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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O meu companheiraço da Zumba


É mais do que normal que fale aqui de quem faz parte da minha vida de ginásio. Não só de quem me treina, como o Hugo ou a Filipa, mas também de com quem treino. Afinal, também essas pessoas me incentivam a me superar (já dei por mim a ir de Alcântara ao Parque das Nações em 20 minutos para fazer uma aula de Zumba por ter dito ao Álvaro que ia estar presente).

E quem é o Álvaro? Ora, é uma espécie de corpo estranho (por ser gajo) numa aula de Zumba, e de notar que a estatística não é minha. Basta ir a uma sessão de Zumba para ver que a maioria dos bailarinos presentes é do sexo feminino.

Na minha primeira vez na Zumba, a tal que começou a mudar a minha vida, fui um pouco machista e desconfiada pois lembro-me de ter perguntado ao professor que estava à porta do estúdio, o Daniel, que para mim na altura era só o instrutor a quem eu entregava a senha, se estava no sítio certo para zumbar (apesar de o criador da Zumba ser um homem, meti em ideia que ia ser uma senhora com cabelo esvoaçante a dar-me aula).

Entreguei a senha e lá dentro as minhas expectativas foram cumpridas: eram só senhoritas de cores garridas vestidas. Mas, mesmo antes de começar a aula, entra mais um elemento do sexo masculino, numa espécie de "estás outra vez errada, Catarina. Afinal aqui homem também dança."

Ainda hoje, o lugar "lá atrás" é o meu, imaginem naquela altura! Vai-se a ver, também é o lugar do Álvaro.

Lembro-me de, nessa primeira aula, ter ficado admirada com o à-vontade dos seus movimentos, apesar de também lhe ter ligado pouco pois estava mais concentrada em não fazer muitos solos nas coreografias (leia-se, falhar os passos de dança).

Pouco tempo depois, o Álvaro lesionou-se e apareceu numa aula de hora de almoço para ver a turma: "Este senhor trabalha numa agência de modelos", brincou o Daniel. E a realidade é que até podia trabalhar. O Álvaro tem um andar que é um verdadeiro desfile e lança charme por onde quer que passe. É um galã e o facto de fazer uma aula de Zumba, para mim, só lhe dá pontos extras. Quando ele falta, a aula já nem é a mesma coisa pois nota-se a ausência dos seus gritos de macho-latino em momentos-chave das músicas, assim como o seu perfume a pairar pelo ar.

Mas, para mim, o maior encanto do Álvaro é que, como eu, é um lutador. Lutou por quebrar um ciclo de excesso de peso. E conseguiu.

Apesar de já o ter conhecido em melhor forma do que quando começou a luta, este último ano e meio tem-me mostrado um homem focado em deixar o sedentarismo de lado, em treinar (e não é só Zumba!) e em continuar a chegar ao seu biquíni dourado (que no caso dele espero que seja uma sunga, vá).

És uma inspiração, homem, apesar de por vezes também seres uma dor de cabeça (temos uma relação em que se um diz mata o outro diz esfola), mas hoje o texto é para ti, Álvaro.

Que continuemos a Zumbar juntos por muito tempo!




Catarina

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Foi FOWtástico!



Foram tantas as emoções deste fim-de-semana que nem as consegui passar todas para aqui a tempo e a horas... Bem sei que me vou repetir com a próxima frase, mas o melhor desta minha mudança de vida não é o peso que perdi, mas sim as pessoas que tenho vindo a ganhar. Caneco <3

Vamos lá então relatar as razões de tamanha euforia da minha parte, mas, acima de tudo, vou tentar dar-vos vontade de irem no próximo fim-de-semana até à Pampilhosa da Serra, um local que ficará para sempre no meu coração e que mal posso esperar por lá voltar.

O motivo da visita até à terra do Tony Carreira foi a espécie de festival, espécie de chill-out que é o Seaside Sunset Sessions.

Fui, claro, para fazer uma aula de FOW num sítio diferente e maravilhoso, mas não estava à espera de passar um fim-de-semana tão em cheio como o que passei. 

Primeiro, e aqui que a dieta não nos lê, "com caraças" que se come muito bem na Pampilhosa! 
Começámos por almoçar maranhos (gosto tanto) no Caruma, um restaurante à beira-rio com gente super acolhedora e bem-disposta. Gostámos tanto que basicamente fizemos todas as refeições por lá, mas quando nos sentimos tão bem tratados (a nível estomacal e emocional), temos que repetir!

Depois... aula de FOW (já com a digestão feita, claro!), e que aula... que cenário! Acho mesmo que vai ser difícil superar tamanha beleza numa aula de FOW (só faltava a minha Mariana ao meu lado a embelezar mais a vista, mas a raça da miúda não foi - e sim, esta adenda foi uma espécie de apontar de dedo a ela, que vai ler isto e ficar a sentir-se pior por não ter ido, a bandida!).

