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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Três anos


Resolvi não partilhar fotografia do "antes". Mais concretamente do "há três anos", quando resolvi entrar num ginásio pela primeira vez.
Estava então com 122 quilos, apesar de, algures na minha vida, já ter pesado 130. E a razão pela qual não partilho uma fotografia do antes é porque, se aquela Catarina permitiu a esta estar cá hoje, a realidade é que ela, a do "antes" já não existe.
Sim, serei sempre uma gorda em recuperação. Terei sempre, para sempre, que lutar contra a minha tendência natural de engordar, mas tenho agora ferramentas em mim que desconhecia. Tenho uma energia que está bem orientada. Tenho pessoas a puxarem por mim. Tenho objectivos concretos (além do Biquíni, convenhamos!) e tenho um gosto brutal em tentar ser mais saudável. Claro, há dias em que a preguiça ataca. Em que a gula chama por mim, mas também sei que tenho agora uma voz que me diz "pronto, já passou, anda lá resolver isso".
Sei que esta minha mudança não me dá a imortalidade. Até porque do nada podemos levar com um camião e ver a vida a passar à frente dos olhos...e, nisso, eu bem sei do que falo!, mas a qualidade de vida que ganhei, o conseguir mexer-me, o conseguir ir a uma loja e a roupa servir, olhar ao espelho e ver a mudança estrondosa que está a ser esta jornada... ui! Nada paga isso! É uma sensação dos diabos, caneco!

Ainda não está perfeito.
Nunca vai estar perfeito.
Mas está um corpo em manutenção.
Um corpo a caminho do Biquíni Dourado.


Catarina


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

#dia21 - Quanto tempo levas a vestir um vestido?


Estava a beber café com a minha mãe no Balcão do Marquês, em Lisboa, quando olhei para o lado e vi uma rapariga com um casaco igual ao meu. Era novo, esse meu casaco, e estava tão orgulhosa de o ter que o facto de ver alguém com um igual me deixou desperta. Olhando com mais atenção para a rapariga, reparei que tinha, por baixo desse tal casaco, um vestido florido. Esse vestido florido, também eu o tinha, só que com a diferença que o meu estava pendurado no armário do meu quarto, ainda com a etiqueta à espera de ser cortada ou que me resolvesse a ir devolvê-lo à loja.
Tinha comprado o vestido como "prenda de início de estágio". Pensei que era tão fora da minha área de conforto e do meu estilo "à faculdade" que seria ideal para começar uma nova vida de "adulta".



Esta memória da rapariga de vestido e casaco iguais aos meus remonta a 2008, ano em que comecei a estagiar. 

Até esta semana, o vestido tinha saído uma vez do armário para um jantar formal, em que nem o casaco que levei por cima despi, e outra vez para emprestar a uma amiga. 
Repito: até esta semana, o vestido mais não era do que a memória da tal rapariga e, sempre que olhava para ele no armário (onde esteve sempre estes dez anos) era com a frase "Ainda o vou usar com o casaco..." em mente.
Até esta semana.
Apesar de eu estar um bocadinho pequenino minimozinho mais confiante, foi com muita consciência do meu tamanho, aspecto e até peso da sua presença no armário durante dez anos que o vesti ontem. 

Ainda não está como o idealizei na minha mente. Ainda sinto volume a mais onde queria ter a menos (ANCAS!!!), mas... dez anos depois, foi uma estreia a do vestido. 
Estive sempre consciente que tinha "o" vestido e que tinha "o" casaco da tal rapariga, que por sinal também eram meus, e foi com o à vontade dela naquela pastelaria no Marquês que tentei andar o dia todo (apesar de, interiormente, saber que andei à rasca o dia todo... se andei!)

E aqui estão eles, o vestido e o casaco, e eu. Dez anos depois.



domingo, 16 de dezembro de 2018

Bem-vindo, branco! #dia16

Deixei cair o telemóvel para tirar uma fotografia tipo esta num provador de uma loja. O leitor de cartões SD deixou de funcionar, por isso, em sua homenagem, eis a última foto lá guardada e enviada já via PC por e-mail... 

Eu dantes não usava branco. Dantes. Mas alguém me disse que era uma cor que me ficava bem e resolvi arriscar... 

E não é que esta camisola da Stradivarius foi parar ao meu armário?

Catarina

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Verão em Dezembro - #dia13

Confesso: tenho andado numa fase um pouco mais em baixo, com menos vontade de ir treinar ou de ter uma alimentação saudável. Por isso, é normal que, por vezes, olhe para trás. 

No Verão tive um desses momentos. Uma amiga partilhou uma memória que teve comigo há seis anos. Fiquei em choque de ver o quanto tinha mudado. É um facto que não nos sentimos a envelhecer, mas também é facto que não nos "vemos" a emagrecer.
Sentimos a roupa a ficar larga, o olhar dos outros de admiração. Vemos pequenas coisas como os óculos que já não dobram na cara por ter uma cara demasiado gorda... enfim... pequenos nadas que viram tudo.

Por estar nesta fase um pouco mais em baixo, precisei de recordar esse momento do Verão. O momento em que confrontei duas Catarinas e que me apercebi que a da direita está no caminho certo.




