Mostrar mensagens com a etiqueta doing it. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta doing it. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Dois anos de dieta




Dois anos de dieta...

Foi há dois anos que embarquei numa aventura que, sem saber, iria mudar a minha vida. 

Não são dois anos de dieta.

Transpirei muito, tive dores maiores que as que senti no acidente (é tão verdade!), sorri, chorei, tomei banhos longos, tomei banhos rápidos, fiquei sem fatos-de-treino para usar de tanto ir treinar, fiquei com sentimentos de culpa por ter comido mais que a conta, fiquei orgulhosa por dizer não a badochices de quase todas as vezes que mas oferecem. 
Tive um acidente de carro e a primeira coisa que perguntei à médica quando ela me disse que tinha partido o braço foi: quando é que posso ir treinar? Porque isto é mais que  uma dieta. É mesmo uma forma de vida. A minha forma de vida e, acreditem, mais do que os trinta quilos perdidos até agora, para mim estes dois anos de luta significam que, sim, é possível perder peso e manter... E gostar!

Venham mais dois anos de dieta, porque, para mim, é a minha vida.

(Só por isso devia comer um bolinho, mas vou antes celebrar a comprar umas calças de fato-de-treino!)

Catarina

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quando pedes a mão e ganhas um abraço de gente

Eu bem digo que o que esta aventura tem de melhor são as pessoas. Sim, ganhar saúde porque perdi peso é bom. Mas a minha alma tem recebido tanto carinho que o coração por vezes até se sente a rebentar!

Vamos por partes. 

Esta minha dissertação de hoje surge porque o Hugo me desafiou (OK, ele já andava a desafiar há mais tempo, mas, estupidamente, fui adiando...) a ir fazer uma das suas aulas de Zumba e GAP (glúteos, abdominais e pernas) ao complexo desportivo da Junta de Freguesia de Benfica.

Lá fui a semana passada. Quase que a pedir-lhe para me dar a mão (já sei que não sou burra nenhuma, que o garoto é giro que se farta) de tão enrascada que estava com o novo ambiente (não parece, mas sou muito tímida) e ele deu-me uma mão... a mão da Gabriela. E é só assim a mão mais ternurenta de todó mundo da zumba! Com a mão da Gabriela veio a mão da Isilda e é isto... Tão simples, e de repente sinto que já são mais duas pessoas minhas.

Ficou prometido voltar esta semana, e como passo a vida a desafiar meio mundo a vir fazer coisas giras comigo, ontem foi a vez de desafiar uma amiga, a Andreia, que foi tão bom reencontrar neste contexto. Foi mesmo! 

Quando cheguei à Junta, a Gabriela e a Isilda já estavam à minha espera, com quatro mãos e dois sorrisos rasgados "Só as conheço há uma semana", expliquei à Andreia enquanto as abraçava às duas, como se de um longo reencontro se tratasse... É tão bom, tão, tão bom ganhar pessoas novas. Sim, já as ganhei.

E que tal as aulas, Catarina? 

Bem, caso não tivesse gostado a semana passada, não tinha voltado esta, certo? As pessoas são importantes, mas passar por dois concelhos para zumbar e GAPar é dose e tem de se fazer com gosto!

O Hugo é de facto fenomenal. Eu já o sabia, claro. Mas no contexto de personal trainer que conheço (palavra-chave "personal") é diferente. Somos dois a treinar com um fim em comum (o meu Biquíni, ai não!). Nas aulas de grupo, é ele e mais muitas pessoas, cada uma com o seu objectivo, umas porque querem um escape de fim de dia, outras para treinar, outras para abanar a bunda, outras para olhar para o rapaz giro (que bem há destas que eu sei, suas devassas! :p)... São muitas as opções que levam uma pessoa ao final de uma quinta-feira até à Junta de Benfica, e o profissionalismo, a dedicação, a entrega, o carisma, o humor, o know-how e tantas outras qualidades (que não vou escrever já para ter material para futuros artigos!) do Hugo estão lá á sua disposição. É o maior! E é por isto que eu digo: o meu PT é melhor que o teu. É mesmo!

E agora, a minha parte favoritaaaaaaaaaa: FOTOS e um vídeo para verem como se faz um final de aula de Zumba a envolver a galera!


Sem hipótese: as quatro mais gatas de todas! Nota: pré-aula!

Enquanto uma pessoa desfalece em cima da bola de Pilates, há quem lhe tire fotografias e selfies e assim. Desta não fizeste, Andreia, mas da próxima GAP contigo! 

Confesso que a Andreia não ter feito a aula de GAP acabou por resultar em muitas fotografias minhas a treinar. E esta será sempre uma boa foto minha e do Hugo!


Sou tão pouco apreciadora de lounges!

Mais outra boa foto nossa...

E ainda mais outra!
Não fazer aula de GAP versus Fazer aula de GAP
A Gabriela deu-me a mão, mas esta trupe toda ganhou o meu abraço dourado.
Vamo qui vamo!!



