segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

É já esta semana...


Esta semana já estou em modo ansiedade.

Quando penso nisso, o coração já palpita.

Os nervos já pulsam.

Os olhos já abrem à procura de o ver.

O tempo parece que não passa.

Projectei os meus treinos semanais com o Pedro de maneira a não chocar com a sessão de cinema...

O bilhete já está comprado e fechado em sítio seguro...




É já esta semana que estreia "Rogue One: Uma História de Star Wars" e eu mal posso esperar...




domingo, 11 de dezembro de 2016

Estamos numa de confissões!


E se vos confessei dos meus apalpanços à procura do meu corpo mais tonificado, devo aqui confessar também que, apesar de ansiar pelo dia em que vou vestir "o" Biquíni Dourado, a realidade é que acho mesmo que nunca terei a lata de vos mostrar aqui uma fotografia desse momento! Caramba! É muita pele à mostra! Mais depressa partilhava convosco uma fotografia minha vestida de Darth Vader a abraçar alguém com "o" Biquíni Dourado!

Tipo assim:


Catarina

sábado, 10 de dezembro de 2016

Abanar o esqueleto #6

Para quem não vê/gosta da série "The Walking Dead", esta é só mais uma música que, a bem dizer, até parece assim meio natalícia de tão "joyfull" que é.

Para quem vê a série dos "walkers", sabe que esta música é usada como uma espécie de tortura psicológica para um dos personagens: é posta a tocar vezes e vezes sem conta!... E é o que se passa comigo ultimamente! Parece que esta música não me sai dos ouvidos... Por isso, nada como partilhar a "dor", certo?

Vá, espero que gostem e toca a abanar o esqueleto a caminho do Natal!



Catarina

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Post quase com bolinha vermelha, só que não!




Este, provavelmente, vai ser o post mais íntimo até agora. Claro, falar de uma mudança de vida, e logo de uma perda de peso, já é íntimo qb. Mas a realidade é que, por exemplo, nunca vos disse (ainda, pelo menos) qual o meu peso inicial. O peso que a balança marcava na tal última terça-feira do mês de Janeiro de 2016. Ainda. Um dia digo-vos. Acho que, esse, sim, será o meu post mais íntimo!
Agora, tenho que vos contar que, não raras vezes, dou por mim a passar as mãos pelo corpo. A senti-lo. Calma, gente, calma! Não no sentido "porno"! Nada disso. A realidade é que, como me é tão difícil ver as mudanças com os olhos, acho que vejo melhor com as mãos...
Começo todas as manhãs por passar a mão pela barriga, onde, espero, um dia estarão os meus salientes abdominais (em vez dos ainda envoltos em banha, haha!). E é certo e sabido que todas as manhãs noto as diferenças. Nem sempre para melhor, claro! Consigo perceber perfeitamente quando me está a chegar o período, por exemplo. Fico logo mais inchada, e os abdominais a uma camada de gordura (ou ar gaseificado!) mais distante.
Mas não falo só da barriga, nem falo só das manhãs! Dou por mim muitas vezes ao longo do dia a tentar perceber as alterações, e às vezes até posso parecer pouco oportuna, bem sei! Mas é que é todo um processo de descoberta...
Gosto, por exemplo, de sentir como as minhas pernas estão a ficar tonificadas. É mesmo a parte do meu corpo em que noto que o exercício físico está mesmo a fazer de mim um ser humano tonificado. Estão rijas. Fortes. Passar as mãos pela parte de cima das minhas pernas é já o resultado de muito treino e, mais do que se ver... sente-se!
Já vos falei, claro, da minha "saboneteira". Este osso que conheci durante um banho e que pensava ser uma maleita... Chega a ser engraçado senti-lo. Às vezes dou por mim a usá-lo como base para fazer ritmo para uma música que tenha nos ouvidos. Já não é um monte de banha. É algo firme. É (quase, quase) o meu osso!
As costelas. Juro-vos que não me lembrava que elas estavam lá. Agora estão.
A própria cara, que dantes mal cabia numa conchinha das minhas mãos, não só já cabe como até parece pequena demais para ela...
E os braços? Se dantes sentia que havia todo um extra da minha pessoa a sair pelos braços, agora noto bem a diferença. Já consigo sentir o fim do braço. Já consigo abraçar-me... E bem que mereço este abraço!
Caramba! São tantas as alterações... E estou ansiosa por sentir o meu corpo ainda mais diferente. Ainda mais tonificado, ainda mais como eu acho que todos os meus esforços deviam resultar:
numa Catarina saudável... e, claro, num Biquíni Dourado!

