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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Dois anos de dieta




Dois anos de dieta...

Foi há dois anos que embarquei numa aventura que, sem saber, iria mudar a minha vida. 

Não são dois anos de dieta.

Transpirei muito, tive dores maiores que as que senti no acidente (é tão verdade!), sorri, chorei, tomei banhos longos, tomei banhos rápidos, fiquei sem fatos-de-treino para usar de tanto ir treinar, fiquei com sentimentos de culpa por ter comido mais que a conta, fiquei orgulhosa por dizer não a badochices de quase todas as vezes que mas oferecem. 
Tive um acidente de carro e a primeira coisa que perguntei à médica quando ela me disse que tinha partido o braço foi: quando é que posso ir treinar? Porque isto é mais que  uma dieta. É mesmo uma forma de vida. A minha forma de vida e, acreditem, mais do que os trinta quilos perdidos até agora, para mim estes dois anos de luta significam que, sim, é possível perder peso e manter... E gostar!

Venham mais dois anos de dieta, porque, para mim, é a minha vida.

(Só por isso devia comer um bolinho, mas vou antes celebrar a comprar umas calças de fato-de-treino!)

Catarina

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Uma dor de dentes por um marshmallow





Ter uma dor de dentes, daquelas que parece que até o olho salta, pode não ser assim tão mau. Na verdade, acho que comi mais saudável estes dias em que andei com a mão agarrada à cara do que nas duas últimas semanas. Ele é sopinha, ele é iogurtes sem açúcar, ele é litros e litros de água. E nada de pão, por exemplo. Ou de marshmallows, que foram, confesso, a causa disto tudo. 

No passado domingo descobri um pacote deles, fofinhos e saborosos, na minha despensa. Podia tê-los lá deixado para uma futura gulodice, mas resolvi atacá-los logo, não fossem ficar fora de prazo e era uma pena.

Como castigo, tenho esta dor de dentes, que não só me anda a tirar o sono como a afectar os treinos, mas, lá está, sejamos positivos!, pelo menos a alimentação está favorável.

E aprendi a lição: nada de doces para mim! Mas essa era uma lição que até já devia saber...

Catarina

terça-feira, 5 de setembro de 2017

As calorias ingeridas na terra ficam lá, certo?


Fui passar o fim-de-semana à terra, que fica ali entre nenhures e lugar algum, mas que é tão rica em presença familiar que ir lá é sempre um aconchego à alma... e ao estômago. A sério, à casa onde for de família, há sempre um bolo, um pão com chouriço, uma frutinha, um miminho estomacal à minha espera. É certo e sabido. Como se as visitas estivessem sempre a serem esperadas, logo, as gulodices têm de estar logo ali, prontas a serem ingeridas. 

E eu ingeri. Lamento. Mas, além de ser uma desfeita não comer as ditas badochices/maravilhas da gastronomia, tenho a minha teoria que as calorias ingeridas na terra ficam lá. Só pode. Só isso explica os repentes que se me dão quando lá estou. Do nada, lá vou eu atacar um pacote de bolachas (leia-se o pacote todo). Além de que, quando lá estou me farto de comer pão, queijo e broas de mel... ai, as broas de mel! 

Mas, no fundo, todos nós sabemos que uma caloria uma vez ingerida fica no corpo feminino a deambular pela eternidade, e por isso já imaginam o prejuízo que trouxe da terra, certo? A balança acusou mais um quilinho, e foram só três dias que lá estive... Portanto, basicamente, até chegar ao Biquíni Dourado, ir à terra está fora de questão... 

Só se lá for com uma valente dor de dentes que me proíba de comer...

Só se for assim...

Ai, que saudades já das broas de melllll!


Catarina

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Da série "Só não perdes a cabeça porque não dava jeito!"


Tenho a sensação que não venho ao meu blogue há mais tempo do que desejaria. As razões principais são boas: parece que arranjei trabalho (digo parece porque sendo através de uma empresa de trabalho temporário, a palavra temporário assusta um bocadinho...).

Com este trabalho veio um horário ao qual não estava de todo habituada (com folgas rotativas, sendo que comecei com o horário das 07h às 16h), o que me veio mexer não só com os meus hábitos de escrita (escrevo muito mais à noite, noitinha), mas também com os meus hábitos de ginásio (esquece lá isso de ires à aula das 07h20, Catarina. Vais só à da hora de almoço e é se é se queres ver!). 
Além disso, a família estava toda de férias menos aqui a vossa excelentíssima, o que resultou que, assim que saía do trabalho, ia a voar ter com ela para ainda aproveitar um bocadinho do dia.