Catarina

terça-feira, 6 de junho de 2017

Como uma FOWça que ninguém pode parar!


Quando me abanam uma waterbase para fazer uma aulinha de Fitness On Water (FOW para os amigos), lá vou eu atrás. Ando completamente viciada nas aulas e, além das que faço na Piscina de Alcântara, tenho andado tipo "groupie" atrás da FOWmília.

No passado domingo, fui até ao Complexo Municipal de Piscinas na Sobreda, para assistir de longe (palavra-chave "assistir") a um worskhop de FOW DUO para trainers.

Relembro, eu fui ASSISTIR, mas também fui na esperança de, no fim do workshop, poder saltar para cima da base e FOWar um bocadinho. Por isso, lá fui com o meu saco de FOW atrás (sim, já tenho disso, um saco de ginásio só para as aulas de FOW!)... e nem eu sabia que ia mesmo precisar do fato e da touca!

Ter assistido à parte teórica fez sentido na minha cabeça, ainda para mais já tendo eu testado uma aula de FOW DUO (sim, estamos duas pessoas em cima da base) e ter visto que a coisa fica ainda mais complicada, mas que acaba por dar uma maior proximidade a quem está a fazer a aula connosco. É muito divertido. Mas a parte teórica como que abriu um caminho na minha mente para estar mais alerta da próxima vez que fizer uma aula dupla. Até aqui tudo bem.

Mas depois, quando chegou a parte prática (ainda em terra), confesso que já me estava a preparar para me sentar a um cantinho a vê-los a treinarem quando ouvi o meu nome. Claro, há mais marias na terra, por isso à expressão "A Sara faz com a Catarina!" eu respondi acompanhando com um autoapontar de dedo "Com ESTA Catarina?"... E da Filipa e da Tinoca (as duas formadoras que amo de paixão, mesmo!, e que só por isso não hesitei no que aconteceu de seguida...) recebi um confiante "SIM!" É que, sendo uma formação para FOW DUO e tendo faltado um dos trainers inscritos, era necessário alguém para fazer par... Entra (ou mergulha) a Catarina. E, sim, esta que vos escreve.

Pronto...  o resto podia escrever e escrever e não vos ia conseguir passar o que senti... A cumplicidade criada quase instantaneamente com a Sara, os meus parceiros trainers da base do lado que foram 5 estrelas no trato, as formadoras sempre a terem uma paciência de santas para mim, o ter de olhar para o caderno da Sara por não saber (que vergonha!) como se escreviam certas palavras e expressões estranhas ao meu dia-a-dia (como "crista ilíaca lateral"), o conseguir desafiar-me a fazer um back to back stand up ou uma pirâmide mais jack knife (google it!), e depois as quedas na água, o estar quase a conseguir, mas cair, o estar quase a conseguir mais CONSEGUIR, o conhecer pessoas novas e tão, tão boas (a Sara, a Carla, a Marta, o Bruno...), o estar dentro de água tantas horas que ainda hoje, terça-feira, sinto os dedos das mãos enrugados... FOWgo! Foi do caraças... e cada vez mais me faz gostar disto, desta maneira estranha de ser feliz ao praticar exercício físico!



Ficam as fotografias! Palavras para quê? FOWamos juntos?








Devia estar a copiar qualquer coisa... 















Foto de FOWmília!


Sem palavras... mesmo... <3




terça-feira, 16 de maio de 2017

No princípio era o Verbo... ou melhor, a pessoa verbal


"E agora vais começar a subir a montanha." 

"Vamos fazer a saudação ao Sol."

"Quando achares que já não vais conseguir mais, vais ter de dar mais um bocadinho."

"Vamos esticar a perna direita até sentir pressão."

Acaba por ser engraçado como as diferentes pessoas verbais utilizadas pelas pessoas que nos dão aula de grupo definem tão bem a nossa atitude perante o exercício.

Estas frases, aqui rudemente transcritas por mim, são de pessoas diferentes. 

Numa aula em que puxam pelo "eu", a ideia que passa é que, apesar de a sala estar cheia de gente, é comigo, Catarina, que o professor está a falar. Sou eu que tenho de ganhar, numa luta entre mim e a bicicleta, entre mim e o meu corpo, entre mim e a minha mente, mas acima de tudo entre mim e a sala cheia de outros "egos".
Acabo sempre uma aula de Cycle com vontade de ir ver quantos quilómetros cada um dos outros egos ali presentes conseguiu fazer, só para saber se ganhei a prova do Tour do dia.
Na parte que me toca, ontem estreei-me nas aulas das 07h20 (sim, da manhã, caso contrário teria escrito 19h20!) e superei, pela primeira vez, a marca dos 30 quilómetros pedalados (foram 32,900). 

Numa aula em que nos colocam juntos na pessoa verbal, como numa aula de Zumba ou de Yoga, é mais fácil esquecermos a "competição". Mesmo se numa aula de Yoga, como nas que tenho feito com a Inês do YogaProjection, o "nós" se refira a mim Catarina e aos meus chacras e não necessariamente a mim Catarina e aos meus parceiros de saudação solar, a realidade é que a atitude muda. Há uma tranquilidade em achar que estamos todos no mesmo barco (ou no mesmo tapete) e que, por isso, nos podemos exercitar serenamente, sem pressões de chegar lá primeiro porque, no fundo, vamos todos juntos. 

