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domingo, 22 de janeiro de 2017

Zombies à solta no ginásio!



Adoro treinar. Acho que já deu para perceberem isso. Mas há ali dois momentos em que reviro os olhos e me arrependo de não ter ficado em casa agarrada à mantinha a ver uma série no Netflix.

São eles o aquecimento e os alongamentos finais.

Irónico, certo?

Custa-me muito a arrancar e custa-me ainda mais o parar.
O arrancar custa-me porque me sinto sempre a apanhar uma valente seca na passadeira. Não sou de todo fã. Sinto-me assim em modo hamster às voltas na gaiola, mas em versão zombie. Às vezes, quando dou por mim já se passaram 30 minutos e nem dei por eles. Outras vezes estou tão a leste que parece que até me esqueço de como se anda e quase me esbardalho ao comprido na passadeira.
(Mais um ponto extra para se treinar com PT, quando o temos ao nosso lado na passadeira, parece que viramos só hamsters, sem a parte dos zombies. Ao menos vamos falando, quando o arfar o permite, pois com certeza!)

A parte dos alongamentos já é diferente.
Acho que, acima de tudo, é aquele momento em que me sinto desarmada. Imaginem que acontece um apocalipse de zombies (sim, estou muito Walking Dead, hoje) e eu naquele momento estou a alongar! É que nem vou dar pelos mortos-vivos a entrarem no ginásio nem vou ter tempo de me levantar. Ainda não tenho velocidade/agilidade para isso, caneco!

Ainda por cima, neste último treino com o Pedro, o primeiro desde a minha crise pós-estúpida hérnia, fiquei a saber que este meu PT além de ser um grande parceiro a caminho d'O Biquíni Dourado, tem umas mãozinhas que faxavor! Houve ali um momento em que, se os zombies entrassem no ginásio, eu ainda lhes diria "Pshé! Pouco barulho!" de tão descontraída que estava.

É que, depois do treino (que, por eu ainda estar combalida das dores na lombar, foi quase só braços), durante os alongamentos finais o Pedro aplicou um pouco da sua sabedoria de PT na minha área problemática. Ao início doeu um bocadinho, confesso. Ainda por cima, com os anos fui ganhando uma certa resistência em me tocarem na região em questão. Mas, nos finalmentes, já só estava a sentir a dor a desaparecer... e a desaparecer...
E, qual não foi o meu espanto quando, já no trabalho, me apercebi que já não estava nem a coxear, nem com dores há umas valentes horas. WHAT?? Como assim? Desmarquei eu um treino com o homem por ter dores e ele afinal era uma das soluções? Not cool, universe. Not cool.

Não sei que raio de vodu ele para aqui me fez, mas já se passaram três dias e acho que é seguro dizer que a "crise de hernicite" já lá vai. Tenho só assim uma ligeira pontada, quase um "não-fiques-muito-feliz-ainda-que-posso-voltar-a-doer-em-menos-de-nada".

Mas já estou melhor! Se estou!


Catarina



sábado, 10 de dezembro de 2016

Abanar o esqueleto #6

Para quem não vê/gosta da série "The Walking Dead", esta é só mais uma música que, a bem dizer, até parece assim meio natalícia de tão "joyfull" que é.

Para quem vê a série dos "walkers", sabe que esta música é usada como uma espécie de tortura psicológica para um dos personagens: é posta a tocar vezes e vezes sem conta!... E é o que se passa comigo ultimamente! Parece que esta música não me sai dos ouvidos... Por isso, nada como partilhar a "dor", certo?

Vá, espero que gostem e toca a abanar o esqueleto a caminho do Natal!



Catarina
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