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terça-feira, 18 de julho de 2017

Faz. Ou não faz. Não há cá tentar*

(*Clara tradução de uma famosa frase de Yoda "Do. Or do not. There is no try.")

Não sei na verdade quantos de vocês que seguem este meu cantinho à beira-blogspot plantado é que gostam de Star Wars. Nem é preciso gostarem de verdade, mas pelo menos quantos de vocês já viram e se lembram da saga (falo, pois, da trilogia original, os episódios IV, V e VI). 

Para vos situar, vamos até ao episódio V, até ao sistema Dagobah, onde um nada zen Luke Skywalker conhece Yoda, o mestre Jedi de cor verde e com problemas em compor frases pela ordem certa.
É lá que Luke começa a treinar para ser Jedi, a controlar a Força e... a acreditar verdadeiramente no seu poder. É posto à prova física, mas também mentalmente. Numa espécie de "corpo são em mente sã", mas mais para a "frentex", dado que se consegue mexer coisas com o poder da Força e assim. 


Falo-vos desta cena pois, também eu, sempre que entro numa piscina para fazer Fitness On Water, me sinto a entrar no sistema Dagobah, só que em vez do pequeno Yoda, tenho a pequena-grande Filipa a puxar por mim.

Este até é fácil. A pessoa está de quatro apoios e, se ficar à frente como eu fiquei, nem tem de levar com bundas alheias na cara.

Se o Luke ao início achava que era tudo mentira, também eu a princípio achei que nunca seria capaz de me pôr de pé em cima de uma waterbase. E já consigo. Já abano a base, já salto, já danço uma espécie de kuduro (porque ponho o rabo espetado para não cair), e já quase que dou uma volta de 180 graus sem cair, enfim, já QUASE. E é esse QUASE que me faz pensar sempre em Dagobah e na Força quando faço uma aula de FOW. 


via GIPHY (Sou eu, mas tipo de pernas para o ar, sendo que a waterbase seria o Yoda... ou assim)

Reparem, eu faço a aula sem óculos e, como já aqui o afirmei, ao tirar os óculos fico cega... e surda. São dois dos meus sentidos que ficam à borda-de-água sem direito a serem salvos pelo bote salva-vidas. Portanto, se perco estes dois sentidos, o meu equilíbrio tem de vir de algum lado... Entro mesmo num mundo só meu (Dagobah) e é a imagem lá de cima que me vem sempre à ideia quando estou na base.

Pode parecer que estou em cima da waterbase (à direita), mas na realidade estou em Dagobah a treinar a Força.

Tenho de sentir a Força. Tenho de ser a Força. Tenho de permitir que a Força me não deixe cair à água...

Esperem lá... na verdade, isto é tudo muito bonito, mas não fosse o meu Yoda pessoal e nada disto faria sentido. Foi ela que, quando eu chegava a casa indignada por não conseguir FOWar como deve de ser, foi puxando por mim no chat do Facebook e, à boa maneira do outro Yoda (o verdadeiro), me disse "Vais conseguir. Vais continuar a ir às aulas. Vais... vais... vais..." E eu, bem mandada, lá fui cedendo. 

Como assim? Que gatas!

Com uma ou outra falta de comparência, tenho sido muito fiel às minhas aulas de segunda e quarta-feira à noite da piscina do Alvito, em Alcântara, e estou a lá chegar... Confesso que, por não conseguir ver (eu sei que há lentes de contacto, mas cada um com as suas questões e eu não gosto que se me enfiem cenas nos olhos), não sei se algum dia irei FOWar tão bem como por exemplo as minhas colegas veteranas, já nem falo na Jedi-Filipa!, mas estou a caminhar. Aliás, estou a FOWar...


Nota final a este artigo:

Bom... não pensem que as aulas de FOW são assim um bicho de sete cabeças, que não são. Mas no meu caso, estando legalmente cega e provavelmente também surda, o grau de dificuldade de uma aula de FOW escala vertiginosamente para "Jedi in training"... daí o uso metafórico da Força. Bem... por estar cega e por eu ser no geral um camião TIR a entrar numa loja de porcelana sempre que me ponho na base... É por aí!


Catarina

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quando pedes a mão e ganhas um abraço de gente

Eu bem digo que o que esta aventura tem de melhor são as pessoas. Sim, ganhar saúde porque perdi peso é bom. Mas a minha alma tem recebido tanto carinho que o coração por vezes até se sente a rebentar!

Vamos por partes. 

Esta minha dissertação de hoje surge porque o Hugo me desafiou (OK, ele já andava a desafiar há mais tempo, mas, estupidamente, fui adiando...) a ir fazer uma das suas aulas de Zumba e GAP (glúteos, abdominais e pernas) ao complexo desportivo da Junta de Freguesia de Benfica.

Lá fui a semana passada. Quase que a pedir-lhe para me dar a mão (já sei que não sou burra nenhuma, que o garoto é giro que se farta) de tão enrascada que estava com o novo ambiente (não parece, mas sou muito tímida) e ele deu-me uma mão... a mão da Gabriela. E é só assim a mão mais ternurenta de todó mundo da zumba! Com a mão da Gabriela veio a mão da Isilda e é isto... Tão simples, e de repente sinto que já são mais duas pessoas minhas.