Mas quer seja em "nós" ou em "tu", no princípio há o verbo, e só um verbo: IR! É mesmo o mais importante de tudo. Quer seja a lutar contra o nosso corpo ou contra o de outros, quer seja a tentar superar a nossa elasticidade ou a chegar a um nível de serenidade com o mundo que nos rodeia, o importante mesmo é ir. 
Não vos consigo expressar o quanto me custou acordar às 06h para chegar ao ginásio a horas de apanhar a senha para Cycle ontem de manhã. Mas pensei para comigo: "Se conseguires ir, vais sentir um orgulho imenso em ti... e vais adorar! Vamos, Catarina!"

E fui. Eu, o meu ego, os meus chacras e a minha convicção que, se olhar ao espelho, só vou ver uma: a minha verdadeira competição. 



Catarina


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Yoga também é uma espécie de Yoda, certo?

Através da minha escrita, acho que conseguem perceber que sou um pouco ansiosa... muitas reticências (como as que usei antes de escrever "muitas reticências"), muitos solilóquios entre parêntesis (como os que usei depois de escrever "muitas reticências" e que voltei a usar agora), muitas enumerações (confere!), muitas interjeições, enfim!, muita pressa de deitar cá para fora o que parece estar preso na ponta dos dedos e ansioso de ser digitado num teclado.

Mas a palavra-chave é mesmo "ansiedade". Estou constantemente ansiosa que o amanhã chegue. Vivo em ânsias que chegue daqui a um bocadinho, mesmo que esse daqui a um bocadinho nada traga de novo; odeio esperar e sinto que às vezes quando me sento verdadeiramente quieta durante cinco minutos, todo o meu corpo pulsa numa espécie de "Ena! Isto é novo! Deixa-me cá aproveitar antes que ela se levante..."

Por isso, uma aula de Yoga sempre me pareceu uma opção pouco "catarinesca". Se no ginásio experimentei BodyBalance, que é uma mistura de yoga, tai chi e pilates, e até acho que não me saía mal, o yoga em si, sozinho em toda a sua dificuldade e "inner self", nunca tinha experimentado. Mas fui desafiada. E raramente digo que não a um desafio (corri ou não corri a Meia-Maratona?!) 


Sexta-feira de manhã, o meu dia de folga e logo a finalizar uma semana complicada a todos os níveis, lá foi ela (eu). A medo. Com todas as emoções à flor da pele: as de rever um amigo (que me desafiou), as de estar frio e não levar roupa apropriada para o suportar, as de ainda estar a pensar no que aconteceu no trabalho durante a semana, as de... as de... as de... Enfim, a cabeça ia cheia, como costuma ir para todo o lado. 

O texto já vai longo, eu sei, mas é mesmo para mostrar como funciona a minha cabeça... sempre a mil... até que... pára tudo. Há uma calma. A voz da Inês ao fundo da sala. O aconchego de quatro paredes tão próximas, num espaço tão intimista. O riso atrevido do Nuno, quem me desafiou para fazer a aula, como que a dizer "Preferias estar a abanar a bunda, que eu bem sei..." E, estranhamente, posso afirmar que não preferia.

É isso mesmo, estranho. Mas se me tenho vindo a superar em tudo, no peso, na alimentação, nas rotinas, que esquisito ainda não me ter lembrado de abrandar a mente, ou seja, de superar o acto de me deixar tranquilizar.

Claro, não foi fácil. Na verdade, nem chegou bem a ser pois passei grande parte da aula a olhar para a Inês, a tentar perceber se estava a fazer tudo bem e ainda e sempre a minha eterna luta com os óculos que de cabeça para baixo e pernas para o ar deixaram a gravidade levar a melhor, os bandidos!

Mas soube-me estranhamente bem. Sei que tenho um problema de elasticidade (de falta dela) e de equilíbrio (de falta dele) e que os devia tentar resolver. Mas, acima de tudo, a música calma a envolver a mente, a tentar travar os pensamentos constantes, esse é mesmo o desafio.

Numa aula de Cycle, a luta é com o meu corpo, claro, mas também é com o corpo dos outros: o objectivo é pedalar mais rápido que eles, ser a líder do pelotão e a mente agarra-se a tudo para conseguir ganhar. Numa aula de Yoga nada disso pode existir. É tão o oposto que sinto mesmo que ainda vou demorar bastante tempo a conseguir libertar a mente do pelotão. Mas hei-de conseguir.

E, lá está, as pessoas! Tenho tido a sorte de ir encontrando as pessoas certas neste último ano e meio e têm-me chegado sempre na altura certa.
A Inês é o corpo elástico (que ainda nem existe palavra para a elasticidade daquela mulher, e se não acreditam vejam as fotografias do Facebook dela!) por trás do projecto YogaProjection. Podendo, acho que tinha feito um áudio da aula só para transportar a sua voz calma, mas segura comigo para todo o lado. 

