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terça-feira, 6 de março de 2018

30 dias de abdominais - check!


Basicamente, à terceira foi de vez!

Já tinha tentado duas vezes concluir o desafio de 30 dias de abdominais, sendo que uma das vezes até partilhei aqui no blogue para ver se me inspirava a cumprir a missão até ao fim, mas... das duas primeiras vezes não tive sucesso.

Até que, contrariando a preguiça que por vezes me assola quando chego a casa, desta vez é que foi... e ainda bem!

Deu-me um gozo brutal ir-me superando todos os dias. Fui sempre achando que no dia a seguir não ia conseguir acrescentar mais abdominais ou tempo à prancha.... mas a realidade é que o fiz.

Quer fosse de madrugada antes de ir para o trabalho, ou por vezes à noite já de pijama, não falhei. Trinta dias de abdominais, leg raises e prancha, sendo que todos os dias aumentava a quantidade.

Os resultados, acho que não podiam estar mais à vista, até porque fui tirando fotografias todas as semanas para mostrar (E VER!!) a evolução.

Cá ficam elas:

No primeiro dia estávamos assim...

 
No final da primeira semana...
No final da segunda semana...

Algures pelo meio da semana comecei a ver qualquer coisa mais diferente...

No final da terceira semana...

Último dia...

Basicamente, com alguma casmurrice consegue-se resultados. Acho que a minha barriga é a prova disso, e vos garanto que teria tido melhores resultados não fosse a minha constante preguiça intestinal, que resulta em barriga inchada, a antipática!

Espero que se inspirem em seguir um plano deste durante um mês. Há muitos pela Net, mas o que eu segui podem consultar AQUI.


Catarina

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Trio-maravilha está de volta!

Por questões de horário no trabalho, estive duas semanas sem treinar na Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique. Juntar a isso mais uma semana antes em que não tive o meu PT Hugo (diz que esteve a usufruir de uma coisa chamada "férias") e resulta em três semanas sem treinar com ele! TRÊS! 

Para uma pessoa normal não há problema, mas para uma carangueja de signo como eu, gera logo um turbilhão de ansiedades de voltar às rotinas e ao aconchego da "normalidade". 

Ontem foi dia de reencontros e se eu ia a achar que como o homem esteve de férias vinha com tranquilidade e serenidade, eis que se me enganei. Caneco! Veio com a força toda e foi um treino daqueles de me deixar a cheirar particularmente mal no final de tanto suor que para ali deitei. E que saudades que eu tinha disso... 

De suar forte e feio, mas também de estar ali naquela picardia constante que tenho com o Hugo. Se um diz mata, o outro diz esfola, mas regra geral ganha ele até porque estou em posição mais submissa, por estar a treinar ligada a uma máquina e assim. Mas ontem até que o apanhei numa posição mais vulnerável. Foi como se ele tivesse perguntado "Queres chegar ao Biquíni Dourado com a minha ajuda?" E eu disse "Sim". Afinal, não é todos os dias que se ajoelham aos nossos pés. E tenho provas:

(Notinha a este último parágrafo: de facto o Hugo esteve de joelhos ao pé de mim, mas não foi só mesmo para ligar o fato. Eu é que aproveitei todo esse momento para criar aqui um registo de comédia de alto gabarito que espero que tenham gostado. Até porque consegui sacar uma foto bem engraçada. E porque ele já me tinha proposto há muito tempo chegarmos juntos ao meu Biquíni, só não tinha sido de joelhos, bá lá ber!)

A nível emocional (que pode não parecer, mas sou muito piegas) foram duas semanas em que senti falta daquela boa gente toda que lá trabalha (e dos abraços da minha Vanessa!), mas este é um blogue acima de tudo sobre a minha vida de ginásio. E acreditem que ter ficado duas semanas sem os meus treinos na Rapid fez prejuízo no meu corpo: ficou mais mole, os quilos estiveram mais teimosos a ir desta para melhor e deixei de sentir os músculos treinados como sentia dantes. Até as articulações se queixaram estes dias e deram sinais dolorosos. É deveras impressionante a catrefada de benefícios que traz treinar com recurso à electroestimulação muscular! 

Mas a equipa-maravilha está de volta. Eu, o Hugo e o fato mágico. Portanto, não se admirem se voltarem a ver vídeos e fotos destas duas caras bonitas. Como estas que se seguem: (E já avisei o meu corpo para se ir preparando que vai voltar a ver o que é bom para a tosse!)



Catarina

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quando pedes a mão e ganhas um abraço de gente

Eu bem digo que o que esta aventura tem de melhor são as pessoas. Sim, ganhar saúde porque perdi peso é bom. Mas a minha alma tem recebido tanto carinho que o coração por vezes até se sente a rebentar!

Vamos por partes. 

Esta minha dissertação de hoje surge porque o Hugo me desafiou (OK, ele já andava a desafiar há mais tempo, mas, estupidamente, fui adiando...) a ir fazer uma das suas aulas de Zumba e GAP (glúteos, abdominais e pernas) ao complexo desportivo da Junta de Freguesia de Benfica.

Lá fui a semana passada. Quase que a pedir-lhe para me dar a mão (já sei que não sou burra nenhuma, que o garoto é giro que se farta) de tão enrascada que estava com o novo ambiente (não parece, mas sou muito tímida) e ele deu-me uma mão... a mão da Gabriela. E é só assim a mão mais ternurenta de todó mundo da zumba! Com a mão da Gabriela veio a mão da Isilda e é isto... Tão simples, e de repente sinto que já são mais duas pessoas minhas.

Ficou prometido voltar esta semana, e como passo a vida a desafiar meio mundo a vir fazer coisas giras comigo, ontem foi a vez de desafiar uma amiga, a Andreia, que foi tão bom reencontrar neste contexto. Foi mesmo! 

