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terça-feira, 6 de março de 2018

30 dias de abdominais - check!


Basicamente, à terceira foi de vez!

Já tinha tentado duas vezes concluir o desafio de 30 dias de abdominais, sendo que uma das vezes até partilhei aqui no blogue para ver se me inspirava a cumprir a missão até ao fim, mas... das duas primeiras vezes não tive sucesso.

Até que, contrariando a preguiça que por vezes me assola quando chego a casa, desta vez é que foi... e ainda bem!

Deu-me um gozo brutal ir-me superando todos os dias. Fui sempre achando que no dia a seguir não ia conseguir acrescentar mais abdominais ou tempo à prancha.... mas a realidade é que o fiz.

Quer fosse de madrugada antes de ir para o trabalho, ou por vezes à noite já de pijama, não falhei. Trinta dias de abdominais, leg raises e prancha, sendo que todos os dias aumentava a quantidade.

Os resultados, acho que não podiam estar mais à vista, até porque fui tirando fotografias todas as semanas para mostrar (E VER!!) a evolução.

Cá ficam elas:

No primeiro dia estávamos assim...

 
No final da primeira semana...
No final da segunda semana...

Algures pelo meio da semana comecei a ver qualquer coisa mais diferente...

No final da terceira semana...

Último dia...

Basicamente, com alguma casmurrice consegue-se resultados. Acho que a minha barriga é a prova disso, e vos garanto que teria tido melhores resultados não fosse a minha constante preguiça intestinal, que resulta em barriga inchada, a antipática!

Espero que se inspirem em seguir um plano deste durante um mês. Há muitos pela Net, mas o que eu segui podem consultar AQUI.


Catarina

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Trio-maravilha está de volta!

Por questões de horário no trabalho, estive duas semanas sem treinar na Rapid FIT&WELL de Campo de Ourique. Juntar a isso mais uma semana antes em que não tive o meu PT Hugo (diz que esteve a usufruir de uma coisa chamada "férias") e resulta em três semanas sem treinar com ele! TRÊS! 

Para uma pessoa normal não há problema, mas para uma carangueja de signo como eu, gera logo um turbilhão de ansiedades de voltar às rotinas e ao aconchego da "normalidade". 

Ontem foi dia de reencontros e se eu ia a achar que como o homem esteve de férias vinha com tranquilidade e serenidade, eis que se me enganei. Caneco! Veio com a força toda e foi um treino daqueles de me deixar a cheirar particularmente mal no final de tanto suor que para ali deitei. E que saudades que eu tinha disso... 

De suar forte e feio, mas também de estar ali naquela picardia constante que tenho com o Hugo. Se um diz mata, o outro diz esfola, mas regra geral ganha ele até porque estou em posição mais submissa, por estar a treinar ligada a uma máquina e assim. Mas ontem até que o apanhei numa posição mais vulnerável. Foi como se ele tivesse perguntado "Queres chegar ao Biquíni Dourado com a minha ajuda?" E eu disse "Sim". Afinal, não é todos os dias que se ajoelham aos nossos pés. E tenho provas:

(Notinha a este último parágrafo: de facto o Hugo esteve de joelhos ao pé de mim, mas não foi só mesmo para ligar o fato. Eu é que aproveitei todo esse momento para criar aqui um registo de comédia de alto gabarito que espero que tenham gostado. Até porque consegui sacar uma foto bem engraçada. E porque ele já me tinha proposto há muito tempo chegarmos juntos ao meu Biquíni, só não tinha sido de joelhos, bá lá ber!)

A nível emocional (que pode não parecer, mas sou muito piegas) foram duas semanas em que senti falta daquela boa gente toda que lá trabalha (e dos abraços da minha Vanessa!), mas este é um blogue acima de tudo sobre a minha vida de ginásio. E acreditem que ter ficado duas semanas sem os meus treinos na Rapid fez prejuízo no meu corpo: ficou mais mole, os quilos estiveram mais teimosos a ir desta para melhor e deixei de sentir os músculos treinados como sentia dantes. Até as articulações se queixaram estes dias e deram sinais dolorosos. É deveras impressionante a catrefada de benefícios que traz treinar com recurso à electroestimulação muscular! 

Mas a equipa-maravilha está de volta. Eu, o Hugo e o fato mágico. Portanto, não se admirem se voltarem a ver vídeos e fotos destas duas caras bonitas. Como estas que se seguem: (E já avisei o meu corpo para se ir preparando que vai voltar a ver o que é bom para a tosse!)



Catarina

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Dia do Biquíni é dia de PASSATEMPO!


Reza a lenda que foi a 5 de Julho de 1946 que algures pelas Franças se usou pela primeira vez um biquíni. 

A invenção, que prometia ter um efeito bombástico na sociedade pelo pouco uso de tecido, inspirou-se no nome de uma ilha do Oceano Pacífico (a ilha Atol de Bikini) onde foram feitos testes com bombas nucleares.

Daí hoje se celebrar... o Dia do Biquíni, e sendo eu uma pessoa óbvia, claro que hoje é dia de festa cá no blogue! 