Ficou prometido voltar esta semana, e como passo a vida a desafiar meio mundo a vir fazer coisas giras comigo, ontem foi a vez de desafiar uma amiga, a Andreia, que foi tão bom reencontrar neste contexto. Foi mesmo! 

Quando cheguei à Junta, a Gabriela e a Isilda já estavam à minha espera, com quatro mãos e dois sorrisos rasgados "Só as conheço há uma semana", expliquei à Andreia enquanto as abraçava às duas, como se de um longo reencontro se tratasse... É tão bom, tão, tão bom ganhar pessoas novas. Sim, já as ganhei.

E que tal as aulas, Catarina? 

Bem, caso não tivesse gostado a semana passada, não tinha voltado esta, certo? As pessoas são importantes, mas passar por dois concelhos para zumbar e GAPar é dose e tem de se fazer com gosto!

O Hugo é de facto fenomenal. Eu já o sabia, claro. Mas no contexto de personal trainer que conheço (palavra-chave "personal") é diferente. Somos dois a treinar com um fim em comum (o meu Biquíni, ai não!). Nas aulas de grupo, é ele e mais muitas pessoas, cada uma com o seu objectivo, umas porque querem um escape de fim de dia, outras para treinar, outras para abanar a bunda, outras para olhar para o rapaz giro (que bem há destas que eu sei, suas devassas! :p)... São muitas as opções que levam uma pessoa ao final de uma quinta-feira até à Junta de Benfica, e o profissionalismo, a dedicação, a entrega, o carisma, o humor, o know-how e tantas outras qualidades (que não vou escrever já para ter material para futuros artigos!) do Hugo estão lá á sua disposição. É o maior! E é por isto que eu digo: o meu PT é melhor que o teu. É mesmo!

E agora, a minha parte favoritaaaaaaaaaa: FOTOS e um vídeo para verem como se faz um final de aula de Zumba a envolver a galera!


Sem hipótese: as quatro mais gatas de todas! Nota: pré-aula!

Enquanto uma pessoa desfalece em cima da bola de Pilates, há quem lhe tire fotografias e selfies e assim. Desta não fizeste, Andreia, mas da próxima GAP contigo! 

Confesso que a Andreia não ter feito a aula de GAP acabou por resultar em muitas fotografias minhas a treinar. E esta será sempre uma boa foto minha e do Hugo!


Sou tão pouco apreciadora de lounges!

Mais outra boa foto nossa...

E ainda mais outra!
Não fazer aula de GAP versus Fazer aula de GAP
A Gabriela deu-me a mão, mas esta trupe toda ganhou o meu abraço dourado.
Vamo qui vamo!!



Catarina

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Dia do Biquíni é dia de PASSATEMPO!


Reza a lenda que foi a 5 de Julho de 1946 que algures pelas Franças se usou pela primeira vez um biquíni. 

A invenção, que prometia ter um efeito bombástico na sociedade pelo pouco uso de tecido, inspirou-se no nome de uma ilha do Oceano Pacífico (a ilha Atol de Bikini) onde foram feitos testes com bombas nucleares.

Daí hoje se celebrar... o Dia do Biquíni, e sendo eu uma pessoa óbvia, claro que hoje é dia de festa cá no blogue! 


Para celebrar, tenho um exemplar do livro Barriga Fit - SOS Operação Biquíni (sou mesmo muito óbvia!), da autoria de Izabel de Paula numa edição da Esfera dos Livros, para oferecer.



Para tal, terão de perder um minuto de vida a:

1 - Dar um like no Facebook da editora A ESFERA DOS LIVROS;

2 - Dar um like no Facebook do BIQUÍNI DOURADO;

3 - Comentar nesta publicação aqui no blogue: EU DEI LIKES!

O vencedor será o 5.º (porque hoje é dia 5, obviamente!) a comentar esta publicação, e para tornar tudo mais divertido, até chegar ao quinto "comentadeiro" vou optar por ter que aprovar os vossos comentários antes de serem publicados (que mazinha que ela é!)

Posto isto, espero que dêem uso aos vossos biquínis hoje, e que daqui a um ano, numa espécie de promessa-comprometimento que aqui vos deixo, estejamos a celebrar a ver uma fotografia minha, bem esculpida e algo desnuda, com "o" Biquíni Dourado.

É esse o objectivo. 365 dias para o meu Biquíni Dourado! E o jeito que este livro me daria... depois peço-o emprestado a quem ganhar, boa?

Catarina





segunda-feira, 3 de julho de 2017

Querido Pai Natal dos anos...

Julho traz com ele uma data muito importante na minha vida, ou não fosse o mês em que celebro mais um Verão (ou seja, em que faço anos).

Como sou um tudo-nada esquisita, todos os anos faço uma wishlist para distribuir à família com potenciais prendas para me darem (hey, não me julguem!, até acaba por lhes ser mais rápido e escusam de passar horas em lojas a pensar se eu vou gostar ou não de uma panela de pressão com tampa de alumínio - que não vou! -).