Quando cheguei à Junta, a Gabriela e a Isilda já estavam à minha espera, com quatro mãos e dois sorrisos rasgados "Só as conheço há uma semana", expliquei à Andreia enquanto as abraçava às duas, como se de um longo reencontro se tratasse... É tão bom, tão, tão bom ganhar pessoas novas. Sim, já as ganhei.

E que tal as aulas, Catarina? 

Bem, caso não tivesse gostado a semana passada, não tinha voltado esta, certo? As pessoas são importantes, mas passar por dois concelhos para zumbar e GAPar é dose e tem de se fazer com gosto!

O Hugo é de facto fenomenal. Eu já o sabia, claro. Mas no contexto de personal trainer que conheço (palavra-chave "personal") é diferente. Somos dois a treinar com um fim em comum (o meu Biquíni, ai não!). Nas aulas de grupo, é ele e mais muitas pessoas, cada uma com o seu objectivo, umas porque querem um escape de fim de dia, outras para treinar, outras para abanar a bunda, outras para olhar para o rapaz giro (que bem há destas que eu sei, suas devassas! :p)... São muitas as opções que levam uma pessoa ao final de uma quinta-feira até à Junta de Benfica, e o profissionalismo, a dedicação, a entrega, o carisma, o humor, o know-how e tantas outras qualidades (que não vou escrever já para ter material para futuros artigos!) do Hugo estão lá á sua disposição. É o maior! E é por isto que eu digo: o meu PT é melhor que o teu. É mesmo!

E agora, a minha parte favoritaaaaaaaaaa: FOTOS e um vídeo para verem como se faz um final de aula de Zumba a envolver a galera!


Sem hipótese: as quatro mais gatas de todas! Nota: pré-aula!

Enquanto uma pessoa desfalece em cima da bola de Pilates, há quem lhe tire fotografias e selfies e assim. Desta não fizeste, Andreia, mas da próxima GAP contigo! 

Confesso que a Andreia não ter feito a aula de GAP acabou por resultar em muitas fotografias minhas a treinar. E esta será sempre uma boa foto minha e do Hugo!


Sou tão pouco apreciadora de lounges!

Mais outra boa foto nossa...

E ainda mais outra!
Não fazer aula de GAP versus Fazer aula de GAP
A Gabriela deu-me a mão, mas esta trupe toda ganhou o meu abraço dourado.
Vamo qui vamo!!



Catarina

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Dia do Biquíni é dia de PASSATEMPO!


Reza a lenda que foi a 5 de Julho de 1946 que algures pelas Franças se usou pela primeira vez um biquíni. 

A invenção, que prometia ter um efeito bombástico na sociedade pelo pouco uso de tecido, inspirou-se no nome de uma ilha do Oceano Pacífico (a ilha Atol de Bikini) onde foram feitos testes com bombas nucleares.

Daí hoje se celebrar... o Dia do Biquíni, e sendo eu uma pessoa óbvia, claro que hoje é dia de festa cá no blogue! 


Para celebrar, tenho um exemplar do livro Barriga Fit - SOS Operação Biquíni (sou mesmo muito óbvia!), da autoria de Izabel de Paula numa edição da Esfera dos Livros, para oferecer.



Para tal, terão de perder um minuto de vida a:

1 - Dar um like no Facebook da editora A ESFERA DOS LIVROS;

2 - Dar um like no Facebook do BIQUÍNI DOURADO;

3 - Comentar nesta publicação aqui no blogue: EU DEI LIKES!

O vencedor será o 5.º (porque hoje é dia 5, obviamente!) a comentar esta publicação, e para tornar tudo mais divertido, até chegar ao quinto "comentadeiro" vou optar por ter que aprovar os vossos comentários antes de serem publicados (que mazinha que ela é!)

Posto isto, espero que dêem uso aos vossos biquínis hoje, e que daqui a um ano, numa espécie de promessa-comprometimento que aqui vos deixo, estejamos a celebrar a ver uma fotografia minha, bem esculpida e algo desnuda, com "o" Biquíni Dourado.

É esse o objectivo. 365 dias para o meu Biquíni Dourado! E o jeito que este livro me daria... depois peço-o emprestado a quem ganhar, boa?

Catarina





quarta-feira, 21 de junho de 2017

Não mata, mas obriga-me a ir às compras... oooooooh

Acaba por ser irónico que, na altura em que tenho de ter mais atenção aos gastos financeiros, seja precisamente a altura em que, ó que chatice, tenho de me dirigir a lojas de roupa para, ai que maçada, comprar... roupa.


Eu até queria esperar "assentar" num tamanho (o do Biquíni Dourado, esperemos!) para dar um refresh ao meu guarda-roupa, e até me tenho portado bem. Ou melhor, até me andava a portar bem. Dava por mim a usar roupas de há 27 quilos, largas que só elas, mas meti em ideia só gastar dinheiro a sério em roupa quando chegasse ao meu número final... Mas eis que fui despedida, lembram-se? Neste momento da minha vida, em que ir a entrevistas de emprego é o pão nosso de cada semana, ir com roupa a fazer parecer que levava um saco do lixo vestido de tão larga que estava começou a estar fora de questão. Uma coisa era levar para o meu antigo emprego, que até sabiam da minha mudança de vida (e que eu ganhava mal!) roupa XXL em corpo de (quase) M. Outra coisa é querer passar uma boa, adelgaçante (porque a roupa demasiado larga também engorda uma pessoa!) e arrumadinha imagem de mim.

Vai daí, resolvi investir em dois ou três pares de calças e em duas ou três (foram dez, eu acho que foram umas dez) camisolas novas e num biquíni novo (nunca se sabe se, com tanto tempo que tenho passado em piscinas, o meu futuro não terá um chão de cor azul-água). 

É estranho, olhar-me ao espelho com esta roupa nova e ver uma Catarina tão diferente. Além de que, finalmente tive a consciência de outros números. Passei de vestir um 52 de calças para um tamanho 46, algumas lojas já 44. Nas camisolas passei do tamanho 20 para o 14, ou do "o tamanho maior não serve" para o tamanho M. 

