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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Não mata, mas obriga-me a ir às compras... oooooooh

Acaba por ser irónico que, na altura em que tenho de ter mais atenção aos gastos financeiros, seja precisamente a altura em que, ó que chatice, tenho de me dirigir a lojas de roupa para, ai que maçada, comprar... roupa.


Eu até queria esperar "assentar" num tamanho (o do Biquíni Dourado, esperemos!) para dar um refresh ao meu guarda-roupa, e até me tenho portado bem. Ou melhor, até me andava a portar bem. Dava por mim a usar roupas de há 27 quilos, largas que só elas, mas meti em ideia só gastar dinheiro a sério em roupa quando chegasse ao meu número final... Mas eis que fui despedida, lembram-se? Neste momento da minha vida, em que ir a entrevistas de emprego é o pão nosso de cada semana, ir com roupa a fazer parecer que levava um saco do lixo vestido de tão larga que estava começou a estar fora de questão. Uma coisa era levar para o meu antigo emprego, que até sabiam da minha mudança de vida (e que eu ganhava mal!) roupa XXL em corpo de (quase) M. Outra coisa é querer passar uma boa, adelgaçante (porque a roupa demasiado larga também engorda uma pessoa!) e arrumadinha imagem de mim.

Vai daí, resolvi investir em dois ou três pares de calças e em duas ou três (foram dez, eu acho que foram umas dez) camisolas novas e num biquíni novo (nunca se sabe se, com tanto tempo que tenho passado em piscinas, o meu futuro não terá um chão de cor azul-água). 

É estranho, olhar-me ao espelho com esta roupa nova e ver uma Catarina tão diferente. Além de que, finalmente tive a consciência de outros números. Passei de vestir um 52 de calças para um tamanho 46, algumas lojas já 44. Nas camisolas passei do tamanho 20 para o 14, ou do "o tamanho maior não serve" para o tamanho M. 

Claro, podia ser uma diferença maior, principalmente nas calças, e por isso é que eu estava à espera de perder mais peso para investir num novo guarda-roupa. Mas até acho que não está nada mal. 

Há males que vêm por bem, e apesar de ainda não ver a luz ao fundo do túnel com este despedimento, pelo menos já vejo roupa nova no meu armário e no meu corpo... E isso parece-me sempre uma boa ideia!

Catarina


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Ir às compras para ir ao ginásio




Metade.
Uma.
Duas.
Três.
Quatro.
Quase cinco.

Esta é a matemática das gavetas que neste momento preciso de ocupar com roupa de ginásio.
Parece que, à medida que o peso foi saindo, ele se transformou em roupa que tem de ter o seu espaço para ser guardado... ou isso ou é outra coisa, mas já lá vamos.

Quase cinco gavetas. E olhem que são gavetas grandes!
Comprar roupa de ginásio, ao início, foi uma necessidade. Acho que tinha apenas um soutien de desporto. Umas calças velhas de fato-de-treino que, ironicamente, usava para preguiçar em casa, e uns ténis até jeitosos, daqueles da Skechers, que parece que massajam os pés em cada passo.
Mas era só isto. 
Rapidamente me apercebi que entre o meu transpirar, as semanas de chuva que não davam para lavar a roupa, o facto de passar agora mais tempo a ter que me olhar ao espelho, logo, a não gostar de me ver sempre de igual, e... o peso a sair, a roupa de ginásio tinha que ser diversificada.
Por estas razões mencionada, sim. Mas também por uma questão de saltar da cama.
Não há incentivo melhor para ir treinar do que comprar uma peça nova. Seja ela qual for. Mesmo se for um soutien, ou até uma fita para o cabelo, a realidade é que saber que temos aquela novidade pronta a estrear parece dar um empurrão extra a caminho do ginásio.

Por isso, que tal aproveitarem estes restinhos de saldos para começarem a ir ao ginásio? Eu ainda consegui aproveitar este fim-de-semana. Comprei uns soutiens novos (perder barriga está difícil, mas as mamas vão que é um instantinho!), um par de calças e duas T-shirts e gastei pouco mais de 10 euros.

Não tirei foto, desculpem lá, mas queria tanto já usar hoje que foi imediatamente tudo para lavar, seguido de engomar e, por fim, arrumar na gaveta. Numa das tais quase cinco que a roupa de ginásio já me ocupa! 

Catarina


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

De volta aos arts & crafts... mais ou menos...

Quando comecei a minha vida de ginásio, deixei de lado uma faceta que sempre tive como certa na minha vida: as arts & crafts.

