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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

#dia21 - Quanto tempo levas a vestir um vestido?


Estava a beber café com a minha mãe no Balcão do Marquês, em Lisboa, quando olhei para o lado e vi uma rapariga com um casaco igual ao meu. Era novo, esse meu casaco, e estava tão orgulhosa de o ter que o facto de ver alguém com um igual me deixou desperta. Olhando com mais atenção para a rapariga, reparei que tinha, por baixo desse tal casaco, um vestido florido. Esse vestido florido, também eu o tinha, só que com a diferença que o meu estava pendurado no armário do meu quarto, ainda com a etiqueta à espera de ser cortada ou que me resolvesse a ir devolvê-lo à loja.
Tinha comprado o vestido como "prenda de início de estágio". Pensei que era tão fora da minha área de conforto e do meu estilo "à faculdade" que seria ideal para começar uma nova vida de "adulta".



Esta memória da rapariga de vestido e casaco iguais aos meus remonta a 2008, ano em que comecei a estagiar. 

Até esta semana, o vestido tinha saído uma vez do armário para um jantar formal, em que nem o casaco que levei por cima despi, e outra vez para emprestar a uma amiga. 
Repito: até esta semana, o vestido mais não era do que a memória da tal rapariga e, sempre que olhava para ele no armário (onde esteve sempre estes dez anos) era com a frase "Ainda o vou usar com o casaco..." em mente.
Até esta semana.
Apesar de eu estar um bocadinho pequenino minimozinho mais confiante, foi com muita consciência do meu tamanho, aspecto e até peso da sua presença no armário durante dez anos que o vesti ontem. 

Ainda não está como o idealizei na minha mente. Ainda sinto volume a mais onde queria ter a menos (ANCAS!!!), mas... dez anos depois, foi uma estreia a do vestido. 
Estive sempre consciente que tinha "o" vestido e que tinha "o" casaco da tal rapariga, que por sinal também eram meus, e foi com o à vontade dela naquela pastelaria no Marquês que tentei andar o dia todo (apesar de, interiormente, saber que andei à rasca o dia todo... se andei!)

E aqui estão eles, o vestido e o casaco, e eu. Dez anos depois.



domingo, 16 de dezembro de 2018

Bem-vindo, branco! #dia16

Deixei cair o telemóvel para tirar uma fotografia tipo esta num provador de uma loja. O leitor de cartões SD deixou de funcionar, por isso, em sua homenagem, eis a última foto lá guardada e enviada já via PC por e-mail... 

Eu dantes não usava branco. Dantes. Mas alguém me disse que era uma cor que me ficava bem e resolvi arriscar... 

E não é que esta camisola da Stradivarius foi parar ao meu armário?

Catarina

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

#dia12 Da série "sugestões de Natal que são quase wishlist" - Envelope Lisboa

Aqui há uns anos, cheguei a ter uma grande pancada por malas. Mas grande mesmo. Cheguei a ter para cima de duzentas. A maioria compradas no eBay, rapidamente me comecei a aperceber que a fraca qualidade era justificativo do pouco preço que pagava por elas, além de que, acaba por ver muita gente com malas iguais às minhas.

Hoje em dia estou mais "esquisitinha". Dei a maioria das minhas malas, as que ainda estavam em condições vendi e agora só compro uma ou duas malas por ano. E quanto mais pequeninas, melhor, que eu sou uma pessoa idosa que não pode andar com muito peso ao ombro, pois claro!

Por isso, a procura por malas originais, de qualidade e pequeninas nem sempre é fácil. Mas, abençoada Internet que nos permite coscuvilhar a vida dos outros e dar-nos a conhecer projectos que viraram negócio e que me enchem o olho e de que maneira!..

Segundo o site, "a marca Envelope Lisboa foi criada em 2015 por Carla Soveral". Aquilo que começou por ser uma experiência, tornou-se num projeto que dá já muitas cartas (perceberam a piada?) e que é hoje a minha sugestão de presente de Natal.