Além de FOW, tivemos direito a muitas outras actividades ao longo do dia, entre elas aula de Jump (não sou a maior fã, mas a pressão de andar com trainers atrás "obrigou-me" a fazer a aula debaixo de um calor abrasador!), aula de Zumba, jogos tradicionais e outros menos convencionais (como futebol humano em que nos vestimos literalmente de bolas insufláveis... TOP!). Ao fim do dia, festa pela Pampilhosa, com os clássicos carrinhos-de-choque, em que já não andava desde miúda e é tão ou mais divertido do que me lembrava, muita dança e muita animação... Basicamente quando encostei a cabeça na almofada dormi que nem um bebé, isso sim.

Comecei este texto a falar em pessoas, e acabo também a falar nelas. Por isso, se quiserem saltar já para as fotografias do evento, estão mais do que à-vontade, mas aviso-vos já que vou ser mega lamechas de seguida e que por isso deviam ler as minhas palavras, porque é bonito ser lamechas de vez em quando, assim como ler lamechices...

A FOWmília é de facto impecável. Se já conhecia alguns dos trainers que foram até à Pampilhosa de propósito para darem as aulas durante o evento, fiquei a conhecer outros por quem o meu coração também se deixou encantar. Mas vamos lá por partes... ou por pessoas. 

O Bruno, já eu o sabia, é um castiço. Responde sempre com humor (demasiado!!) a tudo e é um trainer do caraças! Cativa as pessoas de uma maneira tal que pôs a turma toda a dançar a "Macarena" em cima das bases (NÃO É FÁCIL, ACREDITEM!!) A Cláudia, que tem dos meus nomes favoritos, apesar de eu não ter feito aula com ela, é tão querida e tão amorosa que apetece assim andar com ela no bolso (é pequenininhaaaa!) para todo o lado. O Hugo, que já conhecia de nome, mas por quem me encantei com o à-vontade e a disponibilidade em dar aulas. A minha Martinha, que tenho de partilhar aqui no blogue que tenho uma paixão imensa por ela. Tem sido ali um pilar enorme nos últimos tempos, e acreditem que escrevo estas palavras com o coração a tremer de emoção... Esta rapariga entrou na minha vida cheia de mau feitio, de falso mau feitio, que eu sabia estar ali um coração mole e atento. Está rapidamente a escalar até ao topo da pirâmide de minhas pessoas favoritas, e estes dias com ela só me mostraram mais uma vez que ela é um ser humano com "ésse" e "agá" maiúsculos. ... E depois, claro, o mulherão que comanda esta tropa toda... a Filipa... sempre ela, sempre a minha Filipa. Que coisa estranha somar o tempo que a conheço e ser ainda tão pouco e parecer que já passámos por tanto. Já andámos quase pelo País inteiro, já partilhámos desabafos e alegrias e, acima de tudo, o que eu, ela e todos os outros trainers temos em comum é a enorme paixão por FOW. Só percebe quem experimenta... por isso, deixo-vos um desafio. Espreitem o programa do Seaside Sunset Sessions (também "trouxe" comigo, o Gonçalo, o organizador disto tudo e o homem faz tanta coisa gira que cheira-me que ainda vão ler muito sobre ele aqui no estaminé), vejam quando há uma aulinha de FOW... e percebam a magia por trás desta minha publicação de hoje. 

É uma aula de FOW... mas traz com ela uma FOWmília, que é minha <3

Catarina

A trupe do restaurante Caruma teve muita paciência para a trupe FOW!

FOW trainers <3

Aula de FOW Duo

Hugo a dar aula em grande estilo 

Camisolas ao vento



As três na aula de Jump <3

Estava no 10, mas nunca teremos uma prova fotográfica desse meu feito!

Bruno a ser Bruno <3

Mesmo sem óculos a minha equipa ganhou!


FOWmília <3









quinta-feira, 20 de julho de 2017

Benefícios improváveis de ir ao ginásio



Tenho uma vizinha que, só não me arrisco a dizer que é a pior do mundo porque existe nesse mesmo mundo gente como os que fazem parte do daesh ou ditadores em lugares de poder. Mas se eu e ela vivêssemos em Marte, o prémio de pior vizinha ia para ela. Sem espinhas.
Falo nisto não para enumerar as razões que a fazem levar para casa o prémio de Miss Vizinha-ao-contrário, mas sim para explicar porque é que na quarta-feira passada antes de ir para o ginásio, a minha fé na humanidade tinha ido por cano abaixo. É que na terça-feira à noite, tivemos, eu e ela, mais uma discussão daquelas, em que ficou comprovada mais uma vez a sua estupidez. Porque é o que ela é. É muito estúpida.