Já o ano passado a temática das prendas tinha sido para o fitness, mas este ano resolvi pedir uma única coisa fit.

O meu arqui-inimigo.

Gerador de pesadelos noites a fios.

O meu monte Evereste que tem de ser dominado.

Aquela meia bola azul que me deixa logo KO só de olhar para ela, e que me obriga a pedir a mão ao Hugo sempre que é para treinar nela... (o que levanta um problema de logística eu ter uma coisa destas em casa, já que em casa não tenho Hugo, mas tenho paredes... Não sendo uma e a mesma coisa, acho que terão de servir como substituição do melhor PT do mundo, o meu)

Para o meu aniversário, este ano, pedi encarecidamente uma bola bosu:




Se virem o preço, vão perceber porque é que pedi só isto. É carota, que é, mas sei que a vou usar bastante e a realidade é que mal posso esperar para fazer anos só para a desembrulhar e começar a treinar.

Sou doida por meias bolas, o que é que se há-de fazer? =P

Catarina

sábado, 1 de julho de 2017

Abanar o esqueleto #28


Na quarta-feira, tive de fazer tempo para os lados de Oeiras à espera do marido. Teria sido mais fácil ir para o Oeiras Park ou até mesmo para a Decathlon (estou proibida de lá entrar pela minha conta bancária!), mas apetecia-me andar. Apetecia-me rua. 
Assim, estacionei o carro no Jamor (local onde tenho sempre de mandar a piada fácil "Vou já, mor") e fui andando. Andei, andei, andei e dei por mim no Padrão dos Descobrimentos.

E tive sempre duas companhias comigo: 

Esta vista...







... e uma música. Sim, só uma música! Caminhei durante duas horas ao som de uma só voz, e de uma só banda por quem já perceberam eu estar completamente viciada.

Fiz 10 quilómetros ao som desta música, e tivesse feito mais 10 e a banda sonora teria sido a mesma... É uma música do caraças! 

Este fim-de-semana a minha partilha musical só podia mesmo ser esta. 

Senhoras e senhores, mais uma vez, Ghost!


Bom fim-de-semana!

Catarina

sábado, 3 de junho de 2017

Abanar o Esqueleto #28


Não queria, que não queria mesmo, voltar a deixar aqui uma música de Ghost. Qualquer diz vocês não me ligam nenhuma e eu até já me apercebi que estou a ficar repetitiva com estes senhores, mas tenho como objectivo que algum deles me venha parar aqui ao blogue depois de uma pesquisa egoísta no Google, e me chamem para, porque não?, andar atrás deles tipo histérica. I'm there! 

Ainda por cima, para variar andaram a tocar a semana toda no meu MP3... não há como fugir deles...

Mas para ver se tão cedo não os volto a pôr cá no blogue, hoje deixo-vos um mini-concerto acústico, de 20 minutos, em que dá para perceber quão bons músicos eles são... e divertidos também!

Senhoras e senhores, prometo que tão cedo não os volto a pôr por cá, mas, mais uma vez, os Ghost:




Catarina


terça-feira, 30 de maio de 2017

Vamos ao Parque?


A primeira vez que fui ao teatro na vida, foi para ver uma revista no palco do Maria Vitória, no Parque Mayer, em Lisboa. Devia ter uns sete anos.
O espectáculo tinha um nome que, lembro-me de o ter achado na altura, era muito, vá, ordinário, mas que eu adorei, ainda para mais porque podia repetir a expressão as vezes que quisesse pois, afinal, era o nome da peça: "Quem tem ECU tem medo". 
Além da marotice do título, lembro-me de ter ficado encantada com tudo: irmos bem arranjados "para ir ao teatro"; o entrar na sala com o bilhete na mão; terem-me dado uma folha de sala (que li e reli vezes e vezes sem conta); o levarem-me ao meu lugar (e fiquei logo no camarote!); as luzes; as cores; os cheiros; os actores; as roupas; as músicas; os aplausos; as reacções... Metade das piadas, por serem políticas, não as apanhei, mas saí do Maria Vitória com a certeza que o teatro teria que, de alguma maneira, fazer parte da minha essência. E faz

O ArTeC, além de me dar a possibilidade de fazer um bocadinho de teatro (como eu gosto, na sombra, porque, como diz o nome da peça, eu tenho ECU, logo, tenho medo de estar à frente das luzes), dá-me a possibilidade de conhecer gente muito talentosa.
O Pedro é uma dessas pessoas que o ArTeC me trouxe, e que o Maria Vitória levou, e ainda bem. 
Por falta de tempo, ainda não tinha ido ver a revista que está (há mais de 10 meses) em cena e que conta com o meu querido Pedro (e se tiverem dúvidas de quem ele é, é só o mai-lindo de todos do cartaz!! Meu rico menino!), mas no sábado lá fui eu.



"Parque à Vista" tem um elenco de luxo (claro, tem o Pedro!) que fez as duas horas de espectáculo parecer uma lufada de ar fresco. No fim, doía-me a barriga de tanto rir (resultou como uma espécie de abdominais!), vim de orgulho cheio do meu menino em particular e do teatro português no geral. Estive rodeada de um público que veio de longe (acho que de Nisa) e que me fez sentir pior por não ter um tempinho para ir até logo ali, ao centro de Lisboa, para me divertir um bocadinho.

