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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Update Dourado


É verdade que o blogue andou paradito, coitado, mas o Instagram dourado esteve sempre "on fire". No entanto, um resumo destes últimos tempos se calhar impõe-se, pelo que aqui vai ele.


Um ano depois do acidente, ainda faço fisioterapia ao braço e à perna do lado direito. O braço (cotovelo) sofreu uma mini-fractura no acidente e ainda não estica por completo. Quanto à perna, por a barriga ter ficado "esmagada" no cinto de segurança, ficou o lado direito com hipersensibilidade quer ao toque quer a temperaturas. 

São duas horas de fisioterapia, duas vezes por semana. O mais incrível desta história é que andei sete meses a fazer fisioterapia pelo SNS e, surpresa! surpresa!, os resultados não estavam a chegar. Até que resolvi tentar o privado, e comecei a meio de Setembro a fazer fisioterapia na CUF de Alvalade e, sem deitar ainda muitos foguetes, o braço parece estar quase bom! Já estica, já quaaaaaaaaase não me chateia com dores e já não tem tão aquele ar disforme que teve até ter começado esta fisioterapia. 


Parece mais uma fisioterapia para "atletas", com parte de treino em elíptica e ginásio para fortalecer, outra parte de massagens (TORTURA!) e outra parte de estar ligada a máquinas a receber electroestimulação e infra-vermelhos. Tudo é personalizado, desde o tratamento em si aos pads usados na electroestimulação. Um luxo, mesmo.



Quanto ao peso, tenho-me mantido nos 92/91. Está DIFICÍLIMO chegar aos 89, mas vou sem pressões, sem pressas. Continuo a ir ao ginásio pelo menos uma vez por dia e a alimentação continua a ser o mais saudável possível (marmita ao poder!). Sei que vou na calma, mas que estou a ir.

Entretanto, comecei também o segundo ano do curso em Turismo Desportivo e de Aventura, o que quer dizer que tenho dias a iniciar às 05h e a acabarem às 23h30 (percebem agora a minha falta de tempo e paciência em escrever mais, certo?)


Além das cadeiras mais "turísticas" e "desportivas", tenho a cadeira de Espanhol e não podia estar mais feliz pois sinto que, finalmente, vou perceber o que raio dizem as músicas das aulas de Zumba. Sinto que há ali muita ordinarice nelas, por isso agora saberei!

Aí têm, assim no imediato são estas as novidades, mas agora vou actualizando a vidinha com mais regularidade.

Catarina








sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Dancem comigo!


Bem sei que tenho falado muitas vezes do acidente por aqui, mas a realidade é que, até ver, este é o meu blogue, e um blogue sobre o meu caminho até ao Biquíni Dourado da Princesa Leia e o acidente foi, literalmente, um camião nesse tal caminho que levou a que o biquíni ficasse, por momentos, a ser visto por um canudo. (ainda por cima, a maior parte destes textos escrevo-os durante a parte em que me põem paninhos quentes no cotovelo durante a fisioterapia, fisioterapia essa a que só vou porque tive um acidente... já perceberam, é uma bola de neve!)

Repito: por momentos quis desistir.

Não imediatamente a seguir ao acidente, porque, isso, ainda não estava a ser tirada do carro e já estava a perguntar ao paramédico quando é que ele achava que eu ia poder voltar ao ginásio... Mas ali umas semanas depois, ainda não vendo melhorias no braço, sentindo dores na perna e costelas, ao ver a minha independência comprometida, mais a burocracia constante de um acidente de carro, enfim, já perceberam... Sentia-me cada vez mais distante do meu objectivo e, como tal, melhor seria desistir.

Mas, mais uma vez, a Zumba salva o dia. Neste caso, a missão dourada. As aulas de Zumba do Daniel, com os meus amores zumbásticos como parceiros de dança, fizeram a diferença. Mais do que querer voltar ao ginásio, eu quis voltar àquelas aulas. Quis voltar a ver o Daniel a dançar, quis voltar a ouvir aquelas músicas contagiantes, quis voltar a estar rodeada de pessoas que todas as aulas a que eu faltei me mandavam mensagens a dizer "Faltas tu", ou "Volta rápido". 
Escrevo estas memórias com um coração tão cheio que quase rebenta, pois foi mesmo o carinho deles que me fez voltar à Zumba exactamente um mês depois do acidente. 

A Mia, a Mariana, a Joana, o Álvaro, sem saberem ajudaram-me a fazer sentir o bichinho do ginásio mais vivo do que nunca (mas não só eles, faltam muitos mais, cá beijinho a mim!). 



Agora, voltei a ser seguida por uma nutricionista (em breve conto tudo) e, de alguma maneira, a minha mente está mais dedicada que nunca em chegar ao corpo do Biquíni.