Mas adiante. Quarta-feira e lá fui eu, indignada, para o ginásio. Fui cedo e ainda levei a minha mãe até Lisboa, sempre desabafando em como sentia que as energias desta pessoa me sugavam o ânimo


Foi uma Catarina a colocar a fé na humanidade em causa a que fez as aulas, tomou banho, se vestiu e votou para o carro.

Já dentro do carro, mas ainda no parque de estacionamento do ginásio, vejo um casal meio desorientado à procura de onde pagar. Apesar de estar contra o mundo naquele dia, parei, saí do carro, e fui perguntar se queriam ajuda. Eram italianos portanto a conversa fez-se... em inglês. Lá lhes expliquei como e onde deviam ir pagar e eles ficaram agradecidos. 

Já estava no carro quando vejo o senhor a fazer-me sinais para parar: "Temos uma cama insuflável que íamos deitar fora porque vamos agora para o aeroporto. Quer ficar com ela?"
Acho que devo ter feito a cara mais esquisita no mundo, porque ele disse de imediato: "Não estamos a brincar, foi a que usámos para cá dormir, mas não cabe na mala para levar para casa." 

Lá fui com eles até ao carro deles, meti a cama e a bombinha para a encher no meu, e despedi-me humildemente, desejando uma boa viagem até Itália.

Conto-vos esta história porque há claramente duas conclusões a tirar: a primeira é que ainda há pessoas boas no mundo... e a segunda é que uma ida ao ginásio pode eventualmente resultar em trazer uma cama insuflável para casa.

Na dúvida, ir sempre ao ginásio!

Catarina




terça-feira, 18 de julho de 2017

Faz. Ou não faz. Não há cá tentar*

(*Clara tradução de uma famosa frase de Yoda "Do. Or do not. There is no try.")

Não sei na verdade quantos de vocês que seguem este meu cantinho à beira-blogspot plantado é que gostam de Star Wars. Nem é preciso gostarem de verdade, mas pelo menos quantos de vocês já viram e se lembram da saga (falo, pois, da trilogia original, os episódios IV, V e VI). 

Para vos situar, vamos até ao episódio V, até ao sistema Dagobah, onde um nada zen Luke Skywalker conhece Yoda, o mestre Jedi de cor verde e com problemas em compor frases pela ordem certa.
É lá que Luke começa a treinar para ser Jedi, a controlar a Força e... a acreditar verdadeiramente no seu poder. É posto à prova física, mas também mentalmente. Numa espécie de "corpo são em mente sã", mas mais para a "frentex", dado que se consegue mexer coisas com o poder da Força e assim. 


Falo-vos desta cena pois, também eu, sempre que entro numa piscina para fazer Fitness On Water, me sinto a entrar no sistema Dagobah, só que em vez do pequeno Yoda, tenho a pequena-grande Filipa a puxar por mim.

Este até é fácil. A pessoa está de quatro apoios e, se ficar à frente como eu fiquei, nem tem de levar com bundas alheias na cara.

Se o Luke ao início achava que era tudo mentira, também eu a princípio achei que nunca seria capaz de me pôr de pé em cima de uma waterbase. E já consigo. Já abano a base, já salto, já danço uma espécie de kuduro (porque ponho o rabo espetado para não cair), e já quase que dou uma volta de 180 graus sem cair, enfim, já QUASE. E é esse QUASE que me faz pensar sempre em Dagobah e na Força quando faço uma aula de FOW. 


via GIPHY (Sou eu, mas tipo de pernas para o ar, sendo que a waterbase seria o Yoda... ou assim)

Reparem, eu faço a aula sem óculos e, como já aqui o afirmei, ao tirar os óculos fico cega... e surda. São dois dos meus sentidos que ficam à borda-de-água sem direito a serem salvos pelo bote salva-vidas. Portanto, se perco estes dois sentidos, o meu equilíbrio tem de vir de algum lado... Entro mesmo num mundo só meu (Dagobah) e é a imagem lá de cima que me vem sempre à ideia quando estou na base.

Pode parecer que estou em cima da waterbase (à direita), mas na realidade estou em Dagobah a treinar a Força.

Tenho de sentir a Força. Tenho de ser a Força. Tenho de permitir que a Força me não deixe cair à água...

Esperem lá... na verdade, isto é tudo muito bonito, mas não fosse o meu Yoda pessoal e nada disto faria sentido. Foi ela que, quando eu chegava a casa indignada por não conseguir FOWar como deve de ser, foi puxando por mim no chat do Facebook e, à boa maneira do outro Yoda (o verdadeiro), me disse "Vais conseguir. Vais continuar a ir às aulas. Vais... vais... vais..." E eu, bem mandada, lá fui cedendo. 

Como assim? Que gatas!