Para celebrar, tenho um exemplar do livro Barriga Fit - SOS Operação Biquíni (sou mesmo muito óbvia!), da autoria de Izabel de Paula numa edição da Esfera dos Livros, para oferecer.



Para tal, terão de perder um minuto de vida a:

1 - Dar um like no Facebook da editora A ESFERA DOS LIVROS;

2 - Dar um like no Facebook do BIQUÍNI DOURADO;

3 - Comentar nesta publicação aqui no blogue: EU DEI LIKES!

O vencedor será o 5.º (porque hoje é dia 5, obviamente!) a comentar esta publicação, e para tornar tudo mais divertido, até chegar ao quinto "comentadeiro" vou optar por ter que aprovar os vossos comentários antes de serem publicados (que mazinha que ela é!)

Posto isto, espero que dêem uso aos vossos biquínis hoje, e que daqui a um ano, numa espécie de promessa-comprometimento que aqui vos deixo, estejamos a celebrar a ver uma fotografia minha, bem esculpida e algo desnuda, com "o" Biquíni Dourado.

É esse o objectivo. 365 dias para o meu Biquíni Dourado! E o jeito que este livro me daria... depois peço-o emprestado a quem ganhar, boa?

Catarina





segunda-feira, 3 de julho de 2017

Querido Pai Natal dos anos...

Julho traz com ele uma data muito importante na minha vida, ou não fosse o mês em que celebro mais um Verão (ou seja, em que faço anos).

Como sou um tudo-nada esquisita, todos os anos faço uma wishlist para distribuir à família com potenciais prendas para me darem (hey, não me julguem!, até acaba por lhes ser mais rápido e escusam de passar horas em lojas a pensar se eu vou gostar ou não de uma panela de pressão com tampa de alumínio - que não vou! -).

Já o ano passado a temática das prendas tinha sido para o fitness, mas este ano resolvi pedir uma única coisa fit.

O meu arqui-inimigo.

Gerador de pesadelos noites a fios.

O meu monte Evereste que tem de ser dominado.

Aquela meia bola azul que me deixa logo KO só de olhar para ela, e que me obriga a pedir a mão ao Hugo sempre que é para treinar nela... (o que levanta um problema de logística eu ter uma coisa destas em casa, já que em casa não tenho Hugo, mas tenho paredes... Não sendo uma e a mesma coisa, acho que terão de servir como substituição do melhor PT do mundo, o meu)

Para o meu aniversário, este ano, pedi encarecidamente uma bola bosu:




Se virem o preço, vão perceber porque é que pedi só isto. É carota, que é, mas sei que a vou usar bastante e a realidade é que mal posso esperar para fazer anos só para a desembrulhar e começar a treinar.

Sou doida por meias bolas, o que é que se há-de fazer? =P

Catarina

sábado, 13 de maio de 2017

Abanar o esqueleto #26

Como devem calcular, esta semana a música é só uma, ou não a tivesse começado ao seu som.

Há muitas versões, claro, mas esta ao vivo e deste álbum que me acompanha há tantos anos é mesmo "a" versão. 

Senhoras e senhores, Jorge Palma "No Tempo dos Assassinos" a cantar "Acorda Menina Linda".





Bom fim-de-semana!

Catarina

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Este artigo tem naves a voarem no Espaço, campoinices e vida de ginásio. Não acreditam?


Naves, sabres de luz, Estrela da Morte, Wookies e tantas outras excentricidades modernas que fazem parte desta fantasia espacial que é o "Star Wars". E depois o ginásio e toda a sua envolvência de máquinas e afins. E ainda por cima eu até treino com um todo-futurista fato de electroestimulação muscular e em cima de uma prancha dentro de água. Até parece que eu não penso em mais nada que não nestas "modernices". 
Longe da verdade. Descobri há pouco tempo o fascínio de plantar uma flor e de a ver crescer, desenvolver e, se já me conhecem, saberão que quando me dedico a algo, é a 100%. 
Assim, nesta minha faceta de "vida no campo", comecei a comprar revistas da especialidade até mais não, e encontrei já há uns tempos uma planta chamada "impatiens".
Foi risada instantânea na família por, desde sempre, me dizerem para ter calma. Parecia que tinha finalmente encontrado a flor ideal para mim, também ela impaciente.
Este fim-de-semana, numa das minhas muitas idas a mercados de flores, lá estava ela, em toda a sua gloriosa cor-de-rosice, por troca de €2: uma "impatiens".


Claro que a comprei, já a plantei e, quanto mais penso nela, mais acho como, no fundo, estou a conseguir dominar as minhas inpaciências.

Vejamos: resolvi-me a perder peso sozinha. Ao contrário do que o meu endocrinologista tanto apelou, há um ano e cinco meses, não quis colocar a banda gástrica. Achei que esse seria um caminho complicado, sim, mas, em última análise, era o mais fácil a seguir. Punha a banda gástrica, sofria ali umas semanas, mas depois o meu eterno problema (fechar a boca) ficava forçosamente resolvido.