Catarina

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Sobreviver ao Natal na linha #dia11


O Natal é uma época caraterizada por reencontros e, muitos deles, são passados à mesa. Como tal, as pessoas tendem a cometer mais excessos… Ana Brázia Santos, nutricionista funcional, nutricoach e autora do blogue Pomegranate, deixa-nos algumas dicas que relembram o óbvio: na altura “gorda” do ano, como em tudo na vida, o equilíbrio é sem dúvida a melhor opção.



Dicas 


- por norma, os jantares entre amigos e de trabalho são o ponto de partida para os excesso feitos no mês de dezembro e, por isso, é também importante ter alguns cuidados: a nível de entradas, prefira uns ovos mexidos com cogumelos ou espargos ou mesmo uns mexilhões ou amêijoas à bulhão pato, tenha atenção aos fritos e tenha sempre presente os hortícolas como acompanhamento do prato principal; caso não consiga resistir à sobremesa, divida-a! Em relação ao álcool, com moderação! 

- um dos pontos mais importantes é sem dúvida as quantidades: quer sejam a nível do que se faz por casa ou do que se compra e estamos a falar tanto a nível de doçaria natalícia (sonhos, filhoses, arroz-doce, aletria, bolo-rei, bolo-rainha e muitos mais) como também dos pratos tradicionais da consoada como do dia de Natal; Com menos quantidade de comidas em casa, torna-se muito mais simples de se reduzir as porções como as sobras que por norma são um "empecilho" e mais uma tentação pós-natalícia!

- a mesa sempre posta é uma prática corrente, o que torna tudo mais facilmente acessível e à vista de todos, fazendo com que as tentações sejam ainda mais apelativas; de forma a minimizar os petiscos de pura gula, tente retirar alguns bolos/sobremesa, bombons e outros doces da mesa e tente ter à vista alternativas mais saudáveis como a fruta e oleaginosas (nozes, o pinhão, amêndoas são alguns exemplos) mas é também importante ter moderação a nível de quantidades;

- para quem está habituado a fazer grande parte das receitas em casa, sugiro que optem por alternativas mais saudáveis e que na própria receita reduzam tanto a nível de quantidades num todo como de determinados ingredientes (açúcar e gordura); Pegando na doçaria, podem ter alternativas melhores face às tradicionais:
·         açúcar: substituir por açúcar de coco, tâmaras, mel ou açúcar mascavado;
·         farinhas: opte por farinhas integrais ou se preferir, nem que comece por misturar uma percentagem de integral à refinada; pode também optar por outro tipo de farinhas como a aveia, o centeio, a espelta, trigo-sarraceno, farinha de coco; alternativas é o que não falta;
·         gordura: em termos de qualidade, evite ao máximo as margarinas/cremes vegetais como os óleos vegetais correntes e prefira a manteiga, azeite, óleo de coco; é claro que todas elas são gorduras, umas melhores alternativas que outras mas, ambas têm que ser reduzidas na sua quantidade;
·         chocolate: caso seja em pó, opte pelo light, que já tem menos açúcar face ao tradicional mas, sem dúvida que o cacau cru é a melhor opção; no que toca à tablete, quanto maior a % de cacau, melhor e sim, sempre acima dos 75%.

domingo, 9 de dezembro de 2018

EU AMANHÃ VOU CORRER! EU AMANHÃ VOU CORRER! EU AMANHÃ VOU CORRER! #dia9

Caso ainda não tenham entendido: EU AMANHÃ VOU CORRER!
Vá... eu amanhã quero ir correr...

OK, na verdade, eu sei que vou hoje pôr o despertador para acordar ainda mais cedo amanhã para ir correr antes de ir trabalhar.

Na verdade, eu sei que vou ler a frase "Vai correr, mandriona!" escrita no meu alarme e vou pensar para comigo "amanhã é um novo dia". E eu juro que queria muito ser aquela pessoa que vai correr de madrugada antes de ir trabalhar, só que, o que acontece, é que eu entro ainda de madrugada no trabalho, mas concretamente às 07h. Para ir correr, tenho de, no máximo dos máximos e já a contar com fazer tudo a correr (além da corrida propriamente dita), acordar às 04h20........ no Inverno.... quando está quentinho entre lençóis, quando está fofinho no colchão..... quando não estou na rua a correr... porque, sejamos honestos, correr é uma secaaaaa! Muito mais às 04h20! Não há coragem...

Mas eu quero muito! Por isso é que aqui coloquei esta minha tentativa de me pressionar a mim mesma para ir amanhã correr! Assim, se toda a gente souber das minhas intenções de sair para a rua para o frio para correr "só porque sim", pode ser que aconteça.... pois, afinal, EU AMANHÃ VOU CORRER!



Catarina

terça-feira, 6 de março de 2018

30 dias de abdominais - check!


Basicamente, à terceira foi de vez!

Já tinha tentado duas vezes concluir o desafio de 30 dias de abdominais, sendo que uma das vezes até partilhei aqui no blogue para ver se me inspirava a cumprir a missão até ao fim, mas... das duas primeiras vezes não tive sucesso.

Até que, contrariando a preguiça que por vezes me assola quando chego a casa, desta vez é que foi... e ainda bem!

Deu-me um gozo brutal ir-me superando todos os dias. Fui sempre achando que no dia a seguir não ia conseguir acrescentar mais abdominais ou tempo à prancha.... mas a realidade é que o fiz.