É estranho, pois se o Yoga nos parece trazer à terra, acaba também por deixar a mente a flutuar... E a Inês dá uma entrega tão grande à sua aula, a sua voz dá tanta certeza que vamos conseguir fazer saudações ao Sol sem vacilar que acabamos por fazer... bom, mais ou menos. Mas a vontade está lá!

Temos já futuros encontros marcados e não têm desculpa para não irem experimentar uma aula com ela! Santa Amaro de Oeiras, Massamá, Queluz, Olivais, Póvoa de Santo Adrião...! Uf! Para quem transporta a tranquilidade e serenidade esta mulher não pára!

E claro que tenho que agradecer ao Nuno por me ter desafiado. E por ter estado tão à vontade no final da aula no momento do relaxamento que até ressonou. A sério. Ele já vai num nível superior de entrega ao Yoga. Já vai em nível mestre Jedi Yoda, enquanto eu ainda sou uma jovem Padawan... (fogo! Até com Yoga eu falo em "Star Wars"! Alguém que tenha mão em mim!)

Catarina

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Assenta que nem... um soutien!

A primeira coisa a ir foram as mamas. 

A sério. 

Se eu sempre saí mais ao pai, com a perda de peso fui ficando cada vez mais parecida com ele (se calhar graças ao seu excesso de peso ele até me ganha, mas isso já são contas de outro rosário...) Tranquilo, sempre gostei de olhar para baixo e conseguir ver os meus pés, pelo que mamas grandes nunca foram um objectivo de vida. 

Portanto, se até estou mais ou menos a conseguir ir usando a roupa da antiga Catarina, mais cinto mais apertado, mais camisola a parecer um saco de batatas, com os soutiens começou a ficar quase impossível continuar a usar os de há 27 quilos.

Tem sido uma verdadeira empreitada, esta a de actualizar a lingerie, e dou por mim a ser mais esquisita do que era dantes. Talvez por me sentir mais à vontade na minha pele, faz sentido, claro!, mas também por achar que, já que por enquanto ainda não vou apostar em outra roupa nova, pelo menos na interior vamos lá gastar euros!

Nem por acaso, no site da Intimissimi despertou-me a atenção um soutien maravilhoso, romântico, doce, rendado, todo ele algo que a outra, a antiga Catarina, teria sem dúvida querido comprar e não o teria feito não por falta de dinheiro, mas sim por falta de um corpo à medida...

Lá foi esta, a Catarina de agora, com umas costas um tudo-nada mais elegantes e um peito menos cheio mas mais "fit" experimentar "o" soutien. Tirei-lhe uma fotografia a partir do site e sabia ao que ia. Quando me perguntou o número, respondi à funcionária: "O maior que tiver, por favor."
Ela olhou para mim e, sem me dizer mais nada, passou-me o M e o L: "Experimente os dois."

Senti que era desnecessário fazê-lo, mas já que ela insistiu e se deu ao trabalho de me passar os dois tamanhos, porque não? Claro que o tamanho L ia estar mais que bom e, coitada da menina, até escusava de ter tido o trabalho de ir buscar o M também, pois claro! 

Só que quem estava errada era eu... O tamanho M não só serviu como serviu MUITO bem. Era mesmo assim que imaginava que me ia ficar. Quase arrisco dizer que me assenta que nem uma luva, não fosse ser... um soutien!

Não é maravilhoso

  
Quando fui para pagar, a menina da loja ainda me tentou convencer a comprar a cueca a fazer conjunto, no entanto... aí já é ir demasiado para fora da minha linha de conforto...

Se já não uso cuecão daqueles à Bridget Jones, calma aí na sexyness que esta menina ainda tem um longo caminho até chegar ao Biquíni Dourado! Tem de ser tudo com "baby steps" e este de ter um soutien que a outra nunca teria usado por não servir é já uma vitória... 

... e que vitória maravilhosa e que estou ansiosa de estrear!

Catarina

quarta-feira, 19 de abril de 2017

A dica está no nome: é "Rapid" para ficarmos "FIT&WELL"

Lembram-se, no tempo da escola, daquelas aulas que pareciam não acabar? Em que parecia que a distância que ia do toque inicial ao toque final era de alguma maneira transportada para um buraco negro que fazia com que a aula ficasse a parecer aquele filme do "Never Ending Story"? Em que abanávamos o relógio a ver se a pilha estava mesmo a funcionar apesar de a termos mudado na semana anterior?

Pois. Esqueçam isso! 

As "aulas" que tenho na Rapid FIT&WELL são tão, mas tão rápidas (reparem no nome "RAPID") que acreditem quando vos digo que durante os 20 minutos de treino nem me lembro do meu nome... ou do meu segundo nome, já que o Hugo ainda vai chamando pela Catarina algumas vezes. 
E, ao contrário da "seca" das aulas (no meu caso de Matemática... o drama!; o horror!), é um treino tão intensamente brutal que até os meus óculos transpiram! True story!