Tenho a certeza que, se tivesse optado pela operação, em vez dos 27 quilos que perdi até agora, teriam ido já uns trinta e muitos ou, quiçá?, quarenta. Sem impaciências. O Biquíni Dourado estaria já mais perto, já ali, mas se calhar nem eu estaria a ficar com um corpo tão bonito (fogo! Que boazona que estou a ficar, gente!) nem teria embarcado nesta grande aventura que tem sido a vida de ginásio.

Em última análise, nunca teria conhecido as pessoas que conheci e nunca teria começado a treinar na RAPID FIT&WELL de Campo de Ourique nem com a Fitness On Water e, isso, era uma grande pena. 
Sou tão mais feliz desde que treino na RAPID (que tem um título também um pouco "impatiens", logo, muito eu) e em cima da waterbase. Fogo! Ou melhor: Electricidade! Água! Claro, quando fazemos exercício físico o organismo fica todo ele mais receptivo à boa disposição, não é novidade, mas garanto-vos que aquela gente tem uma certa magia.

A Flávia (linda que dói, a parva!) que desde o primeiro dia me recebeu de samba no sorriso e calor no tratamento; o Francisco, um tipo boa onda (e também giro à brava, desconfio que o ginásio também torna as pessoas mais bonitas) e um verdadeiro homem dos sete ofícios; a Vanessa (gata!), que me recebe sempre de olá cheio e braços abertos; o Rui (gato!), o novo PT que, além de ser um campeão (é mesmo de verdade) tem os olhos mais "ai Jesus" de Lisboa e arredores e que é um doce de pessoa e sempre que me vê diz um "Olha, está cá a Catarina!" cheio de carinho; o Carlos (gato!), que tem uma energia contagiante, se eu sou "impatiens" ainda nem existirá um termo para ele; e o Hugo... claro, o "meu" Hugo (gato-mor!). Sem ele desconfio que o Biquíni Dourado estava mais longe. Andamos sempre às turras, é verdade (e ele ignora as minhas declarações de amor aqui no blogue e eu tenho que aproveitar agora para me fazer de ofendida!), mas não deixa de ser ele um dos grandes responsáveis por este corpinho de 1,83 estar a ficar em forma. Isto na Rapid.


Falta o Rui, ora bolas, mas é tanta gataria nesta foto que se calhar com ele nem a máquina aguentava!

No Fitness On Water a pessoa é a (gata!) Filipa, a calorosa Filipa, a querida Filipa, a encantadora Filipa, a mulher de garras Filipa, a mulher que não mete água Filipa. A "minha" Filipa. E acho que com estas linhinhas se aperceberam o quanto gosto dela e, acima de tudo, de treinar com ela.




Se o objectivo número 1 é chegar ao Biquíni Dourado, o objectivo número 1.1 é ser a Capela Sistina desta gente toda. Eles são uma espécie de banda gástrica mental que me coloco quando me apetece atacar aquele doce ou aquele salgadinho (a minha perdição, confesso). São os meus Michelangelos. De verdade. Quero deixar aquela gente toda orgulhosa, como eles me deixam a mim cheia de boas vibrações. É por mim que me esforço todos os dias, mas é muito por eles que quero lá chegar mais depressa (e não, não tem nada que ver com ser "impatiens"! Deixem-me ser, sim?)

E parabéns! Se leram este artigo até ao fim sem saltar uma palavra que fosse, ganham o título de "patiens-patiens", uma espécie de paciente ao quadrado que isto foi uma leitura bem longa! Acho que nem eu tive paciência para ler isto tudo, e fui eu que escrevi! Parabéns!

Catarina


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Assenta que nem... um soutien!

A primeira coisa a ir foram as mamas. 

A sério. 

Se eu sempre saí mais ao pai, com a perda de peso fui ficando cada vez mais parecida com ele (se calhar graças ao seu excesso de peso ele até me ganha, mas isso já são contas de outro rosário...) Tranquilo, sempre gostei de olhar para baixo e conseguir ver os meus pés, pelo que mamas grandes nunca foram um objectivo de vida. 

Portanto, se até estou mais ou menos a conseguir ir usando a roupa da antiga Catarina, mais cinto mais apertado, mais camisola a parecer um saco de batatas, com os soutiens começou a ficar quase impossível continuar a usar os de há 27 quilos.

Tem sido uma verdadeira empreitada, esta a de actualizar a lingerie, e dou por mim a ser mais esquisita do que era dantes. Talvez por me sentir mais à vontade na minha pele, faz sentido, claro!, mas também por achar que, já que por enquanto ainda não vou apostar em outra roupa nova, pelo menos na interior vamos lá gastar euros!

Nem por acaso, no site da Intimissimi despertou-me a atenção um soutien maravilhoso, romântico, doce, rendado, todo ele algo que a outra, a antiga Catarina, teria sem dúvida querido comprar e não o teria feito não por falta de dinheiro, mas sim por falta de um corpo à medida...

Lá foi esta, a Catarina de agora, com umas costas um tudo-nada mais elegantes e um peito menos cheio mas mais "fit" experimentar "o" soutien. Tirei-lhe uma fotografia a partir do site e sabia ao que ia. Quando me perguntou o número, respondi à funcionária: "O maior que tiver, por favor."
Ela olhou para mim e, sem me dizer mais nada, passou-me o M e o L: "Experimente os dois."