As carteiras Envelope Lisboa são produzidas à mão o que torna cada carteira uma peça única e original. "O seu corpo em pele é singelo e discreto porque é na sua alma que guarda os segredos (ADORO!). Corpo e alma gravados a dourado, são unidos a encarnado. Quando abertas, revelam uma sinfonia de tons e padrões, em tecidos de toque suave, que se encaixam harmoniosamente no formato e cor da carteira, num jogo que desperta os sentidos."

Não se babem muito, mas olhem só que coisas mai-lindas!





Eu sei que este blogue tem "dourado" no nome, mas ando obcecada com a cor prateada... Esta mala é só assim uma perdição!




Podem conhecer (e comprar!) a marca AQUI ou AQUI.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

#dia7 Da série "sugestões de Natal que são quase wishlist" - Susana Farinha

Além de ser uma pessoa super querida, a Susana Farinha criou a sua própria marca de joalharia e, se isso não bastasse, tem peças que são uma verdadeira perdição.

Para arrancar da melhor maneira esta série de espécie de sugestão de Natal espécie de, se o Pai Natal me deixasse isto no sapatinho é que era, mas se não deixar não tem mal, cá beijinho a mim na mesma, meu gordito da barba branca, eis as (maravilhosas) mãos da Susana Farinha.

Podem conhecer mais peças no seu site ou no seu Instagram.




terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Beach wedding mode on


Se este ano vou ter um casamento em que o dress code é cosplay (falei-vos dele AQUI), vou ter outro em que o local onde vai acontecer também merece um dress code diferente, dado que vai acontecer na praia.

Na passada sexta-feira, pedi à minha BFFF (Best Fashion Friend Forever), a blogger Fashion By Pio, para me ajudar na procura de um vestido digno de casamento na praia.
Ela sugeriu-me uns quantos e, ao mesmo tempo, fui espreitar os saldos, sendo que sabia que a opinião dela estava à distância de uma fotografia enviada por chat do Messenger.

@Lefties

@Mango

@Mango
Claramente, estes não estavam a fazer-me sentir "a" cena, mas, eis senão quando, no meio de uns vestidos muito espalhafatosos e de tecidos esvoaçantes, tenho um avistamento maravilhoso.

Adoro, repito ADORO, vestidos deste género, e fiquei logo muito revoltada porque, só tinham um exemplar destes, ainda por cima em tamanho S. Mas, como sou teimosa, resolvi experimentar na mesma e, já que me ia despir, porque não tentar fazer-me caber no vestido?



Não só serve, como serve bem, como é lindo, como fica bem e me sinto maravilhosamente bem com ele e mal posso esperar pelo casamento para o vestir com maquilhagem e cabelo arranjado e tudo e tudo! 

A sério, fiquei tão entusiasmada que assim que cheguei a casa tive de o voltar a experimentar, mas foi só para ver como é que ele reagia ao meu corpo a dançar: reage bem, claro!



É tão bonito. E o melhor, claro, é ser um S.
Sabem há quantos anos eu não visto um S? 
Na verdade, acho que nunca vesti um tamanho S... 

I'm in looooove!

Catarina

terça-feira, 17 de outubro de 2017

#desejosadeserfashion


Comprei esta saia num impulso tão impulsionado que nem a experimentei antes de sacar do cartão de crédito.

Assim que cheguei a casa experimentei e tive a certeza que íamos ser BFF. É que, além de ser linda e de ter bolsos... fica-me bem, caneco! E acreditem que não digo isto de toda a minha roupa!




Ténis: Prmark
Saia: Stradivarius
Top: H&M

Catarina

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Manicure de Outono: regresso ao trabalho (e às aulas!) com novas cores Mark

Há marcas que, sem querer, nos acompanham desde sempre e nos trazem memórias quentinhas ao peito. Esta de que vos falo hoje, celebra 35 anos, mas parece que foi ontem que ansiava por receber o catálogo da Avon enviado então por uma colega da minha mãe. Naquela altura, nos idos anos 90, era uma emoção enorme ver as novidades que a marca com nome a lembrar coisas chiques podia trazer nas suas centenas de páginas.