Quer fosse de madrugada antes de ir para o trabalho, ou por vezes à noite já de pijama, não falhei. Trinta dias de abdominais, leg raises e prancha, sendo que todos os dias aumentava a quantidade.

Os resultados, acho que não podiam estar mais à vista, até porque fui tirando fotografias todas as semanas para mostrar (E VER!!) a evolução.

Cá ficam elas:

No primeiro dia estávamos assim...

 
No final da primeira semana...
No final da segunda semana...

Algures pelo meio da semana comecei a ver qualquer coisa mais diferente...

No final da terceira semana...

Último dia...

Basicamente, com alguma casmurrice consegue-se resultados. Acho que a minha barriga é a prova disso, e vos garanto que teria tido melhores resultados não fosse a minha constante preguiça intestinal, que resulta em barriga inchada, a antipática!

Espero que se inspirem em seguir um plano deste durante um mês. Há muitos pela Net, mas o que eu segui podem consultar AQUI.


Catarina

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Trio-maravilha está de volta!

Por questões de horário no trabalho, estive duas semanas sem treinar na Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique. Juntar a isso mais uma semana antes em que não tive o meu PT Hugo (diz que esteve a usufruir de uma coisa chamada "férias") e resulta em três semanas sem treinar com ele! TRÊS! 

Para uma pessoa normal não há problema, mas para uma carangueja de signo como eu, gera logo um turbilhão de ansiedades de voltar às rotinas e ao aconchego da "normalidade". 

Ontem foi dia de reencontros e se eu ia a achar que como o homem esteve de férias vinha com tranquilidade e serenidade, eis que se me enganei. Caneco! Veio com a força toda e foi um treino daqueles de me deixar a cheirar particularmente mal no final de tanto suor que para ali deitei. E que saudades que eu tinha disso... 

De suar forte e feio, mas também de estar ali naquela picardia constante que tenho com o Hugo. Se um diz mata, o outro diz esfola, mas regra geral ganha ele até porque estou em posição mais submissa, por estar a treinar ligada a uma máquina e assim. Mas ontem até que o apanhei numa posição mais vulnerável. Foi como se ele tivesse perguntado "Queres chegar ao Biquíni Dourado com a minha ajuda?" E eu disse "Sim". Afinal, não é todos os dias que se ajoelham aos nossos pés. E tenho provas:

(Notinha a este último parágrafo: de facto o Hugo esteve de joelhos ao pé de mim, mas não foi só mesmo para ligar o fato. Eu é que aproveitei todo esse momento para criar aqui um registo de comédia de alto gabarito que espero que tenham gostado. Até porque consegui sacar uma foto bem engraçada. E porque ele já me tinha proposto há muito tempo chegarmos juntos ao meu Biquíni, só não tinha sido de joelhos, bá lá ber!)

A nível emocional (que pode não parecer, mas sou muito piegas) foram duas semanas em que senti falta daquela boa gente toda que lá trabalha (e dos abraços da minha Vanessa!), mas este é um blogue acima de tudo sobre a minha vida de ginásio. E acreditem que ter ficado duas semanas sem os meus treinos na Rapid fez prejuízo no meu corpo: ficou mais mole, os quilos estiveram mais teimosos a ir desta para melhor e deixei de sentir os músculos treinados como sentia dantes. Até as articulações se queixaram estes dias e deram sinais dolorosos. É deveras impressionante a catrefada de benefícios que traz treinar com recurso à electroestimulação muscular! 

Mas a equipa-maravilha está de volta. Eu, o Hugo e o fato mágico. Portanto, não se admirem se voltarem a ver vídeos e fotos destas duas caras bonitas. Como estas que se seguem: (E já avisei o meu corpo para se ir preparando que vai voltar a ver o que é bom para a tosse!)



Catarina

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quando pedes a mão e ganhas um abraço de gente

Eu bem digo que o que esta aventura tem de melhor são as pessoas. Sim, ganhar saúde porque perdi peso é bom. Mas a minha alma tem recebido tanto carinho que o coração por vezes até se sente a rebentar!

Vamos por partes. 

Esta minha dissertação de hoje surge porque o Hugo me desafiou (OK, ele já andava a desafiar há mais tempo, mas, estupidamente, fui adiando...) a ir fazer uma das suas aulas de Zumba e GAP (glúteos, abdominais e pernas) ao complexo desportivo da Junta de Freguesia de Benfica.

Lá fui a semana passada. Quase que a pedir-lhe para me dar a mão (já sei que não sou burra nenhuma, que o garoto é giro que se farta) de tão enrascada que estava com o novo ambiente (não parece, mas sou muito tímida) e ele deu-me uma mão... a mão da Gabriela. E é só assim a mão mais ternurenta de todó mundo da zumba! Com a mão da Gabriela veio a mão da Isilda e é isto... Tão simples, e de repente sinto que já são mais duas pessoas minhas.

Ficou prometido voltar esta semana, e como passo a vida a desafiar meio mundo a vir fazer coisas giras comigo, ontem foi a vez de desafiar uma amiga, a Andreia, que foi tão bom reencontrar neste contexto. Foi mesmo! 