Senti que era desnecessário fazê-lo, mas já que ela insistiu e se deu ao trabalho de me passar os dois tamanhos, porque não? Claro que o tamanho L ia estar mais que bom e, coitada da menina, até escusava de ter tido o trabalho de ir buscar o M também, pois claro! 

Só que quem estava errada era eu... O tamanho M não só serviu como serviu MUITO bem. Era mesmo assim que imaginava que me ia ficar. Quase arrisco dizer que me assenta que nem uma luva, não fosse ser... um soutien!

Não é maravilhoso

  
Quando fui para pagar, a menina da loja ainda me tentou convencer a comprar a cueca a fazer conjunto, no entanto... aí já é ir demasiado para fora da minha linha de conforto...

Se já não uso cuecão daqueles à Bridget Jones, calma aí na sexyness que esta menina ainda tem um longo caminho até chegar ao Biquíni Dourado! Tem de ser tudo com "baby steps" e este de ter um soutien que a outra nunca teria usado por não servir é já uma vitória... 

... e que vitória maravilhosa e que estou ansiosa de estrear!

Catarina

terça-feira, 25 de abril de 2017

Razões douradas entre azul e amarelo


Por muito improvável que seja falar numa cadeia sueca de móveis num blogue cuja temática (tenta) ser o caminho até ao "Biquíni Dourado" da Princesa Leia, acho que acontecerá a todos os que se dedicam de alma e coração a um blogue: ele não nos sai da cabeça e, sem querer, acabamos por associá-lo a momentos improváveis da nossa vida.

No sábado, depois de um já tradicional almoço de cozinha sueca em família, lá fomos à voltinha da praxe pelas curvas e contra-curvas da IKEA de Loures. Até aqui tudo bem, nem me lembrava do mundo internético até que comecei a reparar em todos os tons de dourado à minha volta... 

Quem segue o meu Instagram (quem não segue é feio!), já deve ter reparado numa série de imagens que estou a fazer, em que a ideia é mostrar que, pelo menos outras coisas na minha vida, já são da cor deste blogue... se bem que ainda não sejam "O" Biquíni. 
Já houve um momento "Da série... pelo menos a bateria já é dourada"; outro "Pelo menos a bola já tem dourado" e, no sábado, todas umas cortinas douradas apareceram-me à frente, resultando num Boomerang muito divertido (é ir confirmar lá no IG!).

Do facto de não ter televisão em casa, vem que pouca ou nenhuma publicidade me passa pelos olhos nem pelos ouvidos. Pelo que só no acto de pagar o meu artigo indispensável do dia da visita à IKEA (há sempre um artigo que ainda não temos ou que gostamos tanto que temos que ter em repetido, certo?) é que fiquei a saber que a IKEA estava a dar vales com prémios a todos os que pagassem com Cartão IKEA Family. Ora, eu tenho um. A minha mãe também. Por isso, cada uma pagou o seu artigo-tenho-mesmo-de-ter e, chegadas a casa, com o cupão na mão, digitei o código de cada uma e, qual não foi o meu espanto, ao calhar-me não só uma, mas DUAS experiências desportivas!


Confesso que ainda não fui confirmar quais as experiências desportivas disponíveis, mas tenho até Novembro para usufruir delas, o que me parece bastante razoável!

Esta oportunidade de "presente" da IKEA está disponível até amanhã, dia 26, e não fosse hoje ir trabalhar ainda lá ia comprar mais uma caneca-faz-me-muita-falta só pela possibilidade de me calhar mais uma actividade desportiva!

E isto é o que é: a ideia de fixação com o blogue. De gostar tanto disto que já o sinto a envolver a minha vida até num momento tão pouco "fit" como ir à IKEA... mas que afinal me vai proporcionar mais duas histórias que, irremediavelmente, irei partilhar aqui neste meu cantinho à beira-blogspot plantado, estou certa!

Catarina

terça-feira, 18 de abril de 2017

Só falta o "depois"


Estive tão reticente em publicar aqui esta momento, que tive que o partilhar por mensagem privada com alguns amigos mais próximos pois achei que, se me conseguisse expor assim a eles, era mais fácil partilhar com a blogosfera. Um amigo disse-me para pensar que a fotografia do antes é uma daquelas em que tínhamos um corte de cabelo meio estranho (assim como na adolescência, por exemplo!)

Provavelmente, esta será a partilha mais difícil que aqui fiz no blogue até agora... Olhar para a fotografia do "antes" devia encher-me de orgulho por ter chegado a este "agora", mas não deixo de pensar que fui eu, e mais ninguém, que me deixei chegar àquele ponto. 

Mas também fui eu sozinha que tive a vontade de mudar. Por muito que hoje em dia tenha quem me dê a mão, a vontade de dizer "não" a certas coisas e "sim" a outras tem, invariavelmente, de vir de mim. De sair de mim. 

E o que também está a sair é gordura... 

No domingo, quando vesti esta camisola dos Beatles, uma das minhas favoritas e que, por isso, uso muito raramente para não "gastar", senti-a estranha. Parecia que não vestia como dantes. Claro que nem me lembrei do óbvio: "É da diferença de quilos." 