Pensava então ao desfolhar o catálogo: “Quando for grande, vou comprar isto tudo e vou ser uma senhora toda vaidosa.”

Quis que o meu “ser grande” tivesse sido demasiado literal para os lados… o que, já sabem, já aqui o disse várias vezes, em mim resultou que o meu lado feminino tivesse ficado mais inibido. Mais negligenciado.

Quando o peso começou a ser mais notório que estava a desaparecer, a primeira “meninice” foi básica: um batom. Tão simples quanto isso e acreditem que nem para o cieiro eu usava batom (só mesmo em caso de SOSissímo!)

Hoje em dia já uso mais vezes base, blush, rímel, e muitas outras coisas femininas que não sei o nome, mas que o meu instinto me diz para adquirir e é vê-la a experimentar ser mais mulher. Já dou por mim de novo ansiosa que outra colega da minha mãe envie os catálogos (que até já vende coisas do Star Wars!) o que acaba por ser aquele momento do “ser mulher”.

O próximo passo, que dei agora, era a barreira que considerava a barreira final, mas que acabou por ser bastante fácil porque me apaixonei logo com estas cores fantásticas. 

Berry Nutty, So Jelly, Violetized e Just Beachy são os tons do meu Outono!

Falo-vos da barreira dos vernizes de unhas. Acho que por passar tanto tempo a escrever ao PC, inconscientemente dou por mim a olhar muito para as mãos e o pintar de unhas era o próximo passo para ser, de vez, mulher.

Cor ideal para acompanhar o meu regresso às aulas!

Mas volto a dizer... estas cores! Ui! Foi tão fácil deixar-me encantar por elas... os tons rosa e pastel e o azul a lembrar as minhas piscinas... Dá todo um outro gosto olhar para as mãos a escrever-vos este texto e, confesso, sinto-me mais bonita por ter mais este “acessório” em mim. Além de que, estes vernizes da Mark secam em menos de nada, o que deixa a impaciente em mim super feliz da vida! Foi quase pôr o verniz, fechar a tampa e já está! 

Ai que ela até pausa para olhar para as unhas! Vaidosa!
Parece-me que a Avon celebra os 35 anos quando aqui esta que vos escreve conheceu em si uma mulher Nova (já repararam que “Nova” é “Avon” ao contrário?)

Desculpem, mas é muito rosa junto! ADORO!!

E o melhor de tudo é que já não precisam de estar à espera que a colega da mãe vos envie o catálogo. Cliquem AQUI e descubram toda a paleta de cores de vernizes para poderem ter um Outono mais feminino como eu estou a ter!


Parabéns, Avon! Que tragas mais 35 anos de todo o tipo de tons às nossas vidas e em todas as estações do ano!



Catarina

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Da série "Só não perdes a cabeça porque não dava jeito!"


Tenho a sensação que não venho ao meu blogue há mais tempo do que desejaria. As razões principais são boas: parece que arranjei trabalho (digo parece porque sendo através de uma empresa de trabalho temporário, a palavra temporário assusta um bocadinho...).

Com este trabalho veio um horário ao qual não estava de todo habituada (com folgas rotativas, sendo que comecei com o horário das 07h às 16h), o que me veio mexer não só com os meus hábitos de escrita (escrevo muito mais à noite, noitinha), mas também com os meus hábitos de ginásio (esquece lá isso de ires à aula das 07h20, Catarina. Vais só à da hora de almoço e é se é se queres ver!). 
Além disso, a família estava toda de férias menos aqui a vossa excelentíssima, o que resultou que, assim que saía do trabalho, ia a voar ter com ela para ainda aproveitar um bocadinho do dia.

Ou seja, basicamente, passei as últimas duas semanas da minha vida a vir a casa dormir, vestir e preparar o saco de ginásio para a hora de almoço do dia seguinte. Ainda por cima, este meu PC é tão lentinho, tão lentinho que não consigo olhar para ele e ter vontade de escrever... relembro que "Impaciente" é o meu nome do meio.