Ainda bem que fui. E, se não tiverem nada que fazer por estes dias, vão também! Afinal, há "Parque à Vista" até 4 de Junho!



Catarina


sábado, 20 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #27

E de onde vem a música de hoje, de onde? Claro! Das aulas de ZUMBA do Daniel!

É com ela que fazemos os alongamentos finais por isso é ela que vem na minha mente no final da aula... e que agora vos deixo aqui:



Bom fim-de-semana!

Catarina

quarta-feira, 17 de maio de 2017

É f*da, mesmo!


Quando chamou por ele, Teresa Cristina (que fez a primeira parte do concerto) deixo o aviso. "É assim que ele é conhecido lá no Brasil: Caetano é f*da!" E é mesmo!

Fui confirmar a idade dele ao Google numa espécie de beliscão internético, pois eu já sabia a resposta. Setenta e quatro anos... uma vida inteira naquela voz encantadora, envolvente, enternecedora, embaladora... que privilégio ter estado ontem na segunda fila do Casino Estoril!

Ia com as expectativas elevadas, mas acho que isso é problema meu que estou sempre em modo "vou pisar a Lua", e, no entanto, elas foram mais do que preenchidas. Caetano sozinho em palco, com o seu violão, parecia uma multidão, de tanta presença que tem. E depois com Teresa Cristina e Carlinhos 7 Cordas, transformou-se num ser generoso, em que só os grandes se conseguem transformar ao partilhar o palco e passar para segundo plano, apesar de o nome maior no cartaz ser o dele. 



Foram tantas as músicas, e até em inglês e em espanhol! 
Para quem não foi ontem, diz que hoje ainda há bilhetes e, podendo, acho mesmo que deviam investir para uma "Mens Sana in Corpore Sano"... com o Caetano!

Catarina

sábado, 13 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #26

Como devem calcular, esta semana a música é só uma, ou não a tivesse começado ao seu som.

Há muitas versões, claro, mas esta ao vivo e deste álbum que me acompanha há tantos anos é mesmo "a" versão. 

Senhoras e senhores, Jorge Palma "No Tempo dos Assassinos" a cantar "Acorda Menina Linda".





Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Este artigo tem naves a voarem no Espaço, campoinices e vida de ginásio. Não acreditam?


Naves, sabres de luz, Estrela da Morte, Wookies e tantas outras excentricidades modernas que fazem parte desta fantasia espacial que é o "Star Wars". E depois o ginásio e toda a sua envolvência de máquinas e afins. E ainda por cima eu até treino com um todo-futurista fato de electroestimulação muscular e em cima de uma prancha dentro de água. Até parece que eu não penso em mais nada que não nestas "modernices". 
Longe da verdade. Descobri há pouco tempo o fascínio de plantar uma flor e de a ver crescer, desenvolver e, se já me conhecem, saberão que quando me dedico a algo, é a 100%. 
Assim, nesta minha faceta de "vida no campo", comecei a comprar revistas da especialidade até mais não, e encontrei já há uns tempos uma planta chamada "impatiens".
Foi risada instantânea na família por, desde sempre, me dizerem para ter calma. Parecia que tinha finalmente encontrado a flor ideal para mim, também ela impaciente.
Este fim-de-semana, numa das minhas muitas idas a mercados de flores, lá estava ela, em toda a sua gloriosa cor-de-rosice, por troca de €2: uma "impatiens".


Claro que a comprei, já a plantei e, quanto mais penso nela, mais acho como, no fundo, estou a conseguir dominar as minhas inpaciências.

Vejamos: resolvi-me a perder peso sozinha. Ao contrário do que o meu endocrinologista tanto apelou, há um ano e cinco meses, não quis colocar a banda gástrica. Achei que esse seria um caminho complicado, sim, mas, em última análise, era o mais fácil a seguir. Punha a banda gástrica, sofria ali umas semanas, mas depois o meu eterno problema (fechar a boca) ficava forçosamente resolvido.

Tenho a certeza que, se tivesse optado pela operação, em vez dos 27 quilos que perdi até agora, teriam ido já uns trinta e muitos ou, quiçá?, quarenta. Sem impaciências. O Biquíni Dourado estaria já mais perto, já ali, mas se calhar nem eu estaria a ficar com um corpo tão bonito (fogo! Que boazona que estou a ficar, gente!) nem teria embarcado nesta grande aventura que tem sido a vida de ginásio.

Em última análise, nunca teria conhecido as pessoas que conheci e nunca teria começado a treinar na RAPID FIT&WELL de Campo de Ourique nem com a Fitness On Water e, isso, era uma grande pena. 
Sou tão mais feliz desde que treino na RAPID (que tem um título também um pouco "impatiens", logo, muito eu) e em cima da waterbase. Fogo! Ou melhor: Electricidade! Água! Claro, quando fazemos exercício físico o organismo fica todo ele mais receptivo à boa disposição, não é novidade, mas garanto-vos que aquela gente tem uma certa magia.