Ou seja, basicamente, passei as últimas duas semanas da minha vida a vir a casa dormir, vestir e preparar o saco de ginásio para a hora de almoço do dia seguinte. Ainda por cima, este meu PC é tão lentinho, tão lentinho que não consigo olhar para ele e ter vontade de escrever... relembro que "Impaciente" é o meu nome do meio.

Estão aí os factos. Mas para vos mostrar como anda a minha cabeça, vulgo, na verdade toda eu, conto-vos uma história que se passou na segunda-feira passada, dia em que mamãe me "trocou" ao fim do dia por outra companhia e, como tal, aproveitei para fazer uma aula de Cycle à hora de jantar...

Portanto, tudo começou quando preparei o meu saco na véspera, ou seja, domingo, para levar para o ginásio. Tive na altura a certeza absoluta que me estava a esquecer de algo, mas encolhi os ombros numa espécie de "já estás tão automática a fazer isto que é impossível te enganares".

No dia seguinte, ou seja, segunda-feira, depois do dia de trabalho e já a chegar ao carro, foi óbvio: "Merda, esqueci-me dos ténis em casa!" Ligo à minha mãe, muito chateada, a queixar-me que não só não tinha companhia para jantar como nem podia ir à aula por falta de ténis. "Vai comprar uns", ouvi como resposta do outro lado do telefone.

Ora, sorte das sortes, um dos meus ginásios até fica ao pé de uma grande superfície comercial que tem uma também grande loja que começa por "P" e acaba em "rimark" e outra que começa por "H" e acaba em "&M"... nem é tarde nem é cedo, e se há coisa que ainda hoje tenho como hábito, apesar desta idade toda que tenho, é fazer o que a minha mãe diz. E lá foi ela (ou seja, eu) comprar um par de ténis.

Mas se há coisa perigosa numa mulher sozinha à solta numa loja de roupa é precisamente uma mulher sozinha à solta numa loja de roupa.

Eu fui para comprar um par de ténis o mais barato possível, é verdade. Mas também é verdade que acabei por comprar não só o dito par de ténis como mais outro par (não de ginásio) e... um vestido cheio de pinta.

Estou apaixonada por estes ténis!




É tudo muito giro, não digo que não, mas foi tão grande o desvio da minha ideia original (ir apenas fazer uma aula de Cycle) que não podia deixar de me sentir com remorsos por tanto dinheiro gasto...

Mas há mais história. Claro que há.

Quando cheguei ao ginásio com o saco de ginásio numa mão e o saco da Primark com os ténis novos na outra, qual não foi o meu espanto ao abrir o fecho do primeiro e ver os atacadores fluorescentes dos meus ténis a sorrirem para mim.

Sim, tinha ficado algo em casa nesse dia. Só que não tinham sido os ténis. 

Tinham sido os chinelos.


Catarina


sábado, 5 de agosto de 2017

Estou (mais ou menos) viva!


Estou viva! Bem... estou quase viva... Estas duas últimas semanas têm sido um teste à minha capacidade de ficar longe do ginásio e se falhei na primeira semana, que fui todos os dias duas vezes por dia, na segunda semana (esta) tive mesmo de parar...

Se aqui há um mês tive uma faringite e a semana passada uma otite... nesta segunda-feira fiz nova faringite. Ou seja... conversa chata e muito para baixo e este é um blogue que quero que seja para cima, optimista, mas a conclusão é: tive de parar. E tive de parar mesmo no sentido de o meu corpo não estar a responder. Dei por mim a deitar-me todos os dias às 21h30. VINTE E UMA E TRINTA. Eis algo que não me lembro de alguma vez ter feito. Mas, aparentemente, estava a precisar pois entre febres e andar a fazer uma formação que não podia mesmo faltar, aquele momento em que encostava a cabeça na almofada às VINTE E UMA E TRINTA era quando conseguia verdadeiramente sentir-me bem...

MAS... creio que já passou! Pelo menos ontem voltei a deitar-me no meu horário normal, já consigo respirar melhor e, tirando a tosse e ainda uma ligeira falta de ar ocasional... caneco... Estou bem melhor.

Espero mesmo segunda-feira poder voltar à minha rotina de ginásio... e já sei que me vai doer... ui! Se vai... Esta semana senti os meus "quase-músculos" a virarem banhas de novo, pelo que o regresso ao ginásio sei que não vai ser fácil... Mas mal posso esperar por sentir essas dores, o dorido do pós-treino.

Não sei como vai ser o vosso fim-de-semana, mas o meu tenciono que seja o mais tranquilo possível para ver se a beribéri se vai embora de vez...


Bom fim-de-semana!
Catarina


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Como diz que disse?




Estou com uma otite e confesso que a última coisa que me tem apetecido fazer é sentar-me ao PC a escrever no meu e/ou ler os vossos blogues porque, estranhamente, assim que me sento ou deito as dores aumentam para níveis de sentir o coração a bater no ouvido doente.