Estão aí os factos. Mas para vos mostrar como anda a minha cabeça, vulgo, na verdade toda eu, conto-vos uma história que se passou na segunda-feira passada, dia em que mamãe me "trocou" ao fim do dia por outra companhia e, como tal, aproveitei para fazer uma aula de Cycle à hora de jantar...

Portanto, tudo começou quando preparei o meu saco na véspera, ou seja, domingo, para levar para o ginásio. Tive na altura a certeza absoluta que me estava a esquecer de algo, mas encolhi os ombros numa espécie de "já estás tão automática a fazer isto que é impossível te enganares".

No dia seguinte, ou seja, segunda-feira, depois do dia de trabalho e já a chegar ao carro, foi óbvio: "Merda, esqueci-me dos ténis em casa!" Ligo à minha mãe, muito chateada, a queixar-me que não só não tinha companhia para jantar como nem podia ir à aula por falta de ténis. "Vai comprar uns", ouvi como resposta do outro lado do telefone.

Ora, sorte das sortes, um dos meus ginásios até fica ao pé de uma grande superfície comercial que tem uma também grande loja que começa por "P" e acaba em "rimark" e outra que começa por "H" e acaba em "&M"... nem é tarde nem é cedo, e se há coisa que ainda hoje tenho como hábito, apesar desta idade toda que tenho, é fazer o que a minha mãe diz. E lá foi ela (ou seja, eu) comprar um par de ténis.

Mas se há coisa perigosa numa mulher sozinha à solta numa loja de roupa é precisamente uma mulher sozinha à solta numa loja de roupa.

Eu fui para comprar um par de ténis o mais barato possível, é verdade. Mas também é verdade que acabei por comprar não só o dito par de ténis como mais outro par (não de ginásio) e... um vestido cheio de pinta.

Estou apaixonada por estes ténis!




É tudo muito giro, não digo que não, mas foi tão grande o desvio da minha ideia original (ir apenas fazer uma aula de Cycle) que não podia deixar de me sentir com remorsos por tanto dinheiro gasto...

Mas há mais história. Claro que há.

Quando cheguei ao ginásio com o saco de ginásio numa mão e o saco da Primark com os ténis novos na outra, qual não foi o meu espanto ao abrir o fecho do primeiro e ver os atacadores fluorescentes dos meus ténis a sorrirem para mim.

Sim, tinha ficado algo em casa nesse dia. Só que não tinham sido os ténis. 

Tinham sido os chinelos.


Catarina


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Desejosa de ser fashion #2

Prometo que vou tentar começar a tirar fotografias com mais pinta para esta rubrica. Mas na verdade ainda não me sinto muito à vontade para sessões fotográficas no meio da rua, muito menos quando estou em modo "selfie". Baby steps, malta!

Partilho este look convosco porque, ao contrário do previsto por não ter um bocadinho de preto (e eu quase só usar preto), senti-me muito bem com ele. Não sou a maior fã de cinzento, mas este body (no meu body!) até nem desgosto. Foi mais uma das compras "olha, tenho um corpo novo, vamos lá ver o que as lojas têm para mim" e, neste caso, os saldos foram meus amigos. As calças são velhinhas, mas parecem novas porque eram daquelas que estavam tão apertadas que me sentia mal em as usar... Já lá vai!





Body: Primark
Calças: eu sei lá!
Colar: prenda de mamãe
Espero que tenham gostado!


Catarina

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Será que as compras de hoje vão dar lucro amanhã?


Amanhã faço anos. Palavra-chave "amanhã", por isso nada de me desejarem já felicidades "doiradas" que não é bom! 

Mas, se amanhã faço anos, tinha toda uma boa desculpa para, amanhã, não ir ao ginásio, certo? [inserir som de buzina] ERRADO!

Lá porque a família tirou o dia de férias para estar comigo, não posso nem quero vacilar nas minhas rotinas de ginásio, por isso, em vez de ir às minhas aulas normais de hora de almoço e de fim de dia, vou tentar (vou conseguir!) ir à aula das 07h20 (sete e vinte... SETE E VINTE).