Com uma ou outra falta de comparência, tenho sido muito fiel às minhas aulas de segunda e quarta-feira à noite da piscina do Alvito, em Alcântara, e estou a lá chegar... Confesso que, por não conseguir ver (eu sei que há lentes de contacto, mas cada um com as suas questões e eu não gosto que se me enfiem cenas nos olhos), não sei se algum dia irei FOWar tão bem como por exemplo as minhas colegas veteranas, já nem falo na Jedi-Filipa!, mas estou a caminhar. Aliás, estou a FOWar...


Nota final a este artigo:

Bom... não pensem que as aulas de FOW são assim um bicho de sete cabeças, que não são. Mas no meu caso, estando legalmente cega e provavelmente também surda, o grau de dificuldade de uma aula de FOW escala vertiginosamente para "Jedi in training"... daí o uso metafórico da Força. Bem... por estar cega e por eu ser no geral um camião TIR a entrar numa loja de porcelana sempre que me ponho na base... É por aí!


Catarina

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quando pedes a mão e ganhas um abraço de gente

Eu bem digo que o que esta aventura tem de melhor são as pessoas. Sim, ganhar saúde porque perdi peso é bom. Mas a minha alma tem recebido tanto carinho que o coração por vezes até se sente a rebentar!

Vamos por partes. 

Esta minha dissertação de hoje surge porque o Hugo me desafiou (OK, ele já andava a desafiar há mais tempo, mas, estupidamente, fui adiando...) a ir fazer uma das suas aulas de Zumba e GAP (glúteos, abdominais e pernas) ao complexo desportivo da Junta de Freguesia de Benfica.

Lá fui a semana passada. Quase que a pedir-lhe para me dar a mão (já sei que não sou burra nenhuma, que o garoto é giro que se farta) de tão enrascada que estava com o novo ambiente (não parece, mas sou muito tímida) e ele deu-me uma mão... a mão da Gabriela. E é só assim a mão mais ternurenta de todó mundo da zumba! Com a mão da Gabriela veio a mão da Isilda e é isto... Tão simples, e de repente sinto que já são mais duas pessoas minhas.

Ficou prometido voltar esta semana, e como passo a vida a desafiar meio mundo a vir fazer coisas giras comigo, ontem foi a vez de desafiar uma amiga, a Andreia, que foi tão bom reencontrar neste contexto. Foi mesmo! 

Quando cheguei à Junta, a Gabriela e a Isilda já estavam à minha espera, com quatro mãos e dois sorrisos rasgados "Só as conheço há uma semana", expliquei à Andreia enquanto as abraçava às duas, como se de um longo reencontro se tratasse... É tão bom, tão, tão bom ganhar pessoas novas. Sim, já as ganhei.

E que tal as aulas, Catarina? 

Bem, caso não tivesse gostado a semana passada, não tinha voltado esta, certo? As pessoas são importantes, mas passar por dois concelhos para zumbar e GAPar é dose e tem de se fazer com gosto!

O Hugo é de facto fenomenal. Eu já o sabia, claro. Mas no contexto de personal trainer que conheço (palavra-chave "personal") é diferente. Somos dois a treinar com um fim em comum (o meu Biquíni, ai não!). Nas aulas de grupo, é ele e mais muitas pessoas, cada uma com o seu objectivo, umas porque querem um escape de fim de dia, outras para treinar, outras para abanar a bunda, outras para olhar para o rapaz giro (que bem há destas que eu sei, suas devassas! :p)... São muitas as opções que levam uma pessoa ao final de uma quinta-feira até à Junta de Benfica, e o profissionalismo, a dedicação, a entrega, o carisma, o humor, o know-how e tantas outras qualidades (que não vou escrever já para ter material para futuros artigos!) do Hugo estão lá á sua disposição. É o maior! E é por isto que eu digo: o meu PT é melhor que o teu. É mesmo!

E agora, a minha parte favoritaaaaaaaaaa: FOTOS e um vídeo para verem como se faz um final de aula de Zumba a envolver a galera!


Sem hipótese: as quatro mais gatas de todas! Nota: pré-aula!

Enquanto uma pessoa desfalece em cima da bola de Pilates, há quem lhe tire fotografias e selfies e assim. Desta não fizeste, Andreia, mas da próxima GAP contigo! 

Confesso que a Andreia não ter feito a aula de GAP acabou por resultar em muitas fotografias minhas a treinar. E esta será sempre uma boa foto minha e do Hugo!


Sou tão pouco apreciadora de lounges!

Mais outra boa foto nossa...

E ainda mais outra!
Não fazer aula de GAP versus Fazer aula de GAP
A Gabriela deu-me a mão, mas esta trupe toda ganhou o meu abraço dourado.
Vamo qui vamo!!



Catarina
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