Catarina

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Um treino que também é um abraço cheio de electroestimulação


Eu a dar tudo com o meu fato "à NASA"


Os meus óculos são uma boa referência para mim. Quando começam assim a embaciar e a escorregar pelo nariz abaixo, qual atleta de Jogos Olímpicos de Inverno numa pista de gelo, sei que já estou a transpirar “como deve de ser”.

Assim, qual não é o meu espanto quando, durante a minha sessão de teste de hoje de manhã na Rapid Fit&Well, em Campo de Ourique, num treino de electroestimulação muscular, me espantei de, logo nos primeiros minutos, os meus óculos terem deixado de fazer aquilo para que foram feitos: deixar-me ver. A realidade é que eles embaciaram tão depressa, e eu senti-me tão de repente a transpirar que o meu pensamento foi mesmo só um: Caraças!


Confesso que fui experimentar a medo. Sou conhecida por avariar máquinas, por ser aquela pessoa que a tecnologia não gosta, apesar de eu a achar fofinha. Fui com o pé atrás, mas o Hugo, o PT designado para esta minha experiência, assegurou-me que, apesar de, sim, ter tecnologia, não se tratava de enfiar um dedo numa tomada! De todo. O princípio é o mesmo do usado, por exemplo, em tratamentos de fisioterapia (que cheguei a fazer nos meus tempos de jogadora de vólei) logo, nada a temer.


Comecei por vestir um equipamento mais justinho, esta minha mania de andar sempre de fato-de-treino largeirão é um “faux pas” para estas sessões. E sim, facultado pelo próprio espaço e, para minha surpresa, servi num tamanho L! Como devem calcular, logo aí ganhei o dia!
E como é que funciona a electroestimulação? Tudo começa com o fato. Quer queiramos, quer não, o treino só começa depois de o vestirmos, o que implica alguma dança contemporânea entre o cliente (eu) e o PT (o Hugo). Mas sempre de forma muito delicada, claro.
Fato vestido, hora da magia. São 350 os músculos abrangidos por este fato que, ainda por cima, nos dá um ar assim de saídos de um exercício da NASA. A ideia do fato é senti-lo, mas que nunca seja desconfortável. É necessária uma adaptação da intensidade dos impulsos eléctricos e isso é regulado por nós (que nos “queixamos”) e pelo PT (que “afina” a máquina). Máquina afinada, acção! Hora de começar a mexer. Quer dizer, hora… mais ou menos! A sessão durou apenas 20 minutos, mas isso chega e sobra. Por causa dos impulsos, cada sessão de 20 minutos equivale a 90 minutos de exercício. Só assim consigo explicar porque é que os meus óculos ficaram logo embaciados, pois claro!

O treino em si é como o Fernando Pessoa caracterizou a Coca-Cola: Primeiro estranha-se, depois entranha-se. O facto de os músculos mexerem sozinhos parece uma espécie de macumba ao início. Sei que não estou a mexer o braço, mas ele está a abanar. Sei que não estou a contrair as nádegas, mas elas parecem ganhar vida própria. Claro que, assim que começamos a fazer exercícios (os meus amigos jumping jacks ou agachamentos) a coisa muda de figura. Sentimos qualquer coisa extra, mas quase que parece que o exercício físico nos está a abraçar. Do género “Bom trabalho, miúda!”


Agora, passadas algumas horas deste treino, sinto-me assim naquela cena do filme “Beetlejuice”, quando a família está toda sentada à mesa e é apoderada pelo espírito do “bio-exorcista” que dá nome ao filme e começa toda a malta a dançar sem vontade própria. Estou agora sentada a escrever este texto, e sinto o meu corpo a pulsar. E isso, para mim, é só sinal de uma coisa: está a fazer efeito!



Catarina

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Adeus férias, olá treinos!