Conto-vos isto para justificar a ausência de posts nestes dias assim com de Instagramices e Facebookices. Sinto-me mesmo sem vontade. Já há um bom par de anos que não tinha uma otite e esta atacou-me forte e feio... 

E o pior é que as aulas de FOW esta semana estão proibidas, assim como qualquer outra actividade na piscina... 

Não sei mesmo como vou sobreviver sem FOW uma semana... 

Desejem-me as melhoras e prometo amanhã vir com mais entusiasmo falar convosco! E espero já ouvir melhor, que só estou habituada a ficar surda sem óculos nos olhos...

Catarina

sábado, 15 de julho de 2017

Abanar o Esqueleto #31



Credo! Fazer 33 anos é um canseira e ainda não consegui repor energias suficientes para um post decente (prometo tentar amanhã), a contar-vos se sempre consegui ir ao ginásio ou não. Se recebi o bosu ou não. Como foi o meu dia de anos... enfim! Estou a precisar de despertar! Como tal, hoje no "Abanar o Esqueleto" partilho convosco aquela que é há anos a minha música de eleição para despertar. Que me deixa a bunda a abanar assim que ouço o primeiro acorde e me dá logo vontade de saltar da cama e dançar (OK, hoje se calhar custou-me um bocadinho a fazer isso, mas que adoro esta música e que ouvi-la me deixa com um sorriso, é verdade!).

No fundo, estou a ser uma "mariquinhas" em escrever um artigo decente, por isso deixo-vos com um senhor a quem não falta energia: Bonga!



Bom fim-de-semana!

Catarina

terça-feira, 4 de julho de 2017

Ao menos posso falar com os dedos...

Não sou a maior fã de gritar nas aulas de Zumba. Uso como desculpa um dos meus heróis de todos os tempos ser o Charlie Chaplin e os seus filmes mudos (palavra-chave: mudo). Acho sempre que, das três, duas: ou bem que mexo as pernas e mexo os braços, ou faço os "wowos" pretendidos. Agora juntar tudo não me é possível.

E se já fui treinar com febre, com a pele a escamar, com o pulso lesionado e com o pé enfaixado, fiquem sabendo que, apesar da mudez que me é apanágio, ontem foi deveras difícil estar calada na aula de Zumba... É que estou com faringite. Ou, como gosto de lhe chamar, BrunodeCarvalhite, porque, além de estar com a voz de bagaço, estou com um tom de voz deveras irritante (como o dele). 

Nada que um antibiótico não cure, e não é por isto que vou deixar de treinar, com certeza, mas é engraçado e irritante (de novo, BrunodeCarvalhite) como o facto de não poder cantar, falar ou wowoar me deu vontade de acompanhar as minhas colegas zumbadeiras na aula de ontem. É mesmo o que costumam dizer "o fruto proibido é o mais apetecido". 

E depois, claro, a aula de FOW à noite, em que, desta feita, além da minha cegueira habitual (porque tenho de tirar os óculos) e surdez (porque fico surda quando tiro os óculos, vai-se lá entender...!), ontem tive a variante muda, o que até não deve ter sido mau para as minhas colegas, que já há o mito urbano que eu as distraio durante a aula! 

Bem sei que este é um blogue a apelar a ser saudável, e devia ser vacinado contra qualquer tipo de doenças, eu bem sei. Mas se é o meu percurso até ao Biquíni Dourado, então no futuro vou-me querer lembrar do dia em que pareci aqueles três macaquinhos: cega, surda e muda! 



E hoje tenho treino com o Hugo na Rapid FIT&WELL e estou mesmo a ver que nem vou poder mandar vir com ele como de costume... Não vai ser a mesma coisa o meu treino de hoje... não vai, não!


Catarina



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Não foi nada celimpático...

NOTA: Este artigo tem uma introdução algo longa, mas que acho que tem de ser feita. No entanto, se quiserem saltar logo para a parte divertida desta publicação, estão mais do que à vontade. Não fico nada chateada. Começamos?

Quando o período me chegou a primeira vez, ainda era uma inocente menina, que não fazia a mínima ideia do que isso era. Foi durante o Verão, naquelas semanas infindáveis de férias, e, ainda por cima, estava numa colónia de férias, o que foi uma grande chatice. Tive febres altíssimas, dores horríveis e apercebi-me logo que tinha encontrado um inimigo para a vida, e que ele me ia visitar uma vez por mês daí para a frente.

Tive sempre menstruações dolorosas, e perdas de sangue tais que sempre me fizeram acreditar que ficava mais barato a minha mãe comprar uma fábrica de pensos higiénicos do que ter de comprar aos quatro e cinco pacotes por mês. De intervalo em intervalo lá ia eu à casa de banho ver se estava tudo bem (regra geral não estava) e odiei o meu corpo de cada vez que tinha o período. 

