Mostrar mensagens com a etiqueta corrida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta corrida. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 17 de abril de 2018

Run, Catarina, run!


De tanto ouvir toda a gente a dizer-me (de forma negativa) que ando sempre a correr de um lado para o outro, resolvi fazê-lo a sério. Comecei a correr.

Pronto, vá, não é correr do género "olhem para mim que virei Rosa Mota", mas... comecei a correr. E tudo por uma questão de logística. Por causa das aulas na faculdade, trabalho e mais mil e uma coisas em que me meto, é difícil conseguir fazer as aulas de grupo do ginásio. Como não sou a maior fã de ir para as máquinas só porque sim, pensei... porque não começar a correr? 
Na verdade, resolvi experimentar porque até achei que não ia gostar (porque eu ODEIO correr), mas... vai-se a ver e ficou acordou aqui um bichinho que nem sabia que tinha.
Foi há duas semanas que comecei, e já dei por mim a correr a qualquer hora do dia. Sim, porque, além de tudo, a corrida é prática pois quase que basta só uns ténis e uns leggings e "#vamoquivamo". É uma sensação de liberdade a todos os níveis.


Claro, corro devagar, fico rapidamente com dor de burro, conto ansiosamente os minutos para chegar ao fim... mas corro! E o melhor de tudo é que acordo de manhã com vontade de ir correr. E isso para mim é que é ainda mais estranho. Acho que é mesmo a vontade de me superar, no fundo, a chamar por mim.

A primeira corrida de todas (30 minutos no Parque das Nações) ficou registada para sempre numa daquelas aplicações no telemóvel, e partilho-a agora convosco, pois é esta primeira "corrida" que tenho como referência. É esta Catarina que é preciso ultrapassar todos os dias. E tenho-o feito.



A corrida traz mil e um benefícios, mas, por enquanto, a níveis práticos o que sinto é mesmo muito mais energia e aquela liberdade infantil de estar a correr na rua ao som de uma música. 
Prometo não ficar uma daquelas pessoas obcecadas com corrida, mas, por ora, é muito isto: estou a correr. E estou a adorar.

Catarina

segunda-feira, 20 de março de 2017

Run, Catarina, Run... e eu corri a Meia Maratona


Diz o Priberam:

"correr", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/correr [consultado em 20-03-2017]

1. Ir com velocidade (diz-se de pessoasanimais e coisas).
2. Sair em corrente.
3. Passarir passando.
4. Efectuar-serealizar-se.
5. Estender-se.
6. Ter curso.
7. Procurar com empenho.
8. Fluirderramar-se.
9. Divulgar-sepropalar-se.
10. [Direito Estar afecto.


Para mim, "correr" será sempre significado daquilo que, ontem de manhã, contra todas as expectativas, consegui fazer: Acabar uma Meia Maratona.

Se aqui há um ano me dissessem que o ia fazer, teria ignorado tal informação. 

Se aqui há um mês me tivessem dito que o ia fazer, mesmo sabendo que estava inscrita na corrida, eu teria dito que ia "correr" a Meia Maratona a andar.

Se ontem de manhã me tivessem dito que ia aguentar os 21 quilómetros a correr, e que ainda ia ter energia para um sprint final no último quilómetro, teria chamado essa pessoa de louca.

Mas... consegui... Concluí a Meia Maratona de Lisboa. 

Foram três horas e oito minutos a correr. Sim, fui parando a corrida de vez em quando. Confesso que ao quilómetro 6 pensei mesmo em desistir. Não que estivesse cansada, que não estava, mas estava-me a fazer imensa confusão estar a correr sozinha, estava a achar aquilo tudo muito chato! Precisava de alguém com quem correr e os amigos que me desafiaram a ir fazer a corrida já tinham passado por mim todos (e gritado alto e bom som CATARINA!!).

Ainda por cima, claro que como achei que não ia correr tudo, não me preparei minimamente nem olhei para o mapa da corrida. Assim, fui sempre com a sensação que nunca mais chegava ao fim de metade do caminho para voltar para trás. 
Para quem conhece Lisboa, foi ali perto da zona de Santos que o momento de aflição aconteceu... Nunca mais vinha a curva para voltar para Belém, curva essa que só chegou no Cais do Sodré... Estive ali vai não vai para desistir...

Depois, já em Belém, vi uma família de um senhor com idade para ser meu pai e os seus dois filhos. Quando ia a correr ao lado deles, o pai começou a dizer que ia desistir e, claro, a Catarina teve que se meter e dizer "Se desistir eu desisto, e já agora quero chegar ao fim." E lá fomos os quatro. Sem eles acho mesmo que teria desistido. Já estava farta de correr. Não cansada. Farta.

No final, aquela medalha simbólica que dão foi mesmo uma espécie de culminar de todo o sacrifício.
Pela corrida, pelo desafio que tem sido esta perda de peso, por mais uma conquista que não estava à espera de alcançar, mas que... alcancei.