A Flávia (linda que dói, a parva!) que desde o primeiro dia me recebeu de samba no sorriso e calor no tratamento; o Francisco, um tipo boa onda (e também giro à brava, desconfio que o ginásio também torna as pessoas mais bonitas) e um verdadeiro homem dos sete ofícios; a Vanessa (gata!), que me recebe sempre de olá cheio e braços abertos; o Rui (gato!), o novo PT que, além de ser um campeão (é mesmo de verdade) tem os olhos mais "ai Jesus" de Lisboa e arredores e que é um doce de pessoa e sempre que me vê diz um "Olha, está cá a Catarina!" cheio de carinho; o Carlos (gato!), que tem uma energia contagiante, se eu sou "impatiens" ainda nem existirá um termo para ele; e o Hugo... claro, o "meu" Hugo (gato-mor!). Sem ele desconfio que o Biquíni Dourado estava mais longe. Andamos sempre às turras, é verdade (e ele ignora as minhas declarações de amor aqui no blogue e eu tenho que aproveitar agora para me fazer de ofendida!), mas não deixa de ser ele um dos grandes responsáveis por este corpinho de 1,83 estar a ficar em forma. Isto na Rapid.


Falta o Rui, ora bolas, mas é tanta gataria nesta foto que se calhar com ele nem a máquina aguentava!

No Fitness On Water a pessoa é a (gata!) Filipa, a calorosa Filipa, a querida Filipa, a encantadora Filipa, a mulher de garras Filipa, a mulher que não mete água Filipa. A "minha" Filipa. E acho que com estas linhinhas se aperceberam o quanto gosto dela e, acima de tudo, de treinar com ela.




Se o objectivo número 1 é chegar ao Biquíni Dourado, o objectivo número 1.1 é ser a Capela Sistina desta gente toda. Eles são uma espécie de banda gástrica mental que me coloco quando me apetece atacar aquele doce ou aquele salgadinho (a minha perdição, confesso). São os meus Michelangelos. De verdade. Quero deixar aquela gente toda orgulhosa, como eles me deixam a mim cheia de boas vibrações. É por mim que me esforço todos os dias, mas é muito por eles que quero lá chegar mais depressa (e não, não tem nada que ver com ser "impatiens"! Deixem-me ser, sim?)

E parabéns! Se leram este artigo até ao fim sem saltar uma palavra que fosse, ganham o título de "patiens-patiens", uma espécie de paciente ao quadrado que isto foi uma leitura bem longa! Acho que nem eu tive paciência para ler isto tudo, e fui eu que escrevi! Parabéns!

Catarina


sábado, 6 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #25

Ter ido ver estes senhores ao vivo no fim-de-semana da Páscoa resultou que tenha não só ficado supé-fã (já mandei vir uma T-shirt deles da Net e tudo!) como, acho que o termo certo é, ficado OBCECADA.

Pensei que com esta idade já avançada com que me apresento ao mundo já não tivesse histerismo em mim para me deixar encantar assim tanto por uma banda... ainda por cima de metal, ainda por cima sem lhes ver a cara, ainda por cima de adoração a cenas estranhas tipo zombies e diabos... Mas afinal, acontece que não tenho conseguido parar de ouvir estes senhores. Estão sempre, sempre, sempre a tocar no meu Spotify. Quer os álbuns, quer as versões ao vivo, acústicas ou não.

Acho que, além de as músicas serem de outro mundo (talvez do Inferno?) gosto do humor negro deles. Tenho a certeza que nos daríamos bem pois eles são muito divertidos (já passei horas a ver entrevistas deles no YouTube) e eu tenho a mania que também o sou! E são músicos BRUTAIS.

Deixo-vos uma versão acústica, com direito a kazoo e tudo (são mesmo divertidos!) para não se assustarem muito, mas espero que vos desperte a curiosidade de ouvirem mais músicas desta banda que, acreditem, é das minhas favoritas de todó-sempre!

E atenção aos olhos do vocalista, o Papa Emeritus III! Se calhar é aquele olhar que me mata! ;)


 

Bom fim-de-semana!

Catarina

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Yoga também é uma espécie de Yoda, certo?

Através da minha escrita, acho que conseguem perceber que sou um pouco ansiosa... muitas reticências (como as que usei antes de escrever "muitas reticências"), muitos solilóquios entre parêntesis (como os que usei depois de escrever "muitas reticências" e que voltei a usar agora), muitas enumerações (confere!), muitas interjeições, enfim!, muita pressa de deitar cá para fora o que parece estar preso na ponta dos dedos e ansioso de ser digitado num teclado.

Mas a palavra-chave é mesmo "ansiedade". Estou constantemente ansiosa que o amanhã chegue. Vivo em ânsias que chegue daqui a um bocadinho, mesmo que esse daqui a um bocadinho nada traga de novo; odeio esperar e sinto que às vezes quando me sento verdadeiramente quieta durante cinco minutos, todo o meu corpo pulsa numa espécie de "Ena! Isto é novo! Deixa-me cá aproveitar antes que ela se levante..."