Claro, podia ser uma diferença maior, principalmente nas calças, e por isso é que eu estava à espera de perder mais peso para investir num novo guarda-roupa. Mas até acho que não está nada mal. 

Há males que vêm por bem, e apesar de ainda não ver a luz ao fundo do túnel com este despedimento, pelo menos já vejo roupa nova no meu armário e no meu corpo... E isso parece-me sempre uma boa ideia!

Catarina


sábado, 13 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #26

Como devem calcular, esta semana a música é só uma, ou não a tivesse começado ao seu som.

Há muitas versões, claro, mas esta ao vivo e deste álbum que me acompanha há tantos anos é mesmo "a" versão. 

Senhoras e senhores, Jorge Palma "No Tempo dos Assassinos" a cantar "Acorda Menina Linda".





Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Este artigo tem naves a voarem no Espaço, campoinices e vida de ginásio. Não acreditam?


Naves, sabres de luz, Estrela da Morte, Wookies e tantas outras excentricidades modernas que fazem parte desta fantasia espacial que é o "Star Wars". E depois o ginásio e toda a sua envolvência de máquinas e afins. E ainda por cima eu até treino com um todo-futurista fato de electroestimulação muscular e em cima de uma prancha dentro de água. Até parece que eu não penso em mais nada que não nestas "modernices". 
Longe da verdade. Descobri há pouco tempo o fascínio de plantar uma flor e de a ver crescer, desenvolver e, se já me conhecem, saberão que quando me dedico a algo, é a 100%. 
Assim, nesta minha faceta de "vida no campo", comecei a comprar revistas da especialidade até mais não, e encontrei já há uns tempos uma planta chamada "impatiens".
Foi risada instantânea na família por, desde sempre, me dizerem para ter calma. Parecia que tinha finalmente encontrado a flor ideal para mim, também ela impaciente.
Este fim-de-semana, numa das minhas muitas idas a mercados de flores, lá estava ela, em toda a sua gloriosa cor-de-rosice, por troca de €2: uma "impatiens".


Claro que a comprei, já a plantei e, quanto mais penso nela, mais acho como, no fundo, estou a conseguir dominar as minhas inpaciências.

Vejamos: resolvi-me a perder peso sozinha. Ao contrário do que o meu endocrinologista tanto apelou, há um ano e cinco meses, não quis colocar a banda gástrica. Achei que esse seria um caminho complicado, sim, mas, em última análise, era o mais fácil a seguir. Punha a banda gástrica, sofria ali umas semanas, mas depois o meu eterno problema (fechar a boca) ficava forçosamente resolvido.

Tenho a certeza que, se tivesse optado pela operação, em vez dos 27 quilos que perdi até agora, teriam ido já uns trinta e muitos ou, quiçá?, quarenta. Sem impaciências. O Biquíni Dourado estaria já mais perto, já ali, mas se calhar nem eu estaria a ficar com um corpo tão bonito (fogo! Que boazona que estou a ficar, gente!) nem teria embarcado nesta grande aventura que tem sido a vida de ginásio.

Em última análise, nunca teria conhecido as pessoas que conheci e nunca teria começado a treinar na RAPID FIT&WELL de Campo de Ourique nem com a Fitness On Water e, isso, era uma grande pena. 
Sou tão mais feliz desde que treino na RAPID (que tem um título também um pouco "impatiens", logo, muito eu) e em cima da waterbase. Fogo! Ou melhor: Electricidade! Água! Claro, quando fazemos exercício físico o organismo fica todo ele mais receptivo à boa disposição, não é novidade, mas garanto-vos que aquela gente tem uma certa magia.

A Flávia (linda que dói, a parva!) que desde o primeiro dia me recebeu de samba no sorriso e calor no tratamento; o Francisco, um tipo boa onda (e também giro à brava, desconfio que o ginásio também torna as pessoas mais bonitas) e um verdadeiro homem dos sete ofícios; a Vanessa (gata!), que me recebe sempre de olá cheio e braços abertos; o Rui (gato!), o novo PT que, além de ser um campeão (é mesmo de verdade) tem os olhos mais "ai Jesus" de Lisboa e arredores e que é um doce de pessoa e sempre que me vê diz um "Olha, está cá a Catarina!" cheio de carinho; o Carlos (gato!), que tem uma energia contagiante, se eu sou "impatiens" ainda nem existirá um termo para ele; e o Hugo... claro, o "meu" Hugo (gato-mor!). Sem ele desconfio que o Biquíni Dourado estava mais longe. Andamos sempre às turras, é verdade (e ele ignora as minhas declarações de amor aqui no blogue e eu tenho que aproveitar agora para me fazer de ofendida!), mas não deixa de ser ele um dos grandes responsáveis por este corpinho de 1,83 estar a ficar em forma. Isto na Rapid.


Falta o Rui, ora bolas, mas é tanta gataria nesta foto que se calhar com ele nem a máquina aguentava!

No Fitness On Water a pessoa é a (gata!) Filipa, a calorosa Filipa, a querida Filipa, a encantadora Filipa, a mulher de garras Filipa, a mulher que não mete água Filipa. A "minha" Filipa. E acho que com estas linhinhas se aperceberam o quanto gosto dela e, acima de tudo, de treinar com ela.




Se o objectivo número 1 é chegar ao Biquíni Dourado, o objectivo número 1.1 é ser a Capela Sistina desta gente toda. Eles são uma espécie de banda gástrica mental que me coloco quando me apetece atacar aquele doce ou aquele salgadinho (a minha perdição, confesso). São os meus Michelangelos. De verdade. Quero deixar aquela gente toda orgulhosa, como eles me deixam a mim cheia de boas vibrações. É por mim que me esforço todos os dias, mas é muito por eles que quero lá chegar mais depressa (e não, não tem nada que ver com ser "impatiens"! Deixem-me ser, sim?)