Quando cheguei à Junta, a Gabriela e a Isilda já estavam à minha espera, com quatro mãos e dois sorrisos rasgados "Só as conheço há uma semana", expliquei à Andreia enquanto as abraçava às duas, como se de um longo reencontro se tratasse... É tão bom, tão, tão bom ganhar pessoas novas. Sim, já as ganhei.

E que tal as aulas, Catarina? 

Bem, caso não tivesse gostado a semana passada, não tinha voltado esta, certo? As pessoas são importantes, mas passar por dois concelhos para zumbar e GAPar é dose e tem de se fazer com gosto!

O Hugo é de facto fenomenal. Eu já o sabia, claro. Mas no contexto de personal trainer que conheço (palavra-chave "personal") é diferente. Somos dois a treinar com um fim em comum (o meu Biquíni, ai não!). Nas aulas de grupo, é ele e mais muitas pessoas, cada uma com o seu objectivo, umas porque querem um escape de fim de dia, outras para treinar, outras para abanar a bunda, outras para olhar para o rapaz giro (que bem há destas que eu sei, suas devassas! :p)... São muitas as opções que levam uma pessoa ao final de uma quinta-feira até à Junta de Benfica, e o profissionalismo, a dedicação, a entrega, o carisma, o humor, o know-how e tantas outras qualidades (que não vou escrever já para ter material para futuros artigos!) do Hugo estão lá á sua disposição. É o maior! E é por isto que eu digo: o meu PT é melhor que o teu. É mesmo!

E agora, a minha parte favoritaaaaaaaaaa: FOTOS e um vídeo para verem como se faz um final de aula de Zumba a envolver a galera!


Sem hipótese: as quatro mais gatas de todas! Nota: pré-aula!

Enquanto uma pessoa desfalece em cima da bola de Pilates, há quem lhe tire fotografias e selfies e assim. Desta não fizeste, Andreia, mas da próxima GAP contigo! 

Confesso que a Andreia não ter feito a aula de GAP acabou por resultar em muitas fotografias minhas a treinar. E esta será sempre uma boa foto minha e do Hugo!


Sou tão pouco apreciadora de lounges!

Mais outra boa foto nossa...

E ainda mais outra!
Não fazer aula de GAP versus Fazer aula de GAP
A Gabriela deu-me a mão, mas esta trupe toda ganhou o meu abraço dourado.
Vamo qui vamo!!



Catarina

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Dia do Biquíni é dia de PASSATEMPO!


Reza a lenda que foi a 5 de Julho de 1946 que algures pelas Franças se usou pela primeira vez um biquíni. 

A invenção, que prometia ter um efeito bombástico na sociedade pelo pouco uso de tecido, inspirou-se no nome de uma ilha do Oceano Pacífico (a ilha Atol de Bikini) onde foram feitos testes com bombas nucleares.

Daí hoje se celebrar... o Dia do Biquíni, e sendo eu uma pessoa óbvia, claro que hoje é dia de festa cá no blogue! 


Para celebrar, tenho um exemplar do livro Barriga Fit - SOS Operação Biquíni (sou mesmo muito óbvia!), da autoria de Izabel de Paula numa edição da Esfera dos Livros, para oferecer.



Para tal, terão de perder um minuto de vida a:

1 - Dar um like no Facebook da editora A ESFERA DOS LIVROS;

2 - Dar um like no Facebook do BIQUÍNI DOURADO;

3 - Comentar nesta publicação aqui no blogue: EU DEI LIKES!

O vencedor será o 5.º (porque hoje é dia 5, obviamente!) a comentar esta publicação, e para tornar tudo mais divertido, até chegar ao quinto "comentadeiro" vou optar por ter que aprovar os vossos comentários antes de serem publicados (que mazinha que ela é!)

Posto isto, espero que dêem uso aos vossos biquínis hoje, e que daqui a um ano, numa espécie de promessa-comprometimento que aqui vos deixo, estejamos a celebrar a ver uma fotografia minha, bem esculpida e algo desnuda, com "o" Biquíni Dourado.

É esse o objectivo. 365 dias para o meu Biquíni Dourado! E o jeito que este livro me daria... depois peço-o emprestado a quem ganhar, boa?

Catarina





quarta-feira, 21 de junho de 2017

Não mata, mas obriga-me a ir às compras... oooooooh

Acaba por ser irónico que, na altura em que tenho de ter mais atenção aos gastos financeiros, seja precisamente a altura em que, ó que chatice, tenho de me dirigir a lojas de roupa para, ai que maçada, comprar... roupa.


Eu até queria esperar "assentar" num tamanho (o do Biquíni Dourado, esperemos!) para dar um refresh ao meu guarda-roupa, e até me tenho portado bem. Ou melhor, até me andava a portar bem. Dava por mim a usar roupas de há 27 quilos, largas que só elas, mas meti em ideia só gastar dinheiro a sério em roupa quando chegasse ao meu número final... Mas eis que fui despedida, lembram-se? Neste momento da minha vida, em que ir a entrevistas de emprego é o pão nosso de cada semana, ir com roupa a fazer parecer que levava um saco do lixo vestido de tão larga que estava começou a estar fora de questão. Uma coisa era levar para o meu antigo emprego, que até sabiam da minha mudança de vida (e que eu ganhava mal!) roupa XXL em corpo de (quase) M. Outra coisa é querer passar uma boa, adelgaçante (porque a roupa demasiado larga também engorda uma pessoa!) e arrumadinha imagem de mim.