Depois, houve ainda a descoberta de outro instrutor de Zumba, numa aula especial do Daniel no nosso ginásio com convidados, em que um moço de Guimarães, que, além de ser um pedaço de mau caminho, dança que se farta, me veio dar uma força extra à distância de uma Internet. O facto de saber que o Vítor está lá longe a torcer pelo meu objectivo e a enviar mensagens de força constantes, fazem a diferença no final do dia: tenho esta malta maravilhosa a torcer por mim e, além de não me querer desiludir a mim mesma, não os quero desiludir a eles. Quero mostrar-lhes que têm razão em acreditar em mim, caneco!

Esta malta tem aturado as minhas crises, tem aplaudido as minhas conquistas, desafiado a experimentar coisas novas (aula de MIB, Juju!) e a voltar a ser a Catarina pré-camião.

Sei que esta "vida de ginásio" é a minha "cena", mas também sei que ainda está tudo muito fresco (as dores, principalmente as dores) no que ao acidente diz respeito, mas, mais uma vez, posso afirmar que foi a aula do Daniel a fazer a diferença na minha vida.

Como sempre o fez.




Catarina

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Road to recovery... literalmente


Nem por acaso, no dia a seguir a ter publicado o artigo anterior a este, choveu... E choveu muito. Choveu tanto que, em dia de aulas, e com a certeza que ia ter que passar pelo sítio do acidente em noite de chuva, fiquei em casa. Custou-me imenso ter faltado às aulas, mas, talvez por ter passado o dia no trabalho a olhar pela janela e a ver a chuva a cair, a realidade é que a lembrança daquela noite de Outubro esteve sempre no meu subconsciente... 

Tendo ficado em casa, e como o cão da minha vizinha não me dá um minuto de sossego para conseguir estudar, acabei por me dedicar à cozinha em modo "produção para o resto da semana".
 
O irónico é que, se fiquei em casa com medo de passar pelo sítio do acidente, quando estava a ligar o fogão, por não conseguir ouvir o gás a sair do bico do fogão à conta do ladrar do cão da vizinha (sim, ele ladra assim tão alto), não me apercebi que o gás já estava a sair há imenso tempo quando acendi o fósforo e, escusado será dizer, ia gerando ali todo um problema... 

O meu primeiro pensamento foi mesmo esse: "A sério? Não foste às aulas com medo de ter novo acidente à chuva e, afinal, ia acontecendo agora um em tua casa?!"
Lesson learned.

No dia a seguir, apesar de continuar de chuva, fui às aulas. E, apesar de as ter passado a tentar arranjar alternativas de caminho para não ter de passar naquele local sozinha (não esquecer que andei à boleia nos últimos dois meses), quando saí, resolvi arriscar. 
Fui o caminho todo em modo "you can do it. you can do it. you can do it" e quando lá cheguei ao tal sítio, se fui a 10km/h já seria muito. Mas... fui.

Quando estava a passar, tentei concentrar-me na música que estava a passar (Ghost, claro) e não me lembrar do camião a vir de frente contra mim. 
Passado o local, o corpo libertou um "já passou", e até chegar a casa nem pensei mais naquilo.

Não quer isto dizer que o trauma de ali passar, sozinha, em dia de chuva, tenha passado, mas... é um caminho.

Como a recuperação do cotovelo, este também é um progresso. Tenho a certeza que, sempre que ali passar, me vou lembrar do acidente, mas também tenho a certeza que, mais cedo ou mais tarde, vai deixar de ser uma barreira mental...

Catarina

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

T-Rex driving here


Tinha todo um texto mentalmente preparado para aqui escrever para a pós-primeira vez que voltasse a pegar num carro.
Pensei que fosse ter ali um momento de pânico ou um momento de glória/espécie de conquista por não ter entrado em pânico, mas a verdade é que nada disso.

Talvez inspirada pelo visionamento do novo Star Wars, e, cheia de uma Força que só quem é crente acredita, foi já no dia 13 de Dezembro, aquando do visionamento do filme, que voltei a pegar num carro depois do dia do acidente.

De verdade, assim que chegámos ao parque de estacionamento, nem hesitei em pedir para ser eu a conduzir e o entusiasmo foi tal e ia tão obcecada em debater o novo SW que… quando cheguei a casa, nem me apercebi que tinha voltado a conduzir nem das boas implicações que isso trazia.