Para quem, como eu, gosta de se mexer e de abusar nos impulsos, os 20 minutos são mais que suficientes para trazer o treino no corpo durante os dois dias seguintes. Fico toda orgulhosa de mim quando chego ao balneário e me vejo a transpirar que nem um texugo. É muito raro acontecer noutros treinos, quanto mais apenas em 20 minutos!

Para quem gosta de ir com mais calminha, assim seja e que a calma esteja convosco, pois as duas dezenas de minutos, mesmo em modo calmo, irão fazer-se sentir nos músculos. 
Ao início não treinava com muita potência (era jovem e não sabia o que fazia!) e aldrabava alguns dos exercícios (mais por ainda não os conseguir fazer) e mesmo assim os efeitos de treinar com recurso à electroestimulação muscular (EMS) estavam lá.

Mais uma vez, não têm desculpa da falta de tempo para não se mexerem. Demorei mais a ligar o meu "dumbphone" para tirar esta fotografia do que a treinar, e pela fraquinha qualidade do resultado (que ficou desfocado!!) bem que mais valia não ter feito o PTzaço esperar que eu a tivesse tirado! 

Convenhamos que estou a ficar com uma cintura de parar o trânsito!
Ainda faço uma tatuagem a dizer I Love EMS, vão ver. 


Catarina

terça-feira, 18 de abril de 2017

Só falta o "depois"


Estive tão reticente em publicar aqui esta momento, que tive que o partilhar por mensagem privada com alguns amigos mais próximos pois achei que, se me conseguisse expor assim a eles, era mais fácil partilhar com a blogosfera. Um amigo disse-me para pensar que a fotografia do antes é uma daquelas em que tínhamos um corte de cabelo meio estranho (assim como na adolescência, por exemplo!)

Provavelmente, esta será a partilha mais difícil que aqui fiz no blogue até agora... Olhar para a fotografia do "antes" devia encher-me de orgulho por ter chegado a este "agora", mas não deixo de pensar que fui eu, e mais ninguém, que me deixei chegar àquele ponto. 

Mas também fui eu sozinha que tive a vontade de mudar. Por muito que hoje em dia tenha quem me dê a mão, a vontade de dizer "não" a certas coisas e "sim" a outras tem, invariavelmente, de vir de mim. De sair de mim. 

E o que também está a sair é gordura... 

No domingo, quando vesti esta camisola dos Beatles, uma das minhas favoritas e que, por isso, uso muito raramente para não "gastar", senti-a estranha. Parecia que não vestia como dantes. Claro que nem me lembrei do óbvio: "É da diferença de quilos." 

Sabia que tinha a fotografia do antes guardada num email, a recordar um daqueles momentos de ócio no trabalho quando simulámos um colega meu a sair-me da camisola, qual Beatle a andar pela Abbey Road (desculpa, Túlio. Tive que te cortar da montagem!) Sabia, sim, que essa fotografia existia. Mas quando a pus lado a lado com a que tirei no domingo, acreditem que vos escrevo este texto com olhos cheios de lágrimas. De orgulho, sim. Mas também por pensar em tudo o que passei para cá chegar. É quase um respirar de alívio, olhar para estas fotografias. Tem sido um caminho longo. Muito longo, e sei que ainda tenho muito pela frente. Mas está a ir. 

Trinta e um quilos separam estes dois momentos. Na altura estava ainda com mais peso do que quando comecei ESTA dieta há cerca de um ano. Uma amiga disse-me que nem pareço a mesma pessoa. É porque não sou. Mesmo. Não são só os quilos. É a atitude. O andar com os ombros direitos. Orgulho do meu 1,83. Orgulho do meu cabelo desgrenhado. Orgulho dos meus olhos verdes pequeninos e pitosgas que só eles. Orgulho da força necessária para conseguir esta empreitada. 

E que empreitada é essa? A de, com orgulho, vos mostrar este "antes" e "agora". Venha o "depois"!


Catarina

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Fim-de-semana STRONG

Quando se junta a fome com a vontade de comer, coisas boas costumam acontecer. Neste caso, quando se juntam duas aficionadas de Zumba, mais concretamente do Daniel Barreto, garanto-vos que só não faço mais aulas por qu€$tõ€$.

A Tânia é também uma fã confessa de abanar a bunda e anda-me sempre a desafiar a ir fazer umas aulas extras por Lisboa. Quando me enviou o link desta aula, disse que sim mesmo antes de ver onde era (vá lá que, não sendo muito perto, também não é no fim do mundo). 
Esta semana, vamos experimentar uma coisa nova também com o cunho do Daniel: Strong by Zumba e Zumba Fitness, no Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros. 



Será amanhã, às 16h, e, além do Daniel, contará com Rafa Marvel, David Dias e Jon Martin. Ao que parece, este será um "treino de alta intensidade, onde todos os participantes vão sentir-se verdadeiramente STRONG!" Ao que eu acrescento: Oh Diabo!