Vai daí, resolvi investir em dois ou três pares de calças e em duas ou três (foram dez, eu acho que foram umas dez) camisolas novas e num biquíni novo (nunca se sabe se, com tanto tempo que tenho passado em piscinas, o meu futuro não terá um chão de cor azul-água). 

É estranho, olhar-me ao espelho com esta roupa nova e ver uma Catarina tão diferente. Além de que, finalmente tive a consciência de outros números. Passei de vestir um 52 de calças para um tamanho 46, algumas lojas já 44. Nas camisolas passei do tamanho 20 para o 14, ou do "o tamanho maior não serve" para o tamanho M. 

Claro, podia ser uma diferença maior, principalmente nas calças, e por isso é que eu estava à espera de perder mais peso para investir num novo guarda-roupa. Mas até acho que não está nada mal. 

Há males que vêm por bem, e apesar de ainda não ver a luz ao fundo do túnel com este despedimento, pelo menos já vejo roupa nova no meu armário e no meu corpo... E isso parece-me sempre uma boa ideia!

Catarina


sábado, 13 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #26

Como devem calcular, esta semana a música é só uma, ou não a tivesse começado ao seu som.

Há muitas versões, claro, mas esta ao vivo e deste álbum que me acompanha há tantos anos é mesmo "a" versão. 

Senhoras e senhores, Jorge Palma "No Tempo dos Assassinos" a cantar "Acorda Menina Linda".





Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Este artigo tem naves a voarem no Espaço, campoinices e vida de ginásio. Não acreditam?


Naves, sabres de luz, Estrela da Morte, Wookies e tantas outras excentricidades modernas que fazem parte desta fantasia espacial que é o "Star Wars". E depois o ginásio e toda a sua envolvência de máquinas e afins. E ainda por cima eu até treino com um todo-futurista fato de electroestimulação muscular e em cima de uma prancha dentro de água. Até parece que eu não penso em mais nada que não nestas "modernices". 
Longe da verdade. Descobri há pouco tempo o fascínio de plantar uma flor e de a ver crescer, desenvolver e, se já me conhecem, saberão que quando me dedico a algo, é a 100%. 
Assim, nesta minha faceta de "vida no campo", comecei a comprar revistas da especialidade até mais não, e encontrei já há uns tempos uma planta chamada "impatiens".
Foi risada instantânea na família por, desde sempre, me dizerem para ter calma. Parecia que tinha finalmente encontrado a flor ideal para mim, também ela impaciente.
Este fim-de-semana, numa das minhas muitas idas a mercados de flores, lá estava ela, em toda a sua gloriosa cor-de-rosice, por troca de €2: uma "impatiens".


Claro que a comprei, já a plantei e, quanto mais penso nela, mais acho como, no fundo, estou a conseguir dominar as minhas inpaciências.

Vejamos: resolvi-me a perder peso sozinha. Ao contrário do que o meu endocrinologista tanto apelou, há um ano e cinco meses, não quis colocar a banda gástrica. Achei que esse seria um caminho complicado, sim, mas, em última análise, era o mais fácil a seguir. Punha a banda gástrica, sofria ali umas semanas, mas depois o meu eterno problema (fechar a boca) ficava forçosamente resolvido.

Tenho a certeza que, se tivesse optado pela operação, em vez dos 27 quilos que perdi até agora, teriam ido já uns trinta e muitos ou, quiçá?, quarenta. Sem impaciências. O Biquíni Dourado estaria já mais perto, já ali, mas se calhar nem eu estaria a ficar com um corpo tão bonito (fogo! Que boazona que estou a ficar, gente!) nem teria embarcado nesta grande aventura que tem sido a vida de ginásio.

Em última análise, nunca teria conhecido as pessoas que conheci e nunca teria começado a treinar na RAPID FIT&WELL de Campo de Ourique nem com a Fitness On Water e, isso, era uma grande pena. 
Sou tão mais feliz desde que treino na RAPID (que tem um título também um pouco "impatiens", logo, muito eu) e em cima da waterbase. Fogo! Ou melhor: Electricidade! Água! Claro, quando fazemos exercício físico o organismo fica todo ele mais receptivo à boa disposição, não é novidade, mas garanto-vos que aquela gente tem uma certa magia.

A Flávia (linda que dói, a parva!) que desde o primeiro dia me recebeu de samba no sorriso e calor no tratamento; o Francisco, um tipo boa onda (e também giro à brava, desconfio que o ginásio também torna as pessoas mais bonitas) e um verdadeiro homem dos sete ofícios; a Vanessa (gata!), que me recebe sempre de olá cheio e braços abertos; o Rui (gato!), o novo PT que, além de ser um campeão (é mesmo de verdade) tem os olhos mais "ai Jesus" de Lisboa e arredores e que é um doce de pessoa e sempre que me vê diz um "Olha, está cá a Catarina!" cheio de carinho; o Carlos (gato!), que tem uma energia contagiante, se eu sou "impatiens" ainda nem existirá um termo para ele; e o Hugo... claro, o "meu" Hugo (gato-mor!). Sem ele desconfio que o Biquíni Dourado estava mais longe. Andamos sempre às turras, é verdade (e ele ignora as minhas declarações de amor aqui no blogue e eu tenho que aproveitar agora para me fazer de ofendida!), mas não deixa de ser ele um dos grandes responsáveis por este corpinho de 1,83 estar a ficar em forma. Isto na Rapid.