Estou de volta aos treinos!
Hoje foi oficialmente dia de dizer adeus às férias e olá aos treinos para, daqui a uns tempos, dizer definitivamente adeus às banhas e olá aos abdominais!

Dizia-me o Pedro, logo nas primeiras máquinas que fizemos, que eu vinha com a força toda. Aparentemente, andar a latas de atum lá por Amesterdão fez-me bem... ou isso, ou as saudades que eu já tinha dos treinos. 
Sim. Confesso. Senti muita falta das sessões com o Pedro. Mais do que das aulas de ginásio, porque, na realidade, as sessões de PT somos só dois. Dá não só para ser um treino mais (na realidade, só!) focado em nós (em mim!), como acabamos por conversar bastante. Entre um "ai que me estou para aqui a desfalecer e tenho que apanhar ar" e um "agora 15 vezes este agachamento", vamos falando do dia-a-dia, das férias passadas, das férias futuras. Enfim, é quase uma terapia também para a mente.


Isto tudo para vos dizer: I'm back, baby! E cada vez mais focada no meu objectivo, como vos prova o vídeo de hoje: 



Catarina

domingo, 4 de dezembro de 2016

Amesterdão: checked!


Esta semana, devem ter reparado alguma ausência minha pelos vossos blogs e também pelos meus treinos. Passo a explicar. Fomos, eu e o marido, passar a semaninha até Amesterdão. Uma espécie de lua-de-mel, mas que, entre museus, sapatos de madeira, tulipas e MUITAS bicicletas, me impediu de vos visitar (isso e o facto de o hotel não ter Wi-Fi grátis e eu não sou menina de pagar por essas modernices!). A espaços raros (leia-se, nos museus) lá fui tendo Internet para saber notícias do meu país, mas pouco mais do que isso! 
Fui cheia de vontade de fazer agachamentos e abdominais todas as noites, mas confesso que entre sair do hotel às 08h30 todos os dias e voltar lá para as 22h e a correria de ver tudo a que me tinha proposto (sucesso! Conseguimos ver todos os que queríamos!), a vontade foi nenhuma. Chegámos todos os dias ao hotel KO, mas acho que o que andámos e o pouco que comemos acabou por compensar a coisa... Pelo menos, espero que amanhã a balança assim o confirme, caramba!

E agora: Amesterdão! Que tal foi? Muito frio, pois claro. Houve alturas em que tivemos, literalmente, a cara congelada... Não conseguíamos sequer falar de tão gelada que estava a face. Mas depois olhávamos para os canais, para a arquitectura... e a realidade é que o frio se aguentou muito bem! Estava à espera de bem pior, mas todos os dias, assim que chegava ao primeiro museu, lá tinha que ir a uma casa de banho despir a camisola interior. Prova de frio superada!

O que mal ia sendo superado era o raio das bicicletas! Oh terra com tanta bicicleta! Várias vezes fui sendo atropelada por uma bicla. Esquecia-me que elas existiam e que até tinham o seu próprio corredor nas ruas, o que é que querem? Ouvi o que me pareceram ser muitos palavrões em neerlandês! Ou podia ser só um "Cuidado aí, menina!", não sei. A realidade é que é uma língua muito bruta! 

Em relação a disparates calóricos, como já vos disse andámos sempre a correr de um lado para o outro. O almoço foi todos os dias sandes, e sempre a andar entre museus. Por isso, em teoria, estávamos a queimar as calorias enquanto as ingeríamos. Genial, certo?

Claro que tive momentos em que me esqueci do meu PT- falante, e sucumbi à tentação... (acho que o PT-falante deve ter falado comigo em neerlandês, lá está. Não o entendi =P). O único dia em que não jantámos latas de atum levadas de Portugal, fomos a um restaurante que será agora, provavelmente, o meu preferido do mundo, e não por causa da comida! Chama-se Moeders (ou seja, Mães) e é um altar a todas as mães, com comida caseira que, de tão suculenta e farta nos aconchegou o estômago (quase) como a comida da mãe. A decoração é um mimo: molduras e molduras e mais molduras de mães cujos filhos levaram para o restaurante em jeito de homenagem. Foi o que fiz com a minha. Levei-a comigo numa fotografia emoldurada (na realidade é uma fotografia das duas no dia em que eu nasci) e, não só jantei com a moldura na mesa, como lhe enviei uma fotografia dessa mesma mesa "composta" e ainda deixei a moldura lá! A dona do restaurante achou tão ternurenta a fotografia que a deixou em local de destaque, logo à entrada! No dia a seguir voltámos a passar pelo restaurante, e ainda lá estava no mesmo sítio. Ou seja, quer-me parecer que não será "fogo-de-vista" o local escolhido para a minha moldura! Acho delicioso eu e a minha mãe termos "ficado" em Amesterdão...