Só já no dia a seguir, quando voltei a pegar em carro emprestado e quando estava a passar por um túnel mais sombrio, é que me apercebi: “ò Diabo, isto devia estar a ser muito traumatizante”… Mas não. Conduzir é de facto um gosto enorme e, pelo menos em dias em que não chove, atrás do volante sinto-me quase como me sentia dantes. E digo quase porque sei que o meu cotovelo ainda não me permite ter a agilidade suficiente para uma condução 100% desenvolta, por isso, se derem por um carro-banheira a ir a 70 na auto-estrada, não buzinem que sou eu e o meu braço T-Rex a andar por lá, e melhor não conseguimos fazer... já só falta voltar a fazer FOW…

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

F*ck you, obsessive compulsive eating!




A minha vida anda um pouco à roda disto neste momento, o que resulta que, consequentemente, neste blogue também se escreva muito deste facto, principalmente quando se tem um blogue sobre um tipo de vida que, de momento, quase não existe precisamente por culpa daquilo: a vida de ginásio. Até porque, lá está, entre seguradoras, médicos, segurança social, dores constantes e mudanças radicais de vida, este acidente ainda marca o meu dia-a-dia… começando pelo que como.

Nos dias imediatos a seguir ao acidente, aqui confesso, rebelei-me. Bom, na verdade, não foi logo nos dias a seguir, pois nos dias a seguir nem conseguia comer com as dores, mas, passados esses primeiros dias, a comida voltou a desempenhar o papel na minha vida que já tinha desempenhado antes: o de consolo.

Rebelei-me mesmo. Pensei para comigo que, se era para morrer já, se a vida era tão efémera, mais valia aproveitá-la e comer as badochices todas que quisesse. Beber toda a Coca-Cola que quisesse… enfim. A velha Catarina apoderou-se de mim, com a agravante que tinha uma desculpa: tive um acidente, perdi o meu carro e mereço consolar-me de alguma maneira.

Mas este pensamento é tão estúpido que, podendo, daria um calduço à Catarina que se apoderou de mim naquelas semanas pós-acidente (sim, foram semanas!).

É muito parvo pensar na efemeridade da vida. Porque, se ela pode ser efémera, também pode ser poupada e continuarmos por cá, certo? E, pelo menos, enquanto andarmos por cá, mais vale ser saudável e comer bem, o que nos faz sentir bem, do que comer quem nem um alarve e queixarmo-nos das banhas que começaram a aparecer na barriga… E se começaram a aparecer entretanto...!


Mas já aprendi. Já voltei ao normal e, por muito que me tenha custado, portei-me exemplarmente bem no Natal. Até parecia uma pessoa saudável, com prato cheio de verdes, sem repetir a dose e comendo apenas um docinho para finalizar a refeição. Que linda menina! 

No fundo, queria partilhar convosco que não sou uma menina assim tão exemplar, que vacilei ali uns tempos, mas que, acredito, estou de volta à minha rotina saudável, de comer com cabeça, tronco e membros para a cabeça, tronco e membros ficarem supé-fits e dourados. That's the dream!

Catarina 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Fisioterapia (ou dores para curar)


Terceira sessão de fisioterapia e... Ainda não chorei. Que valente!  E acreditem que a nomenclatura é bem apropriada: valente! 
Não sei se o conceito de fisioterapia já vos passou pela pele, mas há ali um momento em que, vos garanto, até os meus chakras se desalinham. É que com o tentar pôr no lugar o cotovelo (que lembro que parti num acidente de carro e que, desde então, não estica) vêm as dores... As muitas dores!

Costumo brincar e dizer que o mais fácil já fiz: ter o acidente. Naquele momento do embate não tive uma dorzinha que fosse, mas desde que o carro parou que foram muitas, as bandidas. Isso, claro, até ter começado a fisioterapia. Estas, sim, são dores para valentes, mas o objectivo está tão focado na minha mente que tento ir falando com a fisioterapeuta, a Vera, da Mirafisio, para não pensar tanto no que, por acaso até é ela, me estão a fazer...

Ficam as fotografias do pré-fisioterapia e, se bem me conhecem, já sabem que mal posso esperar pelas fotografias do depois!

Estado "normal" do braço pré-fisioterapia.

Máximo que o braço esticava pré-fisioterapia.








segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Já não falta tudo...

Apesar de ser menina das Letras, confesso que tenho uma ligeira obsessão com números e, por isso, não é de estranhar que quando na passada sexta-feira, depois de me aperceber do dia que era, tenha batido palmas ao universo do género: "Bom trabalho, rapaz".

Mas vamos por partes.

Quinta-feira lá fui a uma consulta de Ortopedia, que resultou numa consulta de Fisiatria e Ressonância Magnética ao cotovelo.

Até agora, os resultados ainda são aguardados, mas o que o médico tem a certeza até agora é que o braço esteve imobilizado demasiado tempo (eu sabia que não era para ter calma!) e que o objectivo imediato é começar a mexer (com cuidado) o mais rapidamente possível, vulgo: fisioterapia.