Falta o Rui, ora bolas, mas é tanta gataria nesta foto que se calhar com ele nem a máquina aguentava!

No Fitness On Water a pessoa é a (gata!) Filipa, a calorosa Filipa, a querida Filipa, a encantadora Filipa, a mulher de garras Filipa, a mulher que não mete água Filipa. A "minha" Filipa. E acho que com estas linhinhas se aperceberam o quanto gosto dela e, acima de tudo, de treinar com ela.




Se o objectivo número 1 é chegar ao Biquíni Dourado, o objectivo número 1.1 é ser a Capela Sistina desta gente toda. Eles são uma espécie de banda gástrica mental que me coloco quando me apetece atacar aquele doce ou aquele salgadinho (a minha perdição, confesso). São os meus Michelangelos. De verdade. Quero deixar aquela gente toda orgulhosa, como eles me deixam a mim cheia de boas vibrações. É por mim que me esforço todos os dias, mas é muito por eles que quero lá chegar mais depressa (e não, não tem nada que ver com ser "impatiens"! Deixem-me ser, sim?)

E parabéns! Se leram este artigo até ao fim sem saltar uma palavra que fosse, ganham o título de "patiens-patiens", uma espécie de paciente ao quadrado que isto foi uma leitura bem longa! Acho que nem eu tive paciência para ler isto tudo, e fui eu que escrevi! Parabéns!

Catarina


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Yoga também é uma espécie de Yoda, certo?

Através da minha escrita, acho que conseguem perceber que sou um pouco ansiosa... muitas reticências (como as que usei antes de escrever "muitas reticências"), muitos solilóquios entre parêntesis (como os que usei depois de escrever "muitas reticências" e que voltei a usar agora), muitas enumerações (confere!), muitas interjeições, enfim!, muita pressa de deitar cá para fora o que parece estar preso na ponta dos dedos e ansioso de ser digitado num teclado.

Mas a palavra-chave é mesmo "ansiedade". Estou constantemente ansiosa que o amanhã chegue. Vivo em ânsias que chegue daqui a um bocadinho, mesmo que esse daqui a um bocadinho nada traga de novo; odeio esperar e sinto que às vezes quando me sento verdadeiramente quieta durante cinco minutos, todo o meu corpo pulsa numa espécie de "Ena! Isto é novo! Deixa-me cá aproveitar antes que ela se levante..."

Por isso, uma aula de Yoga sempre me pareceu uma opção pouco "catarinesca". Se no ginásio experimentei BodyBalance, que é uma mistura de yoga, tai chi e pilates, e até acho que não me saía mal, o yoga em si, sozinho em toda a sua dificuldade e "inner self", nunca tinha experimentado. Mas fui desafiada. E raramente digo que não a um desafio (corri ou não corri a Meia-Maratona?!) 


Sexta-feira de manhã, o meu dia de folga e logo a finalizar uma semana complicada a todos os níveis, lá foi ela (eu). A medo. Com todas as emoções à flor da pele: as de rever um amigo (que me desafiou), as de estar frio e não levar roupa apropriada para o suportar, as de ainda estar a pensar no que aconteceu no trabalho durante a semana, as de... as de... as de... Enfim, a cabeça ia cheia, como costuma ir para todo o lado. 

O texto já vai longo, eu sei, mas é mesmo para mostrar como funciona a minha cabeça... sempre a mil... até que... pára tudo. Há uma calma. A voz da Inês ao fundo da sala. O aconchego de quatro paredes tão próximas, num espaço tão intimista. O riso atrevido do Nuno, quem me desafiou para fazer a aula, como que a dizer "Preferias estar a abanar a bunda, que eu bem sei..." E, estranhamente, posso afirmar que não preferia.

É isso mesmo, estranho. Mas se me tenho vindo a superar em tudo, no peso, na alimentação, nas rotinas, que esquisito ainda não me ter lembrado de abrandar a mente, ou seja, de superar o acto de me deixar tranquilizar.

Claro, não foi fácil. Na verdade, nem chegou bem a ser pois passei grande parte da aula a olhar para a Inês, a tentar perceber se estava a fazer tudo bem e ainda e sempre a minha eterna luta com os óculos que de cabeça para baixo e pernas para o ar deixaram a gravidade levar a melhor, os bandidos!

Mas soube-me estranhamente bem. Sei que tenho um problema de elasticidade (de falta dela) e de equilíbrio (de falta dele) e que os devia tentar resolver. Mas, acima de tudo, a música calma a envolver a mente, a tentar travar os pensamentos constantes, esse é mesmo o desafio.

Numa aula de Cycle, a luta é com o meu corpo, claro, mas também é com o corpo dos outros: o objectivo é pedalar mais rápido que eles, ser a líder do pelotão e a mente agarra-se a tudo para conseguir ganhar. Numa aula de Yoga nada disso pode existir. É tão o oposto que sinto mesmo que ainda vou demorar bastante tempo a conseguir libertar a mente do pelotão. Mas hei-de conseguir.