E parabéns! Se leram este artigo até ao fim sem saltar uma palavra que fosse, ganham o título de "patiens-patiens", uma espécie de paciente ao quadrado que isto foi uma leitura bem longa! Acho que nem eu tive paciência para ler isto tudo, e fui eu que escrevi! Parabéns!

Catarina


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Yoga também é uma espécie de Yoda, certo?

Através da minha escrita, acho que conseguem perceber que sou um pouco ansiosa... muitas reticências (como as que usei antes de escrever "muitas reticências"), muitos solilóquios entre parêntesis (como os que usei depois de escrever "muitas reticências" e que voltei a usar agora), muitas enumerações (confere!), muitas interjeições, enfim!, muita pressa de deitar cá para fora o que parece estar preso na ponta dos dedos e ansioso de ser digitado num teclado.

Mas a palavra-chave é mesmo "ansiedade". Estou constantemente ansiosa que o amanhã chegue. Vivo em ânsias que chegue daqui a um bocadinho, mesmo que esse daqui a um bocadinho nada traga de novo; odeio esperar e sinto que às vezes quando me sento verdadeiramente quieta durante cinco minutos, todo o meu corpo pulsa numa espécie de "Ena! Isto é novo! Deixa-me cá aproveitar antes que ela se levante..."

Por isso, uma aula de Yoga sempre me pareceu uma opção pouco "catarinesca". Se no ginásio experimentei BodyBalance, que é uma mistura de yoga, tai chi e pilates, e até acho que não me saía mal, o yoga em si, sozinho em toda a sua dificuldade e "inner self", nunca tinha experimentado. Mas fui desafiada. E raramente digo que não a um desafio (corri ou não corri a Meia-Maratona?!) 


Sexta-feira de manhã, o meu dia de folga e logo a finalizar uma semana complicada a todos os níveis, lá foi ela (eu). A medo. Com todas as emoções à flor da pele: as de rever um amigo (que me desafiou), as de estar frio e não levar roupa apropriada para o suportar, as de ainda estar a pensar no que aconteceu no trabalho durante a semana, as de... as de... as de... Enfim, a cabeça ia cheia, como costuma ir para todo o lado. 

O texto já vai longo, eu sei, mas é mesmo para mostrar como funciona a minha cabeça... sempre a mil... até que... pára tudo. Há uma calma. A voz da Inês ao fundo da sala. O aconchego de quatro paredes tão próximas, num espaço tão intimista. O riso atrevido do Nuno, quem me desafiou para fazer a aula, como que a dizer "Preferias estar a abanar a bunda, que eu bem sei..." E, estranhamente, posso afirmar que não preferia.

É isso mesmo, estranho. Mas se me tenho vindo a superar em tudo, no peso, na alimentação, nas rotinas, que esquisito ainda não me ter lembrado de abrandar a mente, ou seja, de superar o acto de me deixar tranquilizar.

Claro, não foi fácil. Na verdade, nem chegou bem a ser pois passei grande parte da aula a olhar para a Inês, a tentar perceber se estava a fazer tudo bem e ainda e sempre a minha eterna luta com os óculos que de cabeça para baixo e pernas para o ar deixaram a gravidade levar a melhor, os bandidos!

Mas soube-me estranhamente bem. Sei que tenho um problema de elasticidade (de falta dela) e de equilíbrio (de falta dele) e que os devia tentar resolver. Mas, acima de tudo, a música calma a envolver a mente, a tentar travar os pensamentos constantes, esse é mesmo o desafio.

Numa aula de Cycle, a luta é com o meu corpo, claro, mas também é com o corpo dos outros: o objectivo é pedalar mais rápido que eles, ser a líder do pelotão e a mente agarra-se a tudo para conseguir ganhar. Numa aula de Yoga nada disso pode existir. É tão o oposto que sinto mesmo que ainda vou demorar bastante tempo a conseguir libertar a mente do pelotão. Mas hei-de conseguir.

E, lá está, as pessoas! Tenho tido a sorte de ir encontrando as pessoas certas neste último ano e meio e têm-me chegado sempre na altura certa.
A Inês é o corpo elástico (que ainda nem existe palavra para a elasticidade daquela mulher, e se não acreditam vejam as fotografias do Facebook dela!) por trás do projecto YogaProjection. Podendo, acho que tinha feito um áudio da aula só para transportar a sua voz calma, mas segura comigo para todo o lado. 

É estranho, pois se o Yoga nos parece trazer à terra, acaba também por deixar a mente a flutuar... E a Inês dá uma entrega tão grande à sua aula, a sua voz dá tanta certeza que vamos conseguir fazer saudações ao Sol sem vacilar que acabamos por fazer... bom, mais ou menos. Mas a vontade está lá!

Temos já futuros encontros marcados e não têm desculpa para não irem experimentar uma aula com ela! Santa Amaro de Oeiras, Massamá, Queluz, Olivais, Póvoa de Santo Adrião...! Uf! Para quem transporta a tranquilidade e serenidade esta mulher não pára!

E claro que tenho que agradecer ao Nuno por me ter desafiado. E por ter estado tão à vontade no final da aula no momento do relaxamento que até ressonou. A sério. Ele já vai num nível superior de entrega ao Yoga. Já vai em nível mestre Jedi Yoda, enquanto eu ainda sou uma jovem Padawan... (fogo! Até com Yoga eu falo em "Star Wars"! Alguém que tenha mão em mim!)

Catarina

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Assenta que nem... um soutien!

A primeira coisa a ir foram as mamas. 

A sério. 

Se eu sempre saí mais ao pai, com a perda de peso fui ficando cada vez mais parecida com ele (se calhar graças ao seu excesso de peso ele até me ganha, mas isso já são contas de outro rosário...) Tranquilo, sempre gostei de olhar para baixo e conseguir ver os meus pés, pelo que mamas grandes nunca foram um objectivo de vida. 

