra e num ambiente diferente. 

Acontece das 23h de 31 de Outubro à meia-noite de 1 de Novembro. O encontro é na Praia de Carcavelos, em Cascais, e na Praia do Homem do Leme, no Porto.

É uma proposta do Atitude Outdoor e podem fazer as inscrições através do e-mail:  Geral@atitudeoutdoor.pt

Catarina



sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Road to recovery



Lentamente, começa a recuperação.
Já fiz as minhas primeiras caminhadas e o corpo parece ter reagido bem, apesar de me cansar depressa. Acho que devo ter depositado mais energias em me manter viva no acidente do que estava a pensar, mas também estou concentrada em recuperar depressa e bem.

Dito isto, sair de casa pode ter feito bem ao corpo, já à alma... É que, em casa, estou sozinha com os meus pensamentos e com a minha determinação em voltar à minha vida normal o quanto antes. Na rua, cada pessoa que me vê, cada vizinho ou conhecido por quem passo pergunta o que se passou para estar com braço ao peito, acompanhado de um "Ai, isso ainda vai demorar a tratar." "Isso agora tem de fazer fisioterapia." "Tão cedo não pode conduzir." "Agora é parar."

Calma aí, gente! Deixem lá ver primeiro o que vai sair daqui e depois pensamos nisso, pode ser? Ufffff...

Mas estou a recuperar. Estou ansiosa de voltar aos treinos, de ir trabalhar... De conduzir! Que saudades de conduzir... E de voltar a blogar com mais regularidade, já agora!

Catarina





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