Sabia que tinha a fotografia do antes guardada num email, a recordar um daqueles momentos de ócio no trabalho quando simulámos um colega meu a sair-me da camisola, qual Beatle a andar pela Abbey Road (desculpa, Túlio. Tive que te cortar da montagem!) Sabia, sim, que essa fotografia existia. Mas quando a pus lado a lado com a que tirei no domingo, acreditem que vos escrevo este texto com olhos cheios de lágrimas. De orgulho, sim. Mas também por pensar em tudo o que passei para cá chegar. É quase um respirar de alívio, olhar para estas fotografias. Tem sido um caminho longo. Muito longo, e sei que ainda tenho muito pela frente. Mas está a ir. 

Trinta e um quilos separam estes dois momentos. Na altura estava ainda com mais peso do que quando comecei ESTA dieta há cerca de um ano. Uma amiga disse-me que nem pareço a mesma pessoa. É porque não sou. Mesmo. Não são só os quilos. É a atitude. O andar com os ombros direitos. Orgulho do meu 1,83. Orgulho do meu cabelo desgrenhado. Orgulho dos meus olhos verdes pequeninos e pitosgas que só eles. Orgulho da força necessária para conseguir esta empreitada. 

E que empreitada é essa? A de, com orgulho, vos mostrar este "antes" e "agora". Venha o "depois"!


Catarina

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Uma aula de Strong que me deixou fraquinha, fraquinha!


Se vos disser que estou que nem me aguento depois da aula de Strong by Zumba do passado sábado, se calhar vão duvidar de mim, mas garanto-vos que até os dedinhos das mãos me estão a doer enquanto passam pelas teclas para escrever este texto.

Se vos disser que até tivemos que ir buscar um colchão para fazer abdominais, já se começam a ambientar que, esta, não é uma aula de Zumba normal... Na realidade, nem uma aula de Zumba é, e não fosse eu tão ceguinha pelo Daniel e pelas suas aulas, tinha ido procurar mais informações sobre esta modalidade nova, a tal Strong by Zumba, que é assim uma espécie de equívoco chamar-se Zumba. Convenhamos. 

O site oficial, que já sei que devia ter ido espreitar ANTES de ir fazer a aula, diz que o Strong "combina o treinamento intervalado de alta intensidade com a ciência da motivação por música sincronizada." 
Ou seja, há burpees, jumping jacks, abdominais, kickboxing, e tudo isto, sim, ao ritmo de música, que é o que mais se pode assimilar a uma aula de Zumba. 

Não fui física nem estomacalmente preparada (tinha almoçado peixe, caneco!) para a aula. Se gostei? Gostei, sim. Diferente. Desafiante. Mas estava longe de imaginar que era onde ia gastar energias num sábado de sol à tarde.

Depois de 50 minutos de "porrada", veio a tal aula de Zumba, que confesso não ter curtido como seria suposto por estar tão de rastos... E para verem que não falo mentira, deixo-vos um vídeo em que mostra o que raio é isto do Strong by Zumba, e sugiro-vos uma visita ao site, a tal que eu não fiz e que já me arrependi!


sábado, 8 de abril de 2017

Abanar o esqueleto #21

Esta é daquelas músicas que, quando comecei a frequentar o ginásio, estava em todas as aulas! Era em Zumba, em Cycle, em BodyPump, acho que até na aula de Spartans. E percebe-se porquê. Toda ela é um hino à alegria e ao 'bora lá mexer e ser feliz!

Escusado será dizer que esteve em "loop" durante muito tempo no meu MP3, e hoje volto a ouvi-la aqui no blogue!

Bom fim-de-semana!


Catarina

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Fim-de-semana STRONG

Quando se junta a fome com a vontade de comer, coisas boas costumam acontecer. Neste caso, quando se juntam duas aficionadas de Zumba, mais concretamente do Daniel Barreto, garanto-vos que só não faço mais aulas por qu€$tõ€$.

A Tânia é também uma fã confessa de abanar a bunda e anda-me sempre a desafiar a ir fazer umas aulas extras por Lisboa. Quando me enviou o link desta aula, disse que sim mesmo antes de ver onde era (vá lá que, não sendo muito perto, também não é no fim do mundo). 
Esta semana, vamos experimentar uma coisa nova também com o cunho do Daniel: Strong by Zumba e Zumba Fitness, no Centro Cultural e Social de Santo António dos Cavaleiros. 



Será amanhã, às 16h, e, além do Daniel, contará com Rafa Marvel, David Dias e Jon Martin. Ao que parece, este será um "treino de alta intensidade, onde todos os participantes vão sentir-se verdadeiramente STRONG!" Ao que eu acrescento: Oh Diabo!

Às 17h30 é hora de Class de Zumba Fitness, contando com vários instrutores nacionais e internacionais. A saber: Neuza Quelhas, Inês Silva, Dalila Salvador, Júnior Silva e Miguel Angel Oviedo.

Os bilhetes variam de preços:
Strong by Zumba - €8
Zumba Fitness - €6
Strong by Zumba & Zumba Fitness - €12 
(escusado será dizer que vou aos dois, não é?)