Rapidamente começámos (eu e os médicos, fui a muitos por causa disto) a perceber que as menstruações longas vinham, sim, de uma anemia (ou a anemia é que vinha das menstruações longas, é escolher!) e comecei a tomar a pílula e ferro. Isto com 13 anos.

São muitas as histórias, ui!, que podia contar sobre a longevidade do meu período (tipo aquela vez em que estive com o período non-stop durante duas semanas), mas fiquemos pelo mais importante, só há uns quatro ou cinco anos é que consegui finalmente estabilizar o bicho. 

Menstruações de longevidade moderada a curta; fluxo mínimo, tendo apenas a agravante de ter dores horríveis. "É porque és gorda", foi sempre o conselho cheio de sabedoria que as ginecologistas me foram dando. (São tão fofinhas, cá beijo na bunda)

Perdi o peso (ainda não todo, OK, mas já foi algum) e as dores continuam... Mas como sou teimosa, e apesar de nunca antes desta vida de ginásio ter usado, mesmo quando estou com o período dou por mim a ir de tampão para o ginásio... e com dores.

E agora entra a parte divertida (ou não!) do artigo. Se saltaram logo para esta parte, não fico chateada, mas espero que tenham consciência que perderam uma partilha longa, sim, mas também muito divertida! Siga:

Ora, ontem, ao terceiro dia de menstruação, eu NÃO era para ter ido fazer a aula que fui fazer. Mas, como me despachei, cheguei ao ginásio mais cedo do que o previsto, toda contente com a minha aulinha à minha espera. 

E que aula era essa? Ora, dolorosamente, estupidamente e até envergonhadamente, digo-vos que fui fazer uma aula de Cycle. Até aqui tudo bem, nada de vergonhas, estupidez ou dores, mas se acrescentar que fiz esta aula de TAMPÃO, aí o caso muda de figura! 

Não sei se já alguém experimentou fazer aula de Cycle com tampão, mas digamos que assim que me sentei na bicicleta, depois daquele impulso natural para colocar o bundão no celim, senti o que estava dentro de mim e não mais parei de o sentir... e não foi agradável. Na verdade, foi tão desagradável que ainda agora, que já passaram mais de 24 horas, tenho a sensação de ainda ter algo em mim, que não tenho. 

Foi muito desagradável, foi tão desagradável! Se não é possível saber o que dói mais, se um chuto nas bolinhas (dos senhores) ou as dores menstruais, se calhar o que eu senti ontem durante 50 (CINQUENTA!) minutos é assim um mix dos dois... 



As coisas que eu faço pelo meu Biquíni...


Catarina

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Casamento à vista... e tenho mesmo, MESMO, de caber neste vestido


Parece que esta é a semana da moda cá no blogue, ou não viesse de novo falar em roupa, mas é que me apercebi que falta menos de um mês para o casamento de uma amiga e, como tal, tenho MENOS DE UM MÊS para caber maravilhosamente bem neste vestido:

Fotografias estrategicamente mal tiradas para gerar algum suspense.
Não sou a noiva, mas o vestido é tão lindo que merece um rufar de tambores até do dia C (de casamento)! 


OK, ele serve-me, mas estou com aquele eterno problema que parece afectar muita mulher: por um lado está-me largo nas mamocas e por outro está a caminho do folgado, mas ainda demasiado justo, nas ancas, portanto tenho até Julho para pôr silicone no peito e fazer uma lipoaspiração às ancas... Ai... esperem, se calhar não. Se calhar tenho até Julho para pedir à minha avó que me aperte as alças do vestido e para pedir ao Hugo uns treinos dirigidos às minhas ancas na RAPID FIT&WELL

Ou seja, depende de terceiros este vestido me ficar impecável até meados de Julho... Ufff! Que alívio. Por momentos pensei que tinha de me matar no ginásio por causa de um casamento! Uffff.

Catarina

terça-feira, 9 de maio de 2017

Era mais fácil não gostar de comer, pois era...


Aconteceu ontem, já tinha acontecido antes e claro que vai voltar a acontecer. Agora que está aí no mundo a informação que eu, Catarina, estou na luta pelo Biquíni Dourado, parece que comer (entenda-se badochices) em local público se tornou numa acção proibida. Vá, não escreverei proibida, mas pelo menos numa acção que é acompanhada por um apontar de dedo ou por um olhar reprovador.

Estava eu numa festa a altas horas da noite, para a qual me preparei tomando um SOS Emagril antes de lá chegar - que faz uma espécie de gelatina no estômago que ajuda a diminuir o apetite e a acumulação de gordura -, e até me limitei a apenas almoçar durante o dia inteiro; quando, numa espécie de voz da consciência vinda de trás de mim, e logo na minha primeira dentada a um pastel de nata, em toda a sua gloriosa portugalidade estaladiça e cremosa, ouço: "Ai que assim não chegas ao Biquíni Dourado!"