Além do prato local que comemos no Moeders (hollandse stamppot), a realidade é que gosto muito de conhecer a doçaria dos locais onde vou. Provámos um assim muito cor-de-rosa e muito maravilhoso e, no último dia, foi mesmo a cereja no topo do bolo: fomos lanchar à De Taart Van M'n Tante que será, seguramente, a pastelaria mais querida do mundo. Adorei tudo, a decoração, o espaço, as funcionárias, as clientes, o cappuccino e... OS BOLOS! Desculpa lá, dieta, mas desta vez teve que ser. Eu nem sei a maravilha que me passou pelo esófago a caminho das ancas (era tanta a oferta que acabámos por escolher um pouco ao calhas pois tudo tinha bom ar!), só sei que era maravilhosa! 

Sem dúvida, Amesterdão deixa saudades. Mesmo com o frio e com as bicicletas, e com o facto de às cinco da tarde estar escuridão total, adorei a cidade e quero muito lá voltar.

Agora deixo-vos algumas fotografias, que escrever é muito bonito, mas imagens sempre embelezam mais o blogue!

Catarina

Estive para não ir a este museu, mas só para ver este quadro ao vivo valeu TANTO a pena... Rijksmuseum e "A Ronda Noturna" de Rembrandt

Muitas tentações a que eu podia ter vacilado, mas mesmo assim portei-me bem!

Muitas (muitas mesmo!) luvas perdidas pelas ruas de Amesterdão!

Esta arquitectura...

Uma língua bruta!

Fomos até ao outro lado e esta é a vista do barco da Estação Central... maravilhosa... 

Anda uma pessoa a fazer dieta para depois ir de férias para um sítio geladinho e ter que andar vestida com sei lá quantas camadas de roupa! Adeus abdominais =P

O sinal avisa: cuidado com as bicicletas!

Estivemos lá em cima! No Adam Look Out! TÃO fixe!

Teve que ser... o meu souvenir! São tão fofinhas e confortáveis!

Tirada assim quando o guarda não estava a ver... Não é fácil visitar o Museu do Van Gogh!

No Kattenkabinet, ou Museu dos Gatos, foi fácil querer trazer todos para casa! Que melosos... 

Estes canais...

É uma pastelaria portuguesa? Com certeza. Numa ruazinha muito pequenina demos com pastéis de nata, croquetes, pastéis de bacalhau... e resistimos a tudo!

A jantar no Moeders <3

Descubram a moldura que lá deixei! 

Até Amesterdão o diz: Catarina, a Grande!

Frio e frio: camadas e camadas!

De Taart Van M'n Tante... que sítio maravilhoso!  
Confesso que nem me lembrei de tirar fotografia do bolo... tinha tão bom aspecto que foi do género: AO ATAQUE!



Tulipas!

Cores do mercado.

Kiwis dourados.

Caos no parque de estacionamento!

Vá, um souvenir para vocês! ;)

sábado, 3 de dezembro de 2016

Abanar o esqueleto #5


É um facto: já os conheci demasiado tarde. Quando comecei a prestar atenção a estes senhores, já tinham anunciado a tal "pausa na carreira" o que quer dizer que, por enquanto, só os posso ouvir no YouTube e... nas aulas de Zumba, que foi onde os conheci.

Durante muito tempo ouvi esta música em "loop" por todo o lado.
Hoje deixo-a aqui convosco para vos desejar bom fim-de-semana!


Catarina

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Tem de ser, faz parte e, afinal, já estamos em Dezembro… Olá, Natal!