Para comprarem os bilhetes, basta acederem a este LINK e seguirem os passos!

Quem vem comigo ser mais STRONG?

Catarina


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Dia Mundial da Actividade Física

Quando era miúda, arranjava os estratagemas mais estapafúrdios para pedir à minha avó dinheiro. Era uma verdadeira capitalista: ou porque tinha tido positiva num teste, ou porque tinha comido a sopa toda ou porque era dia mundial de alguma coisa.
Claro que ela alinhava sempre nas minhas teorias. Hoje em dia, vejo que o fazia porque... é minha avó, mas na altura pensava mesmo que lhe estava a pregar grandes petas e que até poderia ter futuro como política. Estava enganada, claro.

Mas hoje, hoje não preciso que ela me dê dinheiro para celebrar este dia. Eu, sim, é que vou dar o litro no ginásio. Tenho uma aula de Cycle e outra de Zumba (e se bem me conheço ainda vou ter energias para dançar um bocadinho quando chegar a casa) e tenciono celebrar o Dia Mundial da Actividade Física a fazer o que descobri me fazer verdadeiramente feliz: mexer!



Se ainda estão com desculpas para fazerem exercício físico, acho que hoje era um muito bom dia para se deixarem disso. Pensem no dia de hoje como uma espécie de marco que daqui a um ano vos podia fazer lembrar que foi quando começaram a mudar.

Deixo-vos três sugestões que, se tivesse eu hoje oportunidade, acrescentava às minhas aulinhas. A saber:

1 - A Piscina Municipal do Alvito, em Alcântara, vai ter uma Festa na Piscina, com aula de hidropower, Fitness On Water (que já partilhei convosco a minha experiência e que tenciono repetir!), brindes e surpresas! A entrada é um donativo de 1 kg de alimentos.

2 - Se calhar está na hora (ou no dia!) de ligarem para a Rapid FIT&WELL para fazerem uma sessão experimental de treino, não? Eu acho que sim! Já vos falei aqui tanto do quanto gosto disto que bem que podiam ir testar para perceberem o fascínio. Vá, está à distância de um clique!

3 - Se acham que isto ainda não é para vocês (ai, credo!, ter que fazer exercício físico ao pé de outras pessoas!) e que tal uma musiquinha para Abanar o Esqueleto? Deixo-vos uma que, se não vos deixar um sorriso na cara e com vontade de dançar, é porque são uns insensíveis, fiquem já a saber! ;)



Feliz Dia Mundial da Actividade Física!

Catarina

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quando...



"Quando começar a gatinhar."
"Quando começar a andar."
"Quando for para a escola."
"Quando começar a ter interesse por rapazes."
"Quando..."
"Quando..."
"Quando..."

Eram estes os tempos em forma de teorias que a minha pediatra foi dando à minha mãe, que se mostrava preocupada com o meu excesso de peso apesar de, desde sempre, eu ter sido uma criança mexida. Afinal, sempre passei mais tempo na rua do que em casa, e sempre me dei melhor com os rapazes, logo, sempre quis ser melhor que eles. Era o estímulo certo para me superar. Mas o excesso de peso sempre lá esteve.

Aos 13 anos, depois de muita insistência da minha mãe, chegou o diagnóstico: hipotireoidismo. Do diagnóstico ao perceber porque é que o peso não desaparecia foi um pulo. E, desde então, vivi com esse fantasma da "dificuldade extra em perder peso".

Têm-me perguntado muitas vezes qual o segredo por trás destes 26 quilos perdidos. Honestamente, só me vem uma palavra à cabeça: trabalho. O segredo é que dá mesmo muito trabalho perder peso, principalmente para quem, como eu, tem a genética contra.

Mas acho que o que diferencia esta dieta de outras que tentei antes, e que foram muitas, acreditem!, foi mesmo o ter chegado aos 30 anos. 

Sempre ouvi a minha mãe a contar a história do "Quando" da minha pediatra, e também eu me fui deixando encostar à sombra da bananeira à espera do "Quando" certo.

"Quando entrar para a faculdade perco peso."
"Quando sair da faculdade perco peso."
"Quando encontrar o homem dos meus sonhos perco peso."
"Quando começar a trabalhar perco peso."

Havia sempre algo à minha espera, pensava eu, para perder peso. E esse "quando", essa razão de força maior, nunca foi suficiente. Pelo contrário, o peso foi aumentando e a vontade de o perder diminuindo. 
Ouvi durante mais de três anos o meu endocrinologista dizer que era uma candidata perfeita para pôr uma banda gástrica, mas eu sabia que tinha um "quando" à minha espera... E esse "quando" chegou precisamente "quando" era suposto. "Quando" tive a vontade de pegar no saco de ginásio e mudar a mil por cento os meus hábitos alimentares. Tinha de partir de mim, tinha de ser eu a querer. A única coisa que nos impede de fazer o que quer que seja é a nossa vontade, e foi depois dos 30 que, ao perceber que o "quando" não estava a chegar sozinho, eu tive que o ir procurar. 

