Mostrar mensagens com a etiqueta vida a dois. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vida a dois. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Um frasco cheio de boas intenções



Há sempre resoluções de Ano Novo. É inevitável, certo? 
O ano passado, a minha grande resolução não foi a dieta, mas sim juntar dinheiro num jarro. A ideia era começar com dois euros, depois quatro, depois oito... Já perceberam a ideia. Confesso que desisti na segunda semana. Raramente tenho trocos, por isso os quatro euros nunca chegaram ao frasco. 
Ainda o mantive intacto em cima da mesa com os dois primeiros euros do ano durante uns valentes meses, mas quando precisei dos dois euros para estacionar o carro em Lisboa, o frasco foi para o lixo assim como as expectativas de juntar lá dinheiro.

A resolução deste ano também envolve um frasco, mas espero mantê-la nestes novos 12 meses que a vida nos trouxe.



A ideia é, todas as semanas, escrever num papelinho uma coisa boa que tenha acontecido durante esses sete dias e guardar no frasco. No fim do ano, a ideia é ter um frasco cheio de coisas boas que, apesar de tudo, nem nos lembramos que elas aconteceram!

O papelinho desta semana já está escrito, mas vem com "delay" de mais de três décadas. Afinal, faz hoje 33 anos que nasceu o homem da minha vida. É sempre um bom motivo para escrever num post-it: "faz hoje 33 anos que o meu amor nasceu!"

Parabéns, marido! E que o nosso frasquinho se encha de coisas boas este ano!

Catarina

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Prova de amor vira prova de que estou no caminho certo


Começou por ser uma prova pequenina, mas agora, que já passou uma semana desta nova maneira de a usar, posso de facto afirmar que os números da balança são o menos importante num processo de perda de peso.

Já namoro com o meu senhor, o Pedro, há 11 anos, quase 12 (!) e, desde o primeiro aniversário, usamos uma espécie de aliança. Quando ele ma ofereceu, eu pesava, na balança, menos 10 quilos do que aqueles que (ainda) tenho agora. A aliança sempre (sempre) serviu na muche. Parecia que me tinham tirado a medida ao dedo de tão perfeita que ficava. Vieram os quilos a mais, e o dedo começou a deformar e acho que só não deformou mais porque tenho o hábito de a tirar assim que chego a casa.

Agora, ainda não estou no peso que tinha quando o Pedro me deu a aliança, mas nesta última semana, depois de algumas ameaças de queda ao usá-la no dedo anelar, passei a usá-la assim:


Agora, digam-me lá, se não será esta a maior prova de que o peso são mesmo só números?
O meu corpo está melhor agora, que até estou mais velha, do que estava quando eu tinha menos 10 quilos, mas não praticava desporto. Estou a tonificar. Estou a fazer uma alimentação saudável. Estou a beber água. Estou no caminho certo!

Por este andar, marido, mais cedo ou mais tarde acho que está na altura de me ofereceres um anel novo, não?

Fica a dica!

Catarina

domingo, 4 de dezembro de 2016

Amesterdão: checked!


Esta semana, devem ter reparado alguma ausência minha pelos vossos blogs e também pelos meus treinos. Passo a explicar. Fomos, eu e o marido, passar a semaninha até Amesterdão. Uma espécie de lua-de-mel, mas que, entre museus, sapatos de madeira, tulipas e MUITAS bicicletas, me impediu de vos visitar (isso e o facto de o hotel não ter Wi-Fi grátis e eu não sou menina de pagar por essas modernices!). A espaços raros (leia-se, nos museus) lá fui tendo Internet para saber notícias do meu país, mas pouco mais do que isso! 
Fui cheia de vontade de fazer agachamentos e abdominais todas as noites, mas confesso que entre sair do hotel às 08h30 todos os dias e voltar lá para as 22h e a correria de ver tudo a que me tinha proposto (sucesso! Conseguimos ver todos os que queríamos!), a vontade foi nenhuma. Chegámos todos os dias ao hotel KO, mas acho que o que andámos e o pouco que comemos acabou por compensar a coisa... Pelo menos, espero que amanhã a balança assim o confirme, caramba!