Como há (podia haver) grandes probabilidades de falhar a este compromisso tão matinal, resolvi preparar-me da melhor maneira que sei: fui às compras.


Tenho calças novas (obrigada Decathlon pelos saldos), soutien de desporto novo (E DOURADO!!) e toda uma T-Shirt nova que o maridão me ofereceu no Dia do Biquíni (because I'm awesome!, diz ele).

Conhecendo-me, já sei que mal vou dormir com o "excitex" de estrear a roupa nova, por isso, estou quase certa que... vou conseguir ir à aula.

Eu quero conseguir ir à aula.

Eu vou conseguir ir à aula.

Será que vou à aula????

(Confiram depois no Instagram Dourado!)

Catarina

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Estou Wired à Su


Eu bem digo que esta semana é só moda, mas a bem dizer, o título do blogue pressupõe precisamente moda, em concreto um certo Biquíni que, confesso, me vem à ideia muitas vezes ao longo do dia de tão desejosa que estou de ter corpinho para o usar.

Mas se o quero usar, é claro que tenho também que pensar nos acessórios. Já fiz mil e uma combinações na minha mente, até já ponderei arranjar um Jabba the Hutt de peluche para compor o ramalhete da melhor maneira, mas assim que vi esta pulseira... foi amor à primeira vista!


A autora é a Su, podem conhecer mais trabalhos dela na página de Facebook WiredSu, a mãe de uma amiga que me deu a pulseira sem hesitar assim que, desconfio, viu os meus olhos brilharem ao vê-la no seu pulso. É que é tão, mas tão, mas tão Star Wars e tão, mas tão, mas tão ideal para acompanhar o Biquíni Dourado! E é tão, tão gira! Para quem não se recorda, o Biquíni em questão tem um tecido da cor desta pulseira na parte de baixo:

Agora que vos dei esta ajuda visual, digam-me lá se não é perfeita! Ainda para mais, desconfio que menos uns quilinhos perdidos e a vou conseguir usar na metade superior do braço, como também a Leia tem aquela pulseira dourada. 







A Su faz peças de autora, elaboradas com fio metálico (cobre revestido), que aliam a técnica de ourivesaria com a técnica do crochet tradicional. Além de pulseiras, tem fios, pregadeiras e onde a imaginação a levar.

Mas é muito eu esta pulseira, e as outras peças são tão giras que o difícil é escolher! 

E este colar?


E este?

Não deixem de passar pelo Facebook da Su para se deliciarem com mais umas coisinhas! E olhem que já tive um vislumbre da nova colecção, e é de arrasar!

Catarina

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Casamento à vista... e tenho mesmo, MESMO, de caber neste vestido


Parece que esta é a semana da moda cá no blogue, ou não viesse de novo falar em roupa, mas é que me apercebi que falta menos de um mês para o casamento de uma amiga e, como tal, tenho MENOS DE UM MÊS para caber maravilhosamente bem neste vestido:

Fotografias estrategicamente mal tiradas para gerar algum suspense.
Não sou a noiva, mas o vestido é tão lindo que merece um rufar de tambores até do dia C (de casamento)! 


OK, ele serve-me, mas estou com aquele eterno problema que parece afectar muita mulher: por um lado está-me largo nas mamocas e por outro está a caminho do folgado, mas ainda demasiado justo, nas ancas, portanto tenho até Julho para pôr silicone no peito e fazer uma lipoaspiração às ancas... Ai... esperem, se calhar não. Se calhar tenho até Julho para pedir à minha avó que me aperte as alças do vestido e para pedir ao Hugo uns treinos dirigidos às minhas ancas na RAPID FIT&WELL. 

Ou seja, depende de terceiros este vestido me ficar impecável até meados de Julho... Ufff! Que alívio. Por momentos pensei que tinha de me matar no ginásio por causa de um casamento! Uffff.