Hoje, o peso está a sair a custo, a muito custo!, e uma coisa é certa: é a levantar a bunda todos os dias e a pensar no que ainda falta perder que me motivo a fazer mais. Os 26 quilos já lá vão. Que venham os 27... os 28... os 29... É esse o meu foco. E, sim, sei que ainda tenho muito trabalho pela frente. Mas também sei que não estou sozinha.

Estão comigo?

Catarina


domingo, 2 de abril de 2017

Todos a pensar no mesmo...

À segunda-feira é dia de Zumba à hora de almoço. Não uma Zumba qualquer, uma Zumba com o meu mestre Daniel Barreto. É assim a minha hora obrigatória de ir ao ginásio. Faço mil e um malabarismos para conseguir chegar a horas, mas na segunda-feira passada, o Daniel não foi. 

Nada contra a menina que o ia substituir, mas rodei nos calcanhares e fui trocar a senha de Zumba por uma de Cycle, já que também é uma aula que me diz muito e achei, porque não?, já que fico sem Daniel, pelo menos não fico sem mexer a bunda.

Se já aqui vos falei da minha paixão por aulas de Cycle e de como consegui superar a questão traseira de ficar com o hemorroidal aflito com a ajuda de uns calções almofadados, orgulhem-se de saber que, apesar de não ir, de todo, a contar rolar 27 quilómetros numa bicicleta, ou seja, ia sem os ditos calções, pelo menos foi bom ficar a saber que as minhas partes baixas já aguentam este treino sem protecção extra.

E sim, estamos todos a pensar no mesmo.



Boa semana!

Catarina

sexta-feira, 31 de março de 2017

It's working!



Da consulta de ontem da nutricionista da Dieta Emagril trouxe coisas boas. A saber: está a resultar! 

Confesso que fui assim um pouco a medo depois de, no passado sábado, ter feito alguns disparates aqui confessados por mim. Mas até correu bem. Muito bem! 

Desde há duas semanas já lá vai mais 1 quilo e 200 gramas... Caramba, até eu que sou de Letras percebo destas matemáticas! 

Trago já um novo plano alimentar para as próximas duas semanas, dado que nos encontramos de 15 em 15 dias, sempre a pensar que treino várias vezes, assim como treinos muito variados. Está tudo pensado em mim e para mim.  

E se confessei o disparate aqui, claro que também o confessei na consulta, que eu sou uma menina honesta. E ainda bem que o fiz. Trago comigo um auxiliar da Yellow Natura para usar em SOS (que é como quem diz em dia de potenciais disparates alimentares). O Emagril SOS faz uma espécie de gelatina no estômago que ajuda a diminuir o apetite e a acumulação de gordura.

Hoje à noite já sei que me espera mais um jantar daqueles regados a sangria e a badochices, por isso, pelo sim pelo não, já tenho um SOS preparado na mala à espera de não ir parar ao Inferno nutricional.

Catarina

quarta-feira, 29 de março de 2017

E se eu cumprir as regras?


Isto de ter começado a ser seguida por uma nutricionista da Dieta Emagril tem potencial para ser das melhores coisas na ajuda à perda de peso.
É estimulante termos encontro marcado de duas em duas semanas, ver os resultados a acontecer (já lá vão quatro quilos em um mês) e, acima de tudo, de duas em duas semanas irmos vendo onde posso mudar/melhorar a minha alimentação. Sou aconselhada consoante o que está a resultar ou não; consoante o que a balança nos diz: se estou a ganhar massa muscular; se estou a perder gordura, enfim, é um plano nutricional muito "meu".


A nutricionista que me segue é uma querida, e de vez em quando ainda trocamos mensagens do género "Estou a almoçar peixinho", ao que ela responde: "Linda menina!" É uma espécie de Big Brother de bolso!

Quanto aos meus intestinos, andam felizes e contentes como não andavam há muito tempo, graças ao Lax Extreme. Têm hora certa, todos os dias, de cantarem a música "Soltem os Prisioneiros", o que, comparando com os às vezes cinco dias seguidos sem ouvir essa melodia, convenhamos, é mais que uma melhoria!

Amanhã é dia de nova consulta. Tenho-me portado muito bem, a tomar os meus drenantes da Yellow Natura e a seguir a alimentação recomendada (excepção da noite de kizombada, mas uma noite não são noites!) pelo que espero não desiludir ninguém!

Catarina

terça-feira, 28 de março de 2017

What's your name?


Nas aulas de Educação Visual, começávamos o ano lectivo a "embonecar" uma pasta em tamanho A3 onde íamos guardar os nossos trabalhos de cada semestre. O embonecanço, lembro-me, tinha como única obrigação ter o nosso nome em letras desenhadas por nós. Ora, eu, que até me considero uma menina das artes, sempre tive alguma dificuldade em desenhar, principalmente quando envolve régua e esquadro. 
Assim, o meu longo nome com oito letras rapidamente se transformava no meu segundo nome que, apesar de não gostar dele, só tem sete letras o que, convenhamos, era menos UMA letra para me dar trabalho. Acreditem que, na hora de distribuirmos as pastas uns pelos outros, tinha muitos colegas que perguntavam "Quem é esta pessoa?"