Por isso, uma aula de Yoga sempre me pareceu uma opção pouco "catarinesca". Se no ginásio experimentei BodyBalance, que é uma mistura de yoga, tai chi e pilates, e até acho que não me saía mal, o yoga em si, sozinho em toda a sua dificuldade e "inner self", nunca tinha experimentado. Mas fui desafiada. E raramente digo que não a um desafio (corri ou não corri a Meia-Maratona?!) 


Sexta-feira de manhã, o meu dia de folga e logo a finalizar uma semana complicada a todos os níveis, lá foi ela (eu). A medo. Com todas as emoções à flor da pele: as de rever um amigo (que me desafiou), as de estar frio e não levar roupa apropriada para o suportar, as de ainda estar a pensar no que aconteceu no trabalho durante a semana, as de... as de... as de... Enfim, a cabeça ia cheia, como costuma ir para todo o lado. 

O texto já vai longo, eu sei, mas é mesmo para mostrar como funciona a minha cabeça... sempre a mil... até que... pára tudo. Há uma calma. A voz da Inês ao fundo da sala. O aconchego de quatro paredes tão próximas, num espaço tão intimista. O riso atrevido do Nuno, quem me desafiou para fazer a aula, como que a dizer "Preferias estar a abanar a bunda, que eu bem sei..." E, estranhamente, posso afirmar que não preferia.

É isso mesmo, estranho. Mas se me tenho vindo a superar em tudo, no peso, na alimentação, nas rotinas, que esquisito ainda não me ter lembrado de abrandar a mente, ou seja, de superar o acto de me deixar tranquilizar.

Claro, não foi fácil. Na verdade, nem chegou bem a ser pois passei grande parte da aula a olhar para a Inês, a tentar perceber se estava a fazer tudo bem e ainda e sempre a minha eterna luta com os óculos que de cabeça para baixo e pernas para o ar deixaram a gravidade levar a melhor, os bandidos!

Mas soube-me estranhamente bem. Sei que tenho um problema de elasticidade (de falta dela) e de equilíbrio (de falta dele) e que os devia tentar resolver. Mas, acima de tudo, a música calma a envolver a mente, a tentar travar os pensamentos constantes, esse é mesmo o desafio.

Numa aula de Cycle, a luta é com o meu corpo, claro, mas também é com o corpo dos outros: o objectivo é pedalar mais rápido que eles, ser a líder do pelotão e a mente agarra-se a tudo para conseguir ganhar. Numa aula de Yoga nada disso pode existir. É tão o oposto que sinto mesmo que ainda vou demorar bastante tempo a conseguir libertar a mente do pelotão. Mas hei-de conseguir.

E, lá está, as pessoas! Tenho tido a sorte de ir encontrando as pessoas certas neste último ano e meio e têm-me chegado sempre na altura certa.
A Inês é o corpo elástico (que ainda nem existe palavra para a elasticidade daquela mulher, e se não acreditam vejam as fotografias do Facebook dela!) por trás do projecto YogaProjection. Podendo, acho que tinha feito um áudio da aula só para transportar a sua voz calma, mas segura comigo para todo o lado. 

É estranho, pois se o Yoga nos parece trazer à terra, acaba também por deixar a mente a flutuar... E a Inês dá uma entrega tão grande à sua aula, a sua voz dá tanta certeza que vamos conseguir fazer saudações ao Sol sem vacilar que acabamos por fazer... bom, mais ou menos. Mas a vontade está lá!

Temos já futuros encontros marcados e não têm desculpa para não irem experimentar uma aula com ela! Santa Amaro de Oeiras, Massamá, Queluz, Olivais, Póvoa de Santo Adrião...! Uf! Para quem transporta a tranquilidade e serenidade esta mulher não pára!

E claro que tenho que agradecer ao Nuno por me ter desafiado. E por ter estado tão à vontade no final da aula no momento do relaxamento que até ressonou. A sério. Ele já vai num nível superior de entrega ao Yoga. Já vai em nível mestre Jedi Yoda, enquanto eu ainda sou uma jovem Padawan... (fogo! Até com Yoga eu falo em "Star Wars"! Alguém que tenha mão em mim!)

Catarina

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Este texto é para o ArTeC

Doze anos de alguma coisa é muita fruta.

Doze anos a fazer parte de um grupo de teatro, mesmo que só nos bastidores, pode até ser considerado um pomar.

Foram já tantos os espectáculos que me passaram pelas emoções que tenho já alguma dificuldade em me lembrar da ordem certa.
Lembro-me do primeiro, claro. Uma peça muda (ainda por cima!), em que o trabalho físico era o mais importante, assim como a música que, naquela altura, era eu quem a lançava para o público.

Depois houve outras... tantas! Textos originais nossos, textos emprestados de grandes mestres como Shakespeare ou Mia Couto, enfim... foram muitas as palavras ditas, assim como as pessoas que entraram e saíram do grupo (o que para mim é sempre muito emotivo dado que me apego demasiado a toda a gente!).

Se ao início estava presente ao longo do processo todo, nos últimos anos, por ser este apenas um trabalho voluntário e por o trabalho que põe comida na mesa não o permitir, tenho estado mais afastada de todo o "making of" em cena, e mais "apenas" atrás do computador. 