Pronto, obrigada pela informação. Mas eu acho que vou chegar.

Quando me resolvi a fazer esta mudança de vida, uma coisa que tive sempre como certa era que não me ia privar de comer. Ou seja, pelo menos uma vez por semana eu ia curtir do tal "dia da asneira" a que tinha direito.

Rapidamente essas 24 horas de disparates passaram a ser só uma refeição da asneira, até que chegou a uma gulodice esporádica. Quer queiramos quer não, o nosso corpo começa a habitua-se a ser bem comportado. A não comer nem muitas gorduras nem muitos açúcares, e quando passamos um bocadinho das marcas, ele queixa-se (cheguei a passar uma noite inteira a caminho da casa de banho com questões gregorianas (vomitado) e traseiras (diarreia) por ter comido um Big Mac cheio de gorduras).

Mas a questão é sempre só uma: eu adoro comer. Se adoro comer! E não me vou privar de um pastelinho de nata aqui e ali, mesmo que isso signifique ter de treinar mais ou até engordar um quilo para perder dois (hey! Eu até sou caranguejo, um passo atrás e dois à frente, certo?) Deixem lá isso de fazerem de minha consciência ou olharem para mim com olhar reprovador! 

E não é que até fui ao sushi no domingo, e que esta foto só vos engana não no sentido de estar comida a mais, mas sim no sentido de estar comida a menos pois que ainda comi mais um pratinho cheio de comida crua? 

Mas tomei o SOS Emagril antes, não se zanguem muito comigo, não?

Mergulhava de novo nestes pratos, percebem?

Catarina





segunda-feira, 24 de abril de 2017

Idiossincrasia... ou só Idio...tice!



Esta é uma idiossincrasia que, além de ser peculiar, chega a ser incomodativa quando estou em grupo.

Acontece que não consigo beber água a partir de um copo. Quer dizer, não é não conseguir, claro que consigo. A questão é que não me sabe bem! Se não beber de uma garrafa de plástico, até parece que fico com azia, ou coisa que o valha.

Confesso que sempre que vou jantar fora, ou mesmo quando faço jantares em minha casa, ou quando engolo pirolitos na piscina, já agora!, olho sempre com algum desdém para a estrutura que se me apresentam para efectuar o acto de beber H2O... E é "só" com H2O. Tudo o resto não hesito em beber de um copo. 

Agora, dêem-me um copo com água e é ver-me a revirar os olhos em desaprovação.

Digam-me que também têm uma mania esquisita como esta, por favor!

Catarina

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Pós-Páscoa



Querendo, tinha toda uma parafernália de adereços de ginásio para fazer exercício em casa: tenho bola de pilates, halteres, kettlebell, bicicleta estática, tapete de yoga, até tenho um TRX. Mas, lá está... Querendo. 
A realidade é que me habituei tanto a ir ao ginásio que me custa imenso fazer o que quer que seja em casa. (Também é um facto que passo pouco tempo em casa, e quando lá estou dá-me para fazer coisas tão triviais como arrumar a cozinha, engomar, limpar o pó, etc. Só luxos, portanto!)
Estes três dias de Páscoa passaram-se e eu, que há oito anos não a passava com a família, fui adiando a ida ao ginásio até que, sábado à noite, "caí na real" e disse logo para mim mesma: "Não, Catarina. Amanhã também não vais ao ginásio." E assim não fui.

Foram TRÊS dias sem o rebuliço de ginásio. Sem transpirar uma gotinha de suor. Sem vestir um soutien desportivo. TRÊS dias. 
E agora perguntam-me: Soube-te bem, Catarina?
Claro que não!
Hoje na aula de Zumba até parecia que estava a ter taquicardias, de tão fora de forma que me sentia! Foram só três dias, é verdade, mas fui tão calona que nem me dei ao trabalho de vir ao blogue ver se estava vivo, se tinha sido atacado por algum hacker, enfim... foi o verdadeiro "dolce fare niente"...

Espero que a vossa Páscoa tenha sido mais activa que a minha, tanto a nível de exercício físico como de ingestão de doces, já que uma fatia de bolo não se pode propriamente afirmar como um pecado de gula, pois não? É que se for pecado, sou culpada. Mas foi só uma fatia de bolo. E algum pão com queijo... OK, talvez tenha sido muito pão com queijo...

Catarina

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Eu não sou desastrada... Vá, talvez seja um bocadinho...