E agora, para acabar este artigo de uma forma ligeira: NINGUÉM ME AVISOU QUE AS MAMAS IAM FICAR TODAS ASSADAS! Credo! Quando fui tomar banho nem queria acreditar na dor horrível que estava a sentir nas mamocas! Portanto, tenho a marca do soutien à volta do tronco e as próprias das mamas tenho assim em espécie de carne viva ou o que é. Sim, já pus creme, mas alguém me podia ter dito que isto ia acontecer! De todo, foi a lesão menos expectável do esforço de ontem...

E agora, se me perguntarem se vou voltar a correr uma Meia Maratona, digo-vos já que não! Está feito. Prova superada. Foi uma sensação do caraças (e ainda é!) chegar ao fim dos 21 quilómetros, mas já vi que correr não é para mim e, não, não tenho curiosidade nenhuma em ver se consigo fazer melhor que três horas e oito minutos!

Fica este sorriso para a posteridade,



Catarina



terça-feira, 7 de março de 2017

Como prometido, novidades mal-cheirosas


A semana passada fui à minha segunda consulta de nutrição da Dieta Emagril. Gosto muito que os nossos "encontros" sejam de duas em duas semanas, pois sinto que não tenho mesmo hipótese de falhar.
A doutora lá me perguntou "E disparates estas duas semanas?" E eu bem sabia o grande "faux pas" que tinha feito. Ainda estava fresquinho na memória: uma sushizada daquelas! SHAME! É que eu quando vou ao sushi só paro quando o estômago começa a doer... e mesmo assim ainda sou capaz de comer mais qualquer coisa (compulsiva, eu sei, mas sinto que se vou pagar para comer num buffet, que seja para COMER!).

Apesar de tudo, acho que não me portei mal: ganhei massa muscular e perdi massa gorda (ela disse os valores, mas eu sou uma pessoa de letras e os números não se me entram na cabeça...) 

Em relação aos meus problemas intestinais que vos falei AQUI, a primeira toma dos produtos da Yellow Natura foi antes da tal corrida dos 7,5 kms e, confesso, por momentos ao longo do percurso pensei que fosse parar ao YouTube... É que deu-me mesmo a volta à barriga (quase tiro... e queda!) e agradeci aos deuses a casa de banho pública do Jamor!

Mas depois da primeira semana, voltei ao meu estado normal intestinal: preguiçoso e inchado. Sim, faço, mas a custo, por isso, hora de aplicar as "armas pesadas".
Estou agora a tomar o LaxExtreme que, vos digo, funciona que é um mimo! Além de acontecerem questões, andam muito certinhas no horário, o que me dá um jeitaço!




Novidades mal-cheirosas em breve!

Catarina

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Catch me if you can!

Não partilhei com ninguém o que ia fazer ontem, muito por medo de falhar. Mesmo tendo dois PT a tratarem de mim, nem a eles contei o que ia fazer. 
Sim, já me sinto ligeiramente mais confiante na minha pele, mas ainda há muito a melhorar e eu achava mesmo que, das duas, uma: ou me ia dar um piripaque a meio e me ia ficar logo ali em modo "adeus mundo", ou então iria discretamente desistir, tirava o dorsal e ia à minha vidinha com uma assobiadela para o lado como quem foi só ali ver as vistas.

Mas a realidade é que, ontem, completei a minha primeira corrida! Foram 7 (SETE!!) quilómetros em 50 minutos. E o mais importante: não fui última e ... não desisti!

Caramba! Foi uma sensação do caneco. Quando vi a meta parecia que, de repente, tinha energia para correr mais sete quilómetros (ou pelo menos para correr até ao meu carro, que estava logo ali, e andar nele os tais sete quilómetros)! 

Nunca pensei conseguir chegar ao fim. Sim, bem sei que me inscrevi numa Meia Maratona, mas isso é quase uma brincadeira. Vou mais pelo convívio, pela ideia de passar a ponte 25 de Abril a pé e não tanto por uma de correr! Mas ontem eu ia determinada. Queria mesmo conseguir chegar ao fim. Claro, abrandei em algumas partes (ainda por cima estava um vento que eu sei lá!), mas corri quase tudo em bom correr.

Durante a corrida, passam-nos tantos pensamentos pela cabeça que, honestamente, nem dei pelos quilómetros passarem. Quando corro na passadeira do ginásio, estou tão distraída a ver as televisões que nem me apercebo que ESTOU a correr. Ontem, a conversa foi outra: senti o chão, senti as poças, senti o vento, senti o frio, senti o calor, senti o sol, senti o coração aos pulos, senti os gatinhos nos pulmões... senti a determinação para chegar ao fim.

Mesmo sem ninguém saber, a minha vontade em não desiludir foi superior às dores que senti ontem (e que ainda sinto hoje, UI!). Corri com o objectivo de, assim que chegasse a casa, dizer ao Hugo e ao Pedro "Olhem o que a vossa menina querida fez!" São as duas pessoas que, neste momento, menos quero desiludir. Sem saberem, que não souberam mesmo (bandida, eu!), deram-me uma força extra, deram-me a mão a corrida toda e estiveram a puxar por mim.