Portanto, se até estou mais ou menos a conseguir ir usando a roupa da antiga Catarina, mais cinto mais apertado, mais camisola a parecer um saco de batatas, com os soutiens começou a ficar quase impossível continuar a usar os de há 27 quilos.

Tem sido uma verdadeira empreitada, esta a de actualizar a lingerie, e dou por mim a ser mais esquisita do que era dantes. Talvez por me sentir mais à vontade na minha pele, faz sentido, claro!, mas também por achar que, já que por enquanto ainda não vou apostar em outra roupa nova, pelo menos na interior vamos lá gastar euros!

Nem por acaso, no site da Intimissimi despertou-me a atenção um soutien maravilhoso, romântico, doce, rendado, todo ele algo que a outra, a antiga Catarina, teria sem dúvida querido comprar e não o teria feito não por falta de dinheiro, mas sim por falta de um corpo à medida...

Lá foi esta, a Catarina de agora, com umas costas um tudo-nada mais elegantes e um peito menos cheio mas mais "fit" experimentar "o" soutien. Tirei-lhe uma fotografia a partir do site e sabia ao que ia. Quando me perguntou o número, respondi à funcionária: "O maior que tiver, por favor."
Ela olhou para mim e, sem me dizer mais nada, passou-me o M e o L: "Experimente os dois."

Senti que era desnecessário fazê-lo, mas já que ela insistiu e se deu ao trabalho de me passar os dois tamanhos, porque não? Claro que o tamanho L ia estar mais que bom e, coitada da menina, até escusava de ter tido o trabalho de ir buscar o M também, pois claro! 

Só que quem estava errada era eu... O tamanho M não só serviu como serviu MUITO bem. Era mesmo assim que imaginava que me ia ficar. Quase arrisco dizer que me assenta que nem uma luva, não fosse ser... um soutien!

Não é maravilhoso

  
Quando fui para pagar, a menina da loja ainda me tentou convencer a comprar a cueca a fazer conjunto, no entanto... aí já é ir demasiado para fora da minha linha de conforto...

Se já não uso cuecão daqueles à Bridget Jones, calma aí na sexyness que esta menina ainda tem um longo caminho até chegar ao Biquíni Dourado! Tem de ser tudo com "baby steps" e este de ter um soutien que a outra nunca teria usado por não servir é já uma vitória... 

... e que vitória maravilhosa e que estou ansiosa de estrear!

Catarina

terça-feira, 25 de abril de 2017

Let it FOW! Let it FOW! Let it FOOOOW!

Lembro-me de, no dia em que comecei a ter aulas de natação, ter passado logo para o nível a seguir por ter mostrado enorme à-vontade dentro de água. E lembro-me também de, por calhar nos mesmos dias as aulas de natação com as da banda filarmónica de que fiz parte em miúda, ir com a trompa e com o saco da natação aos empurrões pelos Olivais fora. Era o sacrifício de não querer faltar a nenhuma das duas actividades...

Não sei se por ser de signo caranguejo, se de ter em mim sangue luso, mas a água sempre teve imensa importância na minha vida. Tanto assim é que para mim o conceito de “ir à praia” só tem um objectivo: ir para a água. Sim, sim, pode ser muito divertido ler um livro ou uma revista estendida na toalha; jogar voleibol ou ténis ou até apanhar conchas, mas contem comigo a fazer uma dessas actividades enquanto faço a digestão e pouco mais.

Voltar a fazer uma aula de FOW - Fitness On Water estava mais que nos meus planos. Afinal, o nome diz tudo: é fitness... na água! E se acho que algumas das pessoas que se cruzaram no meu caminho só o fizeram porque eu resolvi mudar de vida – caso do Daniel, do Hugo, da Vanessa, do Pedro… –, a Filipa tenho a certeza que viria parar à minha beira quer eu tivesse mais 26 quilos ou os que tenho agora. É estranha a simpatia e carinho que sentimos logo no imediato por alguém, assim como esta certeza que as nossas vidas se iriam tocar de alguma maneira. Mas é esta a minha crença.


Eu e a Filipa num momento: NÃO CAIAS! 

E por ser uma querida e tendo eu uns horários esquisitos para treinar, a Filipa, que é não só instrutora de FOW como a responsável por este conceito ter chegado ao nosso país, arranjou um espaço para treinar comigo, e só comigo, na Piscina Municipal do Alvito, em Alcântara (mas há muitas mais piscinas pelo país a terem disponíveis aulas de FOW! Lembro que da outra vez fui até à Piscina Municipal de Barcarena, mas já há de Norte a Sul. É ver AQUI). 
E se já tinha adorado FOW da primeira vez, desta então gostei ainda mais! Não só pela companhia “pro” ao meu lado, mas também por, claro, me sentir mais confiante em me manter em pé em cima da base (apesar de ter gritado para mim mesma muitas, muitas, vezes “NÃO CAIAS! NÃO CAIAS! NÃO CAIAAAS!!”).

Há momentos numa aula de FOW em que apetece mesmo mergulhar pois os exercícios são tão intensos que o corpo parece suplicar um mergulhinho, mas, claro, o meu ego é mais forte que essa vontade de refrescar e, rais-ma-parta, se não hei-de conseguir fazer uma aula inteira sem cair uma única vez! E de Biquíni Dourado vestido, para dificultar ainda mais a coisa, vão ver!


Basicamente, quando faço FOW entro em modo "Let it FOW", o que pare mim é quase um assentar as ideias em terra, o que acaba por ser irónico dado estarmos na água... 