Fiz a cambalhota que a professora Arlete (de apelido dado por mim "Cara-de-Omelete") mandou numa aula de Educação Física do 5.º ano. Ao levantar-me, pus mal o pé. Muito mal. A dor foi instantânea. O inchaço também. Não obstante o meu queixume, ainda tive que fazer mais uma cambalhota porque, para a Arlete Cara-de-Omelete, é claro que eu estava a simular uma lesão.

Resultado: dedo mínimo do pé direito partido (só aí fiquei a saber distinguir a direita da esquerda. Bem, mais ou menos. Foi só aí que arranjei uma "bengala" - ou uma canadiana - que ainda hoje uso para saber qual a esquerda e a direita: olho para o pé que parti e tive engessado durante duas semanas).

Fiz cavalinhos de bicicleta; subi montanhas e montes. Corridas? Era a primeira a dizer "Vamos a isso!" E todas as cicatrizes que tenho nas pernas provocadas na bicicleta foram a rolar suavemente na rua. Quando era o verdadeiro "passeio no parque", lá ia eu conhecer as pedras da calçada com os meus joelhos.

Resultado: "Ó mããããããããe!"

A primeira (e única) queda que dei a andar de patins-em-linha foi em casa. Caí de cu no chão porque o raio do patim (direito) ficou preso no tapete da sala enquanto me dirigia para a rua.

Resultado: Andei com a bunda a gelo durante um bom par de semanas. Mas, mesmo assim, depois da queda fui para a rua andar de patins. Combinações com os amigos são combinações com os amigos, caramba!

No início do Verão passado, durante uma aula de Cycle, e depois de ler um artigo a dizer que devíamos contrariar o nosso cérebro todos os dias fazendo coisas (deixo à imaginação que coisas podem ser essas) com a mão oposta à do costume, resolvi aumentar a carga da bicla.

Resultado: Ainda hoje (sim, HOJE) me dói o dedo mínimo da mão esquerda porque bati contra o guiador num momento de desequilíbrio durante essa tal aula de Cycle.

Faço trinta por uma linha no ginásio, que faço. Dou por mim armada em Amazona caixa-de-óculos a fazer coisas que nunca pensei fazer e, mesmo assim (mesmo assim), continuo a lesionar-me das maneiras mais esquisitas possíveis...

A semana passada, ao vestir um casaco, devo-me ter armado em contorcionista chinês pois que ando aqui com a chamada "pontada" desde o ombro até ao pulso direito... Lá cedi às evidências, e já ando de pulso elástico há cinco dias, já que o "Amanhã já estou boa" nunca mais chegava e a vida de ginásio começou a piorar a dor...

Resultado:

Catarina






domingo, 9 de abril de 2017

Cheira-me a negócio...

Quem olhar para mim na rua, vai ver uma borbulha mal espremida na cara, apesar de não saber que aquela borbulha se deve a problema hormonal e não por comer fritos ou doces. 

Quem olhar para mim na rua, vai ver que não usei aparelho de correcção nos dentes, apesar de não ver que durmo todas as noites com uma goteira por conta das artroses no maxilar.

Quem olhar para mim na rua, vai achar que o meu tom natural de cabelo é castanho escuro. Não é. É castanho claro, quase louro, mas cabelos brancos exigem medidas drásticas.

Mas com isto posso eu bem. 

No entanto, quem olhar para mim na rua, não vai saber que perdi o peso que perdi. Quem olhar para mim na rua, vai continuar a ver uma pessoa gorda. E isso, por muito que vá dizendo a mim mesma que não custa, é mentira. Custa e muito.

Sinto que já me esforcei tanto, mas tanto. Em tudo. Porque, sim, eu gosto de ir ao ginásio, mas convenhamos que há dias em que o Netflix chamaria mais alto, não fosse esta constante obsessão em chegar ao Biquíni Dourado. E, sim, a comida saudável sabe bem, mas o que eu não daria para comer o que me desse nas ganas e quando me desse nas ganas! 

Mas se já perdi muito, sei que ainda falta tanto... Ainda a semana passada alguém, que não me conhecia do "antes", me dizia "A Catarina é muito alta, mas tem de perder uns quilinhos." 
Pois tenho. Sendo que a frase certa é "Tem de perder MAIS uns quilinhos." Ou melhor, a frase certa é "Meta-se na sua vida", mas aí já estaríamos a ser desagradáveis e isso faz rugas.

O que eu queria mesmo é que o meu corpo já mostrasse como me sinto. Já me sinto cheia de energia, de força. Já me sinto uma pessoa saudável, a vender saúde, mas o meu corpo e o meu peso ainda gritam EXCESSO (de banhas). 