E agora: Amesterdão! Que tal foi? Muito frio, pois claro. Houve alturas em que tivemos, literalmente, a cara congelada... Não conseguíamos sequer falar de tão gelada que estava a face. Mas depois olhávamos para os canais, para a arquitectura... e a realidade é que o frio se aguentou muito bem! Estava à espera de bem pior, mas todos os dias, assim que chegava ao primeiro museu, lá tinha que ir a uma casa de banho despir a camisola interior. Prova de frio superada!

O que mal ia sendo superado era o raio das bicicletas! Oh terra com tanta bicicleta! Várias vezes fui sendo atropelada por uma bicla. Esquecia-me que elas existiam e que até tinham o seu próprio corredor nas ruas, o que é que querem? Ouvi o que me pareceram ser muitos palavrões em neerlandês! Ou podia ser só um "Cuidado aí, menina!", não sei. A realidade é que é uma língua muito bruta! 

Em relação a disparates calóricos, como já vos disse andámos sempre a correr de um lado para o outro. O almoço foi todos os dias sandes, e sempre a andar entre museus. Por isso, em teoria, estávamos a queimar as calorias enquanto as ingeríamos. Genial, certo?

Claro que tive momentos em que me esqueci do meu PT- falante, e sucumbi à tentação... (acho que o PT-falante deve ter falado comigo em neerlandês, lá está. Não o entendi =P). O único dia em que não jantámos latas de atum levadas de Portugal, fomos a um restaurante que será agora, provavelmente, o meu preferido do mundo, e não por causa da comida! Chama-se Moeders (ou seja, Mães) e é um altar a todas as mães, com comida caseira que, de tão suculenta e farta nos aconchegou o estômago (quase) como a comida da mãe. A decoração é um mimo: molduras e molduras e mais molduras de mães cujos filhos levaram para o restaurante em jeito de homenagem. Foi o que fiz com a minha. Levei-a comigo numa fotografia emoldurada (na realidade é uma fotografia das duas no dia em que eu nasci) e, não só jantei com a moldura na mesa, como lhe enviei uma fotografia dessa mesma mesa "composta" e ainda deixei a moldura lá! A dona do restaurante achou tão ternurenta a fotografia que a deixou em local de destaque, logo à entrada! No dia a seguir voltámos a passar pelo restaurante, e ainda lá estava no mesmo sítio. Ou seja, quer-me parecer que não será "fogo-de-vista" o local escolhido para a minha moldura! Acho delicioso eu e a minha mãe termos "ficado" em Amesterdão...

Além do prato local que comemos no Moeders (hollandse stamppot), a realidade é que gosto muito de conhecer a doçaria dos locais onde vou. Provámos um assim muito cor-de-rosa e muito maravilhoso e, no último dia, foi mesmo a cereja no topo do bolo: fomos lanchar à De Taart Van M'n Tante que será, seguramente, a pastelaria mais querida do mundo. Adorei tudo, a decoração, o espaço, as funcionárias, as clientes, o cappuccino e... OS BOLOS! Desculpa lá, dieta, mas desta vez teve que ser. Eu nem sei a maravilha que me passou pelo esófago a caminho das ancas (era tanta a oferta que acabámos por escolher um pouco ao calhas pois tudo tinha bom ar!), só sei que era maravilhosa! 

Sem dúvida, Amesterdão deixa saudades. Mesmo com o frio e com as bicicletas, e com o facto de às cinco da tarde estar escuridão total, adorei a cidade e quero muito lá voltar.

Agora deixo-vos algumas fotografias, que escrever é muito bonito, mas imagens sempre embelezam mais o blogue!

Catarina

Estive para não ir a este museu, mas só para ver este quadro ao vivo valeu TANTO a pena... Rijksmuseum e "A Ronda Noturna" de Rembrandt

Muitas tentações a que eu podia ter vacilado, mas mesmo assim portei-me bem!

Muitas (muitas mesmo!) luvas perdidas pelas ruas de Amesterdão!

Esta arquitectura...

Uma língua bruta!

Fomos até ao outro lado e esta é a vista do barco da Estação Central... maravilhosa... 