Para perceberem o quanto gosto destas aulas, no dia a seguir a praticar FOW dá-me sempre uma espécie de FOW-blues, uma ressaca por pensar que no dia anterior estava a ser tão feliz em cima de uma water base e que ainda faltam mais uns quantos dias para voltar a sentir aquela emoção. É uma sensação fantástica, a de conseguirmos fazer fitness em cima de água! 
Há uma adrenalina e ao mesmo tempo uma tranquilidade, aquela tranquilidade parecida à que sentimos quando estamos na praia a boiar e só ouvimos o nosso coração e a água a baterem como um só... E, claro, voltar a sentir os cheiros e os sabores (pirolitos ao poder!!) de uma piscina que, claro, é um voltar à infância.

Que ninguém fica bem de touca, é sabido, mas passemos para lá disso e olhemos antes para o fixe que é esta aula!

Catarina

quarta-feira, 19 de abril de 2017

A dica está no nome: é "Rapid" para ficarmos "FIT&WELL"

Lembram-se, no tempo da escola, daquelas aulas que pareciam não acabar? Em que parecia que a distância que ia do toque inicial ao toque final era de alguma maneira transportada para um buraco negro que fazia com que a aula ficasse a parecer aquele filme do "Never Ending Story"? Em que abanávamos o relógio a ver se a pilha estava mesmo a funcionar apesar de a termos mudado na semana anterior?

Pois. Esqueçam isso! 

As "aulas" que tenho na Rapid FIT&WELL são tão, mas tão rápidas (reparem no nome "RAPID") que acreditem quando vos digo que durante os 20 minutos de treino nem me lembro do meu nome... ou do meu segundo nome, já que o Hugo ainda vai chamando pela Catarina algumas vezes. 
E, ao contrário da "seca" das aulas (no meu caso de Matemática... o drama!; o horror!), é um treino tão intensamente brutal que até os meus óculos transpiram! True story!

Para quem, como eu, gosta de se mexer e de abusar nos impulsos, os 20 minutos são mais que suficientes para trazer o treino no corpo durante os dois dias seguintes. Fico toda orgulhosa de mim quando chego ao balneário e me vejo a transpirar que nem um texugo. É muito raro acontecer noutros treinos, quanto mais apenas em 20 minutos!

Para quem gosta de ir com mais calminha, assim seja e que a calma esteja convosco, pois as duas dezenas de minutos, mesmo em modo calmo, irão fazer-se sentir nos músculos. 
Ao início não treinava com muita potência (era jovem e não sabia o que fazia!) e aldrabava alguns dos exercícios (mais por ainda não os conseguir fazer) e mesmo assim os efeitos de treinar com recurso à electroestimulação muscular (EMS) estavam lá.

Mais uma vez, não têm desculpa da falta de tempo para não se mexerem. Demorei mais a ligar o meu "dumbphone" para tirar esta fotografia do que a treinar, e pela fraquinha qualidade do resultado (que ficou desfocado!!) bem que mais valia não ter feito o PTzaço esperar que eu a tivesse tirado! 

Convenhamos que estou a ficar com uma cintura de parar o trânsito!
Ainda faço uma tatuagem a dizer I Love EMS, vão ver. 


Catarina

terça-feira, 18 de abril de 2017

Só falta o "depois"


Estive tão reticente em publicar aqui esta momento, que tive que o partilhar por mensagem privada com alguns amigos mais próximos pois achei que, se me conseguisse expor assim a eles, era mais fácil partilhar com a blogosfera. Um amigo disse-me para pensar que a fotografia do antes é uma daquelas em que tínhamos um corte de cabelo meio estranho (assim como na adolescência, por exemplo!)

Provavelmente, esta será a partilha mais difícil que aqui fiz no blogue até agora... Olhar para a fotografia do "antes" devia encher-me de orgulho por ter chegado a este "agora", mas não deixo de pensar que fui eu, e mais ninguém, que me deixei chegar àquele ponto. 

Mas também fui eu sozinha que tive a vontade de mudar. Por muito que hoje em dia tenha quem me dê a mão, a vontade de dizer "não" a certas coisas e "sim" a outras tem, invariavelmente, de vir de mim. De sair de mim. 

E o que também está a sair é gordura... 

No domingo, quando vesti esta camisola dos Beatles, uma das minhas favoritas e que, por isso, uso muito raramente para não "gastar", senti-a estranha. Parecia que não vestia como dantes. Claro que nem me lembrei do óbvio: "É da diferença de quilos." 

Sabia que tinha a fotografia do antes guardada num email, a recordar um daqueles momentos de ócio no trabalho quando simulámos um colega meu a sair-me da camisola, qual Beatle a andar pela Abbey Road (desculpa, Túlio. Tive que te cortar da montagem!) Sabia, sim, que essa fotografia existia. Mas quando a pus lado a lado com a que tirei no domingo, acreditem que vos escrevo este texto com olhos cheios de lágrimas. De orgulho, sim. Mas também por pensar em tudo o que passei para cá chegar. É quase um respirar de alívio, olhar para estas fotografias. Tem sido um caminho longo. Muito longo, e sei que ainda tenho muito pela frente. Mas está a ir. 

Trinta e um quilos separam estes dois momentos. Na altura estava ainda com mais peso do que quando comecei ESTA dieta há cerca de um ano. Uma amiga disse-me que nem pareço a mesma pessoa. É porque não sou. Mesmo. Não são só os quilos. É a atitude. O andar com os ombros direitos. Orgulho do meu 1,83. Orgulho do meu cabelo desgrenhado. Orgulho dos meus olhos verdes pequeninos e pitosgas que só eles. Orgulho da força necessária para conseguir esta empreitada. 

E que empreitada é essa? A de, com orgulho, vos mostrar este "antes" e "agora". Venha o "depois"!


Catarina

terça-feira, 11 de abril de 2017

Dupla maravilha de Campo de Ourique (ou da Rapid FIT&WELL, como preferirem)

Ver a cara do Hugo a tirar as minhas medidas, depois de dois meses de treino na Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique, tem potencial para ser um estímulo positivo por muito tempo. Ele que é sempre muito isento, era todo sorrisos com os resultados que, juntos, conseguimos alcançar.