É uma merda pensar assim, e sim, eu sei, já fiz muito, basta pensar como era há um ano, há um mês, há uma semana, para perceber que já mudei, MAS... Há sempre um mas, já me custa não ser "normal". Não é magra. É normal. Bem sei que com o meu 1,83 de altura em terra de gente pequena dificilmente passarei incógnita, mas pelo menos queria passar mais despercebida. Ou, pelo menos, gostava de, quem me conhece agora, não me viesse logo colocar um autocolante de obesa na testa. Se calhar, devia andar sempre com alguma coisa que desse para mostrar ao mundo que já perdi peso. E como quero ter uma atitude positiva perante estas situações que valem, no fundo, uma ventosidade que sai do intestino (que o Priberam diz ser o significado de traque), quero partilhar convosco uma linha de T-shirts que estou a pensar criar, numa espécie de "Não olhem para mim, olhem para o que eu trago vestido."





Esta é claramente para mostrar os meus abdominais "in the making"...

Já esta seria claramente uma provocação, e, como devem calcular, é a minha favorita! Só faltava estar em Português...

Catarina

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A minha imagem de marca

Eu e o meu cabelo temos uma relação complicada. Eu até gosto dele, que gosto. Regra geral, cheira sempre bem, é assim comprido, ondulado, e dá-me um ar de amazonas que eu bem gosto. É quase a minha imagem de marca, o meu cabelo. (Ainda no outro dia um colega disse-me que me reconheceu no carro por causa dos caracóis dos cabelos aos saltos.)

Mas já uso o mesmo penteado há tantos anos que acho que está na hora de mudar. Mas (há sempre um mas) o meu cabelo, mais que um acessório de moda ou engate, é mesmo a minha maior manta. Serve para me esconder do mundo. Para me deixar refugiar atrás de uma cortina morena, num palco só meu. E é por isso, e só por isso, que o continuo a usar assim. Comprido.  

Prometi a mim mesma que, quando chegasse aos 30 quilos perdidos, ia ao cabeleireiro resolver isto. Até já sei o corte que quero, bem mais pequeno, até porque, nesta vida de ginásio, um cabelo mais curto é tão mais prático e poupa imenso tempo em lavagens e secagens! Mas falta chegar aos 30 quilos perdidos… claro que não é uma lei. Não vou presa se o for cortar agora aos 24 quilos perdidos… mas sempre vi os 30 quilos como um marco. Bem sei que, mesmo com 30 quilos a menos, ainda não vou estar fit, longe disso, mas é uma conquista, o chegar aos 30 quilos, e merece uma mudança!

Quando cheguei aos 20 quilos perdidos, mudei de óculos. Comprei uns bem mais pequeninos, uns que não dessem para me esconder tanto a cara.

Quando chegar aos 30 quilos perdidos, mudo de penteado.

Mas… até lá, vou continuar a ter “bad hair weeks” como esta. Sim, porque se lhe estou a dedicar todo um artigo, é porque esta minha gadelha esta semana está-me a deixar os cabelos em pé!



Catarina


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Mente criminosa...





Assim funciona a mente de uma pessoa gorda, a minha, pois claro:

prometi a mim mesma que, quando chegar aos 27 quilos perdidos, vou comer um bolo de aniversário daqueles com doce de ovos, sabem?

E sim, sozinha.

Shame... shame... shame...

Mas mal posso esperar...


Catarina


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Agarra-te às paredes!

Aqui há uns valentes anos, era eu uma gaiata mínima, por uma longa razão que não vale a pena contar, chateei-me com os meus avós. Fiz birra, vá. 

Quem conhece a zona de Campolide, em Lisboa, onde os meus avós moravam, saberá que tem ruas assim inclinadas. Inclinadíssimas! E eu, na minha birra, seguia à frente dos meus avós, indignada da vida em modo "ninguém-gosta-de-mim-sou-tão-infeliz-olhem-para-mim-a-ser-mimada". A minha avó, a tentar apaziguar a zanga, gritou-me lá de trás: "Não vens ajudar a avó a descer a rua?"
Ao que eu, do alto do meus 6/7 anos respondi: "Agarra-te às paredes!"

Até hoje (sim, até hoje), com os meus 32 anos, a minha avó continua a chamar-me "Ó Agarra-te às Paredes" quando me quer arreliar. 

Castigo do destino, hoje em dia tenho vertigens. É-me mesmo muito complicado descer escadas, saltar de um muro, caramba!, até se estiver em pé é-me difícil olhar para o chão (está lá longe, relembro que tenho 1,83m...). Ando sempre em modo "Agarra-te às paredes"... E quando digo sempre, sim, também quando treino. Se soubessem o difícil que era para mim descer de uma PASSADEIRA! Parecia que estava a saltar a Grande Muralha da China, eu sei lá! Mas já estou melhor. Quer dizer, vou estando. 

De vez em quando, deparo-me com bichos como este, que a Decathlon chama de "Pilates Balance Station Ginástica", mas que eu baptizei de "Lá está o karma a ser divertido."