Tudo isto para partilhar convosco uma série de exercícios que achei deliciosa, e que envolve as letras dos nossos nomes. 

Claro que, gostando eu tanto de fazer exercício físico, irei optar pelo "Catarina" em detrimento do meu segundo nome, pois com certeza, mas convenhamos que quem se chama "Ana" ou "Rui" terá mais facilidade que eu em finalizar estes exercícios!

Ora confiram:


Catarina

segunda-feira, 20 de março de 2017

Run, Catarina, Run... e eu corri a Meia Maratona


Diz o Priberam:

"correr", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/correr [consultado em 20-03-2017]

1. Ir com velocidade (diz-se de pessoasanimais e coisas).
2. Sair em corrente.
3. Passarir passando.
4. Efectuar-serealizar-se.
5. Estender-se.
6. Ter curso.
7. Procurar com empenho.
8. Fluirderramar-se.
9. Divulgar-sepropalar-se.
10. [Direito Estar afecto.


Para mim, "correr" será sempre significado daquilo que, ontem de manhã, contra todas as expectativas, consegui fazer: Acabar uma Meia Maratona.

Se aqui há um ano me dissessem que o ia fazer, teria ignorado tal informação. 

Se aqui há um mês me tivessem dito que o ia fazer, mesmo sabendo que estava inscrita na corrida, eu teria dito que ia "correr" a Meia Maratona a andar.

Se ontem de manhã me tivessem dito que ia aguentar os 21 quilómetros a correr, e que ainda ia ter energia para um sprint final no último quilómetro, teria chamado essa pessoa de louca.

Mas... consegui... Concluí a Meia Maratona de Lisboa. 

Foram três horas e oito minutos a correr. Sim, fui parando a corrida de vez em quando. Confesso que ao quilómetro 6 pensei mesmo em desistir. Não que estivesse cansada, que não estava, mas estava-me a fazer imensa confusão estar a correr sozinha, estava a achar aquilo tudo muito chato! Precisava de alguém com quem correr e os amigos que me desafiaram a ir fazer a corrida já tinham passado por mim todos (e gritado alto e bom som CATARINA!!).

Ainda por cima, claro que como achei que não ia correr tudo, não me preparei minimamente nem olhei para o mapa da corrida. Assim, fui sempre com a sensação que nunca mais chegava ao fim de metade do caminho para voltar para trás. 
Para quem conhece Lisboa, foi ali perto da zona de Santos que o momento de aflição aconteceu... Nunca mais vinha a curva para voltar para Belém, curva essa que só chegou no Cais do Sodré... Estive ali vai não vai para desistir...

Depois, já em Belém, vi uma família de um senhor com idade para ser meu pai e os seus dois filhos. Quando ia a correr ao lado deles, o pai começou a dizer que ia desistir e, claro, a Catarina teve que se meter e dizer "Se desistir eu desisto, e já agora quero chegar ao fim." E lá fomos os quatro. Sem eles acho mesmo que teria desistido. Já estava farta de correr. Não cansada. Farta.

No final, aquela medalha simbólica que dão foi mesmo uma espécie de culminar de todo o sacrifício.
Pela corrida, pelo desafio que tem sido esta perda de peso, por mais uma conquista que não estava à espera de alcançar, mas que... alcancei.

E agora, para acabar este artigo de uma forma ligeira: NINGUÉM ME AVISOU QUE AS MAMAS IAM FICAR TODAS ASSADAS! Credo! Quando fui tomar banho nem queria acreditar na dor horrível que estava a sentir nas mamocas! Portanto, tenho a marca do soutien à volta do tronco e as próprias das mamas tenho assim em espécie de carne viva ou o que é. Sim, já pus creme, mas alguém me podia ter dito que isto ia acontecer! De todo, foi a lesão menos expectável do esforço de ontem...

E agora, se me perguntarem se vou voltar a correr uma Meia Maratona, digo-vos já que não! Está feito. Prova superada. Foi uma sensação do caraças (e ainda é!) chegar ao fim dos 21 quilómetros, mas já vi que correr não é para mim e, não, não tenho curiosidade nenhuma em ver se consigo fazer melhor que três horas e oito minutos!

Fica este sorriso para a posteridade,



Catarina



domingo, 19 de março de 2017

Catarina & Pedro aos saltinhos pelos 25 quilos perdidos


Que o Pedro tem sido um Personal Trainer exemplar, isso já é mais que sabido. Tem-me ajudado mais que muito a chegar ao meu objectivo (o tal Biquíni Dourado) e é tão parceiraço e damo-nos tão bem que parece que nos conhecemos desde sempre. 

Já há umas semanas que o tenho desafiado a treinar comigo, mas vamos adiando a coisa muito para não me distrair do foco de perder peso. Mas esta sexta-feira, numa espécie de comemoração pelos 25 quilos perdidos a que cheguei, fizemos este exercício que, vai-se a ver, é tão mais giro de ser feito a pares, ainda por cima com ele!

E, caraças, que o raio do homem e mais baixo que eu e salta mais que uma lebre! Irra!



 

PS - WOHO! Vinte e cinco quilos perdidos!

Catarina
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