Uma coisa é ver a roupa a ficar larga; é sentir que a minha mãe me envolve cada vez melhor no seu abraço; é ouvir os elogios constantes de toda a gente; é mandar fazerem mais um buraco no cinto. Outra coisa (caramba! Outra coisa!) é VER os números. Ver os centímetros perdidos. Ver os quilos contados. Fazer aquela subtracção e olhar para o resultado e ver que está a compensar.

E, claro, ver a cara do Hugo. O sorriso de um PT orgulhoso da sua cliente. Só que, neste caso, o PT é o meu e o motivo de orgulho até sou eu. "A minha máquina", como ele me chama. "A minha força", como eu lhe chamo.

Apesar de só treinarmos há dois meses, o Hugo já conhece não só as minhas manhas (quando estou em modo "preguiça") como os meus verdadeiros queixumes. Tem-me, literalmente, dado a mão para superar desafios (recordo este momento); assim como figurativamente (recordo este outro momento).

E além de ter paciência para me aturar, ainda tem paciência para as minhas esporádicas sessões fotográficas!

Somos uma dupla do caneco. Na verdade, somos um trio. Eu, o Hugo e a Amália, a máquina de electroestimulação com quem treinamos duas vezes por semana.

Claro que falar é bonito, mas vamos a números: 

Em questões de peso, em DOIS MESES estou com menos 4,9 quilos.
Ganhei 1,2 quilos de músculo (que o Hugo diz que "é saúde" que estou a ganhar e que por isso é que o peso final não baixou mais).
Perdi 2,6 quilos de gordura.
Baixei de 7 para 6 de gordura visceral.
Passei de 30 de IMC para 29, o que basicamente quer dizer que já não sou obesa. Estou "só" em "excesso de peso".

Nas medidas:
Menos 2,5 cm de peitoral; 
menos 4 de abdominal 
e menos 1 cm em cada coxa. 

Lá está, a menina das Letras a ser toda ela Matemáticas e a perceber que os resultados estão a acontecer. Muito com a ajuda do Hugo e da Amália, e se é por mim que tento melhorar, também é por ele(s) que tento não quebrar.

E se precisam de ajudas visuais, também as tenho. Esta era a minha "barriga" (sim, já com aspas aéreas) na sexta-feira de manhã. 



Obrigada, Hugo. Por estas coisas todas e por outras tantas que tu sabes. Mas já chega de pieguices que nós gostamos é de treinar forte e bonito, como nós dois (.... nós três! Ai a Amália!). E que os números que ficaram perdidos assim continuem na estratosfera.

Catarina


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Uma aula de Strong que me deixou fraquinha, fraquinha!


Se vos disser que estou que nem me aguento depois da aula de Strong by Zumba do passado sábado, se calhar vão duvidar de mim, mas garanto-vos que até os dedinhos das mãos me estão a doer enquanto passam pelas teclas para escrever este texto.

Se vos disser que até tivemos que ir buscar um colchão para fazer abdominais, já se começam a ambientar que, esta, não é uma aula de Zumba normal... Na realidade, nem uma aula de Zumba é, e não fosse eu tão ceguinha pelo Daniel e pelas suas aulas, tinha ido procurar mais informações sobre esta modalidade nova, a tal Strong by Zumba, que é assim uma espécie de equívoco chamar-se Zumba. Convenhamos. 

O site oficial, que já sei que devia ter ido espreitar ANTES de ir fazer a aula, diz que o Strong "combina o treinamento intervalado de alta intensidade com a ciência da motivação por música sincronizada." 
Ou seja, há burpees, jumping jacks, abdominais, kickboxing, e tudo isto, sim, ao ritmo de música, que é o que mais se pode assimilar a uma aula de Zumba. 

Não fui física nem estomacalmente preparada (tinha almoçado peixe, caneco!) para a aula. Se gostei? Gostei, sim. Diferente. Desafiante. Mas estava longe de imaginar que era onde ia gastar energias num sábado de sol à tarde.

Depois de 50 minutos de "porrada", veio a tal aula de Zumba, que confesso não ter curtido como seria suposto por estar tão de rastos... E para verem que não falo mentira, deixo-vos um vídeo em que mostra o que raio é isto do Strong by Zumba, e sugiro-vos uma visita ao site, a tal que eu não fiz e que já me arrependi!


sábado, 8 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #21

Esta é daquelas músicas que, quando comecei a frequentar o ginásio, estava em todas as aulas! Era em Zumba, em Cycle, em BodyPump, acho que até na aula de Spartans. E percebe-se porquê. Toda ela é um hino à alegria e ao 'bora lá mexer e ser feliz!

Escusado será dizer que esteve em "loop" durante muito tempo no meu MP3, e hoje volto a ouvi-la aqui no blogue!

Bom fim-de-semana!


Catarina

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Fim-de-semana STRONG

Quando se junta a fome com a vontade de comer, coisas boas costumam acontecer. Neste caso, quando se juntam duas aficionadas de Zumba, mais concretamente do Daniel Barreto, garanto-vos que só não faço mais aulas por qu€$tõ€$.

A Tânia é também uma fã confessa de abanar a bunda e anda-me sempre a desafiar a ir fazer umas aulas extras por Lisboa. Quando me enviou o link desta aula, disse que sim mesmo antes de ver onde era (vá lá que, não sendo muito perto, também não é no fim do mundo). 
Esta semana, vamos experimentar uma coisa nova também com o cunho do Daniel: Strong by Zumba e Zumba Fitness, no Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros. 



Será amanhã, às 16h, e, além do Daniel, contará com Rafa Marvel, David Dias e Jon Martin. Ao que parece, este será um "treino de alta intensidade, onde todos os participantes vão sentir-se verdadeiramente STRONG!" Ao que eu acrescento: Oh Diabo!