A olhar para a imagem, até acho parva a dificuldade que tive das vezes que treinei com este bicho azul, mas a realidade é que tive.

Racionalmente, sei que, se cair, a queda nem será por aí além, claro. Mas, relembro, o chão está lá longe, caramba! E convenhamos que em cima deste "estrunfe wannabe" fico ainda mais distante dele, é o que é! Já para não falar da instabilidade que dá, obviamente. É o que vos digo: o karma a ser karma. 

Não há vez em que treine com isto que não ouça em eco, e com voz de gozo, a minha avó a dizer "Agarra-te às paredes!" 

Felizmente, há sempre um Hugo (relembro que com este moçoilo ainda por cima treino com o fato da Rapid FIT&WELL!) ou um Pedro ao lado, mas, se um deles não estivesse lá a postos para dar a mão, só tinha mesmo uma solução: agarrar-me às paredes!

Karma. É só o que vos digo.


Catarina

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Eu, Catarina, aqui me confesso:


Até posso ser tarada do ginásio hoje em dia, mas nem sempre foi assim...

Confesso aqui, com muita vergonha na cara que, apesar de já estar inscrita no ginásio há uns valentes meses, a primeira vez que lá pus verdadeiramente os pés foi para fazer um workshop de... doçaria.

É verdade. Claro que foi um workshop de doçaria light, mais concretamente de doçaria de Natal light, como bolachinhas e broas menos calóricas, mas convenhamos que eu serei, para sempre, e por mais ou menos anos que viva, aquela pessoa que se estreou no ginásio para ir comer.

Sim, confesso com alguma vergonha na cara. Mas pouca. Que, afinal, comer continua a ser dos meus maiores prazeres e, dêem-me um desconto, pelo menos estava a tentar comer de forma mais saudável!


Catarina

domingo, 22 de janeiro de 2017

Zombies à solta no ginásio!



Adoro treinar. Acho que já deu para perceberem isso. Mas há ali dois momentos em que reviro os olhos e me arrependo de não ter ficado em casa agarrada à mantinha a ver uma série no Netflix.

São eles o aquecimento e os alongamentos finais.

Irónico, certo?

Custa-me muito a arrancar e custa-me ainda mais o parar.
O arrancar custa-me porque me sinto sempre a apanhar uma valente seca na passadeira. Não sou de todo fã. Sinto-me assim em modo hamster às voltas na gaiola, mas em versão zombie. Às vezes, quando dou por mim já se passaram 30 minutos e nem dei por eles. Outras vezes estou tão a leste que parece que até me esqueço de como se anda e quase me esbardalho ao comprido na passadeira.
(Mais um ponto extra para se treinar com PT, quando o temos ao nosso lado na passadeira, parece que viramos só hamsters, sem a parte dos zombies. Ao menos vamos falando, quando o arfar o permite, pois com certeza!)

A parte dos alongamentos já é diferente.
Acho que, acima de tudo, é aquele momento em que me sinto desarmada. Imaginem que acontece um apocalipse de zombies (sim, estou muito Walking Dead, hoje) e eu naquele momento estou a alongar! É que nem vou dar pelos mortos-vivos a entrarem no ginásio nem vou ter tempo de me levantar. Ainda não tenho velocidade/agilidade para isso, caneco!

Ainda por cima, neste último treino com o Pedro, o primeiro desde a minha crise pós-estúpida hérnia, fiquei a saber que este meu PT além de ser um grande parceiro a caminho d'O Biquíni Dourado, tem umas mãozinhas que faxavor! Houve ali um momento em que, se os zombies entrassem no ginásio, eu ainda lhes diria "Pshé! Pouco barulho!" de tão descontraída que estava.

É que, depois do treino (que, por eu ainda estar combalida das dores na lombar, foi quase só braços), durante os alongamentos finais o Pedro aplicou um pouco da sua sabedoria de PT na minha área problemática. Ao início doeu um bocadinho, confesso. Ainda por cima, com os anos fui ganhando uma certa resistência em me tocarem na região em questão. Mas, nos finalmentes, já só estava a sentir a dor a desaparecer... e a desaparecer...
E, qual não foi o meu espanto quando, já no trabalho, me apercebi que já não estava nem a coxear, nem com dores há umas valentes horas. WHAT?? Como assim? Desmarquei eu um treino com o homem por ter dores e ele afinal era uma das soluções? Not cool, universe. Not cool.

Não sei que raio de vodu ele para aqui me fez, mas já se passaram três dias e acho que é seguro dizer que a "crise de hernicite" já lá vai. Tenho só assim uma ligeira pontada, quase um "não-fiques-muito-feliz-ainda-que-posso-voltar-a-doer-em-menos-de-nada".

Mas já estou melhor! Se estou!


Catarina



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