E, lá está, as pessoas! Tenho tido a sorte de ir encontrando as pessoas certas neste último ano e meio e têm-me chegado sempre na altura certa.
A Inês é o corpo elástico (que ainda nem existe palavra para a elasticidade daquela mulher, e se não acreditam vejam as fotografias do Facebook dela!) por trás do projecto YogaProjection. Podendo, acho que tinha feito um áudio da aula só para transportar a sua voz calma, mas segura comigo para todo o lado. 

É estranho, pois se o Yoga nos parece trazer à terra, acaba também por deixar a mente a flutuar... E a Inês dá uma entrega tão grande à sua aula, a sua voz dá tanta certeza que vamos conseguir fazer saudações ao Sol sem vacilar que acabamos por fazer... bom, mais ou menos. Mas a vontade está lá!

Temos já futuros encontros marcados e não têm desculpa para não irem experimentar uma aula com ela! Santa Amaro de Oeiras, Massamá, Queluz, Olivais, Póvoa de Santo Adrião...! Uf! Para quem transporta a tranquilidade e serenidade esta mulher não pára!

E claro que tenho que agradecer ao Nuno por me ter desafiado. E por ter estado tão à vontade no final da aula no momento do relaxamento que até ressonou. A sério. Ele já vai num nível superior de entrega ao Yoga. Já vai em nível mestre Jedi Yoda, enquanto eu ainda sou uma jovem Padawan... (fogo! Até com Yoga eu falo em "Star Wars"! Alguém que tenha mão em mim!)

Catarina

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Assenta que nem... um soutien!

A primeira coisa a ir foram as mamas. 

A sério. 

Se eu sempre saí mais ao pai, com a perda de peso fui ficando cada vez mais parecida com ele (se calhar graças ao seu excesso de peso ele até me ganha, mas isso já são contas de outro rosário...) Tranquilo, sempre gostei de olhar para baixo e conseguir ver os meus pés, pelo que mamas grandes nunca foram um objectivo de vida. 

Portanto, se até estou mais ou menos a conseguir ir usando a roupa da antiga Catarina, mais cinto mais apertado, mais camisola a parecer um saco de batatas, com os soutiens começou a ficar quase impossível continuar a usar os de há 27 quilos.

Tem sido uma verdadeira empreitada, esta a de actualizar a lingerie, e dou por mim a ser mais esquisita do que era dantes. Talvez por me sentir mais à vontade na minha pele, faz sentido, claro!, mas também por achar que, já que por enquanto ainda não vou apostar em outra roupa nova, pelo menos na interior vamos lá gastar euros!

Nem por acaso, no site da Intimissimi despertou-me a atenção um soutien maravilhoso, romântico, doce, rendado, todo ele algo que a outra, a antiga Catarina, teria sem dúvida querido comprar e não o teria feito não por falta de dinheiro, mas sim por falta de um corpo à medida...

Lá foi esta, a Catarina de agora, com umas costas um tudo-nada mais elegantes e um peito menos cheio mas mais "fit" experimentar "o" soutien. Tirei-lhe uma fotografia a partir do site e sabia ao que ia. Quando me perguntou o número, respondi à funcionária: "O maior que tiver, por favor."
Ela olhou para mim e, sem me dizer mais nada, passou-me o M e o L: "Experimente os dois."

Senti que era desnecessário fazê-lo, mas já que ela insistiu e se deu ao trabalho de me passar os dois tamanhos, porque não? Claro que o tamanho L ia estar mais que bom e, coitada da menina, até escusava de ter tido o trabalho de ir buscar o M também, pois claro! 

Só que quem estava errada era eu... O tamanho M não só serviu como serviu MUITO bem. Era mesmo assim que imaginava que me ia ficar. Quase arrisco dizer que me assenta que nem uma luva, não fosse ser... um soutien!

Não é maravilhoso? 

  
Quando fui para pagar, a menina da loja ainda me tentou convencer a comprar a cueca a fazer conjunto, no entanto... aí já é ir demasiado para fora da minha linha de conforto...

Se já não uso cuecão daqueles à Bridget Jones, calma aí na sexyness que esta menina ainda tem um longo caminho até chegar ao Biquíni Dourado! Tem de ser tudo com "baby steps" e este de ter um soutien que a outra nunca teria usado por não servir é já uma vitória... 

... e que vitória maravilhosa e que estou ansiosa de estrear!

Catarina

terça-feira, 25 de abril de 2017

Let it FOW! Let it FOW! Let it FOOOOW!

Lembro-me de, no dia em que comecei a ter aulas de natação, ter passado logo para o nível a seguir por ter mostrado enorme à-vontade dentro de água. E lembro-me também de, por calhar nos mesmos dias as aulas de natação com as da banda filarmónica de que fiz parte em miúda, ir com a trompa e com o saco da natação aos empurrões pelos Olivais fora. Era o sacrifício de não querer faltar a nenhuma das duas actividades...

Não sei se por ser de signo caranguejo, se de ter em mim sangue luso, mas a água sempre teve imensa importância na minha vida. Tanto assim é que para mim o conceito de “ir à praia” só tem um objectivo: ir para a água. Sim, sim, pode ser muito divertido ler um livro ou uma revista estendida na toalha; jogar voleibol ou ténis ou até apanhar conchas, mas contem comigo a fazer uma dessas actividades enquanto faço a digestão e pouco mais.