Às 17h30 é hora de Class de Zumba Fitness, contando com vários instrutores nacionais e internacionais. A saber: Neuza Quelhas, Inês Silva, Dalila Salvador, Júnior Silva e Miguel Angel Oviedo.

Os bilhetes variam de preços:
Strong by Zumba - €8
Zumba Fitness - €6
Strong by Zumba & Zumba Fitness - €12 
(escusado será dizer que vou aos dois, não é?)

Para comprarem os bilhetes, basta acederem a este LINK e seguirem os passos!

Quem vem comigo ser mais STRONG?

Catarina


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Dia Mundial da Actividade Física

Quando era miúda, arranjava os estratagemas mais estapafúrdios para pedir à minha avó dinheiro. Era uma verdadeira capitalista: ou porque tinha tido positiva num teste, ou porque tinha comido a sopa toda ou porque era dia mundial de alguma coisa.
Claro que ela alinhava sempre nas minhas teorias. Hoje em dia, vejo que o fazia porque... é minha avó, mas na altura pensava mesmo que lhe estava a pregar grandes petas e que até poderia ter futuro como política. Estava enganada, claro.

Mas hoje, hoje não preciso que ela me dê dinheiro para celebrar este dia. Eu, sim, é que vou dar o litro no ginásio. Tenho uma aula de Cycle e outra de Zumba (e se bem me conheço ainda vou ter energias para dançar um bocadinho quando chegar a casa) e tenciono celebrar o Dia Mundial da Actividade Física a fazer o que descobri me fazer verdadeiramente feliz: mexer!



Se ainda estão com desculpas para fazerem exercício físico, acho que hoje era um muito bom dia para se deixarem disso. Pensem no dia de hoje como uma espécie de marco que daqui a um ano vos podia fazer lembrar que foi quando começaram a mudar.

Deixo-vos três sugestões que, se tivesse eu hoje oportunidade, acrescentava às minhas aulinhas. A saber:

1 - A Piscina Municipal do Alvito, em Alcântara, vai ter uma Festa na Piscina, com aula de hidropower, Fitness On Water (que já partilhei convosco a minha experiência e que tenciono repetir!), brindes e surpresas! A entrada é um donativo de 1 kg de alimentos.

2 - Se calhar está na hora (ou no dia!) de ligarem para a Rapid FIT&WELL para fazerem uma sessão experimental de treino, não? Eu acho que sim! Já vos falei aqui tanto do quanto gosto disto que bem que podiam ir testar para perceberem o fascínio. Vá, está à distância de um clique!

3 - Se acham que isto ainda não é para vocês (ai, credo!, ter que fazer exercício físico ao pé de outras pessoas!) e que tal uma musiquinha para Abanar o Esqueleto? Deixo-vos uma que, se não vos deixar um sorriso na cara e com vontade de dançar, é porque são uns insensíveis, fiquem já a saber! ;)



Feliz Dia Mundial da Actividade Física!

Catarina

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quando...



"Quando começar a gatinhar."
"Quando começar a andar."
"Quando for para a escola."
"Quando começar a ter interesse por rapazes."
"Quando..."
"Quando..."
"Quando..."

Eram estes os tempos em forma de teorias que a minha pediatra foi dando à minha mãe, que se mostrava preocupada com o meu excesso de peso apesar de, desde sempre, eu ter sido uma criança mexida. Afinal, sempre passei mais tempo na rua do que em casa, e sempre me dei melhor com os rapazes, logo, sempre quis ser melhor que eles. Era o estímulo certo para me superar. Mas o excesso de peso sempre lá esteve.

Aos 13 anos, depois de muita insistência da minha mãe, chegou o diagnóstico: hipotireoidismo. Do diagnóstico ao perceber porque é que o peso não desaparecia foi um pulo. E, desde então, vivi com esse fantasma da "dificuldade extra em perder peso".

Têm-me perguntado muitas vezes qual o segredo por trás destes 26 quilos perdidos. Honestamente, só me vem uma palavra à cabeça: trabalho. O segredo é que dá mesmo muito trabalho perder peso, principalmente para quem, como eu, tem a genética contra.

Mas acho que o que diferencia esta dieta de outras que tentei antes, e que foram muitas, acreditem!, foi mesmo o ter chegado aos 30 anos. 

Sempre ouvi a minha mãe a contar a história do "Quando" da minha pediatra, e também eu me fui deixando encostar à sombra da bananeira à espera do "Quando" certo.

"Quando entrar para a faculdade perco peso."
"Quando sair da faculdade perco peso."
"Quando encontrar o homem dos meus sonhos perco peso."
"Quando começar a trabalhar perco peso."

Havia sempre algo à minha espera, pensava eu, para perder peso. E esse "quando", essa razão de força maior, nunca foi suficiente. Pelo contrário, o peso foi aumentando e a vontade de o perder diminuindo. 
Ouvi durante mais de três anos o meu endocrinologista dizer que era uma candidata perfeita para pôr uma banda gástrica, mas eu sabia que tinha um "quando" à minha espera... E esse "quando" chegou precisamente "quando" era suposto. "Quando" tive a vontade de pegar no saco de ginásio e mudar a mil por cento os meus hábitos alimentares. Tinha de partir de mim, tinha de ser eu a querer. A única coisa que nos impede de fazer o que quer que seja é a nossa vontade, e foi depois dos 30 que, ao perceber que o "quando" não estava a chegar sozinho, eu tive que o ir procurar. 

Hoje, o peso está a sair a custo, a muito custo!, e uma coisa é certa: é a levantar a bunda todos os dias e a pensar no que ainda falta perder que me motivo a fazer mais. Os 26 quilos já lá vão. Que venham os 27... os 28... os 29... É esse o meu foco. E, sim, sei que ainda tenho muito trabalho pela frente. Mas também sei que não estou sozinha.

Estão comigo?

Catarina


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