Mas a pergunta que mais me atormentava o espírito era só uma, basicamente desde a hora em que o meu carro parou de andar à roda na noite do acidente: já posso voltar ao ginásio?

Ao que, tanto o ortopedista quanto a fisiatra responderam com outra pergunta: "O que é que achas que podes fazer no ginásio com o braço ao peito?"

"Zumba!"

Sei que, quando dei esta resposta das duas vezes, o meu rosto se transformou em sorriso e sei, porque o senti. Porque tive esperança que o meu rosto iluminado desse aos médicos a pena para dizerem sim à minha resposta. Não sei se foi isso, ou não, mas o certo é que os dois me deram permissão para voltar às aulas de Zumba. Por isso, sexta-feira, dia 17 de Novembro, exactamente um mês depois do acidente (lá está a parte dos números), voltei ao ginásio. E logo para a aula que me faz mais feliz. 

Claro, mal me mexi, ali nas últimas músicas as negras das pernas começaram a dar sinal, mas... fui. Já não falta tudo...

Hoje começo fisioterapia a ver se o braço volta a esticar e a encolher como deve ser que, por enquanto, se quiser fazer um manguito a alguém fica a coisa mal feita e isso não pode ser.

... E falta conduzir, claro. Mas... um passo de cada vez.


Catarina




quinta-feira, 16 de novembro de 2017

There's a shock going through my whole body

"I can't move. There's a shock going through my whole body."

Foram estas as palavras que, ao contrário das outras vezes, me fizeram parar de scrolar pelo Facebook e ver um vídeo. É raro em mim essa acção, a de ver um vídeo que dure mais que, vá, cinco segundos, a não ser para ver um cão a rebolar na areia ou um gato atrás de uma luz encarnada. Mas este vídeo, com esta frase logo ao início, fez-me querer vê-lo. E ainda bem.

Nele, fiquei a conhecer Inky Johnson, um jogador de futebol americano que estava a dez jogos de distância de virar multimilionário. Mas quis o destino que nunca os chegasse a cumprir.

A sua história, e de como ficou incapacitado do braço direito, não é de tristeza, mas sim de superação e é por isso que hoje, no dia em que vou à consulta de ortopedia saber o que raio se passa com o meu braço direito por causa daquele acidente que foi um imprevisto da vida, partilho-o convosco.

Sim, podem crer que foi ponderada a data da partilha deste vídeo, porque só quando o vi todo pela primeira vez é que me dei conta que estava mesmo a precisar das palavras deste senhor, que aqui vos deixo:




Catarina


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Verbo do momento: esperar






Estar em recuperação é sinónimo de "esperar"...
Esperar que o corpo sare.
Esperar que não fiquem traumas.
Esperar que as negras deixem de existir.
Esperar que o braço se cure.
Esperar que alguém me dê boleia.
Esperar pela boleia.

Esperar.

Confesso que me tem dado pouca vontade de escrever no blogue, não só por só ter uma mão, mas também, e principalmente, porque o blogue me faz lembrar a minha vida de ginásio que, por enquanto, ainda estou à espera que chegue.

Até chegar, vem a recuperação. Tenho andado muito, pelo menos isso! Tenho tentado fazer os meus 10.000 passos diários, mesmo se isso significar dor de pescoço ao fim do dia por andar de braço lá pendurado.

O voltar ao trabalho também ajudou a mente a desemburrar, que isto de passar o dia sentada a ver televisão já não sabia o que era há anos e a cabeça até parece que ficou dormente.

Mas, até voltar ao ginásio, quer-me parecer que ainda vou ter muito que esperar...

Esperam comigo?

Catarina


sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Road to recovery



Lentamente, começa a recuperação.
Já fiz as minhas primeiras caminhadas e o corpo parece ter reagido bem, apesar de me cansar depressa. Acho que devo ter depositado mais energias em me manter viva no acidente do que estava a pensar, mas também estou concentrada em recuperar depressa e bem.

Dito isto, sair de casa pode ter feito bem ao corpo, já à alma... É que, em casa, estou sozinha com os meus pensamentos e com a minha determinação em voltar à minha vida normal o quanto antes. Na rua, cada pessoa que me vê, cada vizinho ou conhecido por quem passo pergunta o que se passou para estar com braço ao peito, acompanhado de um "Ai, isso ainda vai demorar a tratar." "Isso agora tem de fazer fisioterapia." "Tão cedo não pode conduzir." "Agora é parar."

Calma aí, gente! Deixem lá ver primeiro o que vai sair daqui e depois pensamos nisso, pode ser? Ufffff...

Mas estou a recuperar. Estou ansiosa de voltar aos treinos, de ir trabalhar... De conduzir! Que saudades de conduzir... E de voltar a blogar com mais regularidade, já agora!

Catarina





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