Mas, nem por estar mais afastada, deixo de sentir um orgulho imenso de quem faz parte deste grupo de teatro. São jovens cheios de talento, com todos os sonhos do mundo. Apaixono-me por cada um deles sempre que os vejo em cena, porque o teatro é isto: apaixonarmo-nos por quem se entrega assim tanto.  

Podia dizer que adoro a cena da Xana com o Duarte e com o Campos. Fogo! Que trio...! 
Ou como a cena da Sónia com a Ofélia e com os Bosque me deixa sempre de coração a mil..
Ou como o Sérgio e o seu "Walt Whitman" me esboçam um sorriso instantâneo.
Ver como o Afonso se transforma com a sua guitarra, até parece que a expressão muda (sim, temos uma banda a tocar ao vivo e tudo!); ver a Pina Bausch descer à Bárbara todas as noites; a atenção do Bruno a todo o espectáculo e de como o "pinta" com o seu baixo; a fantástica (FANTÁSTICA!!) Eunice; o profissional de teatro em que o João se tem vindo a tornar; a doçura e a força da Madalena (tiro-lhe todas as noites das melhores fotografias que já tirei na vida! É maravilhosa, ela); o rapaz lindo que é o Miguel; o Ricardo, que assim que começa a tocar deixa de o ser, ao Ricardo, e passa a ser um só com a música... parece abraçá-la com os acordes... é mágico aquele rapaz. E depois o outro Ricardo, o Pessoa, provavelmente o papel da sua vida; a Rita e a sua energia contagiante; e o Pedro, que arrastei para este grupo há 12 anos, que começou por ajudar a arrumar as cadeiras e que agora ilumina todos os espectáculos com um profissionalismo maior do que ele próprio imagina...

E, claro, o Marco... e escrever sobre o Marco, ainda que só agora tenha começado, é sinal de lágrimas... 
Quando o Marco entrou na minha vida, de calções e de chinelos de enfiar no dedo, mal eu sabia que a nossa relação iria durar tanto tempo. Que iríamos partilhar tantas histórias, tantos risos e tantas lágrimas. 
Ouvi-lo falar dos nossos espectáculos é ter a certeza que vale a pena ficar até altas horas da madrugada (e a comer badochices! Ai a dieta!) a trabalhar, pois quem corre por gosto não cansa, e quem corre ao lado do Marco tem uma força incrível a puxar por nós. Ver um espectáculo deste grupo é vê-lo a ele. É o nosso mestre. O nosso Caeiro.

E ao ArTeC, este grupo que é meu há 12 anos. E há 12 anos que é assim: os arrepios, os nervos, o esquecer-me de respirar enquanto o espectáculo dura, o querer aplaudi-los entre cenas, o chegar ao fim e sentir que estive em suspenso enquanto os vi; as lágrimas no fim de cada carreira.

Se este é um blogue sobre bem-estar (que é!), estarmos bem connosco também é isto: ir ver uma peça de teatro cheia de malta talentosa. A que aqui vos sugiro hoje quero acreditar que tem um bocadinho de mim. Não quer dizer que é melhor ou pior que outras peças (só que até é!), mas se este é o meu blogue, então, senhoras e senhores, este é o meu grupo de teatro.


"Fernando... em Pessoa!" (foram precisos 12 anos para ter finalmente o Pessoa no ArTeC!), de 1 a 6 de Maio no Bar Novo da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, às 22h.

As reservas podem ser feitas para artec.flul@gmail.com



Eu avisei que este texto era para o ArTeC e para os seus "Pessoas".


Catarina

sábado, 29 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #24

Já aqui disse: estou numa fase melancólica. Como consequência, a música que me tem rodeado é toda ela a fazer combinação com o meu estado de espírito.

Este sábado, para dar música ao nosso fim-de-semana, um tema que um amigo me enviou e que não só tem a ver com o meu humor actual como funcionou às mil maravilhas como banda sonora enquanto vos escrevi os textos desta semana.


Bom fim-de-semana! Com melancolias ou sem elas...

Catarina

sábado, 22 de abril de 2017

Abanar o Esqueleto #23

A primeira vez que ouvi esta música nesta versão, chorei que nem uma Madalena arrependida. Estes senhores têm este efeito em mim, começo a aperceber-me. Mexem com a minha alma de uma maneira a que não estava habituada que um grupo mexesse. 

É uma música melancólica, que é, mas dá tão bem para Abanar o Esqueleto ao lado da pessoa amada que me parece das melhores sugestões para uma banda sonora de fim-de-semana!

Mais uma vez, Rival Sons:


Bom fim-de-semana!

Catarina

sexta-feira, 21 de abril de 2017

My brother from another mother


Sou filha única. Durante 19 anos fui neta única. E durante 13 bisneta única. 
Sim, fui muito mimada e confesso que sempre gostei de ter esses mimos só para mim. Mas também sempre senti falta de ter uma irmã ou um irmão (quanto mais não fosse para o futuro dos genes dos meus pais não recair todo em mim! Muita pressão nesse campo...)
Os amigos e as amigas foram chegando, uns foram ficando, outros indo. E eis que, inesperadamente, na família do trabalho, encontrei um irmão. Não de sangue, claro, mas um irmão.