Às 17h30 é hora de Class de Zumba Fitness, contando com vários instrutores nacionais e internacionais. A saber: Neuza Quelhas, Inês Silva, Dalila Salvador, Júnior Silva e Miguel Angel Oviedo.

Os bilhetes variam de preços:
Strong by Zumba - €8
Zumba Fitness - €6
Strong by Zumba & Zumba Fitness - €12 
(escusado será dizer que vou aos dois, não é?)

Para comprarem os bilhetes, basta acederem a este LINK e seguirem os passos!

Quem vem comigo ser mais STRONG?

Catarina


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Dia Mundial da Actividade Física

Quando era miúda, arranjava os estratagemas mais estapafúrdios para pedir à minha avó dinheiro. Era uma verdadeira capitalista: ou porque tinha tido positiva num teste, ou porque tinha comido a sopa toda ou porque era dia mundial de alguma coisa.
Claro que ela alinhava sempre nas minhas teorias. Hoje em dia, vejo que o fazia porque... é minha avó, mas na altura pensava mesmo que lhe estava a pregar grandes petas e que até poderia ter futuro como política. Estava enganada, claro.

Mas hoje, hoje não preciso que ela me dê dinheiro para celebrar este dia. Eu, sim, é que vou dar o litro no ginásio. Tenho uma aula de Cycle e outra de Zumba (e se bem me conheço ainda vou ter energias para dançar um bocadinho quando chegar a casa) e tenciono celebrar o Dia Mundial da Actividade Física a fazer o que descobri me fazer verdadeiramente feliz: mexer!



Se ainda estão com desculpas para fazerem exercício físico, acho que hoje era um muito bom dia para se deixarem disso. Pensem no dia de hoje como uma espécie de marco que daqui a um ano vos podia fazer lembrar que foi quando começaram a mudar.

Deixo-vos três sugestões que, se tivesse eu hoje oportunidade, acrescentava às minhas aulinhas. A saber:

1 - A Piscina Municipal do Alvito, em Alcântara, vai ter uma Festa na Piscina, com aula de hidropower, Fitness On Water (que já partilhei convosco a minha experiência e que tenciono repetir!), brindes e surpresas! A entrada é um donativo de 1 kg de alimentos.

2 - Se calhar está na hora (ou no dia!) de ligarem para a Rapid FIT&WELL para fazerem uma sessão experimental de treino, não? Eu acho que sim! Já vos falei aqui tanto do quanto gosto disto que bem que podiam ir testar para perceberem o fascínio. Vá, está à distância de um clique!

3 - Se acham que isto ainda não é para vocês (ai, credo!, ter que fazer exercício físico ao pé de outras pessoas!) e que tal uma musiquinha para Abanar o Esqueleto? Deixo-vos uma que, se não vos deixar um sorriso na cara e com vontade de dançar, é porque são uns insensíveis, fiquem já a saber! ;)



Feliz Dia Mundial da Actividade Física!

Catarina

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quando...



"Quando começar a gatinhar."
"Quando começar a andar."
"Quando for para a escola."
"Quando começar a ter interesse por rapazes."
"Quando..."
"Quando..."
"Quando..."

Eram estes os tempos em forma de teorias que a minha pediatra foi dando à minha mãe, que se mostrava preocupada com o meu excesso de peso apesar de, desde sempre, eu ter sido uma criança mexida. Afinal, sempre passei mais tempo na rua do que em casa, e sempre me dei melhor com os rapazes, logo, sempre quis ser melhor que eles. Era o estímulo certo para me superar. Mas o excesso de peso sempre lá esteve.

Aos 13 anos, depois de muita insistência da minha mãe, chegou o diagnóstico: hipotireoidismo. Do diagnóstico ao perceber porque é que o peso não desaparecia foi um pulo. E, desde então, vivi com esse fantasma da "dificuldade extra em perder peso".

Têm-me perguntado muitas vezes qual o segredo por trás destes 26 quilos perdidos. Honestamente, só me vem uma palavra à cabeça: trabalho. O segredo é que dá mesmo muito trabalho perder peso, principalmente para quem, como eu, tem a genética contra.

Mas acho que o que diferencia esta dieta de outras que tentei antes, e que foram muitas, acreditem!, foi mesmo o ter chegado aos 30 anos. 

Sempre ouvi a minha mãe a contar a história do "Quando" da minha pediatra, e também eu me fui deixando encostar à sombra da bananeira à espera do "Quando" certo.

"Quando entrar para a faculdade perco peso."
"Quando sair da faculdade perco peso."
"Quando encontrar o homem dos meus sonhos perco peso."
"Quando começar a trabalhar perco peso."