Anda uma pessoa a fazer dieta para depois ir de férias para um sítio geladinho e ter que andar vestida com sei lá quantas camadas de roupa! Adeus abdominais =P

O sinal avisa: cuidado com as bicicletas!

Estivemos lá em cima! No Adam Look Out! TÃO fixe!

Teve que ser... o meu souvenir! São tão fofinhas e confortáveis!

Tirada assim quando o guarda não estava a ver... Não é fácil visitar o Museu do Van Gogh!

No Kattenkabinet, ou Museu dos Gatos, foi fácil querer trazer todos para casa! Que melosos... 

Estes canais...

É uma pastelaria portuguesa? Com certeza. Numa ruazinha muito pequenina demos com pastéis de nata, croquetes, pastéis de bacalhau... e resistimos a tudo!

A jantar no Moeders <3

Descubram a moldura que lá deixei! 

Até Amesterdão o diz: Catarina, a Grande!

Frio e frio: camadas e camadas!

De Taart Van M'n Tante... que sítio maravilhoso!  
Confesso que nem me lembrei de tirar fotografia do bolo... tinha tão bom aspecto que foi do género: AO ATAQUE!



Tulipas!

Cores do mercado.

Kiwis dourados.

Caos no parque de estacionamento!

Vá, um souvenir para vocês! ;)

sábado, 19 de novembro de 2016

Abanar o esqueleto #3


Ironicamente, fui até ao Parque da Bela Vista, durante o Rock in Rio deste ano, para ver o Johnny Depp e os seus Hollywood Vampire. Mas dessa noite, mais do que os próprios cabeças-de-cartaz, quem trouxe comigo foram estes senhores. Rival Sons de seu nome.

Se tivesse uma banda, era assim. Música que apetece dançar agarrada ao microfone enquanto narramos do fundo da alma o amor funesto por todas as coisas e por coisa nenhuma.

Podia ter escolhido qualquer música deles, qualquer uma das que trago comigo no carro todos os dias, mas deixo-vos esta. Foi a ouvir esta que senti necessidade de enviar uma mensagem ao marido a dizer “Youtuba aí ‘Rival Sons’. Vais-te passar.” E ele passou-se. E agora passamo-nos em conjunto e estamos ansiosos que eles voltem cá ao burgo.


Desfrutem:

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Seguradoras a ajudarem na dieta? Sim, sim.


Sim, já fiz muitas. Tantas que já lhes perdi a conta. Porque é que esta dieta está a ser diferente? Duas palavras: Economicamente criativa.
É, não só a razão, como a alcunha que tenho lá por casa. O meu “namorido” surpreende-se com as matemáticas que eu faço para tentarmos poupar uns tostões ao fim do mês (um dia falo disso aqui) e, por essa razão, começou a chamar-me de “Economicamente criativa”. 
Assim, como devem calcular, fiquei pior que estragada quando, na altura da compra da nossa casa, recebemos a proposta de seguro de vida referente a cada um e, qual não é o meu espanto, vejo que o meu seguro (e só o meu) vinha com uma caução extra por culpa do meu… excesso de peso! 
Nem queria acreditar…
Basicamente, por ter excesso de peso podia sofrer de problemas cardíacos, hipertensão, diabetes, etc, logo, haveria mais probabilidade de morrer antes de pagar o que devo ao banco, lá está.
Conformada, mas não resignada, aceitei o seguro de vida pois não havia nada a fazer, certo?
Errado.
Aceitei o seguro de vida, sim. Mas houve algo que pude fazer. E foi o que fiz. 

Na última terça-feira do mês de Janeiro de 2016, fui à minha primeira aula de Zumba no ginásio. 
E foi aí que esta minha mudança começou.

Agora, só estou à espera de perder mais um bocadinho de peso para poder ir renegociar o meu seguro de vida. Quero estar “legalmente saudável” (mesmo que para isso me tenha que matar no ginásio).
Por isso, obrigada, seguradoras deste universo. Por serem umas idiotas e por me fazerem perder peso... e tudo porque não vos quero pagar mais €12 por mês. 
Economicamente criativa for the win! 


Catarina
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...