A realidade é que deixei de ter tempo para me dedicar à causa. Sei que pouca gente acredita, mas é preciso mesmo muita dedicação a trabalhar, ser dona de casa, estar com a família, meter-me em mil e um projectos paralelos e ainda... ir ao ginásio! Tive que fazer escolhas e o tempo que dedicava à criatividade foi ficando mais escasso... até que deixou de existir.

A semana passada apercebi-me que me fazia falta uma bolsa para andar comigo em que desse para trazer a minha agenda (que já aqui vos mostrei e que é da autoria da linda e doce Manuela Rocha), o estojo com as canetas e afins e os papéis que acabam por ir parar à minha mala e que parecem sempre andar na guerra...
Ainda andei à procura em lojas, mas depois lembrei-me... E porque é que não fazes TU uma bolsa?

Lá fui limpar o pó à máquina de costura, resgatar materiais de outras ideias e ei-la! Simples, mas, até ver, já me está a dar um jeitão!  





Que tal? Gostam do resultado?

Catarina

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

No poupar está a perda... de peso!


Uma das minhas mais recentes decisões tem que ver com a compra de roupa e acessórios.

Se, aqui há uns meses, ansiei para chegar a este número pouco redondo dos 21 quilos perdidos (sempre foi a minha primeira meta), a realidade é que, agora cá, quero perder mais. Daí esta minha resolução. Onde se começa, desde logo, a perceber que estamos a perder peso, nem é tanto na nossa imagem ou no nosso corpo, mas sim… na roupa. Na imagem e no corpo parece existir ali uma barreira psicológica que é ultrapassada com a ajuda da roupa.

Foram centenas de quilos de roupa doados/deitados fora/relegados para casa da mãe por já estarem em modo “se usar isto vai cair ou vai parecer que estou a usar um saco do lixo gigante”.

Assim, a minha resolução faz todo o sentido. Convenhamos, comprar uma peça de roupa agora, para depois daqui a uns meses, haja dieta!, a ter que deitar fora, é estúpido. E os acessórios, se pensarmos em anéis, por exemplo, também faz todo o sentido “abolir” da lista de compras.

Claro, tem sido difícil, até porque ADORO roupa, mas vejo isto como uma maneira de conseguir juntar uns troquinhos extras para, por exemplo, ter alguém que me ajude nos treinos. Porque não? E assim, é mais um incentivo para me “despachar” com esta dieta malvada para ir estourar o cartão a uma loja qualquer. Com certeza!

E não pensam que ando nua aí pela rua agora! A minha querida mãe foi-me guardando roupa desde a minha adolescência, por isso, tenho muita, muita roupa para usar nesta fase! 


Termino com esta notinha positiva esta publicação: Comecei o ano a usar o tamanho 20 (na Primark, por exemplo), e por vezes nem o 20 servia. Já  me consigo fazer caber dentro de um tamanho 14… 

Catarina

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Seguradoras a ajudarem na dieta? Sim, sim.


Sim, já fiz muitas. Tantas que já lhes perdi a conta. Porque é que esta dieta está a ser diferente? Duas palavras: Economicamente criativa.
É, não só a razão, como a alcunha que tenho lá por casa. O meu “namorido” surpreende-se com as matemáticas que eu faço para tentarmos poupar uns tostões ao fim do mês (um dia falo disso aqui) e, por essa razão, começou a chamar-me de “Economicamente criativa”. 
Assim, como devem calcular, fiquei pior que estragada quando, na altura da compra da nossa casa, recebemos a proposta de seguro de vida referente a cada um e, qual não é o meu espanto, vejo que o meu seguro (e só o meu) vinha com uma caução extra por culpa do meu… excesso de peso! 
Nem queria acreditar…
Basicamente, por ter excesso de peso podia sofrer de problemas cardíacos, hipertensão, diabetes, etc, logo, haveria mais probabilidade de morrer antes de pagar o que devo ao banco, lá está.
Conformada, mas não resignada, aceitei o seguro de vida pois não havia nada a fazer, certo?
Errado.
Aceitei o seguro de vida, sim. Mas houve algo que pude fazer. E foi o que fiz. 

Na última terça-feira do mês de Janeiro de 2016, fui à minha primeira aula de Zumba no ginásio. 
E foi aí que esta minha mudança começou.

Agora, só estou à espera de perder mais um bocadinho de peso para poder ir renegociar o meu seguro de vida. Quero estar “legalmente saudável” (mesmo que para isso me tenha que matar no ginásio).
Por isso, obrigada, seguradoras deste universo. Por serem umas idiotas e por me fazerem perder peso... e tudo porque não vos quero pagar mais €12 por mês. 
Economicamente criativa for the win! 


Catarina
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