Voltar a fazer uma aula de FOW - Fitness On Water estava mais que nos meus planos. Afinal, o nome diz tudo: é fitness... na água! E se acho que algumas das pessoas que se cruzaram no meu caminho só o fizeram porque eu resolvi mudar de vida – caso do Daniel, do Hugo, da Vanessa, do Pedro… –, a Filipa tenho a certeza que viria parar à minha beira quer eu tivesse mais 26 quilos ou os que tenho agora. É estranha a simpatia e carinho que sentimos logo no imediato por alguém, assim como esta certeza que as nossas vidas se iriam tocar de alguma maneira. Mas é esta a minha crença.


Eu e a Filipa num momento: NÃO CAIAS! 

E por ser uma querida e tendo eu uns horários esquisitos para treinar, a Filipa, que é não só instrutora de FOW como a responsável por este conceito ter chegado ao nosso país, arranjou um espaço para treinar comigo, e só comigo, na Piscina Municipal do Alvito, em Alcântara (mas há muitas mais piscinas pelo país a terem disponíveis aulas de FOW! Lembro que da outra vez fui até à Piscina Municipal de Barcarena, mas já há de Norte a Sul. É ver AQUI). 
E se já tinha adorado FOW da primeira vez, desta então gostei ainda mais! Não só pela companhia “pro” ao meu lado, mas também por, claro, me sentir mais confiante em me manter em pé em cima da base (apesar de ter gritado para mim mesma muitas, muitas, vezes “NÃO CAIAS! NÃO CAIAS! NÃO CAIAAAS!!”).

Há momentos numa aula de FOW em que apetece mesmo mergulhar pois os exercícios são tão intensos que o corpo parece suplicar um mergulhinho, mas, claro, o meu ego é mais forte que essa vontade de refrescar e, rais-ma-parta, se não hei-de conseguir fazer uma aula inteira sem cair uma única vez! E de Biquíni Dourado vestido, para dificultar ainda mais a coisa, vão ver!


Basicamente, quando faço FOW entro em modo "Let it FOW", o que pare mim é quase um assentar as ideias em terra, o que acaba por ser irónico dado estarmos na água... 

Para perceberem o quanto gosto destas aulas, no dia a seguir a praticar FOW dá-me sempre uma espécie de FOW-blues, uma ressaca por pensar que no dia anterior estava a ser tão feliz em cima de uma water base e que ainda faltam mais uns quantos dias para voltar a sentir aquela emoção. É uma sensação fantástica, a de conseguirmos fazer fitness em cima de água! 
Há uma adrenalina e ao mesmo tempo uma tranquilidade, aquela tranquilidade parecida à que sentimos quando estamos na praia a boiar e só ouvimos o nosso coração e a água a baterem como um só... E, claro, voltar a sentir os cheiros e os sabores (pirolitos ao poder!!) de uma piscina que, claro, é um voltar à infância.

Que ninguém fica bem de touca, é sabido, mas passemos para lá disso e olhemos antes para o fixe que é esta aula!

Catarina

quarta-feira, 19 de abril de 2017

A dica está no nome: é "Rapid" para ficarmos "FIT&WELL"

Lembram-se, no tempo da escola, daquelas aulas que pareciam não acabar? Em que parecia que a distância que ia do toque inicial ao toque final era de alguma maneira transportada para um buraco negro que fazia com que a aula ficasse a parecer aquele filme do "Never Ending Story"? Em que abanávamos o relógio a ver se a pilha estava mesmo a funcionar apesar de a termos mudado na semana anterior?

Pois. Esqueçam isso! 

As "aulas" que tenho na Rapid FIT&WELL são tão, mas tão rápidas (reparem no nome "RAPID") que acreditem quando vos digo que durante os 20 minutos de treino nem me lembro do meu nome... ou do meu segundo nome, já que o Hugo ainda vai chamando pela Catarina algumas vezes. 
E, ao contrário da "seca" das aulas (no meu caso de Matemática... o drama!; o horror!), é um treino tão intensamente brutal que até os meus óculos transpiram! True story!

Para quem, como eu, gosta de se mexer e de abusar nos impulsos, os 20 minutos são mais que suficientes para trazer o treino no corpo durante os dois dias seguintes. Fico toda orgulhosa de mim quando chego ao balneário e me vejo a transpirar que nem um texugo. É muito raro acontecer noutros treinos, quanto mais apenas em 20 minutos!

Para quem gosta de ir com mais calminha, assim seja e que a calma esteja convosco, pois as duas dezenas de minutos, mesmo em modo calmo, irão fazer-se sentir nos músculos. 
Ao início não treinava com muita potência (era jovem e não sabia o que fazia!) e aldrabava alguns dos exercícios (mais por ainda não os conseguir fazer) e mesmo assim os efeitos de treinar com recurso à electroestimulação muscular (EMS) estavam lá.

Mais uma vez, não têm desculpa da falta de tempo para não se mexerem. Demorei mais a ligar o meu "dumbphone" para tirar esta fotografia do que a treinar, e pela fraquinha qualidade do resultado (que ficou desfocado!!) bem que mais valia não ter feito o PTzaço esperar que eu a tivesse tirado! 

Convenhamos que estou a ficar com uma cintura de parar o trânsito!
Ainda faço uma tatuagem a dizer I Love EMS, vão ver. 


Catarina

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