Tenho um carinho e uma paixão tão grandes por este moço que vocês sabem lá! E o melhor de tudo é que conseguimos ser uma rapariga e um rapaz que se dão bem sem duplos sentidos. Para mim, ele é isso mesmo: o meu irmão mais novo. E como irmã mais velha, claro que me arrelio com ele (ainda ontem me fez esperar QUARENTA MINUTOS! Shame!) e, acima de tudo, tenho um orgulho imenso dele! Fico assim de peito cheio e sorriso rasgado (como estou a escrever este texto) quando falo no meu Ferritina, de nome original João Ferrão!

O Ferrão é fotógrafo. E não é "só" fotógrafo. É um fotógrafo do caraças, como o SITE e o INSTAGRAM dele não me deixam mentir! E vê-lo a fotografar é por si só uma experiência fantástica. Ele é concentrado, silencioso (tanto que nem me apercebi da catrefada de fotografias que me tirou ontem) e parece entrar no seu mundo quando "dispara".  

Ontem, desafiou-me a ir com ele até ao Restaurante Panorâmico de Monsanto. Já andávamos mortinhos por ir até lá, e ontem foi o dia. É impressionante a imponência do espaço, tanto pelo fantástico que é ter Lisboa assim tão aos nossos pés, como ao estado de degradação a que chegou. É uma pena.

Entre vidros partidos, murais rabiscados e grafitados, pedaços de tecto no chão e outros a bambolearem à espera que a próxima rajada de vento os deite finalmente abaixo, malta nova a filmar vídeos de dança para o YouTube e outros curiosos como nós, o Restaurante continua a ser um misto de espaço morto, mas cheio de vida. Um Titanic que se recusa a afundar, cheio de sons arrepiantes e outros que nem os ouvíamos pois que ficaram retidos no passado dourado daquele espaço.

Foi mesmo uma aventura, tentar imaginar como era no seu auge o restaurante e a esplanada e, lá em cima, no miradouro, perceber para lá dos graffitis os azulejos que retratavam Lisboa antiga. 




















Ferritina, mais uma aventura juntos! E agora uma fotografia nossa de extrema má qualidade, autoria do meu "dumbphone"! Ao menos somos bonitos, sim?


Catarina


sábado, 15 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #22

Por um acaso do destino, dei por mim a ter bilhetes para o concerto de logo à noite dos Ghost, na Meo Arena

Não sendo o meu tipo de música de eleição, como não queria ir virgem para o concerto, fui ao YouTube tentar perceber quem eram estes suecos vestidos de forma tão pascal, mas que apelavam a uma "missa negra". E não é que estes senhores são... brutais? 

Deixo-vos uma música que se revelou especial para mim nestas últimas semanas. É maravilhosa.

Não se deixem intimidar pelo aspecto dos Ghost... afinal, estamos em fim-de-semana de Páscoa! Até tem muito a ver... 



Bom fim-de-semana!

Catarina

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Deus manda e eu faço: kizomba!



E se Deus criou a kizomba, nós só temos que respeitar a Sua vontade e dançá-la, certo? 
Ora, eu, que até me portei bem quando andava na catequese e não faltava a um sábado na igreja que ficava na garagem de um prédio em Campolide, ao lado da casa da minha avó, terei de respeitar a vontade do Senhor (e até estamos em Semana Santa para ter estas conversas) e ir ver se solto a franga kizombeira. Que é como quem diz, vou fazer um Curso de Kizomba. Ponto.

Como não quero voltar a ficar num canto numa próxima festa com temáticas "dançáveis", assim que vi este evento no Facebook nem pensei duas vezes e, mesmo sem par, inscrevi-me neste Curso Intensivo de Kizomba, que irá acontecer dia 6 de Maio, um sábado, das 13h30 às 18h00, na Academia Luís Nunes, no Parque das Nações, em Lisboa.

O programa das "festas" do dia 6 de Maio é este e, claro, mal posso esperar!

Das 13:30 às 15:30 - Kizomba (1): 
Música / Tempo / Conexão e Passadas Básicas.
(Inte
rvalo 30 min).

Das 16:00 às 18:00 - Kizomba (2): 
Melodia / Ritmo / Body and Mind Movement / Passadas intermédias e Tarraxinha.

PROFESSORES :
LUÍS NUNES & PRISCILLA FERREIRA

INSCRIÇÕES:
Nível: Iniciados com 4 horas de curso!
Enviar email com nome e contacto para: cursokizombasocial@gmail.com



Catarina

sábado, 8 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #21

Esta é daquelas músicas que, quando comecei a frequentar o ginásio, estava em todas as aulas! Era em Zumba, em Cycle, em BodyPump, acho que até na aula de Spartans. E percebe-se porquê. Toda ela é um hino à alegria e ao 'bora lá mexer e ser feliz!

Escusado será dizer que esteve em "loop" durante muito tempo no meu MP3, e hoje volto a ouvi-la aqui no blogue!

Bom fim-de-semana!


Catarina

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