Mostrar mensagens com a etiqueta Strong by Zumba. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Strong by Zumba. Mostrar todas as mensagens

sábado, 10 de junho de 2017

Abanar o esqueleto #29

Basicamente, a minha playlist de ginásio (e da vida, na verdade) é composta por Ghost e pelas músicas que ouço na Zumba. Tudo o resto tem ficado um pouco de fora da escolha musical, confesso.

Assim, para variar dos senhores de cara escondida, hoje deixo-vos uma música das aulas do Daniel, que tem uma coreografia brutalíssima, e que sempre que a ouço me deixa com um sorriso estampado.

Abanem esse esqueleto!



 

Bom fim-de-semana!

Catarina

terça-feira, 18 de abril de 2017

Sou uma "Danielete". Ou uma "Barretete". No fundo, sou mais feliz porque danço com ele!

Regra geral, quando começo um texto para o blogue, já sei precisamente o que escrever. Sei como vou começar, as metáforas a empregar, as imagens ou vídeos que quero usar e até como quero concluir.

Deparo-me por isso perante a ingrata tarefa de querer escrever sobre uma pessoa de quem até já aqui falei... e falhar-me o português. Sim, falham-me as palavras porque tenho tanto para dizer e tenho por missão de vida ser a pessoa que mais textos bonitos que dedica... Quero tanto passar uma coisa não-palpável para palavras que o piscar do cursor a querer que lhe dê texto parece exercer uma pressão enorme em mim. Mas cá vai. 

Pensar nas aulas do Daniel Barreto, seja Zumba, Euphoria, Strong (e até quer-me parecer que se ele desse aulas de Métodos Quantitativos eu iria achar interessante), e de como elas me fazem sentir, é quase uma experiência extra-sensorial. Tenho alturas nas aulas em que me perco, não por culpa das coreografias (OK, às vezes também acontece), mas porque dou por mim a observar este talento de menino-homem que tive a sorte de conhecer. 

Honestamente, seria feliz só a ver uma aula dele, assim a espreitar pela janela do ginásio e a vê-lo não só a ele a dançar, mas também a quem com ele dança. Não há caras tristes. Não há problemas. Assim que se entrega a senha ao Daniel, é como se o mundo fosse só aquela sala de ginásio. Aquelas músicas (ainda por cima trago já uma nova Banda Sonora para a minha vida). Aquelas coreografias. Aquela energia do Daniel.

Acredito mesmo que ele tem mais ritmo, encanto, talento, energia, felicidade e boa-disposição no lenço que traz sempre pendurado de lado do que eu nos meus 1,83 inteiros. E se isso não o faz especial, não sei o que fará.

Ele é só assim o melhor mestre de Zumba do Universo, e não sabe, que nunca lho disse, mas foi muito por culpa dele e das suas aulas que aqui esta menina que vos escreve não desistiu do ginásio. Elas eram um incentivo a pôr ali (no ginásio) o meu pezinho, e, já que lá ia, porque não fazer uma aula de Cycle antes ou de BodyPump depois da Zumba?

Ultimamente têm-me feito muito uma pergunta: "O que é que te imaginas a fazer daqui a 10 anos?"
Para ser sincera, não sei. Mas se daqui a 10 anos continuar a dançar com o Daniel (pode ser que finalmente deixe de "catarinar" nas aulas de Zumba e solte de vez a franga) podem ter a certeza que vou ser uma pessoa feliz. 

Porque, afinal, quem dança é mais feliz... Mas quem dança com o Daniel, fogo!, é TÃO mais feliz! Não se nota no meu sorriso?



Catarina


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Uma aula de Strong que me deixou fraquinha, fraquinha!


Se vos disser que estou que nem me aguento depois da aula de Strong by Zumba do passado sábado, se calhar vão duvidar de mim, mas garanto-vos que até os dedinhos das mãos me estão a doer enquanto passam pelas teclas para escrever este texto.

Se vos disser que até tivemos que ir buscar um colchão para fazer abdominais, já se começam a ambientar que, esta, não é uma aula de Zumba normal... Na realidade, nem uma aula de Zumba é, e não fosse eu tão ceguinha pelo Daniel e pelas suas aulas, tinha ido procurar mais informações sobre esta modalidade nova, a tal Strong by Zumba, que é assim uma espécie de equívoco chamar-se Zumba. Convenhamos. 

O site oficial, que já sei que devia ter ido espreitar ANTES de ir fazer a aula, diz que o Strong "combina o treinamento intervalado de alta intensidade com a ciência da motivação por música sincronizada." 
Ou seja, há burpees, jumping jacks, abdominais, kickboxing, e tudo isto, sim, ao ritmo de música, que é o que mais se pode assimilar a uma aula de Zumba. 

Não fui física nem estomacalmente preparada (tinha almoçado peixe, caneco!) para a aula. Se gostei? Gostei, sim. Diferente. Desafiante. Mas estava longe de imaginar que era onde ia gastar energias num sábado de sol à tarde.

Depois de 50 minutos de "porrada", veio a tal aula de Zumba, que confesso não ter curtido como seria suposto por estar tão de rastos... E para verem que não falo mentira, deixo-vos um vídeo em que mostra o que raio é isto do Strong by Zumba, e sugiro-vos uma visita ao site, a tal que eu não fiz e que já me arrependi!


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...