Este blog vai falar pela primeira vez em Natal! Não é por mal ainda não ter falado. Não é. Durante muito tempo, fui aquela pessoa que cantava músicas de Natal o ano inteiro. Na minha mesa de trabalho tenho um barrete do Pai Natal sempre engalanado. E, na realidade, é uma altura do ano que gosto muito.
Ou melhor, era.
Nunca tanto como este ano estou desejosa que as festividades acabem… E por uma simples razão: vai ser o primeiro Natal em que vou estar… de DIETA. Sim, é uma mudança de vida, mas também é DIETA!
Ainda por cima, sendo que o dia 24 será na nossa casa, a minha vontade é pôr toda a gente a acompanhar-me em menos doces, menos badochices no geral, mas claro que isso está fora de questão. 
Já ando à procura de receitas natalícias saudáveis, mas a coisa não está famosa…


Por isso, mais do que ajudar neste meu post de hoje, preciso de ajuda!
Alguém tem receitas natalícias pouco calóricas, mas que sejam cheias do aconchego estomacal da época?
 Agradecida!

Catarina


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Quem ainda não me segue no Instagram, que faça 30 agachamentos como castigo!





Vocês não estão bem a perceber a animação que estão a perder caso ainda não sigam o meu Instagram!

Tem conteúdos exclusivos! Com certeza!

Tem (mais) vídeos dos treinos com o Pedro.

Tem vídeos da minha mãe a fazer, imagine-se!, bolos!

O que é que o meu Instagram não tem?

É ir carregar no botão "Seguir" para descobrir... AQUI!


terça-feira, 29 de novembro de 2016

PT-falante




Estou a ver que esta coisa de ter um personal trainer tem muito mais que se lhe diga! 
Neste momento, sinto que estou numa relação e, como tal, tenho que lhe ser fiel a 100% e tenho de o ser para lá das nossas duas sessões semanais.
Ou seja, se lhe digo que estou a fazer dieta, estou MESMO a fazer dieta.
Se lhe digo que estou a ter cuidado com o que como, estou MESMO a ter cuidado com o que como... Enfim, já perceberam a ideia...

Claro que isso é uma coisa boa. Então, não é?
Caramba, mais uma "amordaça" para aquilo que tenho mais dificuldade em fazer!
Trinta agachamentos? Vá, faço quarenta e é só porque estou com pressa.
Trinta minutos de bicicleta? Vá, faço cinquenta e é só para não ocupar as máquinas demasiado tempo.
Agora, ponham-me um croquete à frente, e a coisa muda de figura. Aí, tenho mesmo de me controlar. Aí, sim, a Jedi em mim tem de vir ao de cima e controlar a vontade (parva) de devorar o croquete. 

Hoje em dia, tenho a vozinha (e uso o diminutivo não por o Pedro ter uma voz à guarda-redes Ricardo, mas sim porque nessas alturas o imagino como uma espécie de grilo-falante. Assim de chapéu de cano alto e empoleirado ao meu ombro) do meu excelentíssimo PT em modo "on" sempre que admiro algo que, se calhar dantes, ainda era tido como certo dentro do meu estômago. Agora faço só isso: admiro. 

Claro, 21 quilos não se perdem sem restrições e no último ano fiz muitas, mas agora tenho ainda mais cuidado. Quando até posso querer vacilar a qualquer momento, ainda por cima no meu trabalho há sempre motivos para comer o que não se deve!, penso logo "O Pedro não aprovaria". E sigo caminho para algo que não me faça mal (tipo uma folhinha de alface ou assim!).

Catarina


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Daquelas coisas parvas:


... já não me sinto a miúda roliça de antigamente;



... ainda não me sinto em forma o suficiente para não ser "a gorda" no ginásio.

Catarina

domingo, 27 de novembro de 2016

Estou muito orgulhosa!



Caramba! Que orgulhosa que estou de mim. 

Na sexta-feira passada, a tal da Black Friday, por questões de trabalho fiz-me a Lisboa de metro! Deixei o meu bólide onde a EMEL não brilha e lá fui eu, provavelmente até à estação mais funda de todas (não digo qual para os senhores da EMEL não ficarem com ideias!) e, não só sobrevivi ao acto de andar de metro (para mim foi black Friday por causa disso! Eita, estação funda e escura!!) como subi TODOS os degraus "pedonalmente" e… sem ficar com os bofes de fora.