Havia sempre algo à minha espera, pensava eu, para perder peso. E esse "quando", essa razão de força maior, nunca foi suficiente. Pelo contrário, o peso foi aumentando e a vontade de o perder diminuindo. 
Ouvi durante mais de três anos o meu endocrinologista dizer que era uma candidata perfeita para pôr uma banda gástrica, mas eu sabia que tinha um "quando" à minha espera... E esse "quando" chegou precisamente "quando" era suposto. "Quando" tive a vontade de pegar no saco de ginásio e mudar a mil por cento os meus hábitos alimentares. Tinha de partir de mim, tinha de ser eu a querer. A única coisa que nos impede de fazer o que quer que seja é a nossa vontade, e foi depois dos 30 que, ao perceber que o "quando" não estava a chegar sozinho, eu tive que o ir procurar. 

Hoje, o peso está a sair a custo, a muito custo!, e uma coisa é certa: é a levantar a bunda todos os dias e a pensar no que ainda falta perder que me motivo a fazer mais. Os 26 quilos já lá vão. Que venham os 27... os 28... os 29... É esse o meu foco. E, sim, sei que ainda tenho muito trabalho pela frente. Mas também sei que não estou sozinha.

Estão comigo?

Catarina


domingo, 2 de abril de 2017

Todos a pensar no mesmo...

À segunda-feira é dia de Zumba à hora de almoço. Não uma Zumba qualquer, uma Zumba com o meu mestre Daniel Barreto. É assim a minha hora obrigatória de ir ao ginásio. Faço mil e um malabarismos para conseguir chegar a horas, mas na segunda-feira passada, o Daniel não foi. 

Nada contra a menina que o ia substituir, mas rodei nos calcanhares e fui trocar a senha de Zumba por uma de Cycle, já que também é uma aula que me diz muito e achei, porque não?, já que fico sem Daniel, pelo menos não fico sem mexer a bunda.

Se já aqui vos falei da minha paixão por aulas de Cycle e de como consegui superar a questão traseira de ficar com o hemorroidal aflito com a ajuda de uns calções almofadados, orgulhem-se de saber que, apesar de não ir, de todo, a contar rolar 27 quilómetros numa bicicleta, ou seja, ia sem os ditos calções, pelo menos foi bom ficar a saber que as minhas partes baixas já aguentam este treino sem protecção extra.

E sim, estamos todos a pensar no mesmo.



Boa semana!

Catarina

quarta-feira, 29 de março de 2017

E se eu cumprir as regras?


Isto de ter começado a ser seguida por uma nutricionista da Dieta Emagril tem potencial para ser das melhores coisas na ajuda à perda de peso.
É estimulante termos encontro marcado de duas em duas semanas, ver os resultados a acontecer (já lá vão quatro quilos em um mês) e, acima de tudo, de duas em duas semanas irmos vendo onde posso mudar/melhorar a minha alimentação. Sou aconselhada consoante o que está a resultar ou não; consoante o que a balança nos diz: se estou a ganhar massa muscular; se estou a perder gordura, enfim, é um plano nutricional muito "meu".


A nutricionista que me segue é uma querida, e de vez em quando ainda trocamos mensagens do género "Estou a almoçar peixinho", ao que ela responde: "Linda menina!" É uma espécie de Big Brother de bolso!

Quanto aos meus intestinos, andam felizes e contentes como não andavam há muito tempo, graças ao Lax Extreme. Têm hora certa, todos os dias, de cantarem a música "Soltem os Prisioneiros", o que, comparando com os às vezes cinco dias seguidos sem ouvir essa melodia, convenhamos, é mais que uma melhoria!

Amanhã é dia de nova consulta. Tenho-me portado muito bem, a tomar os meus drenantes da Yellow Natura e a seguir a alimentação recomendada (excepção da noite de kizombada, mas uma noite não são noites!) pelo que espero não desiludir ninguém!

Catarina

terça-feira, 21 de março de 2017

Mirror, mirror on the gym...

Traio o Pedro com o Hugo; o Hugo com o Daniel e o Daniel com o Carlos... e ainda consegui traí-los a todos com o Vasco.

De todos eles, além do treino em si e dos seus benefícios, trago sempre alguma coisa. 


Do Pedro trago a inquietude; 

do Hugo trago as boas vibrações;
do Daniel trago a felicidade de dançar;
do Carlos trago o entusiasmo...
e do Vasco trouxe um invulgar orgulho.

Conheci o Vasco numa sessão experimental de Personal Trainer que vos falarei por cá em breve. Uma hora foi o suficiente para ele perceber que eu tenho um problema com espelhos: "Tens de olhar em frente, é importante não só para veres como está o teu corpo, como para manter o equilíbrio e uma postura direita", disse-me ele umas duas ou três vezes antes de eu lhe confessar: "Odeio olhar-me ao espelho..."

A resposta dele foi a mais improvável e, ao mesmo tempo, a mais óbvia. Gostava de tatuar as suas palavras no meu âmago para não mais me esquecer delas, mas partilho-as convosco pois... é isto mesmo. É isto mesmo...! Disse-me ele: "Ainda é tão pequena a percentagem de pessoas que praticam desporto no nosso país, que quem não pratica é que devia ter problemas em se olhar ao espelho. Tu tens de encher o peito e ter orgulho em ti, ainda por cima, fazes exercício com gosto. Sabes que isso é ainda mais raro, certo?"