Ser PT também é isto: inspirar as pessoas! E, fogo!, quando for grande, quero ser como eles! <3





E agora, cá vou eu:





Catarina

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Estúpida hérnia

Aqui há sete anos, e depois de três meses em que estive praticamente sem me conseguir mexer, a ter que ser amparada em TUDO pela minha mãe e com dores como nunca tinha tido na vida, descobri que tinha uma hérnia na região lombar. Hérnia essa que, para se tratar, tem que piorar o que, nas palavras do médico que a descobriu na altura, “Só deve acontecer quando tiveres uns 50 anos.”
Até lá, é preciso cuidado. Muito cuidado.

Confesso que a grande razão que me impedia de ir a um ginásio sempre foi a hérnia e a lembrança daqueles meses de dores constantes. Tinha medo de me mexer pois foi a mexer (mais concretamente depois de ajudar numa vindima) que ela começou a dar sinal.

Durante estes sete anos, foram raros os dias em que ela não deu sinal. Regra geral, pede atenção de manhã. O sair da cama é quase sempre acompanhado de um “ARGH!” de pontada na lombar. Ou melhor, era.

Curiosamente, desde que comecei a fazer exercício físico, tudo estava mais tranquilo. As dores eram quase ocasionais. Na realidade, hoje em dia quase só acontecem quando estou muito tempo em pé ou quando adormeço de barriga para cima... ou quando está muito frio… Como nestes últimos dias.

Chegou este fim-de-semana e estou aqui que mal me aguento. Já estou desde sábado sem treinar, hoje tive de ligar ao Pedro a desmarcar o nosso treino, enfim... Ando aqui agarrada às costas, qual idosa! Sinto-me traída pelo meu corpo, é o que é.

Ainda por cima, neste domingo era para ter ido correr a minha primeira corrida, a Solidária dos Simpatizantes e Adeptos, com uma camisola a dizer “Eu sou Benfiquista” e tudo!, e tive de ficar em casa, toda cheia de analgésicos e de borracha de água quente encostada à lombar…



Mau corpo.


Mau. 

Remarquei o treino com o Pedro para amanhã (e tenho aula de Zumba também, estás a perceber, hérnia?), mas só de ver as temperaturas previstas até já a sinto a enregelar!

Mau Inverno!

Catarina



terça-feira, 27 de dezembro de 2016

2017 é para correr!


Pronto, festividades natalícias passadas, e é já com a próxima festividade em vista (o Ano Novo) que partilho convosco a minha agenda de corridas para 2017 (até agora). Sim, porque se me inscrevi na Meia Maratona, não sou menina de ficar parada. 

Já andei aí a ver o que se corre por estas bandas, e acho que são o ideal para me preparar para a Meia Maratona.

Além da Meia Maratona Lisboa Ponte 25 de Abril, já me inscrevi na Corrida dos Adeptos e Simpatizantes, a 15 de Janeiro, e na Meia Maratona Cascais, a 26 de Fevereiro. 

Pronto, e é só assim para começar o ano! Claro que não vou "correr-correr". Vou andar rapidamente. Isso, sim. Mas estou determinada em concluir todas.

E vocês? Vêm comigo?

Catarina

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Pernas para que vos quero? Para correr a Meia Maratona, pois claro!

Num momento que só consigo classificar como tendo sido de loucura da minha pessoa, parece-me (friso, PARECE-ME) que vou correr (leia-se “correr”) a EDP MeiaMaratona de Lisboa, já em Março de 2017.

E digo que “parece”, apesar de já estar de facto inscrita e de já me ter interrogado várias vezes “Porque é que te metes nesta coisa, Catarina??” Eu, que nem correria para fugir de um zombie!...

Eu explico. Chego a casa e tenho uma conversa de grupo num chat do Facebook com aquela minha amiga que está lá longe e que tem sido uma inspiração para mim. Estava ela e um grupo valente de “bifes” a combinar uma vinda até terras lusas para, imagine-se!, correr a Meia Maratona. Disse que também ia, mas nunca pensado que IA de facto. Achei que à última hora me ia safar. Mas, de repente, dei por mim já parte daquele grupo e… a não querer desistir.

Já estou inscrita, pois claro. Já estou ansiosa por ir buscar o dorsal, mas acho que o “correr” vai ser só um detalhe da Meia Maratona. Prometo que me vou esforçar para correr, mas tenho consciência que não estou de todo preparada para o fazer.



Por enquanto, já me apetrechei com a sabedoria dos meus melhores amigos, os livros. Já comprei dois, mas comecei por este, da Jéssica Augusto. 




Até agora, aprendi uma coisa: que não me devia ter lançado nesta aventura! Hahahaha! Estou a brincar. Aprendi que o melhor mesmo é começar pelas caminhadas. Portanto, esta semana, vou tentar começar a fazê-lo. Quero mesmo cumprir uma rotina certinha para ver se não faço figuras (muito) tristes...

Catarina

PS - Entretanto, ontem de manhã tentei correr durante a minha caminhada matinal... DOIS minutos foi o tempo que resisti. 


DOIS...


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...