Caramba! Que orgulho! Não só me recusei a "subir" pelas escadas rolantes como consegui aguentar a subida. A realidade é que quando cheguei ao topo é que me apercebi que já tinha acabado. E estava calminha. O coração apenas ligeiramente acelerado, a respiração um tudo-nada alterada, mas só isso. Nada de desconfortos, nada de precisar da bombinha da asma porque “ai-meu-Deus-que-se-me-morro-aqui”… nada disso.


De facto, esta mudança de vida está a ser muito mais do que visual. Esqueçam isso. O importante mesmo é a minha saúde e, caramba!, fiquei tão orgulhosa deste corpo! Caramba!

Catarina

sábado, 26 de novembro de 2016

Abanar o esqueleto #4

Aqui há uns anos, concretizei uma das minhas viagens de sonho: fui até Marrocos. E fui no sentido demorado e profundo. Estive lá duas semanas, percorri quilómetros e quilómetros e, entre outras coisas, trouxe os ritmos marroquinos comigo.

A artista que aqui vos deixo hoje, Hindi Zahra de seu nome, tem esses ritmos, mas, também, um pouco de Europa. Afinal, cresceu em França.


Espero que gostem! Com esta música o esqueleto é para abanar mais devagarinho, mas também se abana, pois com certeza!



Bom fim-de-semana.

Catarina

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Not sure...



Esta dicotomia é tão verdade... Já dei por mim a cancelar tanta coisa por ter que ir ao ginásio. E nem é por mal, claro. A realidade é que eu TENHO de ir ao ginásio. Nem que seja só ir fazer meia hora de passadeira, nadar umas piscinas, enfim... TENHO de ir. É tão certa para mim essa rotina como tomar o pequeno-almoço todas as manhãs. Até posso não conseguir almoçar ou jantar, mas o pequeno-almoço é sagrado. Tal qual ir ao ginásio.

Como devem calcular, já dei por mim a ter que reagendar muito da minha vida para, por exemplo, apanhar as minhas aulas favoritas ou fazer a sessão com o PT. É uma valsa diária e, pelo si, pelo não, o saquinho do ginásio está sempre a postos. Na realidade, ir ao ginásio, fazer exercício físico, sentir aquele dorido depois dos treinos, são o meu "happy place", por isso "cortar" nas outras coisas é fácil. 

Mas a realidade é que já dei por mim a pensar nisto: "será que não tenho vida porque estou sempre no ginásio? Ou vou para o ginásio porque não tenho vida?" ;)

Catarina


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Jedi in training por aqui, pessoal!

Se este blog deve o seu nome a um elemento de uma saga, saga essa que é o Star Wars, não se espantem se, de vez em quando, eu falar dela por aqui.

Assim, é com grande tristeza que vejo nomes, que não o meu, a serem chamados para fazerem parte de todos os spin-offs que por aí andam.

Camandro, Disney e LucasFilm! Então anda aqui uma pessoa a treinar para ser Jedi, e nem é consultada se quer fazer parte ou não destes filmes? Como assim?

Isto tudo porque surgiu mais um nome para o spin-off sobre Han Solo, e, desta feita, a escolhida foi Emilia Clarke, a já por si famosa rainha dos dragões de A Guerra dos Tronos.
E eu, pessoas?
Vá, não fiquem tímidos. Deixo-vos aqui (mais) um vídeo dos treinos com o Pedro para verem do que esta menina é capaz. Fica a dica!




Catarina

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Imagens que valem quilos de palavras

Já aqui vos falei várias vezes da importância das pessoas numa mudança de vida. Sem a ajuda dos outros, é ainda mais difícil acabar com vícios antigos e errados.

A Paula é, provavelmente, uma das amigas mais queridas que tenho. Acho que é seguro dizer que é das pessoas que conheço há mais tempo... para aí desde a segunda classe. Ela e a família são tão boa gente, gosto tanto deles que os sinto meus (são meus!), apesar de estarem para lá da fronteira deste nosso país.
Mas a Paula, incansável como só ela, e, ainda por cima, especialista em fitness e coisas saudáveis (com canudo incluído, não é cá especialista de aspas aéreas!), tem sido a minha mentora maior. Sempre que me fui abaixo, ela, à distância de um chat de Facebook, enviava-me energias positivas. Energias e… esta imagem:


Dois quilos de gordura versus dois quilos de músculo.