Como não encarar o espelho com outros olhos depois deste discurso? E é algo tão óbvio que até parece ridículo ter tantos problemas em olhar para mim a treinar. Sim, transpiro que nem um texugo, sim, (ainda) estou fora da minha zona de conforto, mas, caneco!, estou a tentar, e com gosto! 

Assim como a alimentação saudável ou o exercício físico, o espelho é só mais uma barreira. Vamos lá superá-la!



Catarina

segunda-feira, 20 de março de 2017

Run, Catarina, Run... e eu corri a Meia Maratona


Diz o Priberam:

"correr", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/correr [consultado em 20-03-2017]

1. Ir com velocidade (diz-se de pessoasanimais e coisas).
2. Sair em corrente.
3. Passarir passando.
4. Efectuar-serealizar-se.
5. Estender-se.
6. Ter curso.
7. Procurar com empenho.
8. Fluirderramar-se.
9. Divulgar-sepropalar-se.
10. [Direito Estar afecto.


Para mim, "correr" será sempre significado daquilo que, ontem de manhã, contra todas as expectativas, consegui fazer: Acabar uma Meia Maratona.

Se aqui há um ano me dissessem que o ia fazer, teria ignorado tal informação. 

Se aqui há um mês me tivessem dito que o ia fazer, mesmo sabendo que estava inscrita na corrida, eu teria dito que ia "correr" a Meia Maratona a andar.

Se ontem de manhã me tivessem dito que ia aguentar os 21 quilómetros a correr, e que ainda ia ter energia para um sprint final no último quilómetro, teria chamado essa pessoa de louca.

Mas... consegui... Concluí a Meia Maratona de Lisboa. 

Foram três horas e oito minutos a correr. Sim, fui parando a corrida de vez em quando. Confesso que ao quilómetro 6 pensei mesmo em desistir. Não que estivesse cansada, que não estava, mas estava-me a fazer imensa confusão estar a correr sozinha, estava a achar aquilo tudo muito chato! Precisava de alguém com quem correr e os amigos que me desafiaram a ir fazer a corrida já tinham passado por mim todos (e gritado alto e bom som CATARINA!!).

Ainda por cima, claro que como achei que não ia correr tudo, não me preparei minimamente nem olhei para o mapa da corrida. Assim, fui sempre com a sensação que nunca mais chegava ao fim de metade do caminho para voltar para trás. 
Para quem conhece Lisboa, foi ali perto da zona de Santos que o momento de aflição aconteceu... Nunca mais vinha a curva para voltar para Belém, curva essa que só chegou no Cais do Sodré... Estive ali vai não vai para desistir...

Depois, já em Belém, vi uma família de um senhor com idade para ser meu pai e os seus dois filhos. Quando ia a correr ao lado deles, o pai começou a dizer que ia desistir e, claro, a Catarina teve que se meter e dizer "Se desistir eu desisto, e já agora quero chegar ao fim." E lá fomos os quatro. Sem eles acho mesmo que teria desistido. Já estava farta de correr. Não cansada. Farta.

No final, aquela medalha simbólica que dão foi mesmo uma espécie de culminar de todo o sacrifício.
Pela corrida, pelo desafio que tem sido esta perda de peso, por mais uma conquista que não estava à espera de alcançar, mas que... alcancei.

E agora, para acabar este artigo de uma forma ligeira: NINGUÉM ME AVISOU QUE AS MAMAS IAM FICAR TODAS ASSADAS! Credo! Quando fui tomar banho nem queria acreditar na dor horrível que estava a sentir nas mamocas! Portanto, tenho a marca do soutien à volta do tronco e as próprias das mamas tenho assim em espécie de carne viva ou o que é. Sim, já pus creme, mas alguém me podia ter dito que isto ia acontecer! De todo, foi a lesão menos expectável do esforço de ontem...

E agora, se me perguntarem se vou voltar a correr uma Meia Maratona, digo-vos já que não! Está feito. Prova superada. Foi uma sensação do caraças (e ainda é!) chegar ao fim dos 21 quilómetros, mas já vi que correr não é para mim e, não, não tenho curiosidade nenhuma em ver se consigo fazer melhor que três horas e oito minutos!

Fica este sorriso para a posteridade,



Catarina



quinta-feira, 16 de março de 2017

Em modo Capela Sistina


Há updates importantes a serem feitos de vez em quando neste blogue.
Um deles, claro está, é a minha pança. Como vai ela?, perguntam vocês. 

Ao que respondo, assim:


Posso afirmar que está a funcionar... Pelo menos, acho que sim. Tanto os treinos com o Pedro como os treinos com o Hugo na Rapid FIT&WELL começam a dar (boa) forma a este meu corpo. Claro que fico super contente por mim, mas, caramba, quero mesmo deixar os meus dois moços orgulhosos! Quero ser uma espécie de Capela Sistina deles. Estou a dar trabalho, eles têm que ter muita paciência, mas vou ficar um deleite, se vou!

Catarina

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...