Catarina

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Não mata, mas obriga-me a ir às compras... oooooooh

Acaba por ser irónico que, na altura em que tenho de ter mais atenção aos gastos financeiros, seja precisamente a altura em que, ó que chatice, tenho de me dirigir a lojas de roupa para, ai que maçada, comprar... roupa.


Eu até queria esperar "assentar" num tamanho (o do Biquíni Dourado, esperemos!) para dar um refresh ao meu guarda-roupa, e até me tenho portado bem. Ou melhor, até me andava a portar bem. Dava por mim a usar roupas de há 27 quilos, largas que só elas, mas meti em ideia só gastar dinheiro a sério em roupa quando chegasse ao meu número final... Mas eis que fui despedida, lembram-se? Neste momento da minha vida, em que ir a entrevistas de emprego é o pão nosso de cada semana, ir com roupa a fazer parecer que levava um saco do lixo vestido de tão larga que estava começou a estar fora de questão. Uma coisa era levar para o meu antigo emprego, que até sabiam da minha mudança de vida (e que eu ganhava mal!) roupa XXL em corpo de (quase) M. Outra coisa é querer passar uma boa, adelgaçante (porque a roupa demasiado larga também engorda uma pessoa!) e arrumadinha imagem de mim.

Vai daí, resolvi investir em dois ou três pares de calças e em duas ou três (foram dez, eu acho que foram umas dez) camisolas novas e num biquíni novo (nunca se sabe se, com tanto tempo que tenho passado em piscinas, o meu futuro não terá um chão de cor azul-água). 

É estranho, olhar-me ao espelho com esta roupa nova e ver uma Catarina tão diferente. Além de que, finalmente tive a consciência de outros números. Passei de vestir um 52 de calças para um tamanho 46, algumas lojas já 44. Nas camisolas passei do tamanho 20 para o 14, ou do "o tamanho maior não serve" para o tamanho M. 

Claro, podia ser uma diferença maior, principalmente nas calças, e por isso é que eu estava à espera de perder mais peso para investir num novo guarda-roupa. Mas até acho que não está nada mal. 

Há males que vêm por bem, e apesar de ainda não ver a luz ao fundo do túnel com este despedimento, pelo menos já vejo roupa nova no meu armário e no meu corpo... E isso parece-me sempre uma boa ideia!

Catarina


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trinta quilos perdidos à vista... ou, às pernas!


Começo a desconfiar que nunca mais chego aos 30 quilos perdidos por causa da "celebração" que arranjei para mim mesma: cortar o cabelo.

Estou nos 27 quilos perdidos há quase um mês, e eu já sei que é por fases, eu já sei! Mas, conhecendo-me, acho mesmo que o facto de andar a apregoar que quando chegasse aos 30 quilos perdidos ia dar um corte radical ao cabelo, me está a causar alguma tendência, involuntariamente, para não chegar a esse valor... é que eu ODEIO cortar o cabelo. Ainda para mais, ainda não me sinto à vontade com quem sou, com a minha cara, etc, além de que só agora descobri o fascínio de zumbar de cabelo (LONGO!) solto!

Assim, e como quero mesmo, mesmo, mesmo chegar aos 30 quilos perdidos, resolvi riscar a ideia de ir cortar o cabelo para celebrar, e pensar noutra coisa. 

"Do que é que tu gostas?", perguntei-me a mim mesma. 
"Star Wars, desporto", respondi-me.
"E achas que precisas de alguma coisa que envolva essas duas coisas?", atrevi-me a perguntar.
"Precisava, sim, Catarina. Precisava de mais umas calças para treinar na Rapid FIT&WELL, que as que tenho não chegam", respondi em modo "duh! Não é óbvio que preciso?"
"Estás à espera de quê?", concluí a mim mesma.

E lá fui eu ao eBay procurar umas leggings abençoadas de Star Wars... e encontrei!
São tão giras e são tão as minhas pernas que mal posso esperar por chegar aos 30 quilos perdidos para as comprar!



Digam lá se não é uma celebração com muito mais Força?

Catarina

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