Escusado será dizer quer esta imagem está guardada no meu smartphone; que está no ambiente de trabalho do meu PC e que olho para ela constantemente. Não fazia ideia que a gordura também era isto. Que dois quilos de gordura eram assim tão vastos. Que eram assim tão feios. E que não perder dois quilos não queria necessariamente dizer que não tinha perdido volume.

Como agora, houve uma altura em que não perdia peso. Mas a realidade é que a roupa continuava a “alargar”. Esta imagem explica porquê, certo? Era quase como aquela velha adivinha: o que pesa mais: dois quilos de penas ou dois quilos de chumbo? Só que, aqui, o volume é tão importante que atrevo-me a dizer que muda o final da adivinha.

O que pesa mais? Dois quilos de gordura ou dois quilos de músculo?
A todos os níveis (moral, físico, saudável, psicológico), pesam (muito) mais dois quilos de gordura que dois quilos de músculo.

Obrigada, Paulinha. Por isto e por tantas outras coisas! <3


Catarina

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Casório à vista = boca fechada



E se me faltassem motivos para continuar na luta por um estilo de vida saudável, vulgo, perder peso, este fim-de-semana recebi mais um.

Uma das minhas melhores amigas, que foi das primeiras pessoas que conheci há 13 (!) anos na Faculdade de Letras de Lisboa, vai casar em Julho do ano que vem!

A temática será praia e, dado que o calor até o pede, estou a imaginar que o vestido que vou levar tenha que ser “levezinho” e que, também eu, esteja já (mais) “levezinha”.

Obrigada ao noivo, por ter pedido a noiva em casamento e, assim, me darem mais uma razão para manter a boca fechada!

E tenho a certeza que vocês vão ser tão felizes…


Catarina

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A Força de um "Porque é que não hás-de conseguir?"

Começo por dizer que, nunca, jamais, em tempo algum eu daria para ser personal trainer de quem quer que fosse, muito menos minha personal trainer. Sou uma pessoa muito pouco paciente… e, algo negativa também, por sinal…

O Pedro é um santo. Vá, tem paciência de santo, pelo menos.

“Agora vais saltar à corda”, diz-me ele já a caminho de uma corda.

Resposta imediata da minha pessoa: “Não.”

E não era um “Não” do género “Ai, não, que as mamas se me saltam para aqui e é uma canseira.” Nah, eu saio a pai. Nesse campo, estamos conversados.

Não foi um “Não” do género “Olha agora querem ver que voltei a ter 10 anos para andar a saltar à corda?” De todo. Tenho em mim uma criança de 1,83 de altura. Também estamos conversados nesse campo.

A realidade é que eu ACHAVA que não conseguia saltar à corda. Pelo peso do corpo, pelo peso da idade, pelo peso de anos de sedentarismo, pelo peso… do peso.

Mas, alvíssaras!, a persistência do Pedro que, com uma simples pergunta (“Porque é que não hás-de conseguir saltar à corda?”), arrasou com as minhas teorias e me provou que… eu estava enganada. Não só consigo saltar à corda como, espanto!; admiração!; surpresa!... adoro.

Claro, estou ainda muito trapalhona. Os óculos atrapalham e a falta de jeito também. Ainda não voltei a ser aquela menina de 10 anos que almoçava a correr para, também a correr, ir para a rua saltar à corda. 
Ainda.
Espero um dia voltar a saltar à corda com uma perna às costas! Isso é que era um vídeo top para vos mostrar!


Por hoje, deixo-vos o meu regresso à infância: 




PS – Espero mesmo que Deus nosso senhor dê ao Pedro clientes menos casmurros que eu! E já agora “high five”, Deus, por me teres colocado um personal trainer que não desiste de mim no meu caminho!

Catarina

Hoje não apetecia... mas Let's go!


Outra das coisas boas de ter um personal trainer à nossa espera à hora marcada, é que temos um personal trainer à nossa espera à hora marcada...

Não soubesse eu que o Pedro estava à minha espera para treinarmos, bem que não me apanhavam de fato-de-treino... só de pijama até à hora de ir trabalhar... Ai pois não apanhavam, não!

Depois